PRÁTICA - DENISE Flashcards

(41 cards)

1
Q

Quais são os principais locais/veias usados para acesso venoso periférico? (6)

A

Veia radial superficial;
Veia ulnar superficial;
Veia cefálica;
Veia basílica;
Veia jugular externa;
Rede venosa do dorso da mão.

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2
Q

Quando optar por “jelco” no acesso periférico?

A

Quando houver necessidade de manutenção do acesso venoso.

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3
Q

Quais são as vantagens do acesso venoso periférico? (3)

A

Poucas complicações graves;
Facilmente compressível em complicações;
Técnica simples.

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4
Q

Quais são as desvantagens do acesso venoso periférico? (3)

A

Dificuldade de cateterismo em estados de baixo débito;
Perda do acesso por movimentação;
Duração limitada (~72 h).

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5
Q

Por quanto tempo um acesso venoso periférico deve, em geral, permanecer e por quê?

A

Até cerca de 72 horas;
Pelo risco de flebite e infecção.

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6
Q

Como testar se uma veia está pérvia antes do acesso periférico? (2)

A

Esvaziar a veia e soltar para ver se enche;
Percussão da veia (ocluir proximal e percutir para “sentir” a coluna venosa).

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7
Q

Quais critérios práticos para escolher a veia no acesso periférico? (3)

A

O mais distal possível;
Retilínea com comprimento suficiente para o cateter;
Pérvia.

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8
Q

Onde posicionar o torniquete no acesso periférico?

A

Proximal ao local escolhido.

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9
Q

Como deve estar o bisel e qual o ângulo inicial da punção periférica? (2)

A

Bisel para cima; introdução a ~45° no sentido distal → proximal.

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10
Q

O que fazer com o ângulo da agulha após obter retorno de sangue no acesso periférico?

A

Reduzir a angulação para cerca de 10°.

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11
Q

Após entrar no vaso no acesso periférico, qual sequência correta para avançar o cateter? (3)

A

Imobilizar a agulha;
Avançar completamente o cateter;
Retirar o torniquete antes de retirar a agulha (mantendo o cateter).

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12
Q

Depois de retirar a agulha no acesso periférico, o que fazer? (2)

A

Conectar o equipo;
Fixar bem o cateter.

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13
Q

Quando o acesso pela veia jugular externa costuma ser considerado? (3)

A

Quando não há acesso periférico;
Quando não pode fazer dissecção;
Quando não pode fazer acesso venoso central.

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14
Q

Qual é o ponto de punção na veia jugular externa?

A

Ponto médio entre o ângulo da mandíbula e a linha hemiclavicular.

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15
Q

Na punção da veia jugular externa, por que pode ser mais fácil usar cateter conectado à seringa?

A

Porque a pressão venosa é menor, facilitando confirmar retorno com aspiração.

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16
Q

O que define um acesso venoso central?

A

Dispositivo de acesso vascular cuja extremidade fica em veia cava superior ou inferior, independentemente do local de inserção.

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17
Q

O que é a técnica de Seldinger?

A

Colocação de cateter usando fio-guia.

18
Q

Quais itens compõem o “kit” de punção pela técnica de Seldinger? (7)

A

Seringa;
Agulha de punção (não é jelco);
Fio-guia;
Dilatador;
Bisturi (para abrir pele antes da dilatação);
Agulha para anestesia;
Cateter.

19
Q

Como deve ser feita a punção inicial da veia na técnica de Seldinger para reduzir risco de entrada de ar?

A

Com agulha conectada a seringa contendo soro fisiológico 0,9% (SF 0,9%), já aspirando durante a progressão.

20
Q

Após puncionar e confirmar retorno, qual a sequência essencial da técnica de Seldinger?

A

Desconectar seringa;
Retirar mandril;
Introduzir fio-guia;
Retirar agulha mantendo fio;
Fazer incisão pequena na pele;
Dilatar trajeto;
Passar cateter;
Retirar fio-guia.

