Reto Flashcards

(107 cards)

1
Q

Reto - Epidemiologia:

Que fração dos tumores colorretais o câncer de reto representa?

A

Cerca de 30 % de todos os cânceres colorretais diagnosticados.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
2
Q

Reto - Anatomia

Como o reto é dividido anatomicamente?

A

Reto alto (10‑15 cm),
Reto médio (6‑10 cm)
Reto baixo (0‑5 cm do esfíncter anal).

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
3
Q

Reto - Anatomia

Qual porção do reto é peritonizada?

A

Somente o reto alto; as demais são extraperitoneais.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
4
Q

Reto - Anatomia

Por que tumores de reto médio/baixo recidivam mais localmente?

A

Porque ficam em área extraperitoneal e a fáscia mesorretal pode ficar comprometida.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
5
Q

Reto - Anatomia

O que é o mesorreto?

A

Gordura perirretal que contém vasos e linfonodos; removê‑lo reduz recidiva local.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
6
Q

Reto - Abordagem Cirurgica

Qual técnica cirúrgica se tornou padrão nos anos 1980 e diminui significantemente o risco de recidiva local?

A

Excisão total do mesorreto (TME), que derrubou a recidiva local de 20‑30 % para <10 %.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
7
Q

Reto - Neoajduvante

Qual estudo de 2004 mudou o manejo neoadjuvante?

A

EORTC
Ensaio alemão que mostrou quimiorradioterapia (QTRT) neoadjuvante reduzindo recidiva local (6 % vs 13 %) e aumentando preservação do esfíncter.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
8
Q

Reto - Neoajduvante

Quais os benefícios clássicos da QTRT neoadjuvante?

A

Menos recidiva local, mais chance de cirurgia poupadora de esfíncter, toxicidade aceitável.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
9
Q

Reto - Ajduvante

Quando considerar quimioterapia adjuvante com FOLFOX?

A

Pacientes com doença residual pT3/N+ após neoadjuvância
(estudo ADORE).

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
10
Q

Reto - Neoajduvante

Por que surgiu o conceito de tratamento neoadjuvante total (TNT)?

A

Para tratar micrometástases cedo, melhorar aderência e aumentar resposta patológica completa.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
11
Q

Reto - Neoajduvante

Qual regime do estudo PRODIGE‑23?

A

6 ciclos de FOLFIRINOX → QTRT com capecitabina → cirurgia → +3 m de FOLFOX adjuvante;

**Resultados: **
* pCR 27 % vs 12 %
* +7 % em SLR.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
12
Q

Reto - Neoajduvante

O que o estudo RAPIDO demonstrou?

A

RT curta (5×5 Gy) + quimio pré‑op (CAPOX/FOLFOX) dobrou pCR (28 % vs 14 %) e reduziu metástase à distância em 7 %.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
13
Q

Reto - Neoajduvante

Qual diferença prática entre PRODIGE‑23 e RAPIDO?

A

PRODIGE usa triplet (FOLFIRINOX) em população de risco mais baixo; RAPIDO usa doublet (FOLFOX/CAPOX) em população de alto risco.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
14
Q

Reto - Neoajduvante

O que o estudo STELLAR acrescentou?

A

Mostrou não‑inferioridade da:

1) RT curta + 4 ciclos CAPOX

**vs **

2) QTRT longa, com pCR 21,8 % vs 12,3 %

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
15
Q

Reto - Neoajduvante

Após atualização dos resultados do RAPIDO, qual curso de RT passou a ser preferido?

A

Long course, porque se observou aumento de recidiva local com short course.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
16
Q

Reto - Neoajduvante

O que significa estratégia “Watch & Wait”?

A

Se o paciente atinge resposta clínica completa pós‑TNT, pode‑se vigiar sem operar, preservando o esfíncter.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
17
Q

Reto - Neoajduvante

Qual ensaio apoia o Watch&Wait?

A

OPRA: metade dos pacientes manteve o órgão sem piorar sobrevida;

consolidação (CRT→QT) preservou mais que indução.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
18
Q

Reto - Neoajduvante

Quando a radioterapia pode ser omitida?
(PROSPECT)

A
  • T2N1
  • T3N0
  • T3N1 de baixo risco

Quimio FOLFOX neoadjuvante guiada por resposta evita RT em ≈90 %.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
19
Q

Reto - Neoajduvante

Qual biomarcador já muda conduta no reto?

A

Instabilidade de microssatélites (presente em cerca de 5 a 10% dos pacientes);

Nesses, imunoterapia com dostarlimab pode dispensar QTRT/cirurgia.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
20
Q

Reto - Fatores de risco

Principais fatores de risco tradicionais?

