Prostata Flashcards

(117 cards)

1
Q

O que são os antiandrogênicos periféricos?

A

São inibidores do receptor de androgênio que bloqueiam a ligação, translocação e atividade transcricional, sem efeito agonista parcial como os de 1ª geração.

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2
Q

Qual o desenho do estudo AFFIRM?

A

Fase III,
mCRPC pós-docetaxel,
comparou enzalutamida vs placebo.

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3
Q

Quais os resultados do AFFIRM?

A

SG: 18,4 vs 13,6 meses;
HR: 0,63.

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4
Q

Qual o desenho do estudo PREVAIL?

A

Fase III,
mCRPC pré-quimioterapia,
comparou enzalutamida vs placebo.

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5
Q

Quais os resultados do PREVAIL?

A

SG: HR 0,71; SLP: HR 0,19. Benefício robusto.

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6
Q

Qual o objetivo do estudo PROSPER?

A

Avaliar enzalutamida em pacientes com nmCRPC e PSA-DT <10 meses.

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7
Q

Quais os resultados do PROSPER?

A

MFS: 36,6 vs 14,7 meses; HR: 0,29.

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8
Q

Qual o cenário do estudo ARCHES?

A

Cenário mHSPC;
enzalutamida + ADT vs placebo + ADT.

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9
Q

Qual o objetivo do estudo SPARTAN?

A

Avaliar apalutamida em nmCRPC com PSA-DT <10 meses.

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10
Q

Resultados do SPARTAN?

A

MFS: 40,5 vs 16,2 meses; HR: 0,28.

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11
Q

Qual o objetivo do estudo TITAN?

A

Avaliar apalutamida + ADT vs placebo + ADT em mHSPC.

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12
Q

Resultados do TITAN?

A

SG: HR 0,67; rSLP: HR 0,48.

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13
Q

Qual o objetivo do estudo ARAMIS?

A

Avaliar darolutamida em nmCRPC com PSA-DT <10 meses.

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14
Q

Resultados do ARAMIS?

A

MFS: 40,4 vs 18,4 meses; HR: 0,41.

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15
Q

Qual o cenário do estudo ARASENS?

A

mHSPC; darolutamida + ADT + docetaxel vs placebo + ADT + docetaxel.

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16
Q

Resultados do ARASENS?

A

SG: HR 0,68; benefício de SG com triplet therapy.

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17
Q

Qual antiandrogênico tem melhor perfil de segurança?

A

Darolutamida, devido à menor penetração no SNC.

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18
Q

Qual antiandrogênico tem maior corpo de evidência?

A

Enzalutamida, com estudos em mCRPC, nmCRPC e mHSPC.

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19
Q

Qual a principal vantagem do uso de triplet therapy com darolutamida?

A

Melhora da sobrevida global em mHSPC conforme o estudo ARASENS.

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20
Q

Como calcular o PSADT (tempo de duplicação do PSA).

A

PSADT = (ln 2) × (t₂–t₁) / (ln PSA₂–ln PSA₁); usar ≥ 3 valores em ≤ 12 m p/ maior acurácia.

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21
Q

PSADT ≤ 12 m após PR implica qual categoria de risco segundo EAU 2024?

A

Alto risco de progressão/metástase — considerar intensificação (RT precoce + ADT).

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22
Q

Decipher® score ≥ 0,6 em tecido prostático indica o quê na recidiva?

A

Maior chance de metástase; orienta uso de ADT mais longa ou RT pélvica.

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23
Q

Volume clínico‐alvo (CTV) padrão da loja prostática segundo RTOG.

A

Desde vesícula seminal distal até anastomose vesico‐uretral; incluir leito de vesícula se pT3b.

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24
Q

Dose‐constraint reta tardio (V65) comum em RT‑R IMRT.

A

Manter V65 Gy < 35% para reduzir proctite tardia G 2+.

