Cólon Flashcards

(216 cards)

1
Q

Câncer de Cólon - Estadiamento

Qual a definição do Tis?

A

Carcinoma in situ, envolvendo lâmina própria, SEM envolver a muscular da mucosa,

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2
Q

Câncer de Cólon - Estadiamento:

Qual a definição da T1?

A

Envolve muscular da mucosa, mas NÃO envolve muscular PRÓPRIA.

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3
Q

Câncer de Cólon - Estadiamento:

T2

A

Invade a MUSCULAR PRÓPRIA

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4
Q

Câncer de Cólon - Estadiamento:

T3?

A

invade através da muscular própria para os tecidos pericolorretais

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5
Q

T4

A

Invade o peritônio visceral ou invade ou adere a órgão ou estrutura adjacente

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6
Q

N1

A

1 a 3

(tumor em linfonodos medindo ≥0,2 mm)

ou

qualquer número de depósitos tumorais está presente e todos os linfonodos identificáveis ​​são negativos

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7
Q

N1a

A

1

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8
Q

N1B

A

2 a 3

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9
Q

N1c

A

Nenhum linfonodo regional é positivo, mas há depósitos tumorais em:

  • Subserosa
  • Mesentério
  • Tecidos pericólicos ou perirretais/mesorretais não peritonealizados.
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10
Q

N2a

A

4 ou +

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11
Q

N2a

A

4 a 6

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12
Q

N2b

A

7 ou +

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13
Q

M1A

A

1 local SEM envolvimento peritoneal

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14
Q

M1b

A

2 ou + SEM envolvimento peritoneal

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15
Q

M1c

A

A metástase para a superfície peritoneal é identificada isoladamente ou com metástases de outros locais ou órgãos.

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16
Q

EC I

A

T1 - T2
N0
M0

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17
Q

Câncer de Cólon

EC II
IIA
IIB
IIC

A

T3 - T4 (A, B)
N0
M0

IIA: T3N0M0
IIb: T4AN0M0
IIC T4bN0M0

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18
Q

EC III

A

Qualquer N positivo, com M0

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19
Q

EC IIIA

A

T1-T2 | N1/N1C| M0
T1N2aM0

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20
Q

EC IIIB

A

T3-T4a N1/N1c M0
T2-T3 N2a M0
T1-T2 N2b M0

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21
Q

EC IIIC

A

T4a N2a M0
T3-T4a N2b M0
T4b N1-N2 M0

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22
Q

Câncer de Cólon - Estdadiameto

Em quais pacientes de câncer de colón, o PET CT, pode ser importante no estadiamento inicial?

A

Pacientes considerados candidatos à ressecção de metástases pulmonares e hepáticas isoladas de câncer colorretal, nos quais o uso rotineiro de PET reduz o número de laparotomias não terapêuticas.

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23
Q

Câncer de Cólon

Qual marcador tumoral do câncer do cólon?

A

CEA

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24
Q

Qual a prevalência de tumores sincrônico colônicos? E de adenomas?
Por isso qual exame deve ser pedido? E na sua impossibilidade qual fazerr?

A

3 a 5%
30%
Colonoscopia
Enema opaco ou (de preferência) TC ou colonografia por ressonância magnética

