P2 Flashcards

(165 cards)

1
Q

Quais são as cinco camadas do couro cabeludo e qual a importância clínica da terceira camada?

A

Camadas: 1) Pele, 2) Tela subcutânea, 3) Aponeurose epicrânica, 4) Tecido subaponeurótico frouxo, 5) Pericrânio.
A terceira camada (aponeurose epicrânica) é a principal responsável pela mobilidade do couro cabeludo. Lesões profundas nessa camada podem separar o couro cabeludo em duas partes, dificultando a cicatrização.

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2
Q

A face pode ter 3 formatos sendo eles:

A

Dolicofacial, Mesofacial e Braquifacial.

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3
Q

Qual opção abaixo NÃO é uma função do músculo bucinador?
a) Manter o bolo alimentar entre os dentes, ajudando na mastigação
b) Auxiliar na sucção
c) Relacionado com o assobio e sopro
d) Elevar a comissura labial

A

D

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3
Q

Cite uma função do corpo adiposo da bochecha na fase infantil e na fase adulta?

A

na criança de até 1 ano, serve para impedir um colapso do músculo bucinador (que ainda não apresenta tonicidade), ou seja, impedir que esse músculo adentre na cavidade oral e dificulte a amamentação. Já no adulto, esse corpo adiposo tem a função de dar formato à face.

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3
Q

Cite 3 fatores que influenciam no crescimento da face

A

erupção dos dentes, a respiração, a sucção do leite materno.

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4
Q

Supondo uma infecção presente nos dentes 47 e 26, para onde essa infecção poderá ser drenada?

A

Para o dente 26, se o ápice da raiz do dente estiver abaixo da inserção do
m.bucinador, a drenagem será feita para o meio extraoral → vestíbulo. Para o dente 47, se o ápice da raiz estiver acima da inserção do m.bucinador, a drenagem será extraoral.

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4
Q

O músculo responsável por franzir a glabela, formando rugas verticais entre as sobrancelhas, é:
a) Prócero
b) Corrugador do supercílio
c) Occipitofrontal
d) Zigomático menor

A

B

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4
Q

Dê a estratimeria da região temporal

A

Pele, tela subcutânea, aponeurose epicraniana/fáscia temporoparietal, tecido subaponeurótico frouxo, fáscia do m. temporal, m. temporal, periósteo e osso.

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4
Q

Dê a origem e a inserção do músculo bucinador:

A

Origem: Rafe pterigomandibular // Margens alveolares da maxila e da mandíbula.

Inserção: ângulo da boca

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4
Q

Cite características que são comuns a todos os músculos da mímica.

A

Todos tem origem óssea, todos se inserem na pele, todos se originam do segundo arco faríngeo, todos são inervados pelo nervo facial, não possuem fascia muscular.

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5
Q

Qual músculo é conhecido por ser o “músculo do sorriso sarcástico”?
a) Mentual
b) zigomático maior
c) Risório
d) Orbicular da boca
e) Levantador do ângulo da boca

A

C

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5
Q

Dê a estratimeria do couro cabeludo.

A

Pele, tela subcutânea, aponeurose epicrânica, tecido subaponeurótico frouxo, pericrânio, osso.

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5
Q

Qual a diferença de escalpelamento cirúrgico e não cirúrgico?

A

No escalpelamento não cirúrgico, há rompimento de muitos vasos, visto que esses vasos estão mais superficiais, causando uma grande hemorragia capaz de levar rapidamente a morte. No escalpelamento cirúrgico, é realizado um corte e, a partir dele, retira-se a pele, a tela subcutânea e a aponeurose epicraniana (todas juntas), pois o tecido subaponeurótico frouxo permite que o médico “puxe” as outras estruturas enquanto ele fica preso às demais estruturas da cabeça, levando os vasos junto, causando sangramento mínimo.

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5
Q

O que são as Linhas de clivagem da pele?

A

Linhas onde normalmente são formadas as rugas da pele. As rugas se formam sempre na mesma direção, pois elas estão diretamente relacionadas com a distribuição e direção das fibras colágenas e das fibras musculares presentes na pele. Os sulcos são perpendiculares às fibras musculares.

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6
Q

Por que a papila parotídea pode ser confundida com lesões em exames clínicos de rotina?

A

Porque se apresenta como uma elevação discreta na mucosa jugal, ao nível do 2º molar superior, podendo ser confundida com processos inflamatórios ou obstruções ductais.

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7
Q

Em que camada do couro cabeludo uma dissecção cirúrgica deve ser realizada para preservar as artérias e nervos superficiais?

A

Idealmente na quarta camada (tecido conjuntivo frouxo).

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8
Q
A
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9
Q

Qual o único músculo constritor dos lábios?

A

M. Orbicular da Boca

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10
Q

A cavidade própria da boca é um espaço localizado na cavidade bucal que apresenta como limites:

A
  • anterior e lateralmente, os dentes anteriores e posteriores incluídos em seus alvéolos e revestidos por mucosa;
  • superiormente (teto) , o palato;
  • inferiormente o assoalho da boca;
  • posteriormente, ela é aberta e contínua com a parte oral da faringe, apresentando como transição o istmo da faringe ou orofaríngico (ou das fauces).
    Apresenta como conteúdo a maior parte da língua.
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11
Q

Que ducto se abre na carúncula sublingual?

A

Ducto da glândula submandibular

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12
Q

Com o que a glândula sublingual se relaciona?

A

Esta relaciona-se no assoalho da boca com o ducto da glândula submandibular, o nervo lingual e o músculo genioglosso (que estão mediais a ela).

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13
Q

O que é comissura dos lábios?

A

ponto mais lateral em que o lábio superior e o lábio inferior se encontram (“canto da boca”).

