Vascular Flashcards

(96 cards)

1
Q

Critérios para reparo endovascular de AAA

A

Colo infrarrenal > 1,5cm
Colo ilíaco 1,5cm
Diâmetro do colo < 3,1cm
Angulacao do colo < 60º
Acesso pérvio de ilíacas e femorais

Esse tipo de abordagem é favorecido em pacientes graves e idoso. As maiores desvantagens são o controle anual com TC (caro, alto índice de radiação), o uso de contraste iodado, o custo elevado e o risco de re-intervenções devido a endoleak . Essas desvantagens são contrapostas pela vantagem de menor mortalidade na mesma internação

Em casos de colo curto < 1,5cm, dilatado > 3,1cm ou muito angulado > 60º, pode considerar próteses fenestradas ou ramificadas ou correção aberta

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2
Q

Rastreamento de AAA

A

Us de abdome / aorta e ilíacas com Doppler para Homens > 65 anos
Não há recomendação para mulheres

Se normal, não há indicação de repetir

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3
Q

Formas de aneurisma e associação

A

Sacular: associado a doenças inflamatórias (vasculites/ micoticos) . Sempre indicação de cirurgia (alta chance de ruptura)

Fusiforme: degeneração aterosclerotica (com a idade)

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4
Q

Indicação de cirurgia eletiva de correção de AAA (aneurisma de aorta abdominal)

A

Assintomáticos homens > 5,5cm

Assintomático mulheres > 5cm

Assintomáticos e saculares

De diâmetros inferiores, US anual ou semestral (de diâmetro próximo ao cirúrgico)

Sinais de instabilidade:
Crescimento de 0,5cm em 6 meses ou 1cm em 12 meses

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5
Q

Quais FR para rotura de aneurismas de aorta

A

Sexo feminino
Diâmetro
Taxa de crescimento
Sacular
Dpoc
Tabagismo ativo
Has não controlada

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6
Q

Quais FR para desenvolvimento de aneurisma de aorta abdominal

A

Sexo masculino
Idade
Tabagismo
Presença de outros aneurismas
História familiar
Aterosclerose
Dlp
Has

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7
Q

Endoleak tipo 1 e tto

A

Tipo1: vazamento na extremidade da prótese
-1a: proximal
-1b: distal

tem que operar

Tto extensão proximal ou distal da endoprotese

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8
Q

Endoleak Tipo 2

A

Vazamento por refluxo de artérias (75%)
-2a: mesenterica inferior
-2b: artérias lombares

Não está associado a pressurização do saco aneurismatico
Em geral, tto conservador
O tto cirúrgico fica reservado para os casos de crescimento, e o tratamento consiste em embolização do ramo responsável pelo endoleak ou sua ligadura seletiva

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9
Q

Endoleak tipo3

A

Vazamento na conexão de próteses
-3a: por desconexão
-3b: por fratura do stent ou rasgos no tecido

Tto é o posicionamento de outra prótese para conectar os segmentos desconectados ou para cobrir a área de rasgo/fratura de stent

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10
Q

Endoleak tipo 4

A

Vazamento por poros

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11
Q

Endoleak tipo 5

A

Endotensao
Crescimento do saco aneurismatico sem endoleak visível a tomografia

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12
Q

Escore MESS

A

avalia 4 fatores: grau de severidade do sistema musculoesquelético, a severidade e duração da isquemia, severidade do choque hipovolemico e a idade do paciente

1) Grupo de lesões esqueléticas e de partes moles
- baixa energia: ferida cortante, fx simples fechada, projetil de arma de fogo de pequeno calibre (1pts)
- média energia: fx multiplas e expostas, luxação, lesão por esmagamento moderada (2pts)
- alta energia: explosão por arma de fogo, ferida de arma de fogo alta velocidade (3pts)
- esmagamento maciço: queda de arvore, soterramento, acidente de trem (4pts)

2) Grupo de choque
- hemodinâmicamente normotenso: pressão estável (0pts)
- hipotensão transitória: pressão instável, mas respondendo a infusao intravenosa de líquido (1pts)
- hipotensão prolongada: PAS < 90 e repondendo a expansão somente na sala de emergência (2pts)

3) Grupo isquêmico
- pulso normal e ausência de isquemia (0pts)
- pulso diminuído e ausência de isquemia (1pt)
- sem pulso por doppler, enchimento capilar lento, parestesia, algum grau de paresia (2pts)
- sem pulso, membro frio, paralisado e entorpecido, sem prenenchimento capilar (3pts)

4) Idade
- < 30 anos (0pts)
- 30-50 anos (1pt)
- > 50 anos (2pts)

Score 7-12 indicam amputação

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13
Q

TVP
- sinais
- tto

A

proximal: ilíacas, femorais e poplíteas
distal: pernas

sinal de ollow: dor à compressão da mm da panturilha
bancroft: dor à compressao da mm da panturrilha contra superfície óssea
holmans: dor à dorsiflexão do pé
pratt: dilatação das veias superficiais
bandeira: empastamento de panturrilhas
lowenberg: dor à compressão da panturrilha com um esfingnomanômetro

escore wells (probabilidade pre teste)
2 ou mais pts: provavel -> doppler
1 pt: d dimero (normal exclui)

se doppler inconclusivo: repweetir em 24/48h ou venotomografia

achado patgnomonico: imcompressibilidade da veia no modo B do doppler

tto
- meias alta compressão até 24h após o dx (evitar e tto sind pos trombotica)
- deambulação precoce após controle de dor
- repouso
- elevação de membros
- anticoagulação
» só inicia se dx confirmado
» causa desencadeante e sem complicação: 3 a 6 meses
» sem causa aparente: 6 meses - indefinidamente
» neoplasia, qt, trombofilias: indefinidamente

Complicações
- flegmasia»_space; trombectomia ou fibrinolise local e/ou fasciotomia

Anticoagulação parenteral
- enoxaparina: uso em gestante, acao anti inflamatória, AntiXa
- HNF: uso em gestante e DRC, BIC, Anti Xa e trombina, rapido desmame
- fondaparinux: inib seletivo do anti Xa, alernativa para trombocitopenia induzida por heparina

Anticoagulação oral (nenhum indicado em gestante)
- Varfarina: antag vit K, SAAF, FA valvar, permitido na amamentação
- Rivarox: inib fator Xa, sem ponte com heparina, prevenção de tvp em paciente com artroplastia de joelho e quadril (10mg/dia), AAS + rivarox em pacientes com oclusão arterial perfiférica (2,5mg BID), CI em CHILD B e C e clerance de creat baixo
- apixabana: inibidor Xa, ideal para DRC, tambem metab hepatica, menor risco de sangramento
- Dabigatran: inib trombina, ponte com heparina
- Edoxaban: inib fator Xa, ponte com heparina

filtro de veia cava: indicado quando contra indicacao de anticoagulacao
- ex: avc extenso/hemisférico com tvp no membro plégico // tvp + neurocir
- previne embolizacao de trombos grandes

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14
Q

critérios de maturação de fístula arteriovenosa

A

diametro: > 4-5mm
profundidade: < 6mm
fluxo: > 500ml/min
trecho puncionável: > 10cm

