Considerações
Proliferação anormal do trofoblasto.
Degeneração hidrópica.
Tipos
Benigna
Maligna
Tipos de MOLA MALIGNA
Tipos de MOLA BENIGNA
Fatores de risco
Origem do material genético da mola completa
Paterno
Cariótipo da mola completa
46 XX / XY
Diploide
Cariótipo da mola incompleta
69 XXY / XXX / XYY
Triploide
Presença de feto na mola completa
Não
Presença de feto na mola incompleta
Sim / não
Beta-HCG na mola completa
Muito elevado
Beta-HCG na mola incompleta
Pouco elevado
Clínica
Imagem USG característica de mola
Imagem em flocos de neve ou cachos de uva
Laboratorial
Beta-HCG superior a 200.000 mUI/mL.
Tratamento
Esvaziamento uterino + histopatológico –> vácuo.
Quando considerar histerectomia na MOLA?
Prole definida e >40 anos.
A histerectomia não zera o risco de malignização.
Controle de cura
Beta-HCG: titulação semanal.
Em 8-10 semanas ele vai zerar.
Uma vez negativo, repetir mais duas vezes.
Precisa de 3 titulações semanais negativas, depois passa para mensal até 6 meses.
Características que sugerem malignização da MOLA
Conduta na malignização
quimioterapia
Classificação de Neoplasia trofoblástica
Mola invasora;
Coriocarcinoma;
Tumor trofoblástico do sítio placentário.
Tumor trofoblástico do sítio placentário
Trofoblasto intermediário
Raro. Eleva hPL (lactogênio placentário)
Coriocarinoma
10-30% dos casos
Pós mola, aborto, gestação a termo ou ectópica
Mola invasora
70-90% dos casos
Sequela da mola hidatiforme