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25
Quando que só a polipectomia endoscópica não é suficiente, e e preciso operar?
Quando a margem NÃO é livre Para pólipos pediculados e não pediculados (sésseis) - Histologia pouco diferenciada. - Invasão linfovascular ou perineural. - Brotamento tumoral (focos de células cancerígenas isoladas ou um aglomerado de cinco ou menos células cancerígenas na margem invasiva do pólipo). - Câncer na margem de ressecção ou profundidade de invasão submucosa ≥1 mm.
26
Qual a porcentagem de pacientes que desenvolve RECORRÊNCIA a despeito da adjuvância?
20 A 30%
27
Qual a base da quimioterapia adjuvante no câncer do cólon? E qual população seu beneficio é questionável?
Oxaliplatina Idosos
28
Qual a redução da recorrencia e da mortalidade na adjuvancia do estadio III ?
30% 22 a 32% Lembrando que os numeros exatos com a adição da oxaliplatina não se sabe.
29
Quanto tempo depois da cirurgia, devemos começar o esquema de QT adjuvante no cancer de colon?
Não há um consenso, mas não mais que 8 semanas
30
Qual o esquema de QT de preferencia no estadio III? Qual o perfil dos pacientes aptos?
A base de oxaliplatina - Menos de 70 anos, os que parecem que vão tolerar a oxaliplatina, dMMMr
31
Qual o regime preferido quando e escolhdio para 6 meses de tratamento na adjuvancia do EC III ?
FOLFOX
32
Qual o regime preferido quando e escolhdio para 3 meses de tratamento na adjuvancia do EC III ?
CAPOX OU XELOX ou se não tiver a bomba de infusão ambulatorial
33
Qual estudo mostrou beneficio em acrescentar a oxaliplatina ao 5FU no CCR?
MOSAIC
34
Qual é o estudo que validou o tempo de adjuvância no estadio III ?
A metanálise IDEA
35
Quais os dois anticorpos monoclonais dirigidos contra o receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR)?
Cetuximabe e panitumumabe
36
Qual o MoAb direcionado ao fator de crescimento endotelial vascular (VEGF)?
Bevacizumabe
37
O benefício dos MoAbs direcionados ao EGFR é restrito a que tipo de pacientes?
Ras wildtype
38
O que é a terapia de conversão?
é a capacidade de tornar pacientes metastátcos em pacientes com metastates ressecáveis. Aqui é importante a TAXA de resposta do esquema.
39
No mCRC, com pMMR, qual as opções na 1º linha, na terapia dupla, FOLFOX ou FOLFIRI?
A escolha é baseada na toxicidade do esquema. FOLFIRI pode ser preferível a FOLFOX em um paciente que recebeu terapia adjuvante com um regime à base de oxaliplatina nos 12 meses anteriores.
40
Quais os principais efeitos colaterais do FOLFIRI?
Diarreia (bem menos que FU em bolus) Fadiga ALOPECIA Neutropenia, Esteatose Esteatohepatite Lesões vasculares hepáticas Em geral a toxicidade não é cumulativa e pode ser mantido até a progressão da doença.
41
# Irinotecano Qual o metabolismo do irinotecano? E qual a problemática disso? Qual o problema da hiperbilirrubinemia?
Hepático Os polifmorfismos da enzima UGT que inativa o metabolito ativo do irinotecano (SN-38) e na excreção biliar do metabólito. Aumenta o risco de diarreia grave e neutropenia
42
Qual o tipo de injúria hepática da oxaliplatina?
Injúria sinusoidal —> Hipertensão porta —-> Esplenomegalia
43
O que pode ser feito para driblar a esplenomegalia gerada pela oxaliplatina que leva a trombocitipenia?
Embolização parcial da esplênica
44
Em relação a toxicidade, qual a diferença entre capox e folfox e afins?
Mais toxicidade para CAPOX + trombocitopenia + sd mão pe + diarreia
45
Quais os pacientes que precisam fazer IROX?
Pacientes com deficiência na DPD
46
Quais os efeitos colaterais do bevacizumabe?
Hipertensão arterial Sangramento Perfuração intestinal Eventos tromboembolicos
47
Quais as contraindicações para o bevacizumabe?
Hemotipse recente de > 2,5ml Cirurgia de grande porte dentro de 28 dias de tratamento e somente após a cura completa da incisão.
48
Qual a vantagem do panitumumabe em relação ao cetuximabe?
Menos reações infusionais
49
Quais os efeitos colaterais mais relacionados ao cetuximabe e panitumumabe?
Fraqueza Mal estar Erupção cutânea e acneiforme Nausea DHE
50
# Cânccer de Cólon - Metastático O que viu o estudo PARADIGM?
Avaliou o beneficio da lateralidade do Panitumumabe vs Bevacizumabe nos tumores de cólon esquerdo metastáticos.
