PODER EXECUTIVO Flashcards

(13 cards)

1
Q

Perderá o mandato o Governador que assumir outro cargo ou função na administração pública direta ou indireta, ressalvada a posse em virtude de concurso público.

A

CERTO!

🫛 Art. 28. §1º. Perderá o mandato o Governador que assumir outro cargo ou função na administração pública direta ou indireta, ressalvada a posse em virtude de concurso público e observado o disposto no art. 38, I, IV e V.

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2
Q

A condenação por crime de responsabilidade acarreta a perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública.

A

CERTO!

🍎 Art. 52. Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis.

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3
Q

Os Ministros de Estado devem prestar às comissões do Congresso Nacional informações atinentes às suas atribuições.

A

CERTO!

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4
Q

Denomina-se referenda a adesão dos ministros de Estado aos atos presidenciais pertinentes à área de sua atuação; a negativa do ministro em apor a referenda tem a conseqüência política de implicar a exoneração do auxiliar do chefe do Poder Executivo, a pedido ou de ofício; juridicamente, porém, a ausência de referenda não torna nulo o ato, segundo pacífica doutrina constitucionalista.

A

ERRADO!

🍄 A referenda ministerial é a assinatura do Ministro de Estado responsável pela área correspondente ao ato presidencial [art. 87, §único, I, CF]. é ato de coautoria político-administrativa, que projeta corresponsabilidade institucional do Ministro sobre os atos presidenciais. No entanto, a ausência de referenda não torna o ato presidencial nulo, [MS 22.706 STF]. A referenda não é requisito de validade, mas de responsabilidade política, ou seja, sua função é atribuir coautoria e responsabilidade ao Ministro, e não condicionar a eficácia ou validade jurídica do ato.

🍄‍🟫 Lembra-se que, como os Ministros são demissíveis ad nutum [cargos de livre nomeação e exoneração], normalmente, na prática, a recusa em referendar um ato presidencial pode gerar efeitos políticos, como a exoneração do Ministro, mas não implica nulidade do ato em si nem exoneração automática.

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5
Q

A respeito do Conselho da República, quando constar da pauta da reunião qualquer questão relacionada a algum Ministério, o Presidente da República deverá convocar o Ministro do Estado respectivo para participar da reunião.

A

CERTO!

🍋 Segundo o Art. 90, §1º, o Presidente da República poderá (não é obrigado a) convocar um Ministro de Estado para participar da reunião do Conselho da República, caso a pauta inclua uma questão pertinente ao Ministério desse ministro. Ou seja, a convocação não é obrigatória, mas sim opcional.

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6
Q

O Conselho da República é órgão superior deliberativo vinculado ao Presidente da República e composto por 12 membros.

A

ERRADO!

🧊 O Conselho da República é um órgão de consulta, e não um órgão deliberativo. Ou seja, ele emite opiniões e aconselha o Presidente da República, mas não possui poder decisório. Seu papel é exclusivamente consultivo. Além disso, a composição do Conselho varia conforme o disposto na Constituição, mas não é composta exatamente por 12 membros fixos.

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7
Q

Compete ao Senado Federal eleger dois cidadãos brasileiros natos para compor o Conselho da República, os quais terão mandato de três anos, vedada a recondução.

A

CERTO!

🏰 Conforme o Art. 89, inciso VII da Constituição Federal, que afirma que o Conselho da República inclui seis cidadãos brasileiros natos, todos com mandato de três anos e sem possibilidade de recondução. Desses seis, dois são eleitos pelo Senado Federal, dois pela Câmara dos Deputados e dois nomeados diretamente pelo Presidente da República.

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8
Q

Entre os integrantes natos do Conselho da República estão os Ministros da Justiça, da Defesa e do Planejamento.

A

ERRADO!

🚕 Apenas o Ministro da Justiça é integrante nato do Conselho da República, conforme o Art. 89, inciso VI. Os Ministros da Defesa e do Planejamento fazem parte do Conselho de Defesa Nacional (Art. 91), não do Conselho da República.

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9
Q

Uma das competências do Conselho da República é estudar o desenvolvimento de iniciativas necessárias a garantir a independência nacional.

A

ERRADO!

🪵 Estudar e desenvolver iniciativas para garantir a independência nacional é uma competência do Conselho de Defesa Nacional e não do Conselho da República, conforme o Art. 91, § 1º, inciso IV.4o.