21
Q

Qual a característica do fio-guia e qual o erro mortal durante o procedimento? (2)

A

Guia metálico com extremidade em “J”;
NUNCA soltar o fio-guia (ele fica até o final) => Ele é seu namorado

22
Q

Como deve ser feita a dilatação do trajeto na técnica de Seldinger?

A

Com movimentos de “semi voltas”, mantendo o fio-guia bem preso.

23
Q

Quais são as vantagens do acesso pela veia jugular interna? (4)

A

Menor risco de complicações graves que subclávia;
Mais superficial e compressível;
Acesso cirúrgico mais fácil em lesões;
Baixa taxa de infecção.

24
Q

Quais são as desvantagens do acesso pela veia jugular interna? (3)

A

Anatomia mais variável;
Difícil em hipovolemia (colaba);
Local muito móvel (curativo difícil e maior perda).

25
Quais abordagens de punção existem na veia jugular interna em relação ao músculo esternocleidomastóideo? (3)
Técnica anterior; técnica posterior; técnica central.
26
Qual triângulo anatômico deve ser considerado na punção da veia jugular interna?
Formado pelos feixes lateral e clavicular do músculo esternocleidomastóideo e pela clavícula.
27
Como é a técnica anterior da veia jugular interna (ponto e direção)? (2)
Anterior ao esternocleidomastóideo, aproximadamente no meio; agulha em direção ao mamilo ipsilateral.
28
Como é a técnica posterior da veia jugular interna (ponto e direção)? (2)
Posterior ao esternocleidomastóideo, entre terços médio e inferior; Agulha apontando para a fúrcula (incisura jugular).
29
Como é a técnica central da veia jugular interna (ponto e direção)? (2)
No ápice do triângulo; Em direção ao mamilo ipsilateral.
30
Quais são as vantagens do acesso pela veia subclávia? (3)
Anatomia relativamente fixa; Não colaba no choque hipovolêmico; Local relativamente imóvel (melhor fixação/menor perda acidental).
31
Quais são as desvantagens do acesso pela veia subclávia? (4)
Maior risco de complicações graves (pneumotórax); Não compressível manualmente; Acesso cirúrgico mais difícil; Exige maior experiência técnica.
32
Qual posição do paciente para punção de veia subclávia?
Trendelenburg.
33
Na técnica infraclavicular da subclávia, qual é o ponto de punção na clavícula?
Junção do terço distal com o terço médio da clavícula.
34
Na técnica infraclavicular da subclávia, qual “manobra” ajuda a orientar a direção da agulha?
Colocar um dedo no manúbrio esternal e apontar a agulha em direção ao dedo.
35
Qual o ângulo inicial de punção na técnica infraclavicular da subclávia e o que fazer após ultrapassar a clavícula?
Iniciar em ~30°; Reduzir o ângulo e progredir em direção ao manúbrio. Iniciar em ~30°; Reduzir o ângulo e progredir em direção ao manúbrio.
36
Como é a técnica supraclavicular da subclávia (referência e direção)? (2)
No ângulo entre o feixe clavicular do esternocleidomastóideo e a clavícula; Direção ao mamilo contralateral.
37
Quais são as vantagens do acesso pela veia femoral? (5)
Relativamente superficial; Fácil acesso; Menor risco imediato; Compressível manualmente; Fácil acesso cirúrgico se complicar.
38
Quais são as desvantagens do acesso pela veia femoral? (2)
Local móvel/úmido/potencialmente contaminado; Maior risco de complicações trombóticas.
39
Qual a posição do paciente para punção de veia femoral? (2)
Proclive (especialmente em paciente obeso) ou decúbito dorsal.
40
Como localizar a veia femoral na punção?
Palpar o pulso da artéria femoral; a veia está medial a ela.
41
Qual mnemônico de relação anatômica no trígono femoral e o que significa?
N-A-V: nervo, artéria, veia (da lateral para medial).