Definição de DP
Quadro clínico do DP
EF do DP
Rx no DP
PA: 175-200ml
Perfil: 75-100ml
Lawrell: 10 mm (200ml) → toracocentese
USG de tórax no DP
Superior ao RX em diagnsticar e quantiicar
Beira leito
Maior sensibilidade: septações e diferenciação DP de espessamento
Guiar procedimentos: maior rendimento e menos complicações
TC de tórax no DP
Boa avaliação de:
- Volume, características, atelectasia, espessamento
- Outras estruturas (pulmão, mediastino, parede)
Desvantagens (transporte, radiação)
Indicação de Punção Pleural
Clínica sugestiva de Transudato (hipoalbuminemia, diálise)?
- Sim: Tratar a causa
- Não: punção pleural
Análise do líquido
Ocasional:
– Triglicérides (Quilotórax)
– Amilase (Lesões esofágicas- Dça pancreática)
– Citometria de fluxo (Linfoproliferativas)
Critérios de Light
Para que seja considerado exsudato basta que 1 desses critérios seja positivo:
- Proteína pleural/ proteína plasmática > 0,5
- DHL pleural/ DHL plasmático > 0,6
- Valor de DHL no líquido pleural > 2/3 acima do valor normal do plasma
Atenção para diurético! Pode classificar um transudato como exsudato
Etiologias de DP transudato e DP exsudato
Transudato:
- ICC
- Cirrose hepática
- Síndrome nefrótica
- Diálise peritoneal
- Glomerulonefrites
- Mixedema
Exsudato:
- Neoplasia
- Parapneumônico
- TB pleural
- EP
- Afecções GI (pancreatite, abcesso subfrênico, perfuração esofágica)
- Colagenoses e vasculites
- Doença pleural induzida por drogas
- Hemotórax
- Quilotórax
Investigação - Citologia Diferencial
ATENÇÃO VÁLIDO PARA EXSUDATO
Investigação - pH e Glicose (exsudato)
Investigação - Citologia Oncótica
Investigação - ADA
Investigação - Punção Biópsia
Investigação - Pleuroscopia
Derrame Pleural Tuberculoso
Tratamento:
– Clínico
– Toracocentese ou Drenagem: se necessário alivio
– Pode espessar e encarcerar
* “Empiema Tuberculoso”
* Considerar tratamento cirúrgico
Derrame Pleural Neoplásico
Derrame Pleural Neoplásico - Tratamento
Empiema Pleural
Maior causa: Derrame parapneumônico
– Quadro clínico: tosse, dor torácica, febre, queda do estado geral, prostação e dispneia
– Difícil diferenciar do quadro pneumônico de base
– Piora ou não resolução após tto clínico adequado
Outras causas:
– Infecções da parede torácica, abdominais (ex: abcesso subdiafragmático), mediastinites, abertura da cavidade pleural (traumática ou cirúrgica)
Fases evolutivas do empiema
Fase I - Exsudativa
* Líquido livre
* 1 a 2 semanas de evolução
Fase II - Fibrinopurulenta
* Conteúdo espessado, aderências pleuro-pulmonares
* 2 a 3 semanas de evolução
* Maior presença de microorganismos no líquido
Fase III - Crônica
* Estabelecimento do encarceramento pulmonar
* 3 a 4 semanas de evolução
Diagnóstico do Empiema Pleural
Tratamento do Empiema Pleural
Toracocentese no Empiema Pleural