51
Para pacientes com mCRC com mutação RAS e qualquer local de tumor primário que são tratados com um agente biológico, recomendamos a adição:
Bevacizumabe ao invés de inibidores de EGFR
52
. Os inibidores de EGFR são usados ​​para tratar o mCRC com mutação RAS ?
NÃO, porque os tumores são resistentes a esses agentes
53
Há beneficio na terapia de anticorpo duplo (direcionando simultaneamente VEGF e EGFR) pode ser recomendada para terapia de primeira linha de mCRC?
NÃO Os estudos PACCE e CAIRO2 mostraram uma sobrevida livre de progressão significativamente inferior;
54
No cenário metastático, em 1ª linha, quais pacientes são candidatos a terapia direcionada ao HER2?
Pacientes incapazes de tolerar terapia intensiva, ECOG > ou igual a 2
54
Quais metástases no CRC não são potencialmente ressecáveis?
Linfonodal Óssea
55
Qual o OS dos pacientes com câncer de cólon metastático?
3 anos No cólon direito e menor.
56
Qual o estudo embasa a Adjuvancia no estádio II?
QUASAR
57
Quais os fatores prognósticos do CCR estádio II?
Clínicos Obstrução Perfuração Patológicos pMMR Menos de 12 linfonodos Histologia pouco diferenciada Invasão perineural ou linfovascular Budging g3
58
Qual a conduta na adj do estádio II? - Baixo - Médio - Alto
Baixo: observação Medio: individualizo Alto: fazer Definido como T4 ou 2 ou + fatores
59
Qual a taxa de reposta patológica completa nos dois mCCR nas metastases hepáticas?
4 a 9%
60
Qual a taxa de conversibilidade?
inferior a 30%
61
# mCCR - Terapia de Conversão Quais os resultados do estudo NEW EPOC?
NÃO USAR CETUXIMABE NO CENÁRIO DE CONVERSÃO Embora a adição de cetuximabe à quimioterapia melhore a sobrevida global em alguns estudos em pacientes com doença metastática inoperável avançada, seu uso no cenário perioperatório em pacientes com doença operável confere uma desvantagem significativa em termos de sobrevida global.
62
Qual a taxa de resposta da primeira linha metastatica do CCR?
50%
63
FOLFOX OU FOLFIRI em 1 linha metastatica, e qual estudo abordou isso?
TANTO FAZ o que muda é a toxicidade de cada um GERCOR
64
Qual a SLD da primeira linha do CCR?
8 a 10 meses
65
CheckMate 8HW Qual o tipo de câncer avaliado no estudo CheckMate 8HW?
Câncer colorretal metastático com instabilidade de microssatélites alta (MSI-H) ou deficiência de reparo de DNA (dMMR).
66
CheckMate 8HW::Qual era o objetivo primário do estudo CheckMate 8HW?
Avaliar a sobrevida livre de progressão (SLP) de Nivolumabe + Ipilimumabe em comparação à quimioterapia e ao Nivolumabe isolado.
67
CheckMate 8HW::Quais foram os braços de tratamento avaliados no estudo?
1. Nivolumabe + Ipilimumabe 2. Nivolumabe isolado 3. Quimioterapia (mFOLFOX6 ou FOLFIRI, com ou sem agentes-alvo como bevacizumabe ou cetuximabe)
68
CheckMate 8HW::Qual foi o resultado de SLP em 24 meses para Nivolumabe + Ipilimumabe?
72% dos pacientes estavam livres de progressão.
69
CheckMate 8HW::Qual foi a taxa de SLP em 24 meses no grupo quimioterapia?
14% dos pacientes estavam livres de progressão.
70
CheckMate 8HW::Qual foi a redução no risco de progressão ou morte com NIVO + IPI em comparação à quimioterapia?
Redução de 79% no risco de progressão ou morte (HR 0,21; IC 95%: 0,14–0,32).
71
CheckMate 8HW::Como foi o perfil de segurança da combinação Nivolumabe + Ipilimumabe?
Eventos adversos grau 3-4 ocorreram em 23% dos pacientes, comparado a 48% com quimioterapia — indicando melhor tolerabilidade.
72
CheckMate 8HW::A combinação NIVO + IPI foi superior ao NIVO isolado em todas as linhas de tratamento?
Sim, a combinação apresentou melhor desfecho que o Nivolumabe isolado em todas as linhas avaliadas.
73
Qual foi o desenho do estudo SUNLIGHT?
* Estudo fase III, * Randomizado, * Comparando: TAS vs TAS com beva
74
Quais pacientes foram incluídos no estudo SUNLIGHT?
Pacientes com câncer colorretal metastático refratário após pelo menos duas linhas de tratamento sistêmico.
75
Qual foi o ganho de sobrevida global observado no estudo SUNLIGHT?
7,5 meses no grupo combinado vs. 6,3 meses no grupo controle (HR 0,61).
76
Qual foi a sobrevida livre de progressão (SLP) no estudo SUNLIGHT?
3,6 meses com trifluridina-tipiracil + bevacizumabe vs. 2,4 meses com monoterapia.
77
