Abdome: cólon e reto
Espessura normal da parede cólica?
1–2 mm quando distendida e 3–4 mm quando colapsada.
Abdome: cólon e reto
HD?
Apendagite epiplóica.
Massa ovalada de densidade gordurosa ao lado do cólon (1,5–3,5 cm), Halo periférico hiperdenso (sinal do anel hiperatenuante, 1–3 mm). Localização clássica: aspecto anterior do sigmoide ou descendente.
Abdome: cólon e reto
Apêndice epiploico?
Projeções de gordura subserosa revestidas por peritônio que localizam-se na superfície do cólon. Duas fileiras: Medial (taenia libera); Póstero-lateral (taenia omentalis).
Normalmente invisíveis nos exames. Podem ser visualizadas se rodeadas por contraste, ascite ou hemoperitônio
Abdome: cólon e reto
Suprimento sanguíneo do apêndice epiploico?
1 a 2 pequenas artérias perfurantes vindas da serosa colônica. Essas perfurações são também locais propensos a surgimento de divertículos.
(Torção com oclusão venosa ou arterial levam à apendagite)
Abdome: cólon e reto
V ou F?
Apendagite epiploica comumente evolui com complicações como: aderência, obstruções intestinais, intestinais, intussecepção, corpo livre intraperitoneal, peritonite e/ou abscessos.
Falso.
Apendagite epiploica tem um quadro auto-limitado e raramente evolui com complicações como: aderência, obstruções intestinais, intestinais, intussescepção, corpo livre intraperitoneal, peritonite e/ou abscessos.
Abdome: cólon e reto
Paciente pós QT. HD?
Tiflite (enterocolite neutropênica).
Espessamento da parede do ceco, estrias na gordura pericecal , pneumatose intestinal (gás na parede intestinal) em paciente imunossuprimido.
Abdome: cólon e reto
Locais de acometimento da tiflite? (3)
Abdome: cólon e reto
Paciente em uso crônico de Clindamicina, se apresentou no PS. HD?
Colite pseudomembranosa.
Espessamento parietal, sinal do acordeão (contraste entre as haustra espessadas e conteúdo).
Envolvimento colônico difuso (mas 30-40% poupam o lado direito). Reto acometido em 90-95%.
Ocorre após uso de antibióticos ou imunossupressão (dentro de 6 semanas).
Abdome: cólon e reto
Paciente com histórico de colite pseudomembranosa. HD?
Megacólon tóxico.
Complicação aguda e grave da colites inflamatórias, com: perda do tônus neurogênico do cólon, dilatação colônica grave não obstrutiva, alto risco de perfuração.
Abdome: cólon e reto
Agente etiológico da colite pseudomembranosa?
Clostridium difficile.
Bactéria anaeróbica Gram-positiva.
Produz toxinas A e B (principalmente B).
Abdome: cólon e reto
Doenças que podem complicar com megacólon tóxico? (10)
Abdome: cólon e reto
Paciente no PO de cirurgia ortopédica. HD?
Pseudobstrução Colônica (Síndrome de Ogilvie).
Distensão aguda do cólon por redução da atividade parassimpática do intestino grosso, leva à perda do peristaltismo colônico, frequentemente pós-operatório.
Mais comum em homens > 60 anos.
Ocorre em pacientes graves ou hospitalizados.
Abdome: cólon e reto
Paciente em tratamento de câncer de bexiga .HD?
Colite actínica.
Pode ocorrer durante ou após poucas semanas de exposição à radiação. Quadro clínico: diarreia auto-limitada. Diagnóstico é clínico)
TC (achados inespecíficos):
* Espessamento parietal inespecífico;
* Densificação da gordura adjacente;
HD?
Diverticulite.
Diverticulite aguda à esquerda com aumento acentuado da ecogenicidade da gordura ao redor de um divertículo.
Abdome: cólon e reto
V ou F?
A maioria dos pacientes com diverticulose evoluem para diverticulite.
Falso.
A minoria dos pacientes com diverticulose evoluem para diverticulite (15-20%).
Abdome: cólon e reto
A maioria dos pacientes com diverticulose tem doença no cólon ______(direito/esquerdo), porém a do cólon _______(direito/esquerdo) é frequente em pacientes asiáticos (43%-50%).
Esquerdo; direito.
Abdome: cólon e reto
A __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa) envolve todas as camadas intestinais, podendo resultar em fístulas.
A __________(doença de Crohn/retocolite ulcerativa) tem inflamação confinada à mucosa e submucosa do intestino grosso.
Doença de Crohn; retocolite ulcerativa.
Abdome: cólon e reto
A __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa) apresenta envolvimento extenso do cólon direito e delgado, podendo ocorrer da boca ao ânus.
A __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa) afeta tipicamente o cólon descendente de forma difusa, raramente envolvendo isoladamente o cólon direito.
Doença de Crohn; retocolite ulcerativa.
Abdome: cólon e reto
A __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa) apresenta espessamento parietal que pode ser difuso e simétrico.
Retocolite ulcerativa.
Abdome: cólon e reto
Na __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa)pode-se apresentar espessamento parietal excêntrico e segmentar, com áreas salteadas e o espessamento parietal é mais acentuado (11-13 mm).
Doença de Crohn.
Abdome: cólon e reto
A __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa) apresenta o sinal do halo por depósito de gordura submucosa. A __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa) apresenta fibroproliferação adiposa mesentérica, achado quase exclusivo.
Retocolite ulcerativa; doença de Crohn.
Abdome: cólon e reto
A __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa) pode apresentar envolvimento assimétrico, geralmente na borda mesenterial, levando à formação de pseudodivertículos.
Doença de Crohn.
Abdome: cólon e reto
A __________ (doença de Crohn/retocolite ulcerativa) tem linfonodopatia mesentérica mais comum, costuma apresentar abscessos quase exclusivamente e pode apresentar fístulas.
Doença de Crohn.
Abdome: cólon e reto
Paciente com histórico de transplante de medula óssea. HD?
Graft versus host disease (Reação enxerto x hospedeiro).
Halo de hipoatenuação dentro da parede intestinal.
Alterações inflamatórias no mesentérion
Em relação à DC ou enterite actínica, a reação enxerto x hospedeiro tem maior extensãon