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14
Q

O que é ângulo da boca?

A

ângulo formado entre o lábio superior e o lábio inferior; é diferente da comissura dos lábios.

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15
Q

Qual o limite interno de cada lábio?

A

O limite interno de cada lábio é o fórnice do vestíbulo, onde se evidencia uma prega mucosa sagital mediana, o frênulo do lábio.

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16
Os limites externos do lábio inferior são:
inferiormente, o sulco mentolabial, que o separa do mento, e lateralmente, o sulco labiomarginal, uma ruga característica dos adultos que vai do ângulo da boca à base da mandíbula.
17
Quais as diferenças dos lábios em indivíduos jovens e indivíduos mais velhos?
quando se compara um indivíduo jovem com um outro mais idoso, nota-se que o sulco nasolabial e o sulco mentolabial (e o sulco labiomarginal) ficam mais marcados, além disso pode-se afirmar que o tamanho e a cor dos lábios diminuem e o tubérculo e o filtro vão desaparecendo devido ao aumento da flacidez da região.
18
Estratimeria dos lábios:
Camadas dos lábios Pele Tela Subcutânea Camada muscular Camada submucosa Camada mucosa
19
Estratimeria da bochecha:
pele, tela subcutânea (devido a maior quantidade de corpo adiposo, a camada é maior quando comparada à dos lábios), fáscia bucofaríngea, camada muscular (principal músculo é o m. bucinador), camada submucosa (menor quantidade de glândulas salivares) e camada mucosa.
20
Limites da bochecha
Superior e inferiormente, termina no fórnice do vestíbulo. Posteriormente, limita-se com a prega pterigomandibular, importante ponto de referência para a anestesia do nervo alveolar inferior. Essa prega é formada pelo ligamento pterigomandibular recoberto por mucosa.
21
Para realizar a bichectomia e chegar até a camada de gordura, partindo da cavidade oral, nota-se a seguinte estratimeria:
mucosa, submucosa, camada muscular (músculo bucinador), fáscia bucofaríngea.
22
Drenagem venosa dos Lábios e Bochechas:
V. labial superior, tributária da v. facial: drena o lábio superior e termina na v. facial. V. labiais inferiores, tributárias da v. facial: drenam o lábio inferior e terminam na v. facial. V. Facial: drena o mento e o lábio inferior em direção ao plexo pterigóideo V. Facial profunda: drena a bochecha e termina no plexo pterigóideo.
23
Vascularização Lábios e Bochechas:
A. labial superior, ramo da a. facial - Ramo labial superior da a. infraorbital - A. labial inferior, ramo da a. facial - A. bucal ramo da a. maxilar - Aa. mentuais - Aa. alveolares superiores. A. labial superior + A. labial superior homônima + A. labial inferior + A. labial inferior homônima = Círculo Arterial dos lábios.
24
Limite entre a mucosa e a gengiva inserida:
Junção mucogengival
25
Quando a boca está fechada, o vestíbulo não se comunica com a cavidade própria da boca em razão da oclusão dos dentes, exceto por meio de 2 estruturas:
Espaço retromolar: região posterior ao 3° molar. Obs.: O trígono retromolar é no osso. Diastema: área de espaço extra entre dois dentes..
26
O que são os frênulo dos lábios?
Frênulo dos lábios inferiores e superiores: pregas da mucosa com algumas fibras musculares (m. orbicular da boca) na linha mediana que une os lábios inferiores e superiores com as arcadas inferiores e superiores, respectivamente. Os frênulos não atrapalham a movimentação do lábio. O frênulo do lábio superior é maior que o do lábio inferior. Obs.: Frênulos muito volumosos são submetidos a cirurgias (frenectomia) para cortar um pedaço desse freio, já que facilita a formação dos diastemas, ou seja, espaços formados entre dois dentes. Ocorre mais com o frênulo do lábio superior.
27
Quando a boca está fechada, o vestíbulo não se comunica com a cavidade própria da boca em razão da oclusão dos dentes, exceto por meio de 2 estruturas:
Espaço retromolar: região posterior ao 3° molar. Obs.: O trígono retromolar é no osso. Diastema: área de espaço extra entre dois dentes..
28
Limites da Cavidade Própria da Boca:
Superiormente: é limitado pelo palato duro e palato mole. Posteriormente: é limitado pelo arco palatoglosso. Anteriormente e lateralmente: é limitado pelos dentes anteriores e posteriores. Inferiormente: é limitado pelo assoalho da cavidade oral, formado principalmente pelo m. milo-hióideo (diafragma oral) e pela língua.
29
Limite vestíbulo da boca:
mitada anteriormente pelos lábios / lateralmente pela bochecha / posteriormente e medialmente pelos dentes / inferiormente e superiormente pelo fórnice do vestíbulo.
30
Estratimeria região anterior e posterior do palato duro:
Região anterior do palato: camada mucoperiostal, osso, submucosa da cavidade nasal e mucosa da cavidade nasal. Região posterior do palato: camada mucosa, camada submucosa (glândulas salivares palatinas, que vão ficando mais espessas à medida que se aproxima da parte posterior), periósteo, osso, submucosa da cavidade nasal e mucosa da cavidade nasal.
31
Qual o local com menor quantidade de submucosa e onde ocorre fusão dos dois processos maxilares (fissura transversal)?
Rafe palatina
32
Acidente anatômico que se localiza na região do forame incisivo e função:
Papila Incisiva, é um ponto de referência para realizar anestesia dos nervos que passam nesse forame.
33
O palato mole continua-se lateralmente com duas pregas, quais são elas?
