QUANDO INDICAR O2 TERAPIA DE ALTO FLUXO EM CRIANCAS
SE SPO2<90, IRP MOD A GRAVE, SEPSE COM HIPOXIA
Tosse persistente + estridor após episódio de engasgamento → forte suspeita de aspiração de corpo estranho.
Nestas situações:
Não se deve realizar manobras de desobstrução (Heimlich, pancadas nas costas, retirar com dedo/pinça) → risco de deslocar o corpo estranho e provocar obstrução total.
encaminhar para hospital para provável broncoscopia
cd na suspeita de aspiracao de corpo estranho, mantendo estridor
referenciar com urgência para hospital com capacidade de broncoscopia.
Febre ≥ 5 dias + ≥ 4 dos seguintes:
1. Conjuntivite bilateral não purulenta
2. Alterações orais (língua em framboesa, fissuras labiais)
3. Alterações nas extremidades (edema, eritema, descamação)
4. Exantema polimórfico
5. Adenopatia cervical (>1,5 cm)
sugerem:
kawasaki
complicacao mais grave no kawasaki -
Complicação mais grave: aneurismas coronários → daí a necessidade de ecocardiograma.
Lesões cutâneas purpúricas simétricas na face posterior das coxas sugerem
típico de Púrpura de Henoch-Schönlein (Púrpura de IgA),
É rara a ocorrência de hemorragia subconjuntival pós parto no RN. V ou F
F - Na realidade, é comum e geralmente benigna no RN.
5 pancadas interescapulares iniciais estão recomendadas em caso de obstrução completa da via aérea em lactentes com menos de 1 ano de vida. - V OU F
V
6 meses e 2 anos:, Dor abdominal paroxística;
Massa abdominal palpável (forma de “salsicha” ou “cilindro”);
Fezes com sangue e muco (“geleia de groselha”) — pode surgir mais tarde.
Invaginação intestinal aguda (intussusceção).
CAUSA DA INTUSSSUSCEPCAO
6-24 meses, e está geralmente precedida por uma infeção viral respiratória ou gastrointestinal, que leva a hipertrofia das placas de Peyer (linfoide intestinal) → ponto de invaginação.
CAUSA DE INTUSSUCEPCAO EM MAIORES DE 2 ANOS
causa estrutural: divertículo de Meckel, pólipo, linfoma, etc.
COMO ADMINISTRAR SRO
75 mL/kg em 4 horas na fase de reidratação.
Manter depois 50–100 mL/kg/dia para reposição de perdas contínuas.
DAR 5-10ML A CADA 1-2MIN
FAZER SE MENOS DE 5% DE PERDA DE PESO.
PODE FAZER ENTRE 5-10% MAS SUPERVISIONADO
MAIOR QUE 10% DE PERDA DE PESO - EV
O QUE TEM NA SRO
Na⁺ 75 mmol/L
Cl⁻ 65 mmol/L
K⁺ 20 mmol/L
Citrato 10 mmol/L
Glicose 75 mmol/L
SE CHOQUE POR DESIDRATAÇAO, FAZER:
20 mL/kg NaCl 0,9% EV em bolus (repetir se necessário) Depois repor o restante déficit + manutenção
Desidratação moderada/grave 20 mL/kg em 30 min Reposição do restante déficit + manutenção em 24h (usando soluções mistas como G5% + NaCl 0,9% e K⁺ após diurese)
A descida espontânea pode ocorrer até aos 6 meses de idade (idade corrigida). V OU F
V
Se após os 6 meses o testículo ainda não estiver na bolsa, deve ser referenciado à Cirurgia Pediátrica para avaliação e eventual orquidopexia, idealmente até 12–18 meses (para preservar fertilidade e reduzir risco de malignidade).
CRIANÇA COM CLINICA DE LESÃO MINIMA, MAAAAAS COM ALTERAÇÃO DA FR E HEMATÚRIA/ PRESENÇA DE ACANTÓCITOS (HEM DISMORFICAS), PENSAR EM:
biópsia renal está indicada antes de iniciar corticoterapia.
não existe no síndrome nefrótico indicação para realizar profilaxia primária de eventos tromboembólicos. V OU F
V!!!
que caracteriza o síndrome nefrótico em crianças?
→
Proteinúria maciça + hipoalbuminemia + edema + hiperlipidémia.
Em que situação se pode iniciar corticoterapia sem biópsia renal? NUM PCTE SUSPEITO DE LESAO MINIMA
→
Quando há síndrome nefrótico puro:
Idade entre 2 e 10 anos;
Sem hematúria significativa;
Sem hipertensão;
Sem insuficiência renal;
Sem suspeita de doença sistémica.
que fazer se a criança tiver síndrome nefrótico puro mas idade < 1 ano?
→
Fazer biópsia e estudo genético, pois pode tratar-se de síndrome nefrótico congénito (finnish type).
O que define síndrome nefrótico corticorresistente?
→ Ausência de remissão após 4–6 semanas de corticoterapia adequada.
10️⃣ O que define síndrome nefrótico corticodependente?
→
Recidiva durante o desmame ou até 14 dias após suspensão do corticoide.
Qual o próximo passo se o doente DE LESAO MINIMA for corticorresistente?
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Fazer biópsia renal (se ainda não feita) e iniciar imunossupressor (ex.: ciclosporina, tacrolimus).
Quando considerar profilaxia tromboembólica?
→
Se albumina < 2 g/dL, hematócrito elevado, imobilização prolongada ou história prévia de trombose.