Definição de DPOC
Definição de bronquite crônica
Bronquite crônica é a presença constante de tosse e secreções brônquicas, suficientes para causarem expectoração por, pelo menos 3 meses ao ano, em dois anos, depois de afastadas outras causas
Definição de enfisema pulmonar
Enfisema pulmonar é definido anatomicamente como alargamento anormal e persistente dos espaços aéreos distais ao brônquio terminal, acompanhado de destruição de suas paredes, sem fibrose óbvia
Patogênese da DPOC
Ass
Fisiopatologia da DPOC
Aaa
Fatores de risco para DPOC
Fenótipos da DPOC
Manifestação clínicas da DPOC
Clínica da DPOC
Achados do exame físico do paciente enfisematoso
•
Achados do exame físico do paciente bronquiolítico
Diferencie, quanto a inspeção, o paciente enfisematoso do paciente bronquiolítico
Aaa
Diferencie, quanto a palpação, o paciente enfisematoso do paciente bronquiolítico
Enfisematoso:
• Imobilidade torácica quase total
• FTV muito diminuído
• Borda hepática palpável (rebaixamento diafragmático)
Bronquítico:
• Palpação se altera discretamente
Diferencie, quanto a percussão, o paciente enfisematoso do paciente bronquiolítico
Bronquítico:
• Dados irrelevantes
Diferencie, quanto a ausculta, o paciente enfisematoso do paciente bronquiolítico
Enfisematoso:
• Pobre, com acentuada diminuição do MV
Bronquítico:
•
Quando suspeitar de deficiência de alfa-1-antitripsina?
Diagnóstico da DPOC
• Obstrução praticamente irreversível
• Espirometria inicial: VEF1/CVF < 0,7 = obstrução + espirometria pós broncodilatador:
sem melhora = irreversibilidade
- Cuidado: se VEF1/CVF pós pbd entre 0,6-0,8: repetir exame (Gold)
Classificação GOLD 2023
GOLD (grau de obstrução da via aérea): VEF1 pós BD * GOLD 1: VEF1 ≥ 80% (leve) * GOLD 2: 50% (moderada) * GOLD 3: 30% (grave) * GOLD 4: < 30% (muito grave)
Classificação ABCD: C D A B * Gravidade dos sintomas: - A (pouco sintomáticos): CAT < 10; mMRC: 0-1; SGRQ < 25 - B (muito sintomáticos): CAT ≥ 10; mMRC ≥ 2; SGRQ ≥ 25 * Exacerbações por ano: - A e B (pouca exacerbação): 0-1 - E: ≥ 2 exacerbações leve a moderada em 1 ano ou 1 internação
Tratamento de manutenção
* Cessar tabagismo * Vacina: influenza/ pneumococo/ dTpa * Atividade física * Reabilitação pulmonar para B e E * A: BD (qualquer um) * B: BD de longa duração -> tiotrópio (LAMA) ou B2 de longa (LABA) * E: - Tiotrópio (LAMA) - Se CAT > 20: Tiotrópio + B2 de longa - Se eosinofilia ≥ 300 ou asma: B2 de longa + CI
Tratamento de manutenção: D
Continua exacerbando:
1) Tiotropio + B2 de longa: ver eosinófilos
< 100: adicionar azitromicina ou roflumilast
≥ 100: adicionar corticoide inalatório
2) B2 de longa + CI: adicionar tiotrópio/LAMA
Medidas que reduzem a mortalidade
Definição de DPOC descompensada e etiologia
• Piora aguda do quadro que motiva modificação da terapia
• Descartar IAM, TEP, IC, PTX, FA
• Principal causa de descompensação: -infecção pulmonar
- Vírus
- Infecção bacteriana: H. influenzae, pneumococo, Moraxella
- Grave ou ATB recente: Pseudomonas
Como suspeitar de DPOC descompensada
Um ou mais dos sintomas cardinais
A. Piora do dispneia
B. Aumento do volume do escarro
C. Secreção mais purulenta
Tratamento da DPOC descompensada
A. ATB: se
a) secreção mais purulenta + piora da dispneia e/ou aumento do volume do escarro
b) Indicação de suporte ventilatório
GOLD: amoxicilina + clavulanato ou macrolídeo 5-7 dias
B. Broncodilatadores inalatórios de curta ação
C. Corticoides 5-7 dias (Prednisona 40 mg)
D. Dar Oxigênio. Alvo= 88-92%.
- VNI:
i. pH ≤ 7,35 +- PaCO2 ≥ 45
ii. Refratário ao O2
iii. Dispneia grave