arcos palatoglosso e palatofaríngeo.
34
Funções palato mole:
Funções: Impedir que o alimento penetre na cavidade nasal durante a deglutição. Assim, durante a deglutição ele se eleva e se alarga, fechando a comunicação da faringe com a cavidade nasal. Auxiliar na articulação de alguns sons, pois ele vibra enquanto falamos, elaborando alguns fonemas.
35
Quais são os músculos do palato mole?
M. Da úvula, m. Levantador do véu palatino, m. Tensor do véu palatino, m. Palatofaríngeo e m. Palatoglosso.
36
Origem, inserção e função: m. Da úvula
M. da úvula: movimenta a úvula. Origem: espinha nasal posterior. Inserção: inserem-se na mucosa da úvula.
37
Origem, inserção e função: m. Levantador do véu palatino
M. levantador do véu palatino: é mais posterior e medial; tem a função de elevar e tracionar posteriormente o palato mole, o que ajuda a fechar a parte nasal da faringe. Origem: parte cartilagínea da tuba auditiva e parte petrosa do osso temporal. Inserção: aponeurose palatina.
38
Origem, inserção e função: m. Tensor do véu palatino
M. tensor do véu palatino: é mais anterior e lateral; passa no hâmulo pterigóideo; tem a função de elevar e tensionar lateralmente o palato mole, ampliando-o lateralmente (ex: durante a deglutição). Origem: parte cartilagínea da tuba auditiva e fossa escafóide do osso esfenóide. Inserção: aponeurose palatina.
39
Origem, inserção e função: M. Palatofaríngeo
M. palatofaríngeo: eleva a faringe e a laringe e ajuda a fechar a parte nasal da faringe - arco palatofaríngeo. Origem: aponeurose palatina. Inserção: superfície posterolateral da faringe.
40
Origem, inserção e função: m. Palatoglosso
M. palatoglosso: eleva a língua ou abaixa o palato, ajuda a estreitar o istmo das fauces. Origem: aponeurose palatina (face oral). Inserção: margem da língua.
41
Vascularização palato:
a. palatina maior (r. da a. palatina descendente → r. da a. maxilar. ) e menor (palato mole). As aa. palatinas maiores e menores estão mais próximas dos processos alveolares, ou seja, se afastam da linha mediana.
42
A língua está fixada no soalho da boca e é ligada por quais músculos?
ligada por músculos extrínsecos à mandíbula (músculo genioglosso), ao osso hióide (músculo hioglosso), ao processo estilóide (músculo estiloglosso) e ao palato (músculo palatoglosso). Completam a massa muscular da língua os seus músculos intrínsecos.
43
A língua é importante para que?
na gustação, mastigação, deglutição e fala.
44
Forame cego e sulco terminal dividem a língua em quais partes?
Forame cego + sulco terminal = dividem a língua em duas partes: Parte oral da língua: 2/3 da língua anteriores a essas estruturas. Parte faríngea da língua: 1/3 da língua posterior a essas estruturas.
45
Quais são as papilas gustativas da língua?
Papilas valadas/circunvaladas: apresentam calículos gustatórios. Elas se enfileiram logo à frente do sulco terminal, paralelas a ele. Cada uma consiste de uma saliência central circundada por uma parede circular. Entre ambas, dispõe-se uma vala com 2 a 3 mm de profundidade, na qual se abrem canais de glândulas salivares serosas. Papilas fungiformes: apresentam calículos gustatórios. São lisas, avermelhadas, em forma de cogumelo e distribuem-se de maneira bem espaçada. Concentram-se mais nas proximidades do ápice e das margens. Nos indivíduos vivos, podem ser distinguidas como pontos vermelhos luminosos. Papilas filiformes: mais numerosas, não possuem calículos gustatórios. Distribuem-se abundantemente por todo o dorso da língua. São longas e estreitas (em forma de fio) e por isso conferem um aspecto piloso à língua. Possuem corpúsculos do tato. Papilas folhadas: apresentam calículos gustatórios e são pouco desenvolvidas.
46
O que são mm. Extrínsecos da língua e quais são eles?
Músculos Extrínsecos da Língua: músculos de origem óssea que, posteriormente, se dirigem à língua // Modificam a posição da língua. M. Genioglosso M. Hioglosso M. Estiloglosso M. Palatoglosso
47
O que são os mm. Intrínsecos da língua e quais são eles?
Músculos Intrínsecos da Língua: músculos que possuem a origem e a inserção na própria língua // Modificam o formato da língua. M. Longitudinal superior M. Longitudinal inferior M. Transverso da língua M. Vertical da língua
48
Origem, inserção e função: m. Hioglosso (m. Intrínseco ou extrínseco?)
M. Hioglosso: retrusão e abaixamento da língua. Origem: cornos maior e face anterior do corpo do osso hióide. Inserção: margem da língua entre os músculos estiloglosso e longitudinal inferior. Obs.: A a. lingual/ v. lingual passa profundamente e medialmente ao m. hioglosso. O ducto da glândula submandibular, nervo lingual, nervo hipoglosso e as glândulas salivares são superficiais ao m. milo-hióideo e profundas ao hioglosso. M. Extrínseco
49
Origem, inserção e função: m. Genioglosso (m. Extrínseco ou intrínseco?)
M. Genioglosso: protrusão da língua e abaixam a parte central da língua. Origem: espinha geniana superior da mandíbula. Inserção: ápice, dorso e raiz da língua. M. Extrínseco
50
Origem, inserção e função: m. Estiloglosso (m. Extrínseco ou intrínseco?)
M. Estiloglosso: retração e elevação da língua. Origem: margem anterior do processo estilóide. Inserção: porção dorsolateral da língua. M. Extrínseco
51
Origem, inserção e função: m. Palatoglosso (m. Extrínseco ou intrínseco?)
