Esôfago Flashcards

(110 cards)

1
Q

Esôfago cervical: a partir de _____ cm da ADS

A

15 cm

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Q

Esôfago torácico: a partir de _____ cm da ADS

A

20 cm

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Q

JEG: a partir de _____ cm da ADS

A

40 cm

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4
Q

Esfíncter esofagiano superior é composto pelo músculo:

A

Cricofaringeo

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5
Q

🚨Local e limites do divertículo de zenker

A

Trígono de Kilian (posterior)
* inferior: músculo cricofaringeo (fibras horizontais - EES)
* laterais: músculos tireofaringeos (fibras oblíquas)

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6
Q

Constrições fisiológicas do esôfago

A

1) arco da aorta
2) brônquio fonte esquerdo
3) hiato diafragmático

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7
Q

Artéria que irriga esôfago cervical

A

Artéria tireoidea inferior
(Vem do tronco braquiocefalico)

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8
Q

Artéria que irriga esôfago torácico

A

Ramos da aorta e artérias brônquicas

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9
Q

Artéria que irriga esôfago abdominal

A

Gástrica esquerda e artérias frênicas

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10
Q

Veia que drena o esôfago cervical

A

Veia tireoidea inferior

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11
Q

🚨Veias que drenam o esôfago torácico

A

Sistema ázigos (hemiazigos, hemiazigos acessória, ázigos) —> VCS

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12
Q

Veias que drenam o esôfago abdominal

A

Veia gástrica esquerda (varizes esofágicas) e veias frênicas

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13
Q

🚨Localização da veia ÁZIGOS

A

Direita
Localização Posterior —> anterior

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14
Q

🚨Localização da veia HEMIÁZIGOS

A

Esquerda (INFERIOR)

Depois vai pra direita drenar pra ázigos

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15
Q

🚨Localização da veia HEMIÁZIGOS ACESSÓRIA

A

Esquerda (SUPERIOR)

Depois vai pra direita drenar pra ázigos

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16
Q

Ducto torácico direito drena para _____

A

Subclávia direita

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17
Q

Ducto torácico drena para _____

A

Subclávia esquerda

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18
Q

🚨Nervo vago DIREITO inerva esôfago ____________

A

POSTERIOR
(Consoante com consoante)

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19
Q

🚨Nervo vago ESQUERDO inerva esôfago ____________

A

ANTERIOR
(Vogal com vogal)

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20
Q

Acesso cirúrgico aos 2/3 superiores do esôfago

A

Toracotomia postero-lateral DIREITA

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21
Q

Acesso cirúrgico ao 1/3 inferior do esôfago

A

Toracotomia posterolateral ESQUERDA

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22
Q

Variáveis do escore de Eckhardt

A

Perda de peso (não, <5, 5-10, > 10)
Disfagia*
Dor retroesternal*
Regurgitação*

  • nao (0) ocasional (1), diário (2), cada refeição (3)
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23
Q

