Teoria do Apego Flashcards

(71 cards)

1
Q

Frente

A

Verso

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2
Q

Quem foi John Bowlby?

A

Psicanalista britânico notável por seu interesse no desenvolvimento infantil e por seu trabalho pioneiro na Teoria do Apego.

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3
Q

Quem foi Mary Ainsworth?

A

Psicóloga do desenvolvimento norte‑americana, conhecida por seu trabalho em apego emocional com ‘A Situação Estranha’ e pelo desenvolvimento da Teoria do Apego.

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4
Q

Quando Bowlby e Ainsworth consolidaram a teoria do apego?

A

Bowlby lançou as bases nos anos 1950–60, e, na década de 1970, Ainsworth formulou os padrões de apego.

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5
Q

O que a Teoria do Apego atesta sobre o vínculo com o cuidador primário?

A

Que um vínculo emocional e físico forte com um cuidador primário é crítico para o desenvolvimento e para o funcionamento dos processos interpessoais, inclusive na psicoterapia.

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6
Q

Como a teoria caracteriza o sistema de apego?

A

Como inerente (necessidade), biológico e um processo natural que se relaciona com tudo que fazemos, especialmente nos relacionamentos.

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7
Q

O que a abordagem da Teoria do Apego explica?

A

Como vínculos emocionais entre bebês e cuidadores se formam e como influenciam o desenvolvimento social e emocional ao longo da vida.

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8
Q

Segundo a teoria, por que bebês buscam proximidade com cuidadores?

A

Por um impulso biológico de sobrevivência: a proximidade oferece proteção e segurança.

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9
Q

O que é a ‘figura de apego primária’?

A

Normalmente a mãe ou cuidador principal; o vínculo com ela funciona como base segura para explorar o ambiente e retornar em momentos de insegurança.

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10
Q

O que são ‘modelos internos de trabalho’?

A

Esquemas mentais formados a partir das interações com cuidadores que influenciam a visão de si, dos outros e dos relacionamentos.

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11
Q

Que relação há entre proximidade e segurança na teoria?

A

A proximidade com o cuidador oferece proteção e segurança, reforçando o apego.

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12
Q

Quais são os quatro padrões de apego identificados por Ainsworth?

A

Apego seguro, apego inseguro evitativo, apego inseguro ambivalente/resistente e apego desorganizado.

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13
Q

Como se caracteriza o apego seguro na infância?

A

Confiança e segurança de que o cuidador está disponível e responde de maneira consistente às necessidades.

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14
Q

Como se caracteriza o apego inseguro evitativo?

A

Tendência a evitar o cuidador, com independência aparente e pouca busca por conforto, refletindo respostas inconsistentes ou rejeição.

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15
Q

Como se caracteriza o apego inseguro ambivalente/resistente?

A

Ansiedade e dificuldade de confiar no cuidador, que pode ser imprevisível nas respostas.

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16
Q

Como se caracteriza o apego desorganizado?

A

Comportamentos contraditórios ou confusos em relação ao cuidador, geralmente associados a abuso ou negligência.

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17
Q

Qual a importância do apego para o desenvolvimento emocional?

A

A qualidade do apego na infância se relaciona ao bem‑estar emocional, à autoestima e à capacidade de formar relacionamentos saudáveis na vida adulta.

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18
Q

O que Bowlby e Ainsworth enfatizaram sobre o cuidador?

A

Que sensibilidade e responsabilidade do cuidador são fatores‑chave para formar apego seguro.

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19
Q

Como internalizamos estratégias relacionais segundo o texto?

A

Por meio das interações com nossos cuidadores e seus sistemas nervosos, internalizando como vemos os relacionamentos e como suprimos necessidades emocionais.

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20
Q

Como o trauma interfere no sistema nervoso autônomo (SNA)?

A

Trauma e estresse crônico podem impedir um funcionamento saudável, regulado e resiliente, mantendo a pessoa presa em estados de sobrevivência.

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21
Q

Segundo Gabor Maté, o que é trauma?