M. Palatoglosso: elevação da raiz da língua e estreitamento do istmo das fauces para a deglutição. Origem: aponeurose palatina (face oral). Inserção: margem da língua. M. Extrínseco
52
Origem, inserção e função: m. Longitudinal superior (m. Extrínseco ou intrínseco?)
M. Longitudinal superior: encurta a língua. Origem: septo da língua, túnica submucosa próxima à epiglote. Inserção: Margens da língua. M. Intrínseco
53
Origem, inserção e função: m. Longitudinal inferior (m. Extrínseco ou intrínseco?)
M. Longitudinal inferior: encurta a língua. Origem: raiz da língua, Corpo do osso hióide. Inserção: ápice da língua. M. Intrínseco
54
Origem, inserção e função: m. Transverso da língua (m. Extrínseco ou intrínseco?)
M. Transverso da língua: estreita e alonga a língua. Origem: septo da língua. Inserção: tecido fibroso na túnica submucosa das margens da língua. M. Intrínseco
55
Origem, inserção e função: m. Vertical da língua (m. Extrínseco ou intrínseco?)
M. Vertical da língua: alarga e achata a língua. Origem: túnica submucosa do dorso da língua. Inserção: túnica submucosa da face inferior da língua. M. Intrínseco
56
A principal artéria (e seus ramos principais) para a língua é:
A principal artéria para a língua é a lingual (ramo da carótida externa) Os ramos que irrigam a língua são principalmente os ramos dorsais linguais (para a parte faríngea) e a artéria profunda da língua.
57
A língua é drenada pelas veias:
A língua é drenada pelas veias linguais, que atuam como veias satélites para a artéria lingual e que recebem várias veias dorsais linguais; e pela veia profunda da língua → veia facial/lingual/jugular interna.
58
Drenagem Linfática da Língua No Seu Ápice e em Sua Raiz:
Drenagem Linfática da Língua: Ápice da língua: Linfonodos submentuais → linfonodos submandibulares → linfonodos cervicais profundos sup. e inf. → tronco jugular - ducto torácico/ducto linfático direito → veia braquiocefálica. Raiz da língua: linfonodo jugulodigástrico → linfonodos cervicais profundos sup. e inf. → tronco jugular - ducto torácico/ducto linfático direito → veia braquiocefálica. É importante devido à disseminação precoce do carcinoma da língua.
59
Quais são as estruturas do assoalho da boca?
ducto da glândula submandibular, nervo lingual, nervo hipoglosso e as glândulas salivares; são superficiais ao m. milo-hióideo e profundas ao hioglosso.
60
O m. Milo-hióideo é um ponto importante na disseminação de infecções por que?
ele não separa completamente a cabeça do pescoço e essas duas regiões se comunicam na parte posterior desse músculo. Assim, em casos de infecção ou hemorragia da a. lingual, o hematoma/secreção purulenta facilmente se progride em direção ao pescoço em razão de não existir uma separação completa dessas regiões e devido a morfologia côncava e inclinada desse músculo para posterior e inferior.
61
Quais sao os tipos de glândulas salivares?
Glândulas salivares maiores: glând. parótida, glând. submandibulares e glând. sublinguais. Glândulas salivares menores: estão presentes ao longo da cavidade oral.
62
Relação anatômica da gl. Parótida
é posterior e superficial ao m. masseter, posterior ao ramo da mandíbula, é anteromedial ao ventre posterior do m. digástrico e m. estilo-hióide e é anterior ao processo mastóide.
63
Função da gl. Parótida
secretar saliva para a cavidade oral, auxiliando na digestão, mastigação e deglutição de alimentos.
64
Estratimeria até chegar na gl. Parótida
pele, tela subcutânea, fáscia parotídea (extensão da lâmina superficial da fáscia cervical; para a glând. submandibular também) e glândula parótida.
65
Subdivisões da gl. Parótida:
Subdivisões: lábio lateral (parte superficial, maior) e lábio medial (parte profunda, menor). A parte superficial conecta-se por um istmo à parte profunda. Ambas as partes abraçam a mandíbula e os músculos masseter e pterigóideo medial me nela inseridos. A parte superficial recobre grande porção do músculo masseter e, frequentemente, apresenta uma extensão anterior, que acompanha por baixo o arco zigomático. Por ser uma porção às vezes destacada da glândula, é conhecida como glândula parótida acessória (normalmente se prende no ducto).
66
FALSO OU VERDADEIRO: A a. carótida externa, a v. retromandibular e o n. facial passa dentro da glândula parótida (o n. se ramifica no interior dessa glând.)
VERDADEIRO
67
Relações anatômicas da gl. Submandibular
a a. facial passa por dentro dessa glândula, ela é superficial ao m. supra hióideos. O n. lingual passa inferiormente ao ducto da glândula submandibular. Envolve a margem posterior do m. milo-hióideo para situar-se no trígono submandibular do pescoço e soalho da cavidade oral.
68
Partes da gl. Submandibular:
Corpo da glândula submandibular: é a parte da glând. que fica no pescoço, palpável pelo toque. Processo profundo da glândula submandibular: é a parte da glând. que fica no assoalho da boca, sob o m. milo-hióide. Dele, parte o ducto da glândula submandibular e se abre na carúncula submandibular, adjacente à glândula sublingual. Esse ducto também pode estar sujeito a cálculos (sialolitos).
69
A gl. Sublingual tem ducto único?
Possuem pequenos ductos que se abrem na prega sublingual, ou seja, não possui um ducto único. Alguns ductos podem se juntar e se abrir na carúncula sublingual.
70
O que é Rânula?
elevação da glând. sublingual causada pelo entupimento dos ductos da glândula, já que a saliva não consegue sair.
71