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15
Q

fav + infecção

A

secundário à punção sem assepsia adequada ou punções repetidas no mesmo sítio

tto: atbterapia
em caso de fístulas com prótese, o explante da prótese no CC

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16
Q

fav + pseudoaneurisma / aneurisma verdadeiro

A

secundário a estenose de desague ou multiplas punções no mesmo sítio

podem resultar em perda de acesso por trombose, embolização ou erosão com hemorragia significativa

tto: susbtituição do segmento de punção, ligadura do acesso, ou ressecção do aneurisma com reanastomose

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17
Q

prinicipal complicação da fav

A

estenose venosa

  • secundária a hiperplasia intimal
  • na FAV nativa, o principal ponto de estenose é na área de dissecção para liberação da veia (swirl venoso)
  • na FAV prótese, o principal sítio de estenose é na anastomose entre a prótese e veia
  • são divididas em 3 tipos, todo o tratamento é angioplastia
    – estenose de inflow: estenose da anastomose ou arterial. Fremito reduzido em todo trajeto da fístula + pulsatabilidade reduzida + aumento na pressão via arterial da diálise
    – estenose de outflow: estenose venosa distal ao sítio de punção. Frêmito aumentado imediatamente na área de estenose e reduzido à jusante. Pulsatilidade aumentada na fístula. Aumentao da pressão da via venosa da díalise.
    – estenose venosa central: presença de importante do membro e circulação colateral.

TTO: consiste na angioplastia venosa por balão. Como as estenoses venosas são por hiperplasia miointimal, mais duras que as estenoses arteriais, dandos preferência ao tratamento com balões não-complacentes de alta pressão (nao aumenta o balonete)

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18
Q

aneurisma de poplitea
- tto
- complicacoes

A
  • 2 tipo mais comum de aneurisma (perda da AAA infrarrenal)
  • tipo mais comum de aneurisma periférico (2 mais comum é o de esplenica)
  • 95% masculino
  • 50% bilateral
  • 30-50% associado AAA
  • Em geral, assint. Sintomas são devido à compressão, e ou embolização distal (sind do dedo azul)
  • EF: presença de pulso poplíteo hiperpulsátil
  • rotura é rara. principal complicação é trombose-embolia distal
  • Dx US doppler/ angioTC/ angioRM
  • TTO:
    – sintomáticos
    – assintomáticos, se:
    — > 1,5cm com trombo em seu interior
    — > 2,cm sem trombo em seu interior
    — evidência de embolização distal
    — trombose aguda
  • a cirurgia eletiva preferível é a aberta: com a ligadura do aneurisma + enxerto com veia safena ipsilateral. só faz endovasc, se sem condicoes clinicas para cx aberta
  • cirurgia emergencia é pq houve trombose ou microembolização de fragmentos para leito distal
    – punciona a femoral e deixa um cateter microperfurado na poplíte e faz trombólise local
    – se leito distal, pervio faz revasculizacao como na eletiva; se mantiver ocluído, manter trombolise ou considerar amput
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19
Q

Hard sign
Soft sigs

Trauma vascular

A
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20
Q

Tto de urgência de AAA justarrenal

A

Stents em paralelo - chaminé ou periscópio. Inferior a endoprotese ramificada e fenestrada. Só usar em situação de urgência, no máximo 2 stents + endoprotose

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21
Q

Aneurisma torácico
- tto

A

Menos frequente
Reparo de urgência = tto aaa
Reparo eletivo
- homens > 6cm
- mulheres > 5,5cm
Colo proximal: a subclávia esquerda
Como distal: tronco celíaco

Grande preferência para endovascular

Endoprotese ramificadas e fé estradas se possível
Ancoragem em aorta saúda em sempre

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22
Q

Complicações pos op precoce de correção de aneurisma de aorta

A

1) Sind compartimental: sangramento intenso no retrop + BH muito positivo. FR: uso de bala intra aortico, PCR pre op, uso de proteses aorto monoilíacas. 20% dos rotos desenvolver SCA (PIA >20mmHg). TTO: peritoneostomia

2) isquemia mesentérica: a correção aberta ou endo cursa com oclusão da AMI. Apresentarão isquemia os paciente com arcada riolan incompleta, aterosclerose, choque no intraop ou oclusão concomitante de mais ramos (ilíacas internas). Dx tem q ser precoce, faz retossigmoidoscopia ou colonoscopia, porque a mucosa isquemia primeiro. tto é laparotomia com enterectomia

3) isquemia medular:
- aneurisma toracico e toracoabdominal
- a. adamkiewicz é artéria dominante na irrigação medular, e há o risco de oclui no segmento T8-L1 e gerar isquemia x sd reperfusão > sind compartimental
- FR: cobertura extensa da aorta (aneurismas toracoabdominais), cobertura de diversos ramos simultaneamente
- prevenção: drenagem liquórica para descompressão / condicionamento medular (faz a correção estadiada - por partes)

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23
Q

complicações tardias de correção de aneurisma

A

1) endoleak
- vazamento de sangue peri protese
- nas angio tc: vazamento do contraste
- US com contraste (com microbolhas): ainda pouco disponível
- tipo 1 (do colo): falha de vedamento (1a vazamento proximal > continua pressurizando o saco aneurismático) e 1b (falha de vedamento nas ilíacas > vai ter refluxos > pressurizando o saco aneurismático); TTO: endoancoras, endoprotese modificada, stent a mais.

tipo 2 (endoleak de ramos): aparece em 100% dos aneurismas corrigidos até 15 dias. em 3 meses desaparece, pq os ramos trombosam. Em geral, nao intervem

tipo 3 (endoleak de desconexao): desconexao de stents ou furo do tecido do stent. precisa corrigir, fica pressurizando o saco.

tipo 4 (porejamento pela protese): pervierdade do tecido. anuerimas cresce por um tempo e depois para de crescer

tipo 5 (endotensão): produçao de transudato, liquido inflamatorio produzido pela proteses. rarissimo

2) infecção prótese:
- contaminação grosseira e/ou contato com trato aerodigestivo
- gas periprotese / gas dentro do aneurisma
- fistula aortoduodenal
- tto: retirar a protese e reconstruir a aorta
– anatomico: dacron embebido em atb // safena ou femoral espiralada // arteria de caver criopreservada
– extra anatomico: cirurgia mais rapida, menor perviedade. enxerto axilo-bifemoral.

3) pseudoaneursima de anastomose: degeneração da costura de protese de Dacron na arteria nativa

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24
Q

seguimento de cirurgia abertura de aneurisma

A

USG doppler aorta ilíaca anual
principal complicacao: hernia incisional

baixa taxa de reintervenção, e quando existe, normalmente não relacionada com o próprio aneurisma