Exame padrão ouro para acalasia

A

MANOMETRIA ESOFÁGICA

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24
Q

Achados de manometria na acalasia

A
  1. Peristalse simultânea (confusa) ou aperistalse
  2. EEI hipertônico
  3. Não relaxamento (principalmente do EEI)
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25
🚨 Achados de esôfagograma na acalasia
SINAL DO BICO DE PÁSSARO/CHAMA DE VELA
26
🚨Acalasia: classificação de Mascarenhas
GRAUS I: ate 4 cm II: 4-7 cm III: 7-10 cm IV: > 10 cm
27
🚨Acalasia: classificação de Rezende
Grupos I: ausência de dilatação, esvaziamento lento, pequena retenção de contraste II: dilatação leve-moderada com ondas terciárias frequentes III: dilatação moderada-acentuada, com acinesia total do esôfago, grande retenção de contraste, bico de pássaro IV: dolicomegaesofago
28
🚨 Acalasia: tratamento para grau I ou alto risco
MEDICAÇÃO (nitrato, antagonista de cálcio, sildenafil, botox) ou dilatação EDA (DE PREFERÊNCIA
29
🚨 Acalasia: tratamento para grau II-III
Heller ou POEM
30
🚨 Acalasia: tratamento para grau IV
Esofagectomia transhiatal
31
Fundoplicatura de Nissen
360 graus
32
Fundoplicaturas anteriores
DOR TOTAL Dor (180) Thal (90) Pinotti (3 planos)
33
Fundoplicaturas posteriores
TOPETE LINDO Toupet (180) Lind (240-270)
34
Classificação de Acalasia: Chicago
Acalasia = IRP > 15mmHg (índice de tensão do EEI) Tipo I (Clássica): 100% de falha de peristaltismo Tipo II: pressurização pan esofágica Tipo III (espástica ou vigorosa): contrações espásticas. MELHOR P/ POEM
35
🚨Espasmo esofageano difuso: achado na esofagomanometria
Esôfago em saca rolhas
36
O que é disfagia lusória?
anormalidade da artéria subclávia direita que provoca disfagia por passar por trás do esofago
37
🚨 Divertículo de Zenker é…?
Herniação da mucosa e submucosa pela muscular do triângulo de Killian (pseudodivertículo de PULSÃO)
38
Tratamento do divertículo de Zenker
< 2cm: miotomia endoscópica do cricofaríngeo > 2cm: miotomia + pexia ou diverticulectomia > 3 cm: septotomia/septoplastia endoscópica
39
O que é divertículo de Laimer?
DIVERTÍCULO DE PULSÃO (aumento e pressão) abaixo do cricofaringeo trígono de Laimer (posterior) superior: cricofaringeo inferior: fibras longitudinais do esofago
40
O que é divertículo de Killian-Jamieson?
Lateral e mais anterior ao cricofaringeo Divertículo de pulsão
41
O que é divertículo epifrênico?
divertículo de pulsão bem acima do diafragma. EEI com hipertonia (acalasia, estenose peptica)
42
O que é divertículo médio-esofágico?
divertículo de tração (o único) linfonodos inflamatorios mediastinais (CA, TB, bacteria) que puxam o esofago
43
🚨 TUMOR BENIGNO MAIS COMUM DO ESÔFAGO
LEIOMIOMA (abaula mucosa, + distal)
44