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25
Justificativa para não escalonar dose > 66 Gy em RT‑R.
SAKK 09/10 mostrou ↑ toxicidade GI sem ganho em FFBP; IMRT moderna mantém isso.
26
Toxicidade aguda GU mais frequente na RT‑R.
Disúria e urgência; maioria G 1‑2, resolvendo em 3‑6 meses.
27
Fator de risco clássico para estenose uretral pós RT‑R.
Cirurgia prévia de ressecção transuretral (RTU) repetida.
28
Uso de ADT ≥ 24 m aumenta qual risco metabólico?
Síndrome metabólica/diabetes e eventos CV – monitorar glicemia e perfil lipídico.
29
Qual foi o ganho absoluto de metástase‑free survival no GETUG‑AFU 16?
7 pontos percentuais aos 10 anos (73 % vs 66 %).
30
Taxa de falha bioquímica 5 a no SPPORT braço triplo (lRT na loja pélvica + campos pélvicos + ADT)
25 % (vs 45 % PBRT isolada).
31
Principal evento adverso ≥ G3 adicional observado com bicalutamida no RTOG 9601.
Ginecomastia/dor mamária em 69 %.
32
Limite de detecção típico do PSMA‑PET (68Ga ou 18F) em RT‑R.
PSA ~0,2–0,5 ng/mL para sensibilidade > 50 %.
33
Quando considerar boost focado guiado por PET na loja.
Lesão concordante PET/MRI com planejamento IMRT; estudos fase II sugerem controle local > 90 %.
34
Vantagem do VMAT sobre 3D‑CRT em RT‑R.
Menor dose em reto/bexiga -> ↓ toxicidade GI/GU tardia; tempo de entrega menor.
35
Hipofracionamento moderado (e.g., 54 Gy/18 fx) em RT‑R: evidência atual.
Dados fase II mostram bPFS similar e perfil de toxicidade aceitável; protocolos ainda não padrão.
36
SBRT para oligorrecidiva nodal após PR – esquema clássico.
35‑40 Gy em 5 frações sobre linfonodo PET‑positivo; fase II mostra ADT‑free survival 2 a ~50 %.
37
Proporção de pacientes poupados de RT no braço ‘salvage’ do RADICALS‑RT.
39 % não precisaram de RT após mediana 5 anos de seguimento.
38
Meta‑análise ARTISTIC – conclusão sobre toxicidade GU ≥ G2 adjuvante vs salvage.
Maior toxicidade GU aguda/tardia no braço adjuvante; reforça esperar gatilho de PSA.
39
Frequência de dosagem de PSA após RT‑R concluída.
A cada 3 m no 1º ano, 6 m até 5 anos, depois anual se estável.
40
Critério Phoenix adaptado para falha pós RT‑R.
Nadir PSA + 0,2 ng/mL (valor absoluto menor vs + 2 ng/mL em RT primária).
41
Definição clássica de recidiva bioquímica pós-prostatectomia radical (PR).
PSA ≥ 0,2 ng/mL confirmado em duas dosagens sucessivas.
42
PSA alvo para iniciar radioterapia de resgate (RT‑R).
Iniciar idealmente com PSA ≤ 0,5 ng/mL (preferência < 0,3–0,4 ng/mL).
43
Dose padrão recomendada da RT de resgate na loja prostática.
64‑66 Gy em 1,8‑2 Gy/fração; **dose‐escalação ≥ 70 Gy não mostrou benefício (SAKK 09/10).
44
RTOG 9601 – desenho do estudo.
RT‑R 64,8 Gy vs RT‑R + bicalutamida 150 mg/dia por 24 meses; n = 760.
45
RTOG 9601 – resultado principal em sobrevida global (OS).
HR 0,77; ganho absoluto de 5 p.p. em OS aos 15 anos no braço com bicalutamida.
46
RTOG 9601 – lição clínica sobre PSA de entrada.
Benefício de ADT longa restrito a PSA 0,7‑1,5 ng/mL; possível dano se PSA < 0,6 ng/mL.
47
GETUG‑AFU 16 – desenho do estudo.
RT‑R 66 Gy ± goserrelina por 6 meses; n = 743; PSA mediano 0,3 ng/mL.
48
GETUG‑AFU 16 – benefício em progressão.
PFS 64 % vs 49 % (HR 0,54) a favor do braço com ADT curta de 6 meses.
49
50
51
RADICALS‑RT – qual a pergunta do estudo?