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25
seguimento da cirurgia endovascular da aneurisma
angio tc 15 dias, 3 meses e anual principal complicação: endoleaks, com chance de precisar reintevir no proprio aneurisma USG microbolhas anual Contraste e radiação (paciente noves)
26
trombocitopenia induzida por heparina - tto
Trombocitopenia induzida por heparina - 5 a 10 dias após início da adminitração - pode ser mais precoce se uso prévio - agregação plaquetária desregulada pelos Ac, com consumo de plaquetas livres, gerando trombose arteriais e venosas + plaquetopenia + necrose de pele e sangramentos - tto: suspender heparina por fondaparinux ou xarelto
27
tromboflebite - quando anticoagular
trombose de uma veia superficial anticoagula quando proixma região de deságue no sistema venoso profundo: crossa da safena, perfurantes crossa da cefálica, basílica na veia axilar
28
escore de wells para tvp
29
classificação de CEAP
C4a = pigmentação ou eczema (depósito de hemossiderina) C4b = dermatite ocre e lipodermatoesclerose, sem úlceras C4c = corona flebectatica (teleangiectasia no tornozelo, sendo FR para desenvolvimento de úlceras venosas)
30
IVP - tto
Atividade física + perda de peso + cuidados com a pele Elevação de MMII pelo menos 3x/dia por 30 minutos Uso de meias compressivas (20-30mmHg). CI em insuficiência arterial periférica Se úlcera venosa - curativo com descbridamento químico ou mecânico de tecidos desvitalizados - bota Unna: curativo compressivo que trata agudamente (mas nao trata a insufiencia em si = recorrência) - se crônico -- avaliar safena magna: se patológico (doppler com refluxo > 500ms) = tratamento com ablação à laser ou radiofreq (1a opcao); cirurgia com fleboextração da safena ou ligadura simples (pos op mais doloroso/hematoma); escleroterapia de safena (alta chance de insucesso e maior chance de complicações locais) -- se safena saudável, tto das veias varicosas de menor calibre, com extração com agulha de crochet, crioescleroterapia e o criolaser. Em caso de veias telangiectasicas, podemos usar esclerosantes (gliose e Ethamolin)
31
trombofilia hereditária mais comum? - trombose arterial ou venosa?
Mutação do fator V de Leiden - causada mutação do gene do fator V, resultando em resistência à proteína C ativada (inibe a anticoag) - reponsável por 20 a 40% das tromboses venosas em paicentes jovens - tto com anticoag perene Mutação do gene da protrombina (G20210A) - leva a níveis aumentado de protrombina, favorecendo a formação de trombos - é a segunda trombofilia hereditária mais comum Deficiência da antitrombina III - a antitrombina III é um inibidor da coagulação, que regula os fatores IIa (trombina) e Xa - a deficiência é rara, mas altamente trombogênica - está associada a tromboses precoces e recorrentes Deficiência da protéina C e proteína S - ambas dependentes da vit K que regulam negativamente o sist de coagulacao Hiper-homocisteinemia - trombose Arterial e venosa SAAF - embora seja adquirida, pode coexistir com trombofilias herediárias
32
EHIT (endothermal heat-induced trombosis) - classificacao - tto
complicação do tratamento de ablação de varizes, que é baseado na geração de calor que leva a dano endotelial, resultando assim no espessamento e na fibrose com oclusão não trombótica das veias incompetentes tratadas a trombose induzida pelo calor endovenoso(EHIT) é um resultado esperado no acompanhamento da EVLT da veia safena magna e é classificada de acordo com a propagação do trombo a partir de uma veia superficial em direção a uma veia mais profunda. De acordo com o grau de trombose proximo a veia profunda, está indicado tto com anticoag ou nao Classe 1: trombo proximo a junção venosa superficial-profunda = US seguimento Classe 2: prolonga-se para além da junção, com diâmetro < 50% = HBPM até resolução com acompanhamento US Classe 3: prolonga-se para além da junção, com diâmetro > 50% = HBPM e anti Vit K Classe 4: TVP totalmente oclusiva = HBPM e anti vit K
33
prescrição de HNF em bic
Caso a HNF seja o tratamento inicial de escolha, recomenda-se que, após o bolus EV (80 U/Kg ou 5.000 U), sua administração em infusão venosa contínua (inicialmente na dose de 18 U/Kg/h ou 1.300 U/h) com ajuste de dose para obter e manter um TTPa entre 1,5 e 2,5 acima do basal.
34
OAA de membros - cardioembolico
Definição: embolização de trombos cardíacos atriais (mais comum ou ventriculares) Causas: FA, flutter, Infarto com hipocinesia, aneurisma ventricular, forame oval patente Área mais comum de impactação de trombos: bifurcação da a. femoral comum Dx é clínico: dor hiperaguda, assimetria de pulsos e classificacao de rutherford Imagem: cálice invertido No exame físico voce já sabe o nível de obstrução: - femoral NP bilat: obstrução na aorta - pulso femoral alto NP: trombo ilíaca comum ou externa - pulso femoral NP na linha inguinal : trombo na bifurcação da femoral - pulso femoral ok e poplíeo NP: trombo femoral superficial - poplíteo OK e distal NP: trombo na tronco fibular ou a. interventriculares (a. geniculares sup ou inf, tibial, maleolar ant e fibulares) tempo de isquemia de membros - musculo: 4 a 8 horas - nervo: 4 a 8 horas - gordura: 12 horas - pele: 24 horas - osso: 4 dias Rutherford 1: sensibilidade ok motricidade ok prognóstico variável Rutherford IIA: Sensibilidade diminuída, motricidade preservada, prognóstico viável Rutherford IIB: sensibilidade diminuída, motricidade diminuída, ameança iminente Rutherford III: anestesia, paralisia, prognóstico do membro inviável TTO - anticoagulacao plena imediata (é mais pra fonte de dissolver os trombos, do que propriamente dito para o membro, tbm ajuda a previnir trombose secundária ao leito distal) - Embolectomia com cateter fogarty -- aceso clássico é inguinotomia para acesso e controle de a. femoral comum (pode anterograda pra femorais ou retrogradas para ilíacas) -- arteriotomia transversa -- embolectomia retrograda ou anterograda -- heparinizacao local (trombose local) -- fechamento primários de arteriotomia ** síndrome de reperfusão: > 6h de isquemia, acidose, hiperK, mioglobinúria ** sínd compartimental: edema secundário a reperfusão. Fasciotomia é o tto. Dor a movimentacao passiva do membro é o primeiro sintoma.
35
OAC descompensada x lesão trófica
Dois cenário: 1) paciente piorou o leito vascular (piora aguda da lesão aterosclerótica já existente) - acidente da placa com formação de trombo secundário e diminuição da luz útil do vaso - tbm achada OAA aterotrombótica - clinico: dor em repouso, frialdade déficit sensitivo e motor, CPK aumentada, hiperK, IRA. Melhora com a perna pendente. - Classificação de rutherford para avaliar a viabilidade desse membro - TTO: revasc + anticoag plena + curativo aquecido (preservação de calor e nao aquecimento) + AAS + estatina 2) Aumento da demanda metabólica por perda tecidual (lesão trófica) - não necessariamente tem dor e frialdade associada - fluxo arterial está mantido - ferida de dificil cicatrização e pode ter infecção associada - tto = revasc + AAS + Estatina + ATB (SN) Isquemia crítica = revascularizacao Exame de imagem - importante para planejamento cirurgico - Angio TC: oclusão aorto-ilíaca ou femoro-poplítea - Us doppler: oclusão infragenicular - Imagem em ponta do lápis Planejamento terapêutico - WIFI (wound - ischemia - foot infection ) -- score de severidade clínica: só avalia gravidade anatômica de maneira indireta através do ITB/TOE pressure, mas nao avalia qual é a melhor estratégia de revasc -- Estadio 4 = alto risco de amputação - GLASS -- score de severidade anatômica -- precisa de exame de imagem para ser aplicado -- avalia melhor estratégia para revascularização -- artéria alvo: arterial distal (TP ou TA) que é a melhor candidata a revasc - Glass I = angioplastia indicada - Glass II = principalmente em acidentes graves e sem veia - Glass III = angioplastia contraindicada (tentar enxerto ou amputação primária) Estratégias de revascularização - Enxerto -- acesso ao vaso doador - receptor -> arteriotomia longitudinal -> endarterectomia sn -> veia safena ipsilateral devalvulada -> bypass com anastomose termino-lateral -> AAS + estatina no pós op - Angioplastia -- punção arterial -> heparinização -> atravessar lesão com fio-guia -> balonamento da lesão -> implante de stent em território aorto-ilíaco e femoro-poplíteo, sn -> duplas antiagregação do pós op - Procedimentos híbridos -- baseada em critérios anatômicos e performance clínica