🚨 DIAGNÓSTICO DE TUMOR BENIGNO DO ESÔFAGO
USG EDA --> não fazer biópsia!, causa aderências e atrapalha enucleação
45
TRATAMENTO DE TUMOR BENIGNO DO ESÔFAGO
conservador se assintomático, < 2 cm, alto risco p/ paciente cirurgia: enucleação
46
🚨 DRGE: diagnóstico/conduta se sintomas típicos
PROVA TERAPÊUTICA COM IBP 4-8 SEMANAS se falha, dobra dose na segunda semana
47
🚨 DRGE: diagnóstico se sintomas atípicos (padrão=ouro)
PHMETRIA 24H (PADRÃO OURO)
48
🚨 DRGE: indicações para endoscopia
SINAIS DE ALARME idade > 40 anos anemia, perda de peso icterícia massa palpavel odinofagia, disfagia
49
DRGE: critérios confirmatórios na endoscopia
esofagite graus B, C e D de los angeles estenose péptica esofago de barrett úlcera esofágica
50
🚨 DRGE: INDICAÇÕES PARA TRATAMENTO CIRÚRGICO
refratário a IBP recorrente: não vive sem IBP complicação de DRGE: estenose e úlcera ** Discutível: Barrett (alguns operam apenas se Barrett longo, > 3cm de extensão)
51
🚨 DRGE: EXAMES PRÉ-OPERATÓRIOS
PH METRIA ou endoscopia com achados confirmatórios MANOMETRIA para escolha da técnica
52
🚨 DRGE: TÉCNICA CIRÚRGICA
manometria normal → FUNDOPLICATURA A NISSEN (TOTAL) manometria anormal → FUNDOPLICATURA PARCIAL
53
DRGE: conduta se estenose péptica
se estenose péptica: dilatação por EDA antes e depois fundoplicatura
54
PACIENTES QUE RESPONDEM BEM AO TRATAMENTO CIRÚRGICO DE DRGE
homem sintomas TÍPICOS refluxo ácido responde aos IBPs presença de hérnia de hiato (já corrige)
55
HÉRNIA DE HIATO TIPO I
DESLIZAMENTO JEG herniada, fundo normal mais comum!!!
56
HÉRNIA DE HIATO TIPO II
ROLAMENTO JEG NORMAL E FUNDO GÁSTRICO HERNIADO mais perigosa pois comprime vascularização da JEG
57
HÉRNIA DE HIATO TIPO III
MISTA JEG e fundo gástrico herniado
58
HÉRNIA DE HIATO TIPO IV
COMPLEXA outras vísceras herniadas
59
🚨 INDICAÇÕES DE CIRURGIA PARA HÉRNIA DE HIATO
TIPO I: conservador. operar apenas se indicação de fundoplicatura OUTROS: cirúrgico se grande e/ou sintomática Se assintomática mas volumosa → questionável se > 60 anos (maior risco cirúrgico) SE EVOLUIR COM ÚLCERA GÁSTRICA
60
HÉRNIA DE HIATO: TÉCNICA CIRÚRGICA
hiatoplastia + fundoplicatura se > 5 cm = tela
61
🚨 O QUE É ESÔFAGO DE BARRETT?
metaplasia intestinal (epitélio escamoso → cilíndrico) por agressão crônica pode haver transformação maligna para adenocarcinoma de esofago
62
🚨 DIAGNÓSTICO DE ESÔFAGO DE BARRETT
suspeita → EDA (epitelio vermelho salmão) CONFIRMAÇÃO POR BIÓPSIA!!! EDA NÃO DIAGNOSTICA
63
CLASSIFICAÇÃO DE ESÔFAGO DE BARRETT
curto: < 3 cm de extensão → tendência a apenas tratamento medicamentoso longo: > 3 cm de extensão → tendencia a operar
64
🚨 BARRETT: CONDUTA SE AUSÊNCIA DE DISPLASIA
EDA 3-5 ANOS
65
🚨 BARRETT: CONDUTA SE DISPLASIA DE BAIXO GRAU