Quais são as gl. Salivares menores?
Glândulas palatinas; Glândulas retromolares; Glândulas linguais anteriores: parte inferior da língua. Glândulas von ebner: nos sulcos ao redor das papilas circunvaladas. Glândulas jugais: pequenas e escassas, glândulas arredondadas, dispersas irregularmente na submucosa da bochecha, entre os feixes do músculo bucinador e mesmo na face externa desse músculo. Aquelas situadas próximas aos últimos molares, são chamadas de glândulas molares. Glândulas labiais: numerosas, pequenas glândulas situadas na submucosa dos lábios superior e inferior. Chegam a formar uma camada quase contínua entre a mucosa e o músculo orbicular da boca. Seus ductos se abrem diretamente na mucosa dos lábios. Mucocele é “comum”
72
Vascularização das Glândulas
Vascularização das Glândulas: Ramos glandulares da a. carótida externa, artérias submentuais e sublinguais.
73
Drenagem venosa das Glândulas:
Drenagem venosa das Glândulas: as veias correspondentes drenam para o plexo venoso pterigóideo.
74
Drenagem linfática das Glândulas:
Drenagem linfática das Glândulas: Linfonodos submandibulares e linfonodos cervicais laterais profundos superiores e inferiores (em especial o linfonodo jugulodigástrico).
75
O que são Grânulos de Fordyce?
São glândulas sebáceas assintomáticas comumente encontradas no lábio superior e inferior. Glândulas sebáceas que nasceram no lugar errado.
76
Quais são os 4 pares principais de músculos que atuam na mastigação?
M. Masseter, m. Pterigoideo medial, m. Pterigoideo lateral e m. Temporal
77
Origem, inserção e função do m. Masseter:
Origem: - parte superficial: na margem inferior e face medial dos 2/3 anteriores do arco zigomático; -parte profunda: na superfície medial e margem inferior do 1/3 posterior do arco zigomático. Inserção: tuberosidade massetérica na mandíbula. Ação: eleva a mandíbula, sendo o principal músculo de força quando oclui-se os dentes contra uma resistência, como na mastigação. Suas fibras superficiais tracionam a mandíbula para anterior (protrusão) a fim de facilitar a oclusão dos dentes; já as fibras profundas participam da retrusão da mandíbula.
78
Quais camadas precisam ser passadas até chegar ao m. Masseter?
Pele - tela subcutânea - fibras do m. Platisma - fáscia massetérica - m. Masseter
79
Qual a inervação e vascularização ando m. Masseter?
A. Massetérica (ramo da a. Maxilar) e ramo massetérico do n. Mandibular
80
Origem, inserção e ação do m. Temporal
Origem: assoalho da fossa temporal, linha temporal inferior e superfície profunda da fáscia temporal. Inserção: superfície medial, ápice e margens anterior e posterior do processo coronoide; margem anterior e crista temporal do ramo da mandíbula. Ação: elevador da mandíbula, suas fibras posteriores atuam na retrusão (retração). É um músculo em forma de leque cujas fibras anteriores são verticalizadas, as médias oblíquas e as posteriores horizontalizadas, permitindo assim que o músculo atue tanto na elevação quanto na retrusão da mandíbula.
81
Estratimeria ate chegar ao m. Temporal:
Pele - tela subcutânea - fáscia temporoparietal - tec. Subaponeurótico frouxo - fáscia temporal - m. Temporal
82
Qual a divisão da fáscia temporal?
Lâmina superficial e profunda, que abraçam a margem superior do arco zigomático e entre elas tem a presença de tecido adiposo.
83
Vascularização e inervação do m. Temporal:
A. Temporal profunda anterior; a. Temporal profunda posterior e a. Temporal média. Ramos temporais profundos - anterior e posterior - do n. Mandibular
84
Origem, inserção e ação do m. Pterigoideo medial
Origem: possui duas cabeças de origem, a cabeça superficial e a profunda. - a cabeça superficial (menor) origina-se no túber do maxila e no processo piramidal do palatino. - a cabeça profunda (maior) origina-se na face medial da lâmina lateral do processo pterigoideo e no processo piramidal do osso palatino. Inserção: as duas cabeças se inserem na face medial do ramo da mandíbula (ranhuras (tuberosidade) pterigoideas), após abraçarem, próximo a sua origem, a cabeça inferior do músculo pterigoideo lateral. Ação: eleva a mandíbula, atua na protrusão (sinergista do masseter) e nos movimentos de lateralidade.
85
Vascularização e inervação - m. Pterigoideo medial:
Ramos pterigoideos da a. Maxilar; plexo venoso pterigoideo; ramos pterigoideos mediais do n. Mandibular
86
Origem, inserção e ação - m. Pterigoideo lateral
Origem: possui duas cabeças de origem, a cabeça superior e a inferior. - a cabeça superior (menor) origina-se na crista infratemporal e na face infratemporal da asa maior do esfenoide. - a cabeça inferior (maior) tem origem na face lateral da lâmina lateral do processo pterigoideo. Inserção: as fibras se unem para então se inserir no disco articular, na cápsula articular da ATM e na fóvea pterigoidea da mandíbula. Ação: atua na abertura e protrusão da mandíbula (bilateral) e nos movimentos de lateralidade (contralateral) (sinergista do m. pterigoideo medial). Este músculo tem importância definida principalmente nas fraturas de colo da mandíbula, já que se fixa neste acidente anatômico.
87
Cirurgia de drenagem de abcesso no assoalho da boca, altura do 44, qual estrutura poderá ser primeiramente lesionada?
Ducto da gl. Submandibular
88
Localização da glândula parótida:
Superficial ao masseter, envolvendo o VII e a V. Retromandibular
89