36
Oclusão arterial crônica
Aterosclerose: inflamação e infiltração da parede arterial. Histologia: infiltrado de linfócitos, macrófagos formado por foam cells reverstido por fibroateroma FR: tabagismo (principal fator externo) ITB < 0,9 = marcardor de doença arterial periférica Em DM (arterial calcificadas) o ITB > 1 Toe pressure mais fidedigno que ITB Claudicação: dor desencadeada pela caminhada, que cessa completamente ao repouso. Independente da distância de marcha. Em 5 anos: - 1-3% OAA trombotica - 20% AVC ou IAM - 10-15% mortalidade Modificadores de mortalidade - AAS + estatina - AAS + estatina + rivarox 2,5mg BID - Cessação de tabagismo - Controle de comorbidades Modificadores de distância - cilostazol (anti agreg plaquetário > nem sempre responde) - caminhada 30min/dia todos os dias (principal fator)
37
wifi score
38
Dissecção aguda da aorta
Lesão na camada íntima promovendo delaminação da parede, formando uma falsa luz - aguda: dor torácica - 14 dias - subaguda: 90 dias - crônica: > 90 dias Classificação de acordo com a topografia - Stanford A ou DeBakey I e II: cx cardíaca - Stanford B ou DeBakey IIIa e IIIb: cx vascular, muitas vezes o tratamento clínico é mais recomendado Quando operar - dilatações > 5,5 no abdome e 6 cm no torax - isquemia de orgão alvo (quando acomete viscerais - DeBakey IIIb) - hipertensão e dor descontrolados - rotura TTO - tem objetivo de fecha a a lesão / tampar a fenestra da íntima - stanford B: grande preferência pelos métodos endovasculares (artéria friável, frágil) - menor extensão de prótese possível. fecha a fenestra proximal. - princípio: favorecer o fluxo pela luz verdadeira
39
Hematoma intramural
rotura da vasa vasorum por picos hipertensivos lesão da camada média imagem em meia lua. na fase arterial nao contrasta o hematoma na maioria das vezes tem evolução benigna tratamento conservador na imensa maioria dos casos
40
Úlcera de aorta
É das síndromes aortica agudas a que tem mais relação com a aterosclerose lesão da camada íntima, mas não gera luz falsa risco de rotura associado a diâmetro porém não há valor de corte considerar correção cirurgica
41
Trauma vascular de extremidades contuso
Manejo - ATLS - estabilização - membros alinhados e imobilizados - avaliação de perfusão e motricidade - palpação de pulsos - fixação de fraturas pela ortopedia - se permanecer sem pulso = arteriografia -- pode ser só vasoespasmo (nao precisa operar) -- se lesão vascular = enxerto Sempre presumir lesão concomitante do sistema venosa profundo Em geral, enxerto com safena contralateral invertida (valvulas no sentido contrário) - enxerto curto, anastomose termino-terminal com diâmetro semelhantes para economizar tempo ** trauma de joelho: luxação, fx etc, ainda que tenha púlso pode haver lesao intimal da a. poplítea. então tem q fazer avaliacao do vaso após correção do joelho. se lesão presente, enxerto! ** em trauma com isquemia de membro > 6h, fasciotomia profilática (duas incisões longitudinais paralelas a tíbia)
42
Trauma vascular penetrante
Trauma penetrante sem pulso = explocaração cirurgica + revasc Menor enxerto possível + anastomose termino-terminal + safena contralateral invertida + lesão de veia profunda concomitante + pode ter lesão de nervo concomitante ______________________________________________ Trauma penetrante com pulso - avaliar se há trajeto vascular - se trajeto compativel com o feixe vascular = exame de imagem nao invasivo - se trajeto nao compatível, nao investiga - pode ter FAV traumática (comunicacao entre arteria e veia - muito comum após FAF) - pode ser pseudoaneurisma
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Trauma de aorta
trauma de aorta descendente é o mais comum. Muito por conta do ligamento arterioso classificação - grau 1: lesão mínima na íntima da aorta. nao rpecisa ser operado - grau 2: hematoma da parede aorta. >3mm de espessura, nao de extensão, tende a operare. - grau 3: rotura da aorta. tamponado por outras estruturas. sempre cirurgico, assim q resolvido outras lesões ameaçadoras a vida - grau 4: rotura livre da aorta. em geral, morre na cena. Manejo: - paciente instavel pela lesão aortica = tto imediato - estavel ou instavel por outras lesões traumáticas = postergar o tto quando possível - manter PAS < 100 e FC < 100 - correção endovascular preferencialmente
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Trauma de carótida contuso
Dissecção de carótida é a lesão mais comum achado de tomografia avaliar sintomas neurológicos conduta conservadora com antiagregação e anticoagulação (evitar AVC)
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Trauma de carótida penetrante
pseudoaneurisma ou rotura hematoma cervical é complicação de alta mortalidade O tto é abordagem cirúrgica imediata: - arteriorrafia com enxerto de biológico (safena, preferência ou pericárdio bovino) - enxerto venoso (safena) - enxerto sintético - endovascular com stent revestido (diminui risco de lesão de nervos na dissecção quando área com hematoma) - anastomose com carótida externa Ligadura da carótida: - PAS < 70mmHg refratária - Inconsciente ou midríase bilateral - Penetrante cerebral - Lesão cervical grave (AIS 5) - Lesão em múltiplas regiões - Trombose distal extensa - Lesão base de crânio Se tive que fazer reparo aberto, pq ta com tecido exposto etc, sempre enxerto com safena
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Trauma de subclávia
contuso x penetrante pode te lesão do plexo braquial associada a isquemia do braço pode ou não estar presente. tem as colaterais do ombro em geral, se indica a cirurgia com objetivo de hemostasia. preferencialmente endovascular, devido ao acesso cirurgico aberto morbido, e memso que protese (e fratura ou oclusao de protese) a chance do membro ficar isquemico é muito baixa tto = stent revestido = função hemostática
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Traumas de artérias viscerais
Tronco celíaco pode ser ligado (pancreatoduodenais - rede de colaterais entre tronco celíaco e AMS) Mesentérica inferior pode ser ligada (arcada de riolan - colaterais AMI e AMS) AMS, renais e ilíacas = reconstrução aberta ou endovascular (dependendo do acesso cirúrgico e da contaminação da cavidade) - considerar que no reparo endo com stent revestido muitas vezes ocorre oclusão de ramos
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Pseudoaneurismas