A
  • Idade > 50 a,
  • Dieta rica em carne vermelha/gordura
  • Dieta pobre em fibras
  • Tabagismo,
  • Alcool
  • Doença inflamatória intestinal
  • História familiar,
  • Síndrome de Lynch
  • PAF.
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
21
Q

Reto - Epidemiologia

Qual taxa de recidiva sistêmica persiste mesmo com TME + QTRT?

A

Cerca de 30 %

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
22
Q

Reto

Por que discussão multidisciplinar é mandatória?

A

Para individualizar cirurgia, RT, quimio, preservação de órgão e seguimento – ninguém decide reto sozinho hoje em dia.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
23
Q

Reto - Diagnóstico

Câncer de Reto: Qual a importância do exame digital retal?

A

Permite detecção de lesões em reto inferior, avaliação da fixação tumoral e plano para ressecabilidade.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
24
Q

Reto - Estadiamento

Qual o exame padrão para estadiamento local?

A

Ressonância magnética da pelve com protocolo para câncer de reto.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
25
# Reto - Estadiamento Qual o papel da ecoendoscopia no câncer de reto?
Boa acurácia em lesões iniciais para avaliar invasão parietal (T) e linfonodal (N), especialmente em tumores T1/T2.
26
# Reto - Tratamento Quando está indicado tratamento cirúrgico isolado?
Tumores T1 com baixo risco de invasão linfonodal, margens livres e bem diferenciados.
27
# Reto - Tratamento Quais os benefícios da estratégia TNT?
* Maior taxa de resposta patológica completa (pCR), * controle micrometastático precoce * menor toxicidade cumulativa.
28
# Reto - Tratamento Qual a indicação preferencial da TNT?
Tumores localmente avançados: - T3c/d - T4, - N2 - mesorreto ameaçado) e/ou com alto risco de recidiva.
29
# Reto - Neoadjuvância: Qual estudo validou TNT com indução de QT seguida de CRT?
Estudo PRODIGE 23 (FOLFIRINOX → CRT → cirurgia --> FOLFOX adjuvante), com aumento de pCR (28% vs. 12%) e ganho de SG!!
30
# Reto - Neoadjuvância: Qual estudo validou TNT com CRT seguido de QT?
Estudo OPRA, demonstrando maior preservação de órgão na estratégia de consolidação com QT após CRT.
31
# Reto - Neoadjuvância: Quando considerar vigilância ativa ('watch and wait')?
Pacientes com resposta clínica completa após TNT; vigilância rigorosa com RM e endoscopia.
32
# Reto - Neoadjuvância: Qual o esquema preferencial de quimiorradioterapia?
Capecitabina oral concomitante à radioterapia 50,4 Gy em 28 frações.
33
# Reto - Abordagem Cirúrgica: Quais as margens cirúrgicas ideais no câncer de reto?
Margem circunferencial ≥1 mm e distal ≥1 cm (em tumores sem resposta completa).
34
# Reto - Adjuvância: Qual o papel da quimioterapia adjuvante após TNT e cirurgia?
Controversa; pode ser considerada em pacientes com alto risco (pN+), mas sem evidência definitiva de benefício.
35
# Reto - Biomarcadores Qual a importância da mutação RAS?
Prediz resistência a terapias anti-EGFR como cetuximabe e panitumumabe.
36
# Reto - Biomarcadores Qual o impacto da mutação BRAF V600E?
Pior prognóstico
37
# Reto - Neoadjuvante: Qual a sequência de tratamento no estudo RAPIDO?
RT curto (5x5 Gy) seguido de 18 semanas de FOLFOX4 ou CAPOX, cirurgia, ± QT adjuvante.
38
# Reto - Neoadjuvante: O que mostrou o estudo PRODIGE 23?
Indução com FOLFIRINOX antes de CRT aumentou pCR (28% vs. 12%) e reduziu recidiva à distância.
39
# Reto - Neoadjuvante: Qual foi a população-alvo do estudo RAPIDO?
Pacientes com câncer de reto localmente avançado com risco alto (T4, N2, CRM ameaçado ou EMVI+).
40
# Reto - Neoadjuvante: Qual a intervenção testada no RAPIDO?
RT 5x5 Gy + QT (CAPOX ou FOLFOX4) antes da cirurgia vs. CRT convencional.
41
# Reto - Neoadjuvante: Quais os resultados principais do RAPIDO?
Maior pCR (28% vs. 14%), menor metástase à distância, porém taxa maior de progressão local pré-cirurgia.
