BVA Flashcards

(27 cards)

1
Q

Definição bronquiolite viral aguda

A

Doença inflamatória inespecífica causada por vírus que afeta as via aéreas de pequeno calibre. Geralmente, manifesta-se como o primeiro episódio de sibilância em lactentes menores de 12 mese.

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2
Q

Como é feita a transmissão do VSR e sua medida de precaução hospitalar

A

A transmissão do VSR ocorre por gotículas ou fômites com os sintomas iniciando-se em 3 a 4 dias após o contato.
Sua forma de precaução no hospital: Precaução de contato !

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3
Q

Fatores que fazem a geração de catarro em excesso nas vias aéreas na BVA

A
  1. Ação citopática direta do vírus;
  2. Mecanismos imunológicos através dos polimorfonucleares e macrófagos, além de excesso de mediadores imunológicos que também aumentam a permeabilidade das vias aéreas;
  3. Broncoconstricção EXISTE MAS NÃO É TÃO IMPORTANTE quanto o acúmulo de secreção nas vias aéreas.
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4
Q

Fatores de risco para BVA grave

A
  • Prematuridade;
  • Baixo peso ao nascimento;
  • < 3 meses;
  • Cardiopatias ou displasias broncopulmonares com repercussão;
  • Imunodepressão e/ou desnutrição;
  • Alterações anatômicas de vias aéreas ou doenças neuromusculares;
  • Tabagismo passivo;
  • Sexo masculino (vias aéreas um pouco menos calibrosos.
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5
Q

Quadro clínico para lembrar de BVA

A
  • Idade < 2 anos (geralmente 12 meses);
  • Resfriado comum que, depois de 4 a 6 dias, evolui para desconforto respiratório (tiragem sub ou intercostal, batimento de asa nasal, retração da fúrcula);
  • Sibilância difusa podendo ter crepitações também;
  • Costuma estar AFEBRIL.

Obs: Se houver febre alta, é interessante investigar OMA e Pneumonia

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6
Q

Sinais de hiperinsuflação encontrados na radiografia de tórax na BVA

A
  • Retificação do diafragma;
  • Retificação dos arcos intercostais;
  • Aumentos dos Espaços Inter Costais;
  • Não costuma ter consolidações ou infiltrado.

Obs: Não tem consolidações !

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7
Q

Indicações de internação hospitalar de BVA

A
  • Idade < 4 - 6 anos semanas;
  • Incapacidade de se hidratar;
  • Rebaixamento do nível de consciência;
  • Desconforto respiratório moderado e grave e/ou apneia;
  • Necessidade de O2 suplementar (SpO2 < 90%);
  • Presença de comorbidades respiratórias;
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8
Q

“Pista” para diagnóstico diferencial de Coqueluche

A

Evolução subaguda com acessos de tosse (repercussões hemodinâmicas) com guincho inspiratório + linfocitose

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9
Q

“Pista” para diagnóstico diferencial de Pneumonia típica

A

Febre + Tosse + Taquipneia. Ausculta TENDE a ser localizada, RX com consolidação

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10
Q

“Pista” para diagnóstico diferencial de Pneumonia afebril do lactente

A

Paciente em torno dos 2 meses de vida + afebril + taquipneia + crepitações difusas + RX com infiltrado intersticial + eosinofilia + história de conjutivite

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11
Q

“Pista” para diagnóstico diferencial de Crupe

A

Descrição de estridor inspiratório + tosse metálica

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12
Q

“Pista” para diagnóstico diferencial de Miocardite viral

A

Evolução semelhante à BVA + sinais de insuficiência cardíaca

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13
Q

“Pista” para diagnóstico diferencial de Asma

A

Episódios recorrentes + Melhora com SABA ou ICS + Atopia prévia e história familiar

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14
Q

O QUE FAZER na BVA

A

Amamentar (se tolerar)
Hidratar (EV ou por SNG)
Suporte O2, preferencialmente com:
- Cânula nasal de alto fluxo (CANF)
- CPAP e BIPAP (primeira opção depois do CANF)
e alvo de 90 - 92%