Buraco na arteria produz hematoma organizado e contido pelas estruturas adjacentes pode ser causado por punção, por vasculites, por infecção US: pode ver o padrão to-and-fro (sinal do Yin-Yang) Prevenção - compressão direta do sítio de punção após término do procedimento - dissecção e rafia do orifício ou uso de dispositivos de fechamento endovascular Complicações - Dor - Expansão, destamponamento, rotura - Trombose, embolização de trombos e oclusão arterial aguda - Infecção TTO - Compressão guiada por US: colo pequeno com orifício pequeno. Deve ser realizada uma única vez e o exame de imagem repetido em 48h - Injeção de trombina: tto minimamente invasivo, ideal em colos longos e finos - endovascular: embolização com molas ou implante de stent revestido (evitar em áreas de dobra) - cirurgia aberta: exploração e rafia, com possibilidade de enxerto ou remendo com patch - indicado quando técnicas minimamente invasivas nao são possíveis, colo largo, roto/destamponado, infectado
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Classificação de DeBakey e stanford Qual disssecao é mais comum?
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OAC Classificação de fontaine Classificação de rutherford
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Sist. venoso superficial e profundo de MMII
Superficial - safena magna (interna): próxima do nervo safeno, ascende anterior ao maléolo medial e continua ascendendo medialmente ao joelho. Ela ascende no compartimento superficial e deságua na veia femoral comum, após entrar na fossa oval, descrevendo uma curva de concavidade inferior, a chamada crossa da veia safena interna - safena parva (externa): surge a partir do arco venosa dorsal de face lateral do pé e ascende posteriormente ao maléolo lateral ascendendo em direção cefálica, penetrando na fáscia superficial da panturrilha e no cavo poplíteo (definido como 2cm da linha articular do joelho), desembocando na veia poplítea, à maneira de crossa. O nervo sural encontra-se paralelo a safena externa. Sistema venoso profundo: - é formado por veias que se situam abaixo da aponeurose, entre as massas musculares. Na perna são tibiais posteriores, anteriores, fibulares (sempre em pares). No cavo poplíteo elas se confluem, formando a veia poplítea. Acima do canal dos adutores recebe o nome de femoral superficial. - no triângulo de Scarpa, a femoral superficial recebe a profunda, formando a veia femoral comum (o triângulo de scarpa é formado lateralmente pelo músculo sartório, medialmente pelo adutor longo e sua base superiormente pelo ligamento inguinal). Acima do ligamento inguinal a veia passa ser chamada de ilíaca externa. Sistema perfurante - conectam o sistema venoso superficial ao profundo, correndo de maneira perpendicular para as veias axiais.
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Trauma de a. braquial
Lesão comum 25-30% do traumas arteriais Penetrante: mais frequente. iatrogenia Contuso: fx supracondiliana de úmero Os nervos mediano (mais comum), ulnar e radial circundam a artéria, por isso lesões associadas dos nervos são frequentes e são causas de invalidez Trauma + sem pulso = exploração imediata Acesso é longitudinal ao longo do sulco bicipital com controle proximal e distal, ressecção da área lesada e retirada de trombos secundários e anastomose termino-terminal ou interposição de veia safena ou cefálica
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Síndrome de isquemia de reperfusão
Principalmente em casos de isquemia > 6h Há quem indique fasciotomia profilática (quanto tempo > 6h) Mais comum nas revascularização de mmii, sendo o compartimento anterior mais acometido A pressão compartimental > 30mmHg = fasciotomia Pode gerar isquemia ne nervos, como o nervo fibular, causando disfunção motora (dorsiflexão do pé) e sensorial (dorso do pé) devido ao aumento de pressão do compartimento posterior
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Estenose de carótida
Associação com AVEi região mais comumente afetada: bifurcação carotídea FR: HAS (principal), Tabagismo, dieta ocidental, sedentarismo, idade avançada, sexo masc Pode ser assintomática e sintomáticas: - AVCi: 25% estenose, 20% intracraniana, 30% cardioembolismo, 30% idiopático - AIT - Amaurose fugaz (isquemia da retina secundária a ateroembolismo da artéria oftálmica) nos ultimos 6 meses. US doppler - operador dependente - baixa resolução para lesões proximais - calculo é aferido atraves do VPS (vel pico sistólico) -- normal < 125 -- < 50%: < 125 -- 50-69%: 125-130 -- 70-99%: > 230 Para prova: VPS > 125 = estenose 50-69 // VPS > 230 = estenose > 70% AngioTC = planejamento cirurgico Angio RM = avalia características íntrinsecas da placa, porém superestima a estenose TTO clínico - MEV, cessar tabagismo - controle de comorbidades - Estatinas de alta potência - AAS em baixas doses (se sintomas, DAPT) TTO cirurgico - sintomaticos + estenose 50-99% - assintomaticos + estenose 70-99% Nos sintomáticos = endarterectomia nos primeiros 14 dias (ideal). Menor NNT para prevençao de AVC. Angioplastia aumenta risco de AVCi Nos assintomaticos = endarterec x angioplast - endarterec ainda apresenta nivel de superioridade. CI: pescoço hostil (irradiado, cx prévia, traqueostomia) - angioplas = em pacientes com alto risco cv ou com relato de pescoço hostil. CI: calcificações de arco aórtico, carótida comum; variações anatômicas, como arco bovino; oclusão aorto-íliaca ou ilíaca femoral (acesso); * Oclusão carotídea (100% de estenose) - não se opera, pq nao produz ateroembolismo (não tem fluxo) - geralmente, cronico. circulação no poligono de willis suficiente - BMT e seguimento da carótida contralateral * se tiver que operar bilateral, nunca faz ao mesmo. em geral, opera primeiro lado não dominante.
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Doença de Buerger / tromboangeíte obliterante
A tromboangeíte obliterante, ou também conhecida como Doença de Buerger, é uma doença que afeta as artérias, tanto de pequeno ou médio calibre, de caráter inflamatório, de causa desconhecida, relacionada ao tabagismo. As características clínicas são obstrução da artéria infrapopliteal, atingindo membros inferiores e superiores, causando flebite e dor forte. No entanto, deve-se descartar o risco de aterosclerose, já que a tromboangeíte obliterante é considerada uma doença trombótica não aterosclerótica. Essa patologia é mais comum em homens e tem os primeiros sintomas a partir da faixa etária de 35 anos e a incidência da doença nos Estados Unidos é de 12,6 por 100 mil de habitantes e, embora tenha sido relatada em todo o mundo, é mais prevalente no Oriente Médio e no Extremo Oriente.(3,5) O diagnóstico não é muito difícil se o paciente possuir a maioria dos sintomas, tais como cianose digital, dor muito forte, gangrena e ser ou já ter sido um usuário do tabaco. O principal tratamento da doença é a suspensão do uso do cigarro ou o uso de medicamentos como vaso­dila­tadores, anticoagulantes e prostaglandinas. Os procedimentos cirúrgicos como desobstrução das artérias não são viáveis e, na maioria das vezes, ocorre a amputação do membro afetado.
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Síndrome de roubo na FAV
A síndrome do roubo associada à FAV constitui-se numa entidade clínica relativamente rara, mas potencialmente grave, cuja etiopatogenia é devida ao menor afluxo sangüíneo distal, devido ao desvio do sangue arterial que se direciona à FAV e que se manifesta geralmente pelo esfriamento da extremidade, dor, palidez, fadiga muscular e diminuição ou ausência de pulsos distais Estadio I: palidez e/ou extremidades frias sem dor Estadio IIa: dor tolerável durante exercício e ou durante a dialise Estadio IIb: dor intolerável durante exerício e ou diálise Estadio III: dor ao repouso ou paresia Estadio IVa: perda de tecido com possibilidade de preservação Estadio IVb: perda de tecido irreversível e perda de função da extremidade TTO I/IIA: observação e seguimento IIB-IVA: abordagem cirurgica. em geral ligadura da fístula, revascularização distal com ligadura arterial e cerclagem do acesso com interposição de bandagem IVB: geralmente, indica amputação