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10
Q

Uma das principais competências do Conselho de Defesa Nacional, expressamente prevista no artigo 91, inciso I, da Constituição Federal é estudar, propor e acompanhar o desenvolvimento de iniciativas necessárias a garantir a independência nacional e a defesa do Estado democrático.

A

CERTO!

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11
Q

Diferencie contas de governo de contas de gestão:

A

🌵 Contas de governo: O regime jurídico de Contas de Governo é exclusivo para a gestão política do Chefe do Poder Executivo e prevê o julgamento político levado a efeito pelos vereadores (Poder Legislativo), mediante auxílio técnico do TCM, que emite parecer prévio à Câmara Municipal, recomendando que as contas sejam aprovadas ou reprovadas. Entretanto, o parecer do TCM só pode ser mudado com dois terços dos votos dos vereadores.

🪴 Contas de Gestão: Geralmente é nas contas de gestão que o TCM detecta falhas, irregularidades e ilegalidades, pois o regime jurídico de Contas de Gestão alcança as contas prestadas ou tomadas dos administradores de recursos públicos, que nas gestões descentralizadas são os secretários do prefeito e dirigentes de outras instituições municipais. Esse regime impõe o julgamento técnico realizado em caráter definitivo pela Corte de Contas, consubstanciado em acórdão, que terá eficácia de título executivo, quando imputar débito (reparação de dano patrimonial) ou aplicar multa (punição).

🌿 Plenário aprova teses de repercussão geral sobre competência para julgar contas de prefeito: Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram, na sessão desta quarta-feira (17), as teses de repercussão geral decorrentes do julgamento conjunto dos Recursos Extraordinários (REs) 848826 e 729744, ocorrido no Plenário no último dia 10, quando foi decidido que é exclusiva da Câmara de Vereadores a competência para julgar as contas de governo e de gestão dos prefeitos, cabendo ao Tribunal de Contas auxiliar o Poder Legislativo municipal, emitindo parecer prévio e opinativo, que somente poderá ser derrubado por decisão de dois terços dos vereadores. O STF decidiu também que, em caso de omissão da Câmara Municipal, o parecer emitido pelo Tribunal de Contas não gera a inelegibilidade prevista no artigo 1º, inciso I, alínea g, da Lei Complementar 64/1990 (com a redação dada pela Lei da Ficha Limpa).

❗️Quando o Tribunal de Contas aprecia o balanço anual da Prefeitura, está em jogo a conta de governo do Prefeito, cabendo àquela Corte um juízo opinativo, indicativo: o Parecer Prévio, que pode ser derrubado por 2/3 dos vereadores. Então, a conta de governo é julgada, de fato, pela Câmara Municipal (art. 31, § 2º, da Constituição).

✔️ Já, quando o Tribunal de Contas examina contratos, repasses ao 3º setor, admissões, aposentadorias e atos apartados das contas anuais (ex: despesas impróprias; subsídios pagos a maior), aquela Corte emite juízo definitivo, terminativo, vez que, no caso, o Prefeito atua como ordenador da despesa; eis aqui as contas de gestão (art. 71, II, da Constituição).

✔️ Contudo, o Supremo Tribunal Federal (STF) vem decidindo que, tanto para os atos de governo como para os de gestão, em um e outro caso, o julgamento definitivo é sempre da Câmara de Vereadores e, não, dos tribunais de contas, pois que estes, para qualquer ato financeiro do chefe do Poder Executivo, se restringiriam à opinião, à indicação técnica de rumo e, não, à decisão final (como o é, por exemplo, com as contas anuais de autarquias, fundações, empresas municipais, consórciosintermunicipais e fundos previdenciários).

✔️ De fato e tendo em vista dos Recursos Extraordinários (REs) 848826 e 729744, a Suprema Corte deliberou que é da Câmara Municipal a competência exclusiva para julgar as contas de governo e as contas de gestão dos prefeitos, competindo ao Tribunal de Contas auxiliar o Poder Legislativo municipal, emitindo parecer prévio e opinativo, que somente poderá ser derrubado por 2/3 dos vereadores.

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12
Q

É constitucionalmente permitido à União firmar contratos com empresas públicas ou privadas para a execução das atividades relativas ao refino do petróleo, desde que respeitadas as condições previstas em lei.

A

CERTO!

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13
Q

Não cabe recurso extraordinário ao STF contra acórdão de TJ que defere pedido de intervenção estadual em município.

A

CERTO!

🗽 Não cabe recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra acórdão de TJ que defere pedido de intervenção estadual em município, pois a matéria é de natureza político-administrativa, não sendo passível de controle judicial via recurso extraordinário.

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