O que o estudo SUNLIGHT demonstrou sobre a toxicidade da combinação terapêutica?
Perfil de toxicidade semelhante ao TAS-102 isolado, com neutropenia como efeito adverso mais comum.
78
Qual o esquema padrão de 1ª linha para pacientes RAS selvagem com tumor de cólon à esquerda?
FOLFIRI ou FOLFOX + anti-EGFR (cetuximabe ou panitumumabe).
79
Qual biológico mostrou maior sobrevida global no estudo FIRE-3 para pacientes RAS selvagem?
Cetuximabe (em combinação com FOLFIRI).
80
O que o estudo CALGB 80405 mostrou sobre cetuximabe versus bevacizumabe na 1ª linha?
Sobrevida global semelhante, mas o lado esquerdo favorece cetuximabe.
81
Qual é a conduta preferencial para tumor de cólon à direita, mesmo com RAS selvagem?
FOLFOX ou FOLFIRI + bevacizumabe (anti-VEGF).
82
Qual o benefício do estudo PEAK com panitumumabe?
Maior sobrevida global versus bevacizumabe em RAS selvagem com tumor à esquerda.
83
Quando é indicado o uso de pembrolizumabe na 1ª linha do câncer de cólon metastático?
Em pacientes com tumores MSI-H/dMMR, conforme KEYNOTE-177.
84
Quais os principais resultados do KEYNOTE-177?
Melhor sobrevida livre de progressão com pembrolizumabe vs. quimioterapia padrão (16,5 vs. 8,2 meses).
85
Qual combinação imunoterápica demonstrou benefício em 3ª linha no CheckMate-142?
Nivolumabe + ipilimumabe em pacientes MSI-H/dMMR.
86
Qual o padrão de 2ª linha após FOLFOX + bevacizumabe?
FOLFIRI + aflibercepte ou FOLFIRI + ramucirumabe.
87
Qual foi o resultado principal do estudo VELOUR?
FOLFIRI + aflibercepte aumentou a sobrevida global após falha de FOLFOX.
88
O que mostrou o estudo RAISE com ramucirumabe?
FOLFIRI + ramucirumabe aumentou a sobrevida em pacientes que falharam ao bevacizumabe.
89
Quais são os dois principais fármacos orais utilizados na 3ª linha do câncer de cólon metastático?
Regorafenibe e trifluridina-tipiracil (TAS-102).
90
Qual foi o desfecho do estudo CORRECT com regorafenibe?
Aumento da sobrevida global (6,4 vs. 5 meses) em pacientes já tratados.
91
Qual estudo avaliou a eficácia da trifluridina-tipiracil (TAS-102)?
RECOURSE trial demonstrou aumento da sobrevida global (7,1 vs. 5,3 meses).
92
Qual estudo avaliou a combinação encorafenibe + cetuximabe em BRAF V600E?
Estudo BEACON CRC, mostrando ganho de sobrevida e resposta.
93
Quais terapias são usadas em câncer de cólon HER2+ refratário?
Trastuzumabe + tucatinibe ou trastuzumabe + lapatinibe.
94
Qual combinação está sendo estudada para KRAS G12C mutado?
Sotorasibe + panitumumabe.
95
Qual estudo apoia a ablação hepática em metástases de câncer de cólon?
Estudo CLOCC demonstrou benefício de sobrevida com quimio + ablação vs. quimio isolada.
96
Quais pacientes se beneficiam de abordagem local agressiva com cirurgia ou ablação?
Pacientes com doença oligometastática, especialmente em fígado ou pulmão.
97
Qual estudo estabeleceu o FOLFOX como padrão adjuvante para câncer de cólon estágio III?
Estudo MOSAIC (2004) demonstrou benefício em sobrevida livre de doença com FOLFOX.
98
Qual foi a principal conclusão do estudo IDEA sobre duração de quimioterapia adjuvante?
Três meses de CAPOX podem ser suficientes para pacientes de baixo risco (T1-3 N1).
99
No cenário metastático, qual foi o achado principal do estudo FIRE-3?
FOLFIRI + cetuximabe teve maior sobrevida global que FOLFIRI + bevacizumabe em pacientes RAS selvagem.
100
Qual estudo trouxe benefício para pacientes com mutação BRAF V600E?
Estudo BEACON CRC demonstrou melhora com encorafenibe + cetuximabe ± binimetinibe.
101
Quais terapias-alvo são estudadas para câncer de cólon com HER2 amplificado?
Trastuzumabe + tucatinibe têm mostrado boas respostas em estudos como HERACLES e MOUNTAINEER.
102
Qual estudo apoia abordagem local em metástases hepáticas de câncer de cólon?
Estudo CLOCC mostrou benefício em sobrevida com ablação/hepatectomia associada à quimioterapia.
103
Qual o objetivo do estudo KRYSTAL-1?
Avaliar a eficácia do adagrasibe, um inibidor de KRAS G12C, isolado e em combinação com cetuximabe em câncer colorretal metastático.
104
Qual população foi incluída no estudo KRYSTAL-1?
Pacientes com câncer colorretal metastático com mutação KRAS G12C previamente tratados.
105
Qual foi a taxa de resposta objetiva com adagrasibe + cetuximabe no KRYSTAL-1?