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Dissecção espontânea de carótida
Causa importante de AVCi em adultos jovens e de meia-idade, especialmente em pacientes sem aterosclerose significativa Ocorre devido a uma ruptura da camada íntima da artéria, criando um falso lúmem que pode levar a estenose significativa ou oclusão arterial completa FR: HAS, tabagismo, marfan/ehlers-danevers, histórico de enxaqueca ou cefaleia cervicogenica Quadro: cefaleia unilateral pulsátil associado a déficits neurológicos focais, como hemiparesia, disartria e sind de horner parcial. O sopro carotídeo sugere fluxo turbulento na região da dissecção. Exame: angiotc, que evidencia lâmina de dissecção. O sinal de empilhamento de moedas pode correspondem a presença de trombose segmentado dentro do lumem arterial. O Doppler pode auxiliar na avaliação da estenose Tto - depende da gravidade e sintomas neurológicos - se deficit neurológico significativo, anticoagulação ou dato - refratário ao tto clínico ou estenose crítica, angioplastia com stent. O stent estabiliza a parede arterial, evita a progressão da dissseccao e reduz o risco de embolização A cx aberta não é recomendada, pois a manipulação direta da artéria pode aumentar o risco de complicações
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Úlcera de martorell / hipertensiva
- paciente com HAS mal controlada - local: pernas face anterolateral - são úlceras de bordas bem definidas, frequentemente necrose central, podendo ser profunda e ter um fundo necrótico ou esfacelado - são extremamente dolorosas e nao responde a analgesia convencional - o tto consitente em analgesia, cuidados locais e controle rigoroso da PA
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Sind may thurner / sind cockett
- compressão da veia íliaca comum esquerda pela artéria ilíaca comum direita - edema assimétrico crônico (perna esquerda com edema, varizes e até tvp) - alguns pacientes podem ter sintomas de dor pelvica (por congestao da veia iliaca interna): dispareunia, dor pelvica cronica - dx: flebografia e US intravascular padrão ouro, doppler e angio tc são métodos mais disponíveis - tto (posso só anticoagular sem angioplastar) -- caso a caso (pode só acompanhar) -- com TVP: remoção do trombo (fibrinólise ou trombectomia), angioplastia seguida de implante de stent nao revestido na veia iliaca comum esquerda -- sem TVP: angioplastia seguida de implante de stent não revestido na veia ilíaca comum esquerda -- cx aberta poderia se enxerto femoro-femoral venoso - cx de palma
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Sind de nutcracker
- compressão da veia renal esquerda entre a AMS e a aorta - em geral, paciente longilineos e magros - quadro: congestão renal (hematúria micro ou macro), a veia gonadal esquerda drena para veia renal esquerda, entao pode ser dor pelvica, varizes pelvicas, dispareunia - dx: US intravascular e flebografia é o padrão ouro - tto -- caso a caso -- angioplastia de veia renal com stent nao revestido -- tto da veia gonadal esquerda: embolização -- transposição da veia gonadal esquerda para veia iliaca esquerda: oferecendo via drenagem alternativa para o rim esquerdo, e desligando a veia gonadal esquerda da circulação pélvica, resolvendo o sintoma associado ao refluxo desta veia
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Aprisionamento de a poplítea
caracterizada pelo desvio ou compressão da artéria poplítea clinicamente: paciente jovem, hígido, atleta ou com esforço repetitivo ocupacional com claudicação ao esforço alguns casos pode haver trombose aguda, evoluindo com isquemia critica do membro há 4 possibilidades anatômicas 1)gastrocnêmio normal, arteria desviada medialmente 2) cabeça do gastrocnêmio tem inserção mais lateral, artéria desviada porém a mais retilínea que o tipo ! 3) fascículo acessóriodo gastrocnêmio comprime a artéria 4) artéria poplítea mais anterior, entre a tíbia e o músculo poplíteo que a comprime dx: us doppler com mobilização da perna e recrutamento da musculatura da panturrilha tto: incisão posterior na fossa poplítea com desinserção parcial do gastrocnêmio
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Pé Diabético
- lesão não isquêmica - pé de charcot: desabamento arco plantar - dedo em martelo: diferença de tônus entre grupamentos musculares gera contratura anormal dos metatarsos Manejo - descartar insuficiência arterial: palpação de pulsos, ITB, (Fnegativo), Toe pressure, exames de imagem - lesão não isquêmica infectada: internação, atbterapia amplo espectro, desbridamento cirúrgico amplo imediato. - no seguimento: tto da arquitetura do pé + correção dos calos ósseos Classificação de Wagner - grau 0: sem lesão - grau 1: lesão superficial - grau 2: úlcera profunda - grau 3: abscesso / osteomielite - grau 4: gangrena parcial - grau 5: gangrena completa Complicação - gangrena gasosa: fasceíte necrotizante, bacterias anaerbógicas, crepitação e enfisema, rapidamente progressiva (choque - óbito) Indicações de amputações - falha na revasc nos isquêmicos - comprometimento irreversível de partes moles - infecção em paciente não isquêmico Níveis de amputações - Transfemoral: pulso femoral +, dificil reabilitar - Desarticulação do joelho - Transtibial: pulpo poplíteo+, melhor reabilitar - Amputações do nível do pé -- transmetatársica: boa mobilidade -- lisfranc: tira todos os metas, sobra os tarsos: rehabiliar -- chopart: tira até os tarsos, sobra o calcâneo. ruim reabilitar. Evolui com ulcera de calcâneo -- syme: resseca o talus e o calcâneo
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Vasculites
Inflamação e infiltrado leucocitário na parede dos vasos determinando alteração estrutural, manifestando-se como rotura ou redução do lúmem classificadas de acordo com o tipo de vaso acometido 1) Grandes vasos * A. takayasu - acomete aorta e grandes ramos - mulheres asiáticas - doença do paciente sem pulso (normalmente, manifesta-se como estenose de ramos) - extensa redes de colaterais - associacao com aneurisma de aorta - se possível, nao operar. - se operar, prefira endovasc, mas a perviedade é baixa * A. cels gigantes (Horton) / arterite temporal - acomete aorta e ramosn, principalmente carotida externa e artéria temporal - mulher, > 50 anos, escandinavos - cefaleia, perda visual, claudicação de mandíbula - aneurisma e dissecção de aorta - dx definitivo: biopsia de a. temporal - tto: corticoide e tocilizumab - antagonista do IL-6 2) vasos intermediários * Poliarterite nodosa - pode ser primária ou associada a hepatite prévia - aneurismas viscerais e oclusões de vasos médio calibre (a. renal) - pode acometer pequenos vasos (arterites necrotizantes), mas é ANCA negativo - quadro: livedo, purpura, necrose de pele, rabdomiolise - tto clínico * Kawasaki - crianças - quadro gripal + linfadenopatia + língua de morango - tto clínico precoce com imunoglobulina para diminuir risco de complicacões vasculares (aneurisma de coronária, disfunções miocárdicas, aneurismas periféricos) 3) Pequenos vasos - vasculites com ANCA positivo - Churg straus / Granulomatose eosinofílica com angiíte: inicia com febre, anorexia e perda de peso. fase tardia: asma grave - Granulomatose de wegener / granulomatose com poliangeíte: trato respiratório superior e renal - Poliangeíte microscópica: não há inflamação granulomatosa e o acometimento é principalmente a nivel de pulmões e rins - necroses de extremidades 4) vasos variáveis * Behçet - úlceras orais, cutâneas e urogenitais - úlceras recorrentes, uveíte, teste de patergia positivo (desenvolve pústula ou pápula em região puncionada por agulha) - manifesta-se como aneurismas e pseudoaneurisma - o tto é clinico; se necessário preferir, endovascular ** Tromboangeíte obliterante - não é uma vasculite - homem, jovem - formação de trombos, com parede arterial preservada - forte associação com tabagismo - "alergia ao cigarro" - tromboflebite migratória (acometimento venoso tambem) - arteriografias: arterias espiraladas