Qual camada do couro cabeludo é considerada a zona de perigo devido a facilidade de disseminação de infecções?
Tec. Subaponeurótico frouxo
90
Ordene os músculos abaixo do mais superficial ao mais profundo: M. Levantador do ângulo da boca - m. Bucinador - m. Masseter - m. Levantador do lábio superior
M. Levantador do lábio superior - m. Levantador do ângulo da boca - m. Masseter - m. Bucinador
91
Qual músculo da mastigação é responsável principalmente pela elevação e retrusão da mandíbula?
M. Temooral
92
A dor miofascial e limitação da abertura da boca podem estar associadas à hiperatividade de qual músculo?
M. Pterigoideo lateral
93
A tonsila faríngea está localizada:
Na parte nasal da faringe, na transição do teto com a parede posterior
94
Durante a tonsilectomia (da tonsila palatina), a hemorragia pode ocorrer devido a lesão de qual estrutura?
A. Tonsilar
95
Principal músculo responsável pela rotação da cabeça da mandíbula:
M. Pterigoideo lateral
96
De anterior para posterior a superfície superior do disco articular da atm é:
Côncava e convexa
97
Músculo que suas fibras se inserem no disco articular:
Cabeça superior do m. Pterigoideo lateral
98
Função da saliva na cavidade oral:
Lubrificação, digestão inicial, proteção antimicrobiana, tamponamento ácido.
99
Descreva a importância do palato duro e do palato mole na fisiologia oral.
Palato duro: separa cavidade nasal da oral, importante na mastigação e fonação. Palato mole: mobilidade para vedar a nasofaringe durante a deglutição.
100
O que é a úvula e qual sua função na deglutição?
Extremidade móvel do palato mole, impede a entrada de alimentos na nasofaringe.
101
Explique a diferença entre mucosa mastigatória, de revestimento e especializada, citando exemplos de localização.
Tipos de mucosa: Mastigatória: palato duro, gengiva. Revestimento: bochechas, assoalho da boca. Especializada: dorso da língua.
102
Como se caracteriza a glândula parótida quanto ao tipo de secreção e onde desemboca seu ducto excretor?
Glândula parótida: É do tipo serosa e seu ducto desemboca na papila parotídea, na mucosa jugal próxima ao 2º molar superior.
103
Quais são os estímulos fisiológicos principais para a secreção salivar?
Mastigação, estímulos gustativos e olfativos, presença de alimentos.
104
Por que o conhecimento anatômico das glândulas salivares é essencial para procedimentos odontológicos?
Evita lesões iatrogênicas durante cirurgias e anestesias, além de facilitar diagnóstico de patologias salivares.
105
Qual o papel das glândulas salivares menores na lubrificação contínua da mucosa oral?
Lubrificação constante da mucosa, mesmo na ausência de estímulos alimentares.
106
Cite todos os músculos da mastigação e 3 músculos que são auxiliadores no processo mastigatório.
Músculos da mastigação: m. masseter, m. temporal, m. pterigóideo medial e m. pterigóideo lateral Músculos que auxiliam no processo da mastigação: m. bucinador, m. orbicular da boca e mm. da língua.
107
Quais são as características comuns a todos os mm. da mastigação?
Se originam no crânio (ponto fixo) e inserem-se na mandíbula (ponto móvel). São inervados pelo n. mandibular. São derivados do 1° arco faríngeo. Movimentam a ATM. Trabalham em sinergismo Trabalham em sincronia com as peças dentárias e com a articulação temporomandibular. A drenagem linfática é realizada pelos linfonodos submandibulares. São vascularizados por ramos da a. maxilar
108
Qual o principal músculo que eleva a faringe?
M. Estilofaríngeo
109
Os músculos da faringe são em sua maioria inervados por qual nervo?
N. Vago
110
Cite 2 estruturas que passam entre o m. Constritor superior e o m. Constritor médio da faringe
N. Glossofaríngeo e m. Estilofaríngeo
111
Das túnicas da faringe, qual se prende ao crânio?
Túnica fibrosa
112
A faringe possui duas camadas de músculo, uma circular, externa, e uma longitudinal, interna. Verdadeiro ou falso?
Verdadeiro
113
Qual músculo se relaciona com a parede lateral da tonsila palatina?
M. Constritor superior da faringe
114
Nome do espaço situado entre a base da língua e a epiglote:
Valécula epiglótica
115
Qual o limite inferior da faringe?
Margem inferior da cartilagem cricoidea
116
Relações anatômicas da faringe:
Relaciona-se superiormente com o corpo do esfenóide e com a porção basilar do osso occipital, inferiormente se continua com o esôfago, anteriormente abre-se nas cavidades nasal e oral e na laringe, posteriormente relaciona-se com a lâmina pré-vertebral da fáscia cervical, com os músculos pré-vertebrais e com as seis vértebras cervicais superiores, lateralmente relaciona-se com o processo estilóide e com os músculos estilóides, com o músculo pterigóideo medial, com a bainha carótica, com a glândula tireóidea e com a tuba auditiva.
117
Qual função dos músculos circulares e dos longitudinais da faringe?
Circulares estreitam a faringe e longitudinais elevam.
118
Quais são os músculos circulares da faringe?