A

“Trauma é uma experiência, e não um evento. É o que acontece dentro de nós como resultado daquilo que nos aconteceu.”

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22
Q

Segundo Bert Hellinger, como maus‑tratos afetam a autoimagem da criança?

A

“Quanto pior tratamos uma criança, pior ela pensa que é… Ela deixa de amar a si mesma.”

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23
Q

Como o trauma afeta conexão e autenticidade?

A

Substitui a necessidade de conexão pela de proteção e compromete a autenticidade em favor da aceitação e do cuidado.

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24
Q

Qual é, segundo Rick Hanson, o trabalho mais importante do cérebro?

A

Nos manter seguros.

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25
Que foco geral tem a fisiologia do corpo segundo o texto?
A sobrevivência.
26
Por que o bebê humano depende tanto do outro?
Porque nasce prematuro (ainda que no tempo gestacional) e é 100% dependente do outro para sobreviver; vincular‑se é imperativo biológico.
27
O que absorvemos nos primeiros estágios de vida?
Tudo à nossa volta, especialmente informações constantes de nossos cuidadores.
28
Qual a metáfora do texto para o registro precoce das experiências?
Corpo, mente e alma como um gravador que documenta tudo quando ainda não temos ‘onde rodar a fita’ para dar sentido.
29
Que cuidados físicos e afetivos são apontados como necessários?
Contato pele a pele, sorrisos amorosos e comunicação de coração para coração.
30
Que efeito têm cuidadores atentos e regulados nas crianças?
Promovem regulação, segurança, conforto e relaxamento, impressos como memórias implícitas no sistema nervoso.
31
Como aprendemos a co‑regular segundo o texto?
Recebendo regulação diretamente dos cuidadores, o que se torna parte de quem somos em nível neurológico.
32
O que ocorre em ambientes amorosos e protetores na infância?
O cérebro ‘poda’ partes defensivas e enfatiza aspectos relacionais; cresce‑se confiando e esperando reciprocidade; estruturas do apego seguro ficam fortes e acessíveis.
33
O que ocorre em contextos de perigo, medo e caos?
O cérebro ‘poda’ partes associadas ao apego seguro e enfatiza estruturas defensivas; respostas de defesa tornam‑se presentes e, muitas vezes, disfuncionais.
34
O que significa ter um ‘gap’ de regulação no sistema nervoso?
Dificuldade de confiar, pedir ou receber ajuda por falta de regulação aprendida na interação com o outro.
35
Por que um ‘radar’ muito sensível a perigo pode se tornar disfuncional?
Porque, ao se relacionar ao longo da vida, essa hipersensibilidade afasta pessoas e sabota vínculos.
36
Que ideia central resume os estilos de apego?
“Qualquer estilo de apego é uma resposta para buscar segurança, mesmo que de forma disfuncional.”
37
Quais são os quatro tipos listados no texto?
Apego seguro; evitativo; ambivalente; desorganizado.
38
Que contexto familiar marcou o desenvolvimento de João?
Lar tranquilo, pais amorosos e presentes, ‘bons o suficiente’, com correção respeitosa e sem desvalorização.
39
Como João lidava com exploração e emoções na infância?
Explorava com tranquilidade por confiar nos pais e tinha ajuda amorosa da mãe para se regular em desafios.
40
Como João se comporta nos relacionamentos adultos?
Busca suporte, expressa emoções, resolve conflitos com respeito e empatia, demonstra carinho e vulnerabilidade, confia e é confortável com intimidade.
41
Que traços João apresenta no trabalho e nos limites?
É criativo, relaciona‑se bem e estabelece limites saudáveis.
42
Que experiências marcaram a infância de Maria?
Pais muitas vezes emocionalmente indisponíveis; valorização de autonomia precoce; necessidade de ‘se virar sozinha’.
43
Que estratégia Maria desenvolveu para ser reconhecida?
Focar em competência e autossuficiência, reprimindo emoções e necessidades.
44