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Síndrome do desfiladeiro torácico
conjunto de doenças que tem em comum a compressão das estruturas anatômicas do espaço costoclavicular (a. e v. subclavia e plexo braquial) 1) Hipertrofia do escaleno - comprime plexo braquial e a. subclavia - não comprime v. subclavia - dor, parestesia, isquemia do membro - causar: LER, musculação 2) Restrição do espaço costoclavicular - espaço entre clavicula e a 1a costela - é a mais comum - dor/ parestesia (sintoma mais comum), isquemia (raro) e trombose de membro (em geral, faz pensar no dx) - causas: consolidação inadequada de fx, genética 3) compressão do peitoral menor - compressão das 3 estururas 4) Costela cervical - costela extra-numerária - dx: rx torax - restringe ainda mais o espaço costoclavicular - tto é a ressecção dessa costela - inserção anomala ou hipertrofia -
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Síndrome do roubo da subclávia / vertebral
Roubo = inversão de fluxo causas: - oclusões completas - estenoses grandes (hemodinâmicamente significativas) * Roubo da vertebral - inversão de fluxo na vertebral - pode ser assintomático - sintomas de fossa posterior: vertigem, tontura, ataxia, zumbido - sintomas desencadeados pela movimentação do membro superior - se assint: conversador - se sint: revascularização da subclávia aberta ou endo. em geral, stent nao revestido. caso estenoses longa, tem q ser aberta com enxerto carotídeo subclávia com safena ou pfte * Roubo da mamária - inversão de fluxo na a. torácica interna - em geral, assintomática - sintomas desencadeados por movimentação do MSE - em pacientes com revascularização miocárdicos com ponto mamária, pode causar angina - tto
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Fibrodisplasia muscular
- HAS secundária levando a vasculopatia não inflamatória, não aterosclerótica, que resulta na estenose/oclusão/aneurisma/dissecção e tortuosidade de todo o território arterial - acomete: renal (80%), carótida interna e/ou vertebrais (75%), artérias viscerais, ilíacas externas * fibroplasia da camada média = artéria em colar de contas * fibroplasia muscular focal corresponde a fibroplasia intimal e possui a aparencia de estenose tubular circunferêncial Suspeitar - mulher < 60 anos + HAS com característica de causa secundária - sopro carotídeo em < 60a, especialmente se nao tiver FR para aterosclerose - cefaleia intensa + zumbido - AIT em mulher < 60a - Dissecção de artéria periférica ou coronária espontânea - Aneurisma de a. visceral, carotídea, vertebral ou intracraniana; - Aneurisma de aorta em < 60a TTO - inicial é clínico, com monitorização da PA, cr e resposta de anti-hipertensivo a cada 3 meses - angioplastia com balão (sem stent) - a revascularização é preferida em casos refratários as medidas clínicas ou se há perda de função renal - doppler deve ser repetido de 6 a 12 meses
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Calcio e seu papel na isquemia
Durante a isquemia, a falta de O2 compromete a produção de ATP, levando à falha das bombas iônicas, como a Ca-Atpase, ocorrendo aumento do Ca intracel, o qual leva a: 1) Ativação de enzimas degradativas de membranas celulares, proteínas e DNA 2) Produção de espécies reativas de O2 3) Dano mitocondrial Com isso o Ca contribui para a progressão do dano celular e pode levar à morte celular por necrose ou apoptose, piorando o prognósticos de isquemias agudas
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Anastomoses vasculares - tipos
1) Termino-lateral - mais usada - enxertos em ponte, criação de fístulas arteriovenosas e derivações venosas - técnica: incisão longitudinal de extensão 2x do diâmetro do vaso doador; extremidade do vaso doador é seccionado em bisel; pontos de fixação nas extremidades dos vasos; sutura contínua em U 2) Termino-terminal - usado quando se interpõe um segmento de veia, de artéria ou de material protético para substituir uma porção lesada do vaso - os diâmetros das bocas anastomóticas devem ser proporcionais - técnica: "triangulação de Carrel". aproximação com 3 pontos simples; sutura contínua parede posterior; sutura parede anterior - se vasos de diferentes calibres: excisão de parte da boca anastomótica de maior calibre e seccção em bisel tambem da boca de maior calibre - a técnica termino-terminal em bises é utilizada para vasos de pequenos calibres para aumentar a area anastomótica e evitar a estenose 3) Latero-lateral - menos utilizada (faz congestão venosa distal à anastomose) - usada na anastomose porto-cava e na confecção de algumas fístulas arteriovenosas - técnica: abertura de igual extensão em ambos os vasos; pontos de aproximação nos ângulos; sutura continua parede posterior passando por na luz; sutura parede anterior
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Característica de placa aterosclerótica instável
Cápsula fibrosa fina Núcleo central volumoso Hemorragia ou trombose Presença de macrófagos
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Contratura de Volkman
isquemia dos flexores do antebraço
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Nervo lesão no pé caído
fibular (face lateral da perna proximo a cabeça da fíbula) (faz dorso flexão do pé)
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Síndrome do pinch-off - o que é - tto
É a compressão do cateter venoso central entre a clavícula e a primeira costela, que pode levar à fratura e embolização do cateter
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Complicações pós endarterectomias - precoces - tardias
Precoces - microembolização cerebral: AVC precoce/imediato em pós operatório - Trombose aguda da ACI: AVC precoce, primeiras 24h. Se ACI pérvia, arteriografia ou US doppler com objetivo de identificar erros técnicos; se ACI ocluída, reexploração imediata - Síndrome de hiperperfusão: cefaleia ipsilateral + HAS + alt do nível de consciência + déficits neurológicos focais. Ocorre em pacientes com baixa reserva cerebrovascular (estenoses bilaterais grandes) - Lesões neurológicas intraop: hipoglosso (3,7%), vago (2,5%) e ramo mandibular do facial (2,2%)
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Escore de caprini
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Arcos arteriais do tgi e pontos críticos
Arco de Buhler (arcada pancreaticoduodenal - colateral TC - AMS) Arcada de riolan (colica média e esquerda) - AMS / AMI Artéria marginal de drummond (circulação distal da colica media e colica esquerda) ponto de Griffith: local de comunicação entre ramo ascendente da artéria cólica esquerda e arcada de drummond, próximo à flexura esplênica do cólon; ponto de Sudeck: comunicação entre ramo descendente da cólica esquerda e artéria retal superior, bem próximo à junção retossigmóidea.
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N. safeno - topografia e inervação