RT adjuvante imediata ≤ 6 m vs RT de resgate precoce (gatilho PSA ≥ 0,1 ng/mL).
52
RADICALS‑RT – resultado principal.
Nenhuma diferença em falha à distância/metástase; mais toxicidade no braço adjuvante. Fazer RT de resgate é não inferior a fazer RT adjuvante
53
ARTISTIC – qual o objetivo da meta‑análise?
Consolidar dados de adequação adjuvante vs salvage precoce pós‑PR.
54
ARTISTIC – conclusão.
Equivalência em EFS (HR 0,95); apoia estratégia ‘salvage on demand’.
55
Tempo de ADT recomendado com RT‑R segundo evidências.
Geralmente 4‑6 meses; prolongar para 24 m apenas se PSA pré‑RT > 0,7 ng/mL ou Gleason alto.
56
Importância do campo pélvico na RT‑R.
RT pélvica + ADT curta melhora FFP (SPPORT) em pacientes de risco (Gleason ≥ 8 ou PSADT curto).
57
Mensagem sobre dose‑escalação na loja prostática.
Não acrescenta controle e aumenta toxicidade (SAKK 09/10) – manter 64‑66 Gy.
58
Papel do PET molecular antes da RT‑R.
Muda planejamento em ~30 % e melhora FFS (EMPIRE‑1); PSMA‑PET tende a substituir fluciclovina.
59
Câncer de próstata anaplásico: o que é? O que são os critérios de Aparício?
- Tumor de próstata que deixa de se comportar como adenocarcinoma dependente de androgênio e passa a agir como carcinoma indiferenciado, muito agressivo, com características clínicas semelhantes ao câncer de pequenas células. - Critérios de Aparício: conjunto de sinais clínicos para identificar essa transformação e mudar a abordagem terapêutica.
60
Quais são os Critérios de Aparício?
Um paciente com câncer de próstata avançado é considerado “anaplásico” se apresentar qualquer um dos seguintes: 1. Progressão visceral predominante (por exemplo, fígado, pulmão, cérebro) sem envolvimento significativo de osso. 2. Lesões ósseas predominantemente líticas (não apenas blásticas como é o mais comum no adenocarcinoma de próstata clássico). 3. Metástases volumosas nos linfonodos (geralmente >5 cm). 4. Níveis muito elevados de marcadores neuroendócrinos, como: • CEA (antígeno carcinoembrionário), • CA 19-9, • NSE (enolase neuroespecífica), mesmo sem confirmação histológica de diferenciação neuroendócrina. 5. Progressão rápida da doença com PSA relativamente baixo comparado ao volume de doença. 6. PSA baixo, mas doença muito agressiva, sugerindo que o tumor já não é mais dirigido primariamente pelo eixo androgênico. 7. Histologia já compatível com pequenas células ou componentes neuroendócrinos, se biópsia for feita.
61
Qual o objetivo do estudo SPPORT?
Avaliar se RT de loja isolada ou combinada com campos pélvicos e ADT melhorava controle da recidiva bioquímica.
62
Qual o resultado principal do SPPORT?
RT da loja + campos pélvicos + 6 meses de ADT melhoraram a sobrevida livre de progressão bioquímica.
63
Quem era a população do GETUG-AFU 16?
Pacientes com PSA detectável (0,2-2,0 ng/mL) após PR, sem metástase.
64
Qual o resultado principal do GETUG-AFU 16?
Adicionar 6 meses de ADT à RT de resgate melhorou a sobrevida livre de progressão bioquímica.
65
O que o RADICALS-RT comparou?
Radioterapia adjuvante imediata versus radioterapia de resgate precoce após PR.
66
Qual o achado principal do RADICALS-RT?
Radioterapia de resgate precoce foi equivalente à adjuvante, com menos toxicidade.
67
Qual a comparação do RAVES Trial?