TERAPIA ENDOSCÓPICA EDA 6-12 MESES
66
🚨 BARRETT: CONDUTA SE DISPLASIA ALTO GRAU
RESSECÇÃO ENDOSCÓPICA DA >> MUCOSA << + ABLAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA
67
🚨 BARRETT: CONDUTA SE ADENOCARCINOMA INVASIVO
ESOFAGECTOMIA
68
🚨 BARRETT: TÉCNICA CIRÚRGICA
FUNDOPLICATURA para tentar reverter
69
🚨 CA DE ESÔFAGO: MELHOR EXAME PARA ESTADIAMENTO
USG EDA
70
🚨 CA DE ESÔFAGO: EXAMES PARA ESTADIAMENTO
USG EDA TCs PET SE SUSPEITA DE MTX A DISTÂNCIA LARINGOSCOPIA (SE ALTO) OU BRONCOSCOPIA (SE MÉDIO) --> avaliar invasão de via aérea
71
🚨 CA DE ESÔFAGO: ESTADIAMENTO T1a
MUCOSA TTO EDA
72
🚨 CA DE ESÔFAGO: ESTADIAMENTO T1b
SUBMUCOSA
73
🚨 CA DE ESÔFAGO: ESTADIAMENTO T2
MUSCULAR
74
🚨 CA DE ESÔFAGO: ESTADIAMENTO T3
ADVENTÍCIA
75
🚨 CA DE ESÔFAGO: ESTADIAMENTO T4a
ADJACENTES RESSECÁVEIS (pleura, pericárdio, diafragma)
76
🚨 CA DE ESÔFAGO: ESTADIAMENTO T4b
ADJACENTES IRRESSECÁVEIS (AORTA, CORPO VERTEBRAL, TRAQUEIA) ÚNICO SEM TTO CIRÚRGICO
77
🚨 CA DE ESÔFAGO: CRITÉRIOS PARA ABLAÇÃO ENDOSCÓPICA (6)
- T in situ ou T1a (mucosa) - N0 + M0 - máximo 2 cm - máximo < ⅓ circunferencia do esofago - moderadamente ou bem diferenciada - ausência de invasão angiolinfática **** no CEC considera apenas T1a. no adenocarcinoma pode considerar T1b SM1 (⅓ superficial da camada submucosa)
78
🚨 CA DE ESÔFAGO: QUANDO FAZER CIRURGIA UPFRONT? (4)
- T1b ou T2 (submucosa/muscular) - N0 + M0 - < 3 cm - bem diferenciado
79
🚨 CA DE ESÔFAGO: QUANDO FAZER NEOADJUVÂNCIA? (4)
- >= T3 - >= 3 CM - linfonodo positivo - tumor indiferenciado
80
🚨 CA DE ESÔFAGO: QUANDO FAZER QT/RT APENAS? (3)
- T4b - esôfago cervical (15-20cm da ADS) - performance status ruim
81
🚨 QT/RT PARA CEC/ADENOCARCINOMA DE ESÔFAGO?
ESTUDO CROSS (CLÁSSICO) 4-5 ciclos QT/RT → re-estadiar → cirurgia apenas * se perto do estômago, FLOT (QT antes e depois da cirurgia)
82
NA ESOFAGECTOMIA A MCKEOWN, QUAL ARTÉRIA É PRESERVADA?
preserva artéria gastroepiploica direita
83
🚨 TRÍADE DA SÍNDROME DE BOERHAAVE?
TRÍADE DE MACKLER: VÔMITOS DE REPETIÇÃO, DOR TORÁCICA E ENFISEMA SUBCUTÂNEO
84
🚨 DIAGNÓSTICO DA PERFURAÇÃO ESOFÁGICA
PADRÃO OURO: ESOFAGOGRAMA BARITADO TC COM CONTRASTE ORAL LARINGOSCOPIA ENDOSCOPIA *FAZER TUDO
85
🚨 CONDUTA DE PERFURAÇÃO ESOFÁGICA (4)
1) ATB AMPLO + ANTIFÚNGICO 2) CIRURGIA ==== < 24h: rafia em dois planos + patch de omento ==== > 24h: esofagostomia cervical ==== se limitação cirúrgica ou pequena perfuração: stent por eda 3) DRENAGEM DA CAVIDADE --- dreno de torax bilateral + toracoscopia ou toracotomia 4) GTT ou JJT
86
🚨 VÍNCULO MENTAL DO ANEL DE SCHATZKI
steakhouse syndrome → entalo após alimento sólido associação com hérnia de hiato/DRGE
87
🚨 TRÍADE DA SÍNDROME DE PLUMMER-VINSON
anemia ferropriva + membrana esofágica + disfagia
