Função primária da IL-23 na via da Espondiloartrite
Promover a diferenciação e ativação de células T (como Th17) que produzem IL-17.
Tratamento biológico de escolha para EpA com Doença de Crohn ativa
Inibidor de TNF-alfa, pois é eficaz em ambas as condições, ao contrário dos inibidores de IL-17.
Significado patológico do sinal de ‘shiny corner’ na RM
Osteíte inflamatória (edema ósseo) no canto do corpo vertebral, uma lesão inflamatória inicial.
Principal gatilho infeccioso GASTROINTESTINAL para Artrite Reativa
Bactérias entéricas como Campylobacter, Salmonella, Shigella ou Yersinia.
Razão da ineficácia do metotrexato no componente axial da EpA
Sua ação principal é na sinovite (artrite periférica), não na entesite, que é a lesão primária do esqueleto axial.
Critério ASAS para EpA Axial (Braço Genético)
Paciente com dor lombar crônica, HLA-B27 positivo E pelo menos DOIS outros achados de EpA.
Hipótese do HLA-B27 e estresse do retículo endoplasmático
Hipótese da ‘Resposta de Proteína Não Enovelada’ (UPR), onde o mau enovelamento da molécula gera inflamação.
Componentes patológicos da dactilite (‘dedo em salsicha’)
Uma inflamação combinada de sinovite, entesite e tenossinovite dos tendões flexores.
Achado sorológico MAIS INCOMUM na Espondilite Anquilosante
Fator Reumatoide e anti-CCP fortemente positivos, pois as EpA são, por definição, soronegativas.
Principal célula responsável pela ‘artrite mutilante’
Osteoclasto, cuja ativação maciça pela inflamação leva a uma severa reabsorção óssea (osteólise).
Fonte celular primária de IL-23 na patogênese da EpA
Células apresentadoras de antígenos da imunidade inata, como células dendríticas e macrófagos.
Mecanismo da insuficiência aórtica na Espondilite Anquilosante
Aortite (inflamação) da raiz da aorta e da valva, levando à dilatação do anel e fibrose dos folhetos.
Justificativa para uso CONTÍNUO de AINEs na EA ativa
Além do controle sintomático, pode retardar a progressão radiográfica (formação de sindesmófitos).
Como a disbiose intestinal contribui para a inflamação sistêmica na EpA
Aumentando a permeabilidade intestinal, o que permite a translocação de componentes bacterianos para a circulação.
Padrão de Artrite Psoriásica com pior prognóstico articular
Artrite mutilante, caracterizada por severa destruição óssea.
Lesão vertebral aguda típica em coluna anquilosada após trauma leve
Fratura em ‘talo de giz’ (chalk stick fracture), uma fratura transversa através do osso rígido.
Relação entre artrite periférica e atividade intestinal na artrite enteropática
A atividade da artrite periférica geralmente ocorre em paralelo com as exacerbações da doença intestinal.
Causa do distúrbio ventilatório restritivo na Espondilite Anquilosante
Diminuição da mobilidade da parede torácica devido à anquilose das articulações costo-vertebrais.
Função efetora da IL-17 nos tecidos-alvo
Recrutar neutrófilos e estimular células locais a produzir mais mediadores inflamatórios, amplificando a resposta.
Associação anatômica entre onicopatia e artrite da interfalangiana distal
A proximidade do leito ungueal com a entese do tendão extensor na falange distal.
Papel do estresse mecânico na entesite
Induz microlesões que, em um hospedeiro suscetível, disparam uma resposta imune inata e inflamatória exagerada.
Incidência de Ferguson na radiografia de bacia
É a incidência radiográfica específica para melhor visualização das articulações sacroilíacas.
Diferença entre sindesmófito (EpA) e osteófito (degenerativo)
Sindesmófitos são finos e verticais, originando-se do ligamento. Osteófitos são horizontais e ‘em bico’, originando-se da margem do corpo vertebral.
DMARD sintético com alguma eficácia na artrite periférica da EpA
Sulfassalazina.