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15
Q

O QUE TENTAR na BVA

A

B2 - Agonista
Solução salina hipertônica inalatória em crianças internadas
Ribavirina

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16
Q

O QUE NÃO FAZER na BVA

A

Corticoide sistêmica
Fisioterapia respiratória em casos sem complicações
Adrenalina
Antibióticos (sem sinais de infecção bacteriana)

17
Q

Características da Cânula Nasal de Alto Fluxo

A
  • FiO2 de 21 até 100%, com fluxo titulado de 1 até 2 L/kg/min.
  • Não oferece pressão positiva de forma efetiva, mas lava CO2 do espaço morto, aquece e umidifica o ar.
18
Q

Indicações de IOT

A
  1. Nível de consciência rebaixado;
  2. Instabilidade hemodinâmica;
  3. Hipoxemia refratária a altas ofertas de FiO2;
  4. Iminência de falência respiratória (FR muito elevada + esforço respiratório importante e/ou bradipneia + hipoxemia e/ou hipercapneia importantes;
  5. Parada cardiorrespiratória;
19
Q

Principal etiologia da Bronquiolite Obliterante

20
Q

Indicações para vacina Abrysvo

A

Gestantes a partir de 24 semanas (PNI a partir de 28 semanas) ; Idosos a partir de 60 anos; 18 e 59 anos com alto fator de risco para desfechos graves de VSR

21
Q

Sazonalidade do VSR por região brasileira

A

Norte: fevereiro a junho
Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste: março a julho
Sul: abril a agosto

22
Q

Indicações para Palivizumabe

A
  • Prematuros (IG < ou = 28 semanas) de até 1 ano de idade
  • Crianças até 2 anos com cardiopatia congênita com repercussão hemodinâmica ou doença pulmonar crônica
  • Prematuros (IG 29 a 32 semanas) de até 6 meses
    +
    Sazonalidade do VSR

Obs: É administrado como profilaxia 15mg/kg IM 1x ao mês, por no máximo 5 doses

23
Q

Indicações para Nirsevimabe (mais moderno !)

A

Ideal: Todos os lactentes com até 8 meses que a mãe não recebeu a vacina Abrysvo.
PNI: Prematuros no primeiro ano ou crianças com comorbidades até os 24 meses. (IG < 32 semanas)

Obs: Comorbidades podem incluir Síndrome de Down, fibrose cística, doença pulmonar crônica, cardiopatia congênita significativa, imunocomprometidos, anomalias congênitas significativas nas vias aéreas e doenças neuromusculares.

Obs2: Administração é IM, dose única.

24
Q

Características da Máscara Não-reinalante (MNRI) no contexto de tratamento para BAV

A

Essa é ótima para cenários de emergência onde o paciente TEM DRIVE RESPIRATÓRIO. Oferta uma FiO2 próxima de 100%, mas depende do paciente “puxar” o ar, ou seja, não oferece pressão positiva. Geralmente, só vamos manter a MNRI no atendimento inicial, e depois escalonamos o suporte de acordo com o que o paciente precisa! Lembre-se que hiperóxia também faz mal;

25
Características da Máscara Venturi no contexto de tratamento para BAV
É uma máscara com uma válvula que pode ser trocada. Tem várias cores de válvulas, e cada cor de válvula oferecerá uma determinada FiO2 para um determinado fluxo de ar. A FiO2 geralmente vai de 25 até 50%! Ou seja, uma FiO2 menor que a MNRI. Ah, e claro: o paciente deve ter drive respiratório! Não fornece pressão positiva;
26
Características da Cânula nasal simples (CNO2) no contexto de tratamento para BAV
Não podemos ultrapassar 2 ou 3 L/min, porque o O2 acaba sendo fornecido praticamente puro e isso pode queimar o nariz do paciente. Então, é um dispositivo de baixo fluxo que fornece baixas FiO2. Não costuma ser adequado para cenários de emergência - é mais utilizado em pacientes em processo de desmame de O2, ou usuários crônicos de O2;
27
Características da Cânula nasal de alto fluxo (CNAF) no contexto de tratamento para BAV