M. Constritor superior da faringe: estreita a porção superior da faringe. Origem: hâmulo pterigóideo (parte pterigofaríngea), rafe pterigomandibular (parte bucofaríngea), linha milo-hióidea da mandíbula (parte milofaríngea) e margem da língua (parte glossofaríngea). Inserção: tubérculo faríngeo e rafe da faringe. M. Constritor médio da faringe: estreita a porção média da faringe. Suas fibras mais inferiores descem cobertas pelo constritor inferior e as mais superiores ascendem e sobrepassam o constritor superior. Origem: corno menor (parte condrofaríngea) e maior (parte serotofaríngea) do osso hióide. Inserção: rafe da faringe. M. Constritor inferior da faringe: estreita a porção inferior da faringe. Dividido em: parte tireofaríngea - superior e parte cricofaríngea - inferior. As fibras cricofaríngeas têm direção horizontal e continuam-se com as fibras circulares do esôfago. Elas atuam como um esfíncter e, juntamente com as fibras circulares mais superiores do esôfago, evitam que o ar penetre neste órgão. Esse esfíncter relaxa subitamente durante a deglutição. As fibras tireofaríngeas ascendem obliquamente, decussam posteriormente na rafe mediana e sobrepassam o constritor médio. Elas atuam na propulsão. As fibras cricofaríngeas encurtam, enquanto que as fibras tireofaríngeas alongam as pregas vocais da laringe. Origem: linha oblíqua da cartilagem tireóidea e face lateral da cartilagem cricóidea. Inserção: rafe da faringe.
119
Quais são os músculos longitudinais da faringe?
M. Palatofaríngeo: eleva a faringe e ajuda a fechar a comunicação com a parte nasal da faringe. No palato mole ele se encontra disposto em dois feixes, medial e lateral, separados pelo m. levantador do véu palatino. Origem: margem posterior do palato duro e aponeurose palatina. Inserção: margem posterior da lâmina da cartilagem tireóidea. M. Salpingofaríngeo: eleva as porções superior e lateral da faringe. Origem: cartilagem da tuba auditiva. Inserção: margem posterior da lâmina da cartilagem tireóidea. M. Estilofaríngeo: eleva a faringe e expande as laterais da faringe - tem uma relação medial importante com o n. glossofaríngeo. Origem: face medial da base do processo estilóide. Inserção: margem posterior da lâmina da cartilagem tireóidea.
120
A abertura piriforme é delimitada por quais ossos?
Nasais e maxila.
121
Quantos ossos e quais participam da formação da parede lateral da cavidade nasal?
São seis ossos: lacrimal, maxila, etmoide, concha nasal inferior, palatino e esfenoide.
122
Funções dos óstios (aberturas que comunicam os seios paranasais com a cavidade nasal)
Permite a passagem de ar Serve para a drenagem do muco
123
Quais seios se abrem no meato médio?
Seio Maxilar Seio Frontal Células etmoidais anteriores
124
Em ordem, quais são os três dentes que possuem uma íntima relação com a mucosa do seio maxilar?
Segundo molar, primeiro molar e terceiro molar
125
Na cirurgia de levantamento do seio maxilar, a mucosa sinusal é descolada para colocação do enxerto ósseo. Esse cuidado é para evitar a lesão:
Do feixe vasculonervoso alveolar superior posterior
126
Quais são as 3 regiões da cavidade nasal e suas características?
• Vestíbulo nasal: pele, vibrissas, glândulas sebáceas. • Região olfatória: próxima ao teto, concha superior, filetes olfatórios. • Região respiratória: mucoperiósteo, conchas nasais, função respiratória.
127
Com que estruturas a cavidade nasal se comunica?
Cavidade oral (canais incisivos), órbita (ducto lacrimonasal), faringe (cóanos), seios paranasais, fossa anterior do crânio (lâmina cribriforme), fossa pterigopalatina (forame esfenopalatino).
128
Quais as comunicações dos meatos com os seios paranasais?
• Meato superior: células etmoidais posteriores e seio esfenoidal. • Meato médio: seio frontal, maxilar e células etmoidais anteriores. • Meato inferior: ducto lacrimonasal.
129
Como os seios paranasais se desenvolvem?
São pequenos ao nascimento e se desenvolvem até a puberdade. O único presente no RN é o seio maxilar.
130
Seio maxilar: características e relações importantes para o cirurgião-dentista?
• Maior seio paranasal, formato piramidal. • Drena no meato médio. • Relações: órbita (superior), raízes dentárias (inferior), cavidade nasal (medial), bochecha (lateral), fossas pterigopalatina e infratemporal (posterior). • Complicações odontológicas: infecções dentárias podem se comunicar com o seio (sinusite odontogênica).
131
O que é a cirurgia de levantamento de seio maxilar e qual o risco?
Técnica usada para aumentar o osso alveolar com objetivo de implantes. Risco: comunicação buco-sinusal e perfuração da mucosa do seio.
132
Seio frontal, esfenoidal e etmoidal: onde drenam?
• Frontal: meato médio (recesso frontal). • Esfenoidal: recesso esfenoetmoidal. • Etmoidais: anteriores e médias no meato médio, posteriores no meato superior.
133
Quais são as partes da faringe e suas funções?
• Nasofaringe: função respiratória. • Orofaringe: respiratória e digestiva. • Laringofaringe: digestiva.
134
O que é o anel linfático de Waldeyer e sua importância?
Conjunto de tonsilas: faríngea, palatinas e linguais. Atua como defesa imunológica na entrada das vias aéreas/digestivas.
135
Qual a função da tuba auditiva e o que é o toro tubário?
Equaliza a pressão entre a nasofaringe e o ouvido médio. Toro tubário é a elevação mucosa causada pela cartilagem da tuba.
136
Quais os limites anatômicos da orofaringe?
• Superior: palato mole. • Inferior: epiglote. • Anterior: istmo das fauces. • Posterior e laterais: músculos constritores da faringe.
137
O que é epistaxe e por que ocorre?
Sangramento nasal causado por traumas, clima seco, hipertensão. Mais comum em região de anastomoses arteriais.
138
Desvio de septo nasal: consequências?
Dificuldade respiratória, ronco, colabamento de narina, respiração oral. Pode afetar a saúde bucal e deve ser tratado.
139