Cerca de 46%.
106
Qual foi a taxa de controle de doença com a combinação adagrasibe + cetuximabe?
Mais de 90% dos pacientes apresentaram controle da doença.
107
Qual foi a sobrevida livre de progressão com a combinação terapêutica no KRYSTAL-1?
Cerca de 6,9 meses.
108
Qual é a lógica de combinar adagrasibe com cetuximabe?
Bloquear o escape da via do EGFR potencializa a eficácia do inibidor de KRAS G12C.
109
Quais os principais efeitos adversos observados no KRYSTAL-1?
Diarreia, náuseas, fadiga e rash cutâneo.
110
Por que o estudo KRYSTAL-1 é importante?
É a primeira evidência robusta de eficácia terapêutica dirigida em pacientes com KRAS G12C mutado no câncer colorretal.
111
Qual o esquema padrão de 1ª linha para pacientes RAS selvagem com tumor de cólon à esquerda?
FOLFIRI ou FOLFOX + anti-EGFR (cetuximabe ou panitumumabe).
112
Qual biológico mostrou maior sobrevida global no estudo FIRE-3 para pacientes RAS selvagem?
Cetuximabe (em combinação com FOLFIRI).
113
Qual o benefício do estudo PEAK com panitumumabe?
Maior sobrevida global versus bevacizumabe em RAS selvagem com tumor à esquerda.
114
Quais os principais resultados do KEYNOTE-177?
Melhor sobrevida livre de progressão com pembrolizumabe vs. quimioterapia padrão (16,5 vs. 8,2 meses).
115
Qual combinação imunoterápica demonstrou benefício em 3ª linha no CheckMate-142?
Nivolumabe + ipilimumabe em pacientes MSI-H/dMMR.
116
Qual foi o resultado principal do estudo VELOUR?
FOLFIRI + aflibercepte aumentou a sobrevida global após falha de FOLFOX.
117
Qual foi o desfecho do estudo CORRECT com regorafenibe?
Aumento da sobrevida global (6,4 vs. 5 meses) em pacientes já tratados.
118
Qual estudo avaliou a eficácia da trifluridina-tipiracil (TAS-102)?
RECOURSE trial demonstrou aumento da sobrevida global (7,1 vs. 5,3 meses).
119
Qual estudo avaliou a combinação encorafenibe + cetuximabe em BRAF V600E?
Estudo BEACON CRC, mostrando ganho de sobrevida e resposta.
120
Qual combinação está sendo estudada para KRAS G12C mutado?
Sotorasibe + panitumumabe.
121
Qual o objetivo principal do estudo SUNLIGHT?
Avaliar se a combinação de trifluridina-tipiracil + bevacizumabe melhora a sobrevida em câncer colorretal metastático refratário.
122
Qual foi o desenho do estudo SUNLIGHT?
Estudo fase III, randomizado, comparando trifluridina-tipiracil isolado versus em combinação com bevacizumabe.
123
Quais pacientes foram incluídos no estudo SUNLIGHT?
Pacientes com câncer colorretal metastático refratário após pelo menos duas linhas de tratamento sistêmico.
124
Qual foi o ganho de sobrevida global observado no estudo SUNLIGHT?
7,5 meses no grupo combinado vs. 6,3 meses no grupo controle (HR 0,61).
125
Qual foi a sobrevida livre de progressão (SLP) no estudo SUNLIGHT?
3,6 meses com trifluridina-tipiracil + bevacizumabe vs. 2,4 meses com monoterapia.
126
O que o estudo SUNLIGHT demonstrou sobre a toxicidade da combinação terapêutica?
Perfil de toxicidade semelhante ao TAS-102 isolado, com neutropenia como efeito adverso mais comum.
127
Qual o impacto do estudo SUNLIGHT na prática clínica?
Estabeleceu trifluridina-tipiracil + bevacizumabe como nova opção padrão para pacientes com câncer colorretal refratário.
128
Qual estudo estabeleceu o FOLFOX como padrão adjuvante para câncer de cólon estágio III?
Estudo MOSAIC (2004) demonstrou benefício em sobrevida livre de doença com FOLFOX.
129
Qual foi o impacto do estudo KEYNOTE-177 no tratamento de câncer de cólon MSI-H/dMMR?
Pembrolizumabe demonstrou superioridade em sobrevida livre de progressão frente à quimioterapia padrão.
130
Qual estudo trouxe benefício para pacientes com mutação BRAF V600E?
Estudo BEACON CRC demonstrou melhora com encorafenibe + cetuximabe ± binimetinibe.
131
Quais terapias-alvo são estudadas para câncer de cólon com HER2 amplificado?
Trastuzumabe + tucatinibe têm mostrado boas respostas em estudos como HERACLES e MOUNTAINEER.
132
Qual estudo apoia abordagem local em metástases hepáticas de câncer de cólon?
Estudo CLOCC mostrou benefício em sobrevida com ablação/hepatectomia associada à quimioterapia.
133
Em que cenário clínico a imunoterapia é padrão de primeira linha no câncer de cólon?