RT adjuvante imediata versus RT de resgate precoce em margem positiva/pT3.
68
Qual a conclusão do RAVES Trial?
Radioterapia de resgate precoce é segura e equivalente em controle ao invés da adjuvante imediata.
69
Quem foi incluído no EMBARK?
Homens com recidiva bioquímica de alto risco NÃO fizeram RT - PSA > 1 se prostatectomia - PSADT ≤9 meses - Cenario castração sensível sem metástase.
70
Qual a intervenção testada no EMBARK?
Enzalutamida + Leuprolida vs Enzalutamida isolada vs Leuprolida isolada.
71
O que mostrou o EMBARK em termos de progressão?
Combinação de enzalutamida + ADT reduziu em 58% o risco de progressão comparado a ADT isolada.
72
Quando indicar intensificação com enzalutamida segundo EMBARK?
Em casos de recidiva bioquímica de alto risco: PSA elevado e PSADT ≤9 meses.
73
Por que a SPPORT sugeriu irradiar campos pélvicos?
Porque irradiar campos pélvicos junto com a loja e adicionar ADT melhorou o controle da doença.
74
Por quanto tempo foi o bloqueio hormonal no GETUG-AFU 16?
6 meses de bloqueio hormonal com goserelina.
75
Quais os principais estudos do cenário recorrência bioquímica castração sensível?
1. GETUG AFU 16 2. EMBARK 3. RADICALS 4. SPORRT 5. RTOG 9601
76
PSADT ≤ 12 m após PR implica qual categoria de risco segundo EAU 2024?
Alto risco de progressão/metástase — considerar intensificação (RT precoce + ADT).
77
Decipher® score ≥ 0,6 em tecido prostático indica o quê na recidiva?
Maior chance de metástase; orienta uso de ADT mais longa ou RT pélvica.
78
Volume clínico‐alvo (CTV) padrão da loja prostática segundo RTOG.
Desde vesícula seminal distal até anastomose vesico‐uretral; incluir leito de vesícula se pT3b.
79
Dose‐constraint reta tardio (V65) comum em RT‑R IMRT.
Manter V65 Gy < 35 % para reduzir proctite tardia G 2+.
80
Justificativa para não escalonar dose > 66 Gy em RT‑R.
SAKK 09/10 mostrou ↑ toxicidade GI sem ganho em FFBP; IMRT moderna mantém isso.
81
Toxicidade aguda GU mais frequente na RT‑R.
Disúria e urgência; maioria G 1‑2, resolvendo em 3‑6 meses.
82
Fator de risco clássico para estenose uretral pós RT‑R.
Cirurgia prévia de ressecção transuretral (RTU) repetida.
83
Uso de ADT ≥ 24 m aumenta qual risco metabólico?
Síndrome metabólica/diabetes e eventos CV – monitorar glicemia e perfil lipídico.
84
Qual foi o ganho absoluto de metástase‑free survival no GETUG‑AFU 16?
7 pontos percentuais aos 10 anos (73 % vs 66 %).
85
Taxa de falha bioquímica 5 a no SPPORT braço triplo.
25 % (vs 45 % PBRT isolada).
86
Principal evento adverso ≥ G3 adicional observado com bicalutamida no RTOG 9601.
Ginecomastia/dor mamária em 69 %.
87
Limite de detecção típico do PSMA‑PET (68Ga ou 18F) em RT‑R.
PSA ~0,2–0,5 ng/mL para sensibilidade > 50 %.
88
Hipofracionamento moderado (e.g., 54 Gy/18 fx) em RT‑R: evidência atual.
Dados fase II mostram bPFS similar e perfil de toxicidade aceitável; protocolos ainda não padrão.
89
SBRT para oligorrecidiva nodal após PR – esquema clássico.
35‑40 Gy em 5 frações sobre linfonodo PET‑positivo; fase II mostra ADT‑free survival 2 a ~50 %.
90
Proporção de pacientes poupados de RT no braço ‘salvage’ do RADICALS‑RT.
39 % não precisaram de RT após mediana 5 anos de seguimento.
91
Meta‑análise ARTISTIC – conclusão sobre toxicidade GU ≥ G2 adjuvante vs salvage.
