Três etiologia de apêndice agudo. Prevalência em crianças e adultos.
Hiperplasia linfoide - criança
Ficalito - adulto
Estase
Parasita
Tumor
Sinais semiológicos na apendicite, descreva: blumberg, rovsing, obturador e psoas
blumberg: descompressão brusca dolorosa em FID
rovsing: dor em fid com palpação de fie
obturador: dor a rotação interna da coxa direita flexionada
psoas: em decúbito lateral esquerdo dor a extensão+ abdução do mid
5 F que são fatores de risco para colelitiase
Feminino
Fértil
Familiar
Fat (obesidade)
Forty (mais de 40a)
Composição dos cálculos biliares
80% colesterol
10% pigmentares - pensar em doença hemolítica ou cirrose
Indicação de colecistectomia eletiva por colelitiase
Sintomático: todos
Assintomático :
Drenagem anômala
Vesícula em porcelana
Adenoma , pólipos
Cálculo >3cm
Doença hemolítica , anemia Falciforme
By pass gástrico
< 50anos
Dm2, npt prolongada
Micro cálculos - lama biliar: qual a clínica, como diagnosticar
Clínica: clica bilhar, dor epigástrica em faixa; não aparece no usg
Dx: usg endoscópio, colecistografia/ DISIDA, análise da bile
Cinco sinais de colecistite aguda no usg
Espessamento >4mm
Edema de parede
Murphy ultrassonográfico
Cálculo impactado
Parede denominada
Edema líquido prrivesicular
Quais critérios de tokyo para classificação de colecistite aguda -leve, moderada, grave)
Leve: nenhum critério
Moderada : leuco >18k, massa palpável, duração >72h, complicações locais
Grave : disfunção orgânica (hipotensão, ira, rnc, coagulopatia, irpa)
Quando suspeitar de coleti enfisematosa
Idoso, dm2, demora para atendimento
Clostridium, crepitação da parede, hemólise (bilirrubina indireta)
O que é a visão crítica de strasberg
1 limpeza do triângulo hepaticistico
2 porção distal do platô cístico exposta
3 apenas duas estruturas entrando na vesícula
Pretores de dificuldade na colecistectomia
Colecistite aguda
Colecistite crônica recorrente
Obesidade
Masculino
Cirrose
Espessamento de parede , vesícula escleroatrofica
Episódios de coledocolitiase
Procedimento de resgate em colecistectomia difícil - bail out
Abortar
Converter
Fundo cística
Colecistostomia
Colecistectomia parcial
Principal fator de risco para lesão de via biliar
Mas visualização/ confundir estruturas 97%
* principal causa: iatrogenica (ligadura de colédoco)
O que é tríade de Riegler
Achado de imagem que indica biliar
- Aerobilia
- Cálculo visível
- Distensão abdominal
Padrão da icterícia na coleira do coledocolitiase
Flutuante
Principais complicações da coledocolitiase
Pancreatite
Colangite
Principais fatores de alto risco da ASGE para coledocolitiase
Quando indicar ColangioRNM em um quadro de obstrução de via biliar
Dúvida diagnóstico/ pra editores moderados de coledocolitiase
Preditores de falha da CPRE na coledocolitiase
Cálculo >2cm
Múltiplos cálculos /intra hepático
Cirurgia / abordagem prévia
A partir de quantos anos após colecistectomia considera um cálculo primário de colédoco?
2anos
Componentes da tríade de Charcot e pentade de Reynolds
Charcot: febre, dor em hcd e icterícia
Reynolds: Charcot + hipotensão e confusão mental
Critérios de tokyo para Colangite aguda
A- sistema de informação: febre >38, calafrio, leucócitos
B- colestase: bilirrubina >2, tgo, tgp, fa, ggt elevadas
C- imagem compatível: dilatação VB, etiologia visível
*a+b+c: colangite ag
2/3: provável
Quais critérios de tokyo para classificação de Colangite aguda -leve, moderada, grave)
Leve: sem critério
Moderada :
leuco >12k ou <4k
Febre >39
Idade > 75
Bt >5
Hipoalbuminemia
Grave:
Disfunção orgânica
Cardio: Dva/ neuro: rnc/ renal: cr> 2
Hepática: inr >1,5
Pulmonar, coagulopatia
Tto colangite aguda
Leve: atb, suporte, drenagem em 24/48h
Moderada : atb, suporte, drenagem imediata
Grave: atb, UTI, drenagem IMEDIATA