Em pacientes com tumores MSI-H/dMMR, conforme evidenciado pelo estudo KEYNOTE-177.
135
Qual é a duração padrão da QT adjuvante com oxaliplatina para câncer de cólon estágio III?
6 meses, mas 3 meses pode ser considerado para pacientes de baixo risco.
136
Quais os regimes recomendados contendo oxaliplatina na adjuvância do câncer de cólon estágio III?
FOLFOX e CAPOX.
137
Principal toxicidade da oxaliplatina?
Neuropatia sensorial periférica, cumulativa e dose-dependente.
138
Para pacientes de alto risco (T4 e/ou N2), qual a recomendação de duração?
6 meses de oxaliplatina e fluoropirimidina.
139
Para pacientes de baixo risco (T1-T3 e N1), qual a recomendação?
3 ou 6 meses, com decisão compartilhada.
140
3 meses de CAPOX foi não-inferior a 6 meses?
Sim.
141
3 meses de FOLFOX foi não-inferior a 6 meses?
Não.
142
Qual a principal diferença entre CAPOX e FOLFOX?
CAPOX usa capecitabina oral; FOLFOX usa 5-FU infusional.
143
Qual o risco relativo de neuropatia grau 3-4 com 3 meses vs 6 meses?
RR = 0.18; risco significativamente menor com 3 meses.
144
Quais pacientes foram considerados de alto risco?
T4 e/ou N2.
145
Quais pacientes foram considerados de baixo risco?
T1, T2 ou T3 e N1.
146
Quais benefícios a redução para 3 meses pode oferecer?
Menor toxicidade, principalmente neuropatia.
147
Por que considerar CAPOX preferencialmente para 3 meses em pacientes de baixo risco?
Os dados de não-inferioridade são mais robustos com CAPOX.
148
Quais os regimes de fluoropirimidina utilizados no estudo IDEA?
Capecitabina (oral) e 5-FU com leucovorin (infusional).
149
A neuropatia causada por oxaliplatina é reversível?
Pode ser reversível, mas frequentemente persiste por meses ou anos, e pode ser permanente.
150
Qual a justificativa para usar CAPOX por 3 meses em vez de 6?
Dados do estudo IDEA mostram que 3 meses de CAPOX em pacientes de baixo risco é não-inferior e menos tóxico.
151
Pacientes com T3N1 devem receber quanto tempo de quimioterapia?
São considerados de baixo risco e podem receber 3 meses com CAPOX.
152
Pacientes com T4N2 devem receber quanto tempo de quimioterapia?
São de alto risco e devem receber 6 meses.
153
Qual o impacto clínico de 3 vs 6 meses em termos de neuropatia grau ≥2?
Menor incidência com 3 meses: 15% vs 48% com 6 meses.
154
O benefício de 6 meses é maior com FOLFOX ou CAPOX?
O benefício de 6 meses é mais evidente com FOLFOX.
155
A decisão sobre 3 vs 6 meses deve considerar o tipo de regime quimioterápico?
Sim. CAPOX por 3 meses é mais suportado por dados do que FOLFOX.
156
Por que a neuropatia da oxaliplatina é particularmente importante em sobreviventes?
Afeta qualidade de vida, função motora e sensorial a longo prazo.
157
A colaboração IDEA é um único estudo?
Não, é uma análise combinada de seis estudos clínicos randomizados internacionais.
158
Quantos pacientes estavam no grupo de baixo risco (T1–3, N1)?
Cerca de 60% da população do estudo.
159
A diretriz ASCO recomenda uniformemente 3 meses para todos?
Não. Recomenda ajuste individualizado conforme risco e regime utilizado.
160
Qual o impacto potencial de 3 meses de tratamento na vida profissional do paciente?
Redução no tempo de afastamento, menor impacto ocupacional.
161
Por que pacientes idosos são particularmente sensíveis à duração do tratamento?
Maior risco de toxicidades cumulativas e comorbidades que limitam tolerância.
162
Quais os principais critérios clínicos usados para classificar pacientes como alto risco?
Estágio T4 e/ou N2, número elevado de linfonodos positivos, invasão venosa ou linfática.
163
Por que pacientes com neuropatia pré-existente podem se beneficiar de tratamento mais curto?
Para evitar agravamento da neuropatia com exposição prolongada à oxaliplatina.
164
Em qual cenário o benefício absoluto de 6 meses de tratamento foi mais evidente?
Pacientes com T4 e N2 tratados com FOLFOX.
165
Por que pacientes com diabetes têm mais risco de neuropatia?
Porque a neuropatia diabética pré-existente pode ser agravada pela oxaliplatina.
166
Quais pacientes se beneficiam mais de tratamento mais curto segundo o IDEA?
Pacientes de baixo risco (T1–T3, N1) tratados com CAPOX.
167
Qual a importância do número de linfonodos examinados na avaliação de risco?