88
TRATAMENTO DE ANEL/MEMBRANA ESOFÁGICA
dilatação endoscópica + IBP
89
EDA DA ESOFAGITE EOSINOFÍLICA
TRAQUEIZAÇÃO DO ESÔFAGO (múltiplos anéis)
90
TRATAMENTO DA ESOFAGITE EOSINOFÍLICA (3)
retirar gatilhos alimentares (leite, ovos, soja, trigo) IBP (teste por 8 semanas. crônico se responder bem) corticoide tópico spray (deglutir)
91
🚨 ESOFAGITE CÁUSTICA POR ÁCIDOS
necrose de COAGULAÇÃO principal órgão lesionado: ESTÔMAGO (não tem base) lesões menos profundas, com acometimento maior em extensão
92
🚨 ESOFAGITE CÁUSTICA POR ALCALINOS
necrose de LIQUEFAÇÃO principal órgão lesionado: ESÔFAGO (não tem ácido) lesões mais profundas
93
🚨 DIAGNÓSTICO DE ESOFAGITE CÁUSTICA
TC DE TÓRAX E ABDOME EDA EM ATÉ 24-48H (contraindicado se perfuração)
94
🚨 ESOFAGITE CÁUSTICA: CLASSIFICAÇÃO DE ZARGAR
grau 0: normal grau 1: edema e hiperemia grau 2a: erosões superficiais, sangramento, exsudato grau 2b: úlcera profunda ou circunferencial (a partir daqui é alto grau) grau 3a: necrose focal grau 3b: necrose extensa
95
Exame diagnóstico do divertículo de Zenker
ESOFAGOGRAMA BARITADO
96
PRINCIPAL CAUSA DE ACALASIA
IDIOPÁTICO
97
MELHOR INDICAÇÃO PARA POEM
CHICAGO TIPO III (ESPÁSTICA)
98
DESVANTAGEM DA POEM
RISCO DE REFLUXO (não faz fundoplicatura)
99
ETIOLOGIA DO DIVERTÍCULO DE ZENKER
HIPERTONIA DO CRICOFARÍNGEO (PULSÃO) IDOSOS
100
EXAME DIAGNÓSTICO DE PERFURAÇÃO ESOFÁGICA
MELHOR EXAME: RX OU **TC** COM CONTRASTE ORAL INSOLÚVEL LARINGOSCOPIA/ENDOSCOPIA
101
TRATAMENTO DE PERFURAÇÃO ESOFÁGICA - GERAL (3)
1. ATB + ANTIFÚNGICO + IBP 2. SUPORTE NUTRICIONAL (SNE se possível/GTT/NPT) 3. CONTROLE DA PERFURAÇÃO (cirurgia/EDA)
102
🚨 ESOFAGITE CÁUSTICA: TRATAMENTO - Geral
1. DIETA ZERO 2. ATB SE SUSPEITA DE PERFURAÇÃO PROIBIDO LAVAGEM GÁSTRICA PODE PASSAR SNE!
103
🚨 ESOFAGITE CÁUSTICA: TRATAMENTO - Baixo grau
(0-2a): dieta líquida após EDA e progredir
104
🚨 ESOFAGITE CÁUSTICA: TRATAMENTO - Alto grau
(2b-3a): dieta zero até 48h e depois dieta líquida. se não tolerar, enteral ou NPT
105
🚨 ESOFAGITE CÁUSTICA: TRATAMENTO - Necrose extensa/perfuração
3b (necrose extensa) ou perfuração: cirurgia (reparo primário ou esofagogastrectomia)
106
TRATAMENTO DE PERFURAÇÃO ESOFÁGICA se > 24h, sepse ou esôfago torácico
Cirurgia (esofagostomia, drenagem ampla mediastinal e tórax +/- VATS ou toracotomia)
107
TRATAMENTO DE PERFURAÇÃO ESOFÁGICA se < 24h, sem sepse ou esôfago abdominal
==> EDA (clipes < 2 cm ou stent > 2cm e/ou inflamado) ==> Rafia em 2 planos + retalho de pleura
108
PRINCIPAL COMPLICAÇÃO DO DIVERTÍCULO DE ZENKER
PNEUMONIA BRONCOASPIRATIVA (pode evoluir c/ abscesso pulmonar)
109
Local mais comum do CEC de esôfago
Esôfago médio
110
Artéria que irriga o tubo gástrico
Gastroepiploica direita