42
# Reto - Neoadjuvante: Qual foi a população-alvo do PRODIGE 23?
Tumores localmente avançados (T3-4, N+), com alto risco de recidiva.
43
# Reto - Neoadjuvante: Estudos: Qual a intervenção no PRODIGE 23?
Indução com FOLFIRINOX (6 ciclos) → CRT → cirurgia → QT adjuvante vs. CRT → cirurgia → QT adjuvante.
44
# Reto - Neoadjuvante: Quais os resultados do PRODIGE 23?
pCR 27,8% vs. 12,1%; melhora de sobrevida livre de recorrência (3 anos: 76% vs. 69%). Único com ganho de SG
45
# Reto - Neoadjuvante: Qual foi o desenho do estudo OPRA?
Randomizado fase II: CRT → QT (consolidação) vs. QT → CRT (indução), seguido de cirurgia ou vigilância ativa.
46
# Reto - Neoadjuvante: Quais os achados principais do OPRA?
Maior taxa de preservação de órgão com CRT seguida de QT (53% vs. 41%).
47
# Reto - Neoadjuvante: Quais são os 4 estudos principais em câncer de reto localmente avançado (TNT)?
P P R O PRODIGE, PROSPECT, RAPIDO, OPRA.
48
# Reto Qual UNICO estudo do TNT teve ganho de sobrevida global?
PRODIGE 23.
49
# Reto - Neoadjuvante: Qual foi o objetivo do estudo PROSPECT?
Avaliar se pacientes poderiam ser poupados de radioterapia.
50
# Reto - Neoadjuvante: Quais critérios de inclusão do PROSPECT?
T3N0, T3N1, T2N+ com até 3 linfonodos positivos.
51
# Reto - Neoadjuvante: Qual estudo incluiu pacientes de altíssimo risco?
RAPIDO.
52
# Reto - Neoadjuvante: Quais os critérios de inclusão do RAPIDO?
* T4, * N2, * linfonodos laterais, * invasão extramural, * fáscia mesorretal positiva.
53
# Reto - Neoadjuvante: Qual a sequência ideal no OPRA para preservação?
Consolidação: quimiorradioterapia seguida de quimioterapia.
54
# Reto - Neoadjuvante: Qual ganho o OPRA demonstrou?
Maior taxa de preservação de órgão, sem impacto em sobrevida.
55
# Reto - Seguimento Quais exames são usados para vigilância em NOM?
Toque retal, RNM de pelve, retoscopia.
56
# Reto - Neoadjuvante: Em quais casos o RAPIDO pode ser útil na prática?
Tumores metastáticos ou sintomáticos.
57
# Reto - Neoadjuvante: Qual estudo avaliou imunoterapia com dostarlimabe?
Estudo fase II com pacientes dMMR.
58
# Reto - Neoadjuvante: Qual foi a taxa de resposta clínica no estudo com dostarlimabe?
100% dos 12 primeiros pacientes.
59
# Reto - Neoadjuvante: Quantos pacientes tiveram eventos adversos graves com dostarlimabe?
Nenhum.
60
# Reto - Neoadjuvante: Quais pacientes são elegíveis para dostarlimabe?
Estágio II/III com dMMR, sem tratamento prévio.
61
# Reto - Neoadjuvante: Qual é o mecanismo de ação do dostarlimabe?
Bloqueio de PD-1 em tumores com alta carga mutacional.
62
# Reto - Neoadjuvante: O que mostrou o estudo Watanabe (ASCO GI 2025)?
ctDNA negativo após TNT associa-se a maior taxa de resposta clínica e patológica.
63
# Reto - Neoadjuvante: Quais foram os desfechos do ctDNA negativo pós-TNT?
78,9% cCR, 100% pCR, 100% NOM.
64
# Reto - Neoadjuvante: O que fazer com pacientes com ctDNA positivo pós-TNT?
Indicar cirurgia, pois pCR é improvável.
65
# Reto - Epidemiologia Qual a posição do câncer de reto entre os tumores mais incidentes no mundo, em separado ao cólon?
O câncer de reto isoladamente ocupa a **8ª posição** entre os mais incidentes no mundo 🌍 | (dados Globocan 2020).
66
# Reto - Epidemiologia Qual a porcentagem do câncer colorretal que o câncer de reto representa?
30% dos cânceres colorretais.
67
# Reto - Epidemiologia Por que o reto distal tem maior risco de recidiva local?
Por não ser peritonizado e estar próximo ao esfíncter.
68
# Reto - Anatomia O que é o mesorreto?
Gordura que contém vasos e linfonodos, removida na TME.
69
# Reto - Neoadjuvante: O que demonstrou o estudo alemão de 2004 sobre QRT neoadjuvante?
Menor recidiva local (6% vs 13%) e mais preservação de esfíncter.
70
# Reto - Neoadjuvante: Qual foi a mudança no uso de QRT após o estudo alemão?
Tornou-se padrão em tumores localmente avançados.
71