Maior toxicidade GU aguda/tardia no braço adjuvante; reforça esperar gatilho de PSA.
92
Frequência de dosagem de PSA após RT‑R concluída.
A cada 3 m no 1º ano, 6 m até 5 anos, depois anual se estável.
93
Critério Phoenix adaptado para falha pós RT‑R.
Nadir PSA + 0,2 ng/mL (valor absoluto menor vs + 2 ng/mL em RT primária).
94
Definição clássica de recidiva bioquímica pós-prostatectomia radical (PR).
PSA ≥ 0,2 ng/mL confirmado em duas dosagens sucessivas.
95
PSA alvo para iniciar radioterapia de resgate (RT‑R).
Iniciar idealmente com PSA ≤ 0,5 ng/mL (preferência < 0,3–0,4 ng/mL).
96
Dose padrão recomendada da RT de resgate na loja prostática.
64‑66 Gy em 1,8‑2 Gy/fração; dose‐escalação ≥ 70 Gy não mostrou benefício (SAKK 09/10).
97
RTOG 9601 – desenho do estudo.
RT‑R 64,8 Gy vs RT‑R + bicalutamida 150 mg/dia por 24 meses; n = 760.
98
RTOG 9601 – resultado principal em sobrevida global (OS).
HR 0,77; ganho absoluto de 5 p.p. em OS aos 15 anos no braço com bicalutamida.
99
RTOG 9601 – lição clínica sobre PSA de entrada.
Benefício de ADT longa restrito a PSA 0,7‑1,5 ng/mL; possível dano se PSA < 0,6 ng/mL.
100
GETUG‑AFU 16 – desenho do estudo.
RT‑R 66 Gy ± goserrelina por 6 meses; n = 743; PSA mediano 0,3 ng/mL.
101
GETUG‑AFU 16 – benefício em progressão.
PFS 64 % vs 49 % (HR 0,54) a favor do braço com ADT curta de 6 meses.
102
SPPORT (RTOG 0534) – desenho dos três braços.
1) RT‑R; 2) RT‑R + ADT 4‑6 m; 3) RT‑R + ADT 4‑6 m + RT pélvica 45 Gy.
103
SPPORT – falha livre de progressão (FFP) aos 5 anos.
PBRT 71 % vs PBRT+ADT 81 % vs PBRT+ADT+PLNRT 87 %.
104
SPPORT – implicação prática.
Combinação RT loja + RT pélvica + ADT curta fornece melhor controle sem ↑ toxicidade tardia.
105
SAKK 09/10 – pergunta investigada.
RT‑R 64 Gy vs 70 Gy na loja prostática, sem ADT.
106
SAKK 09/10 – resultado chave.
Sem diferença em FFBP; toxicidade GI ≥ G2 maior com 70 Gy → dose‑escalação não recomendada.
107
EMPIRE‑1 – desenho do estudo de imagem.
Planejamento com imagem convencional vs + PET/CT ¹⁸F‑fluciclovina para guiar RT‑R.
108
EMPIRE‑1 – impacto em falha livre de progressão.
FFS 75 % (PET) vs 63 % (convencional); PET alterou campos em 35 % dos casos.
109
EMPIRE‑1 – mensagem prática.
PET molecular deve ser considerado antes de RT‑R para individualizar volume e boost.
110
RADICALS‑RT – questão comparada.
RT adjuvante imediata ≤ 6 m vs RT de resgate precoce (gatilho PSA ≥ 0,1 ng/mL).
111
RADICALS‑RT – resultado principal.
Nenhuma diferença em falha à distância/metástase; mais toxicidade no braço adjuvante.
112
ARTISTIC – objetivo da meta‑análise.
Consolidar dados de adequação adjuvante vs salvage precoce pós‑PR.
113
ARTISTIC – conclusão.
Equivalência em EFS (HR 0,95); apoia estratégia ‘salvage on demand’.
114
Tempo de ADT recomendado com RT‑R segundo evidências.
Geralmente 4‑6 meses; prolongar para 24 m apenas se PSA pré‑RT > 0,7 ng/mL ou Gleason alto.
115
Importância do campo pélvico na RT‑R.
RT pélvica + ADT curta melhora FFP (SPPORT) em pacientes de risco (Gleason ≥ 8 ou PSADT curto).
116
Mensagem sobre dose‑escalação na loja prostática.
Não acrescenta controle e aumenta toxicidade (SAKK 09/10) – manter 64‑66 Gy.
117
Papel do PET molecular antes da RT‑R.
Muda planejamento em ~30 % e melhora FFS (EMPIRE‑1); PSMA‑PET tende a substituir fluciclovina.