Menos de 12 linfonodos examinados pode indicar subestadiamento e maior risco.
168
Como a dose de capecitabina é ajustada em CAPOX?
Geralmente baseada na superfície corporal, administrada por 14 dias seguidos com 7 dias de descanso.
169
A toxicidade da capecitabina difere da do 5-FU?
Sim, capecitabina tem mais síndrome mão-pé, 5-FU mais mucosite e diarreia.
170
Por que é importante considerar toxicidade cumulativa em planejamento de adjuvância?
Para evitar efeitos irreversíveis como neuropatia que impactam a qualidade de vida.
171
O que diferencia a neuropatia aguda da crônica por oxaliplatina?
A aguda é transitória, associada ao frio; a crônica é cumulativa e pode ser permanente.
172
Quais alternativas existem se o paciente não tolera oxaliplatina?
Monoterapia com fluoropirimidinas (capecitabina ou 5-FU/leucovorin).
173
A sobrevida global foi impactada significativamente entre 3 e 6 meses?
Não, a maioria dos estudos mostrou sem diferença significativa de SG.
174
Qual a justificativa econômica para reduzir o tratamento de 6 para 3 meses?
Redução de custos diretos com quimioterapia e manejo de toxicidades.
175
O que é considerado dose-limite cumulativa de oxaliplatina?
Normalmente entre 800 e 1000 mg/m², acima da qual risco de neuropatia aumenta muito.
176
Por que o regime CAPOX pode ser preferido em ambientes ambulatoriais?
Capecitabina é oral, permitindo tratamento fora do hospital.
177
# CCR - Seguimento Como é o seguimento no estadio I? Pela SBOC?
1) Colonoscopia: 1 ano após a cirurgia. - Se NÃO tiver pólipo adenomatosa --> repete em 3 anos --> depois em 5 anos. - Se pólipo avançado (viloso ou > 1cm ou com displasia de alto grau) --> repete em 1 ano - Se colonoscopia não realizada ou incompleta/má qualidade antes da cirurgia, ---> repete antes 6m após a cirurgia.
178
# CCR - Seguimento Como é o seguimento no estadio II e III? Pela SBOC
1. Colonoscopia: 1 ano após a cirurgia. - Se NÃO tiver pólipo adenomatosa --> repete em 3 anos --> depois em 5 anos. - Se pólipo avançado (viloso ou > 1cm ou com displasia de alto grau) --> repete em 1 ano - Se colonoscopia não realizada ou incompleta/má qualidade antes da cirurgia, ---> repete antes 6m após a cirurgia. 2. História e exame a cada 3 meses por 2 anos, e a cada 6 meses até 5 anos 3. Exames de imagem a cada 6 meses por 2 anos e anualmente até 5 anos 4. CEA: a cada visita médica.
179
Qual o nome completo do estudo JCOG0603?
Hepatectomy Followed by mFOLFOX6 versus Hepatectomy Alone for Liver Metastasis from Colorectal Cancer: A Randomized Phase II/III Trial
180
Qual foi o objetivo do estudo JCOG0603?
Avaliar se a quimioterapia adjuvante com mFOLFOX6 melhora a sobrevida global após hepatectomia por metástase hepática de CCR.
181
Qual foi o desenho do estudo JCOG0603?
Ensaio clínico randomizado fase II/III, comparando hepatectomia isolada versus hepatectomia seguida de mFOLFOX6.
182
Qual a população incluída no estudo JCOG0603?
Pacientes com metástases hepáticas isoladas de câncer colorretal, ressecáveis com cirurgia R0, ECOG 0–1, sem outras metástases.
183
# JCOG0603 Qual o esquema de quimioterapia utilizado no braço experimental?
12 ciclos de mFOLFOX6 (oxaliplatina, leucovorina e 5-FU).
184
# JCOG0603 Houve ganho estatisticamente significativo em OS com a quimioterapia?
Não. A quimioterapia não melhorou a sobrevida global.
185
# JCOG0603 Houve benefício em DFS com a quimioterapia?
Sim, um ganho modesto em DFS (52,1% vs 41,5%), sem significância estatística clara.
186
Qual a principal conclusão do estudo JCOG0603?
A quimioterapia adjuvante com mFOLFOX6 não aumentou OS após hepatectomia para metástases hepáticas ressecáveis de CCR.
187
O estudo JCOG0603 recomenda quimioterapia adjuvante rotineiramente após ressecção hepática?
Não, a quimioterapia não deve ser indicada rotineiramente nesse cenário.
188
Pergunta
Resposta
189
Qual é o objetivo da adjuvância no câncer de cólon?
Aumentar as chances de cura após a cirurgia. Cerca de 20% dos pacientes se beneficiam da adjuvância.
190
Quais são os critérios para uma cirurgia de cólon adequada?
Margem de 5 cm e análise de pelo menos 12 linfonodos.
191
Quando é indicado o uso de oxaliplatina no estádio II instável?
