- cardio Flashcards

(117 cards)

1
Q

Sintomas cardinais da IC ( 02 ):

A

Dispneia ( Ortopneia e DPN )

Edema ( gravitacional; poupa face e MMSS )

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2
Q

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

Critérios de Framingham (dx)
(Def: 2 M ou 1M + 2m)

  • Critérios Maiores (dica: ABCDEF)
  • Critérios Menores (m)
A

Critérios Maiores
A - Aumento de jugular (turgência)
B - B3
C - Cardiomegalia
D - DPN Ortopneia
E - Estertores
F - Resposta ao uso de Furosemida

Critérios Menores (m)
Edema MMII, Tosse Noturna, Hepatomeg, FC>120, Dispneia, derrame pleural

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3
Q

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

Cite 02 (principais) etiologias:

A

ISQUÊMICA (principal causa)
HIPERTENSIVA (eco: hipertrofia concêntrica)

Outras causas:
- valvar
- chagásica (ecocardio: aneurisma apical)
- alcóolica

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4
Q

Classe Funcional NYHA (IC)

Definas as 4 classes:

A

CF I: Dispneia aos grandes esforços
CF II: Dispneia aos moderados esforços
CF III: Dispneia aos pequenos esforços
CF IV: Dispneia ao repouso

Obs: essa classificação é dinâmica

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5
Q

IC (definição)

Na ICFER, a F.E é:
Na ICFEP, a F.E é:

A