# Reto - Adjuvante: O que mostrou o estudo ADORE (2019)?
FOLFOX teve benefício em SLD em pT3N+, sem ganho em SG.
72
# Reto - Neoadjuvante: O que mostrou o estudo RAPIDO?
Short course RT + QT pré-op aumentou pCR (28% vs 14%) e reduziu metástasea distância.
73
# Reto - Neoadjuvante: O que mostrou o estudo STELLAR?
TNT com RT curta + CAPOX teve SLD e SG melhores que RQT convencional.
74
# Reto - Neoadjuvante: Por que a consolidação é preferida à indução?
Maior taxa de preservação de órgão.
75
# Reto - Neoadjuvante: O que mostrou o estudo OPRA?
TNT com consolidação teve maior preservação de órgão (53% vs 41%).
76
# Reto - Neoadjuvante: Quais são os critérios para Watch and Wait?
Resposta clínica completa ao TNT, avaliada por toque, RNM e retoscopia.
77
# Reto - Neoadjuvante: O que mostrou o estudo PROSPECT?
FOLFOX neoadjuvante guiado por resposta evitou RT em 90% dos casos.
78
# Reto - Neoadjuvante: Em que casos se pode considerar omitir a RT?
Tumores T2N1, T3N0, T3N1 elegíveis para cirurgia preservadora.
79
Qual imunoterápico se mostrou eficaz em MSI-H no reto?
Dostarlimabe.
80
# Reto - Diagnóstico: Por que deve-se fazer colonoscopia completa em pacientes com tumor de reto?
Para descartar tumor sincrônico em cólon.
81
# Reto - Tratamento Quais tumores de reto vão direto para cirurgia como os de cólon?
Tumores localizados no reto alto.
82
# Reto - Tratamento: O que fazer com tumores localizados no reto médio ou inferior?
Encaminhar para tumor board e discutir neoadjuvância.
83
# Reto - Diagnóstico: O que a RNM de pelve avalia no câncer de reto?
Invasão T, linfonodos, e a relação do tumor com a fáscia mesorretal.
84
# Reto O que indica risco aumentado de recorrência local no câncer de reto?
Invasão da fáscia mesorretal, margens ameaçadas ou N+.
85
# Reto - Adjuvância: Quais fatores de risco orientam a adição de QRT adjuvante após cirurgia?
Margem positiva, perfuração tumoral, TME incompleta, depósito extranodal.
86
# Reto - Estadiamento O que é Tis em câncer colorretal?
Carcinoma in situ, limitado à lâmina própria, sem invasão da muscularis mucosae.
87
# Reto - Estadiamento O que define um tumor T1?
Invasão da submucosa.
88
# Reto - Estadiamento O que define um tumor T2?
Invasão da muscularis própria.
89
# Reto - Estadiamento O que define um tumor T3?
Invasão além da muscularis própria em direção ao tecido pericolorretal.
90
# Reto - Estadiamento O que define um tumor T4a?
Invasão do peritônio visceral.
91
# Reto - Estadiamento O que define um tumor T4b?
Invasão direta de órgãos ou estruturas adjacentes.
92
# Reto - Estadiamento O que é N1?
1 a 3 linfonodos regionais positivos ou presença de depósitos tumorais.
93
# Reto - Estadiamento O que é N1a?
1 linfonodo positivo.
94
# Reto - Estadiamento O que é N1b?
2 a 3 linfonodos positivos.
95
# Reto - Estadiamento O que é N1c?
Depósitos tumorais sem linfonodos positivos.
96
# Reto - Estadiamento O que é N2a?
4 a 6 linfonodos positivos.
97
# Reto - Estadiamento O que é N2b?
7 ou mais linfonodos positivos.
98
# Reto - Estadiamento O que é M1a?
Metástase em um único local ou órgão, sem peritônio.
99
# Reto - Estadiamento O que é M1b?
Metástase em dois ou mais locais/órgãos, sem peritônio.
100
# Reto - Estadiamento O que é M1c?
Metástase peritoneal isolada ou com outros locais.
101
# Reto - Estadiamento Qual é o estadiamento para T1–T2, N0, M0?
Estágio I.
102
# Reto - Estadiamento Qual é o estadiamento para T3, N0, M0?
Estágio IIA.
103
# Reto - Estadiamento Qual é o estadiamento para T4a, N0, M0?
Estágio IIB.
104
# Reto - Estadiamento Qual é o estadiamento para T4b, N0, M0?
Estágio IIC.
105
# Reto - Estadiamento Qual é o estadiamento para T1–T2, N1/N1c, M0?
Estágio IIIA.
106
# Reto - Estadiamento Qual é o estadiamento para T3–T4a, N1/N1c, M0?
Estágio IIIB.
107
# Reto - Estadiamento Qual é o estadiamento para T3–T4a, N2a/b, M0 ou T1–T2, N2b, M0?
Estágio IIIC.