Em pacientes com alto risco (T4, <12 linfonodos, ctDNA positivo), pois não respondem bem ao 5-FU isolado.
192
Quais são os fatores de muito alto risco no estádio II do câncer de cólon?
T4, <12 linfonodos e ctDNA positivo.
193
Qual é o significado de N1c no estadiamento do câncer de cólon?
Depósito tumoral positivo sem linfonodos regionais comprometidos.
194
O que contraindica o uso de quimioterapia com fluoropirimidinas?
Deficiência total ou parcial de DPD, devido ao risco de toxicidade grave.
195
Quando evitar o uso de oxaliplatina no estádio III?
Em pacientes com mais de 70 anos e/ou ECOG ≥ 2.
196
Qual é a principal toxicidade da oxaliplatina?
Neuropatia periférica, que afeta quase 100% dos pacientes.
197
O que mostrou o estudo IDEA sobre duração da quimioterapia adjuvante no estádio III?
3 meses de CAPOX/FOLFOX para baixo risco; 6 meses de FOLFOX para alto risco.
198
O que concluiu o estudo DYNAMIC sobre ctDNA na adjuvância?
Guiar adjuvância pelo ctDNA é não inferior ao uso de critérios clínicos no estádio II.
199
Quando usar fluoropirimidinas por 6 meses no estádio II estável?
Quando houver qualquer fator de risco.
200
Qual é a taxa de deficiência parcial de DPD na população?
Entre 3 a 5% dos pacientes.
201
Por que não se usa PET-CT no estadiamento do câncer de cólon?
Porque não há indicação formal, sendo preferível a RM em alguns casos.
202
Qual é a importância do número de linfonodos analisados na cirurgia?
Menos de 12 linfonodos indica alto risco e pior prognóstico.
203
Qual o papel do ctDNA na decisão de adjuvância no câncer de cólon estádio II?
O ctDNA positivo indica alto risco de recidiva e deve orientar a inclusão de oxaliplatina na adjuvância, conforme mostrado no estudo DYNAMIC.
204
Quais fatores clínicos indicam adjuvância em câncer de cólon estádio II estável?
Qualquer fator de risco como T4, obstrução, perfuração, <12 linfonodos examinados ou invasão vascular/perineural.
205
Quais critérios definem risco alto e baixo para escolha da duração da quimioterapia adjuvante no estádio III?
Baixo risco: T1-3 N1; Alto risco: T4 ou N2. IDEA trial mostrou que pacientes de baixo risco podem fazer apenas 3 meses de CAPOX.
206
Qual o papel da deficiência de DPD na toxicidade ao 5-FU?
Pacientes com deficiência parcial ou total de DPD têm metabolismo comprometido, resultando em acúmulo de fluorouracil e toxicidade grave.
207
Por que a oxaliplatina deve ser evitada em pacientes idosos?
Pacientes com mais de 70 anos, especialmente com ECOG ≥ 2, têm maior risco de toxicidade e menor benefício, sendo recomendada a sua evitação.
208
O que representa a imagem que mostra as cores azul, vermelho e cinza em relação à adjuvância?
Azul: pacientes curados com adjuvância (20%); Vermelho: recidiva (30%); Cinza: curados apenas com cirurgia (50%).
209
Como é feita a estratificação de risco no câncer de cólon?
Com base em fatores como profundidade da invasão tumoral (T), número de linfonodos examinados, ctDNA, idade e comorbidades.
210
Por que é importante alcançar margens de 5 cm na cirurgia do cólon?
Para garantir remoção adequada do tumor e reduzir risco de recidiva local.
211
Qual exame pode substituir imagens do abdome no estadiamento do câncer de cólon?
A ressonância magnética pode substituir imagens do abdome em alguns casos.
212
Qual situação leva um paciente inicialmente estádio II a ser reclassificado como estádio III?
Presença de depósito tumoral sem linfonodos positivos, que define N1c.
213
O que deve ser feito em pacientes com DRC e clearence <30ml/min no tratamento adjuvante?
Evitar uso de 5-FU, pois há risco aumentado de toxicidade.
214
Qual a justificativa para usar fluoropirimidina como monoterapia no estádio II estável com fator de risco?
Pacientes estáveis respondem bem à monoterapia com fluoropirimidina, sendo a oxaliplatina reservada para riscos muito altos.
215
Por que a neuropatia é comum no tratamento adjuvante do câncer de cólon?
A oxaliplatina causa neurotoxicidade cumulativa, afetando quase todos os pacientes durante o tratamento.
216
Quais exames são recomendados no seguimento pós-tratamento do câncer de cólon?
Exames clínicos, CEA periódico, colonoscopia e imagem abdominal/pelvica com intervalo regular.