O que é apneia obstrutiva do sono e qual a relação com a odontologia?
Colabamento da musculatura da faringe durante o sono. Dentistas podem indicar aparelhos de avanço mandibular.
140
O que é sinusite e qual sua relação com o seio maxilar?
Inflamação da mucosa dos seios. O seio maxilar tem drenagem desfavorável, facilitando acúmulo de secreção. Infecções dentárias podem atingir o seio.
141
Explique a relação anatômica entre o músculo estilofaríngeo e o nervo glossofaríngeo.
O nervo glossofaríngeo corre medial ao músculo estilofaríngeo e o acompanha até a faringe. Essa relação é importante para a inervação sensitiva e motora da faringe média e da amígdala.
142
Como a drenagem linfática da faringe se relaciona com a disseminação de infecções de garganta?
A drenagem se dá inicialmente para os linfonodos retrofaríngeos e, em seguida, para os linfonodos cervicais laterais profundos (especialmente o jugulodigástrico). Isso explica o aumento desses gânglios em infecções faríngeas.
143
Quais são as estruturas que delimitam o istmo das fauces e qual sua função funcional na deglutição?
Palato mole (superior), arcos palatoglosso (laterais) e língua (inferior). Fecha temporariamente a comunicação entre a cavidade oral e a orofaringe, evitando refluxo durante a deglutição.
144
Explique a diferença entre mucoperiósteo e mucopericôndrio e onde são encontrados na cavidade nasal.
O mucoperiósteo é a mucosa aderida ao osso (nas regiões ósseas da cavidade nasal), enquanto o mucopericôndrio recobre cartilagens (como no septo nasal cartilaginoso). Essa união firme dificulta o descolamento da mucosa.
145
Qual a função específica do músculo salpingofaríngeo e sua relação com a tuba auditiva?
Ele eleva a parede lateral da faringe e ajuda a abrir a tuba auditiva durante a deglutição e o bocejo, equilibrando a pressão do ouvido médio. Origina-se da cartilagem da tuba auditiva e é coberto pela prega salpingofaríngea.
146
Explique como ocorre a coordenação muscular durante a deglutição na faringe.
Músculos constritores da faringe contraem sequencialmente (superior → médio → inferior) para impulsionar o bolo alimentar, enquanto os músculos longitudinais elevam e expandem a faringe para facilitar o trajeto. O esfíncter esofágico superior relaxa para permitir a passagem para o esôfago.
147
Qual a relação anatômica e clínica entre o seio esfenoidal e a hipófise?
O seio esfenoidal situa-se inferior à sela túrcica, onde está a hipófise. Essa relação é explorada na abordagem transesfenoidal para cirurgias hipofisárias, permitindo acesso à hipófise sem abrir o crânio.
148
Explique a importância da vascularização da região do septo nasal para a ocorrência de epistaxes.
A área de Kiesselbach, localizada no septo nasal anterior, é altamente vascularizada por anastomoses das artérias etmoidais, esfenopalatina, palatina maior e septal da facial. Isso a torna extremamente propensa a sangramentos (epistaxes), especialmente em clima seco ou por trauma.
149
Inervação dos músculos da faringe
Quase todos são pelo n. Vago, porém o m. Estilo-faríngeo é pelo n. Glosso-faríngeo
150
Imagine que você irá realizar uma dissecção na camada 2 (tela subcutânea) , como por exemplo, introduzir uma cânula para depositar uma substância bioestimuladora de colágeno. A dissecção vai ser mais fácil:
Próximo ao SMAS (dissecação profunda), por conta que lá existem menos fibras e menos aderência direta da gordura subcutânea com o SMAS.
151
Na região massetérica temos as seguintes camadas:
1- Pele 2- Tela subcutânea 3- SMAS 4- Camada areolar 5- Fáscia massetérica
152
Na região parotídea temos: (estratimeria)
1- Pele 2- Tela subcutânea 3- SMAS 4- Camada areolar 5- Fáscia parotídea
153
Qual a relação do músculo bucinador com o ducto da glândula parótida, o corpo adiposo da face e o ligamento pterigomandibular?
O músculo bucinador tem relações importantes com o ducto da glândula parótida, o corpo adiposo da face e o ligamento pterigomandibular. O ducto parotídeo perfura o bucinador para alcançar a cavidade oral, o corpo adiposo da face reveste externamente o músculo, e o ligamento pterigomandibular serve como ponto de inserção posterior
154
Qual é a camada perigosa do couro cabeludo? E por que?
O tecido subaponeurótico frouxo é chamado de área perigosa do couro cabeludo, pois infecções podem facilmente difundir-se nesta camada e também devido à possibilidade de propagação para o interior do crânio, devido às veias emissárias; pescoço, devido às inserções do occipito-frontal; órbita e raiz do nariz, devido à inserção do occipito-frontal.
155
Vasos que irrigam e drenam a ATM:
Artéria maxilar Artéria timpânica anterior* Artéria temporal superficial Artéria temporal média* Artéria facial transversa* Veia temporal superficial Plexo venoso pterigoideo* Veias maxilares
156
Localização e relações anatômicas da ATM:
Localização: Se localiza entre o osso temporal (fossa mandibular, tubérculo articular e eminência articular - parte escamosa do osso temporal) e a mandíbula (côndilo e cabeça da mandíbula). Durante o repouso/mastigação, a eminência articular e a cabeça da mandíbula estão em contato. Portanto, fisiologicamente, não há um contato entre a fossa mandibular (fundo da fossa mandibular) e a mandíbula (cabeça da mandíbula). O limite posterior da ATM é a fissura timpanoescamosa. A cápsula da ATM se prende nas fissuras timpanoescamosa e petrotimpânica.