parestesia da face medial da coxa, perna e pé proximo da safena magna
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N sural
sensibilidade cutanea da parte posterior da perna proximo da parva
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Sinais ultrassonográficos que a termoablação foi efeita
Sinal da pérola: estrutura hiperecogênica puntiforme no corte transversal Veia sem fluxo e não compressível (tbm é sinal de trombose no interior da veia) Presença de fluxo na epigástrica: geralmente a termoablação é distal a ela, esperando assim fluxo nela com ausencia à jusante Formação de bolhas no interior da veia: bolhas com sombra acústica, que é um sinal típico da efetiva aplicação de energia térmica à parede venosa e à coagulação do sangue
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quais são as tributárias da crossa da safena
Pudenda externa superficial Circunflexa ilíaca superficial Epigástrica superficial Safena acessória medial Safena acessória lateral (pode tributar antes da crossa)
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Sinal de Stemmer
dificuldade na tentativa de formar uma prega cutânea através do pinçamento dos dedos (edema duro local -> linfedema)
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Seguimento do aneurisma de aorta que nao tem indicação cirurgica - exame - periodicidade
US doppler aorta-ilíacas, com periodicidade: - 2,6 a 2,9 cm -> 5 anos - 3 a 3,4 cm -> 3 anos - 3,5 a 4,4 cm -> 1 ano - 4,5 a 5,4 cm -> 6 meses
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técnica de chimney / chaminé
Tto endovascular de aneurimas de aorta, sem uma zona de ancoragem proximal adequada. Consiste em implantar stents recobertos dentro dos ramos viscerais, paralelos à endoprotese da aorta, fazendo com que os óstios estejam ao nível do óstio da endoprótese, no nivel da zona de ancoragem proximal adequada.
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Endarterectomia de carotida por eversão
Indicado para estenose carotídeas associada à kinking, onde se faz endarterectomia por evernsão associado a anastomose termino-terminal
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Síndrome de leriche - tríade
Ausência de pulsos femorais Claudicação glútea Impotência sexual
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Trauma vascular ulnar / radial
- trauma vascular de MMSS é menos comum que MMII - o vaso mais comumente lesado: a. braquial - principal causa de morte: exsanguinação - trauma concomitante em a. ulnar e radial apresentam sinais de isquemia na mão - 20% da pop tem o arco palmar incompleto, e pode gerar isquemia se acometimento de apenas uma artéria - se sinais de isquemia: reconstrução arterial. - se as duas artérias lesadas, porém sem sinais de isquemia, também se preconiza reconstrução bilateral, visto diminui chance de claudicação ou outros sintomas sistêmicos. - em caso de lesao única, sem sinais de isquemia, o vaso lesado deve ser ligado.
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Relação lesão ortopédica com lesão vascular - Fratura supracondiliana de úmero - Fratura de clavícula / primeira costela - Luxação de ombro - Luxação de cotovelo - Fratura de fêmur distal - Luxação posterior de joelho - Fratura tibial proximal
- a. braquial - a. subclávia - a. axilar - a. braquial - a. femoral superficial e poplítea - a. poplítea - a. poplítea, tibiais anterior, posterior e fibular
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Dispositivos vasculares - introdutores - endopróteses - cateter - conversão fr e mm
1) Introdutores - dispositivos valvulados que permitem a inserção dos dispositivos valvulares - apresentem diversos tamanhos que representam o seu diâmetro interno, ou seja, um introdutor 5fr permite a inserção de um dispositivo 5fr 2) Endopróteses - dispositivos metálicos revestidos por tecido sintético, utilizados para tratar diversas aneurismas, dissecções, obstruções, etc - o implante da valva aórtica (TAVI) é um procedimento minimamente invasivo que consiste na substituição da valva aórtica por meio de um cateter introduzido através de uma artéria 3) Cateteres - são tubos flexíveis utilizados para acessar o interior de vasos sanguíneos - apresentam diâmetros que variam de 4-8fr - necessitam ser introduzidos através de um introdutor valvulado - diagnósticos: arteriografia - guia: fio-guias, endopróteses - balonados: dilatar vasos obstruídas (angioplastia) * Conversão -> diâmetro em mm = Fr/3. Um cateter de14 fr exige uma artéria de no mínimo 4,6mm de diâmetro
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Síndrome de Klippel-Trenaunay
- paciente extremamente com jovem (inicia varizes pré pubere) com a tríade varizes + manchas (vinho do porto) e hipertrofia do membro 1) Manchas vinhos do porto: causadas por proliferação anormal de vasos sanguíneos capilares. Geralmente, estão presentes ao nascimento e nao desparecerem com o tempo 2) Varizes da SKT tendem a ser extensas, acometendo membros inferiores (face lateral e posterior) e por vezese tronco e abdome. Podem se manifestar precocemente na infância e causar sintomas como dor e peso nas perdas e edema 3) Hipertrofia dos membros: crescimento excessivo de um membro. Pode afetar os ossos, músculos e tecidos moles, causando assimetria entre os membros e dificuldades funcionais O tto visa alivar os sintomas - para varizes: meias de compressão elástica, escleroterapia, flebectomia, ablação endovenosa a laser ou radiofrequencia - para as manchas: laser pulsado (luz é absorvida pela hemoglobina, causando coagulação do sangue e destruição dos vasos sg anormais - para hipertrofia: fisioterapia, órteses e próteses, epifisiodese
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Síndrome de Parkes Weber
caracteriza-se pela tríade da skt (varizes + hipertrofia + manchas) e com a presença de fístulas arteriovenosas de alto fluxo tem sopro na variz, podendo ser audíveis, ter frêmito, aumento da temperatura local e complicações com IC de alto débito
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Síndrome de Proteus
doença rara caracterizada por crescimento excessivo e assimétrico de ossos, pele e tecidos moles, associado a tumores e mal formações vasculares diferencia-se pela STK pela presença de lesões cutâneas específicas, como nevos epidérmicos, lipomas
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Aneurisma de a. esplênica - epidemio - causas
- mais comum dos aneurismas visceral - causas: -- gestação -- dlp -- sind do colageno -- displasia fibromuscular -- tx hepática -- hipertensão portal - tto -- > 2cm, ou mulher ou sintomáticos -> endovascular com stent ou esplenectomia
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Aneurisma de hepática comum
- + comum em homens - algo risco de rupta - tríade de sandbloom: dor abd + ictérica + hda - tto sempre indicado pelo risco de ruptura: endovasc
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Tempo de refluxo patológico em veias de mmii
Veias superficiais: > 0,5s Sistema venoso profundo: > 1s Veias perfurantes: > 0,35s Junção safeno-femoral > 9mm tbm se associa a refluxo
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Critérios de US de estenose intra stent de carótida
VPS > 220cm/s = > 50% VPS > 340cm/s = > 80%
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Critérios de US pós endarterec
VPS > 300 = > 70% (estenose)
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Tamanho pra operar - aneurisma de ilíaca - aneurisma de femoral - aneurisma de poplitea
- ilíaca: 3 cm - femoral: 2,5cm - poplitea: 2 cm