Como a intimidade afeta Maria na vida adulta?
Muitas vezes a sufoca; ela se desliga e se distancia, sabotando relações potencialmente seguras.
45
Que padrão relacional Maria costuma repetir?
Escolher relações difíceis, evitar depender do outro e priorizar trabalho, chegando com burnout à terapia.
46
Como era o cuidado recebido por Ana na infância?
Amoroso, porém instável e imprevisível, gerando ansiedade sobre ter necessidades atendidas.
47
Que crença relacional frequente Ana desenvolveu?
Antecipação de abandono, com tristeza, frustração ou raiva mesmo sem eventos claros.
48
Que comportamentos de sabotagem Ana apresentou?
Ciúmes, controle e desconfiança que afastam parceiros, reforçando a crença de que ‘o pior sempre acontece’.
49
Que foco emocional excessivo Ana tendia a manter?
Hiperfoco no outro e hipervigilância, por vezes esquecendo de olhar para si.
50
Que vivências marcaram a infância de Tiago?
Ambiente abusivo e negligente; violência, insegurança e falta de proteção.
51
Como Tiago era percebido na escola?
Como ‘menino problema’, punido por comportamento agressivo e com dificuldade de fazer amigos.
52
Que função as drogas tiveram inicialmente para Tiago?
Proporcionaram desconexão temporária da dor, levando a dependência e abuso.
53
Que padrão relacional Tiago apresenta na vida adulta?
Oscila entre desligamento evitativo e dependência com ciúmes, controle e agressividade, com dificuldade de confiar na terapia.
54
Qual é a primeira meta terapêutica destacada?
Estabelecer um vínculo seguro de confiança, empatia, aceitação e compaixão.
55
Que objetivo envolve o SNA no tratamento?
Reestabelecer equilíbrio no sistema nervoso autônomo.
56
Que práticas corporais são citadas como metas?
Grounding, conexão com o corpo e co‑regulação.
57
Que sensação corporal busca‑se restaurar?
Senso de segurança no corpo.
58
Que trabalho com limites é proposto?
Reparar e construir noções de limites.
59
Como o texto sugere lidar com traumas na terapia?
Renegociar traumas, possibilitando descargas e reconsolidação de memórias.
60
Que tipo de psicoeducação é recomendada?
Sobre habilidades interpessoais.
61
O que ocorre com os modelos internos de trabalho na adolescência?
São reavaliados à luz de novas experiências sociais, como amizades e relacionamentos românticos.
62
Que orientação é dada a pais, professores e psicólogos na adolescência?
Atentar à percepção dos adolescentes sobre seus vínculos e apoiar a revisão de padrões disfuncionais.
63
Como a autonomia se relaciona com a ‘base segura’ na adolescência?
Mesmo buscando independência, adolescentes ainda precisam de uma base segura emocional.
64
Que postura se recomenda aos cuidadores frente à autonomia?
Oferecer suporte sem controle excessivo, permitindo exploração com ponto de apoio seguro.
65
Que novos relacionamentos surgem na adolescência?
Amizades mais profundas e relacionamentos amorosos, influenciados pelo estilo de apego infantil.
66
Que foco de intervenção é essencial para inseguros na adolescência?
Desenvolver confiança, comunicação emocional e resolução de conflitos.
67
Como lidar com conflitos familiares em apego inseguro/desorganizado?
Melhorar comunicação e compreensão mútua para construir percepção mais segura do vínculo familiar.
68
Que habilidades emocionais e sociais devem ser promovidas?
Reconhecimento e regulação das emoções, empatia e comunicação.
69
Que papel tem a modelagem de relacionamentos saudáveis?
Adolescentes aprendem por observação; interações saudáveis reforçam apego seguro.
70
Por que promover pertencimento na adolescência?
Porque buscam seu lugar no mundo; ambientes de aceitação, respeito e inclusão fortalecem segurança e desenvolvimento saudável.
71
Quais intervenções terapêuticas são citadas para casos de desorganização ou traumas de apego?
Terapia Focada no Apego e Terapia Familiar Sistêmica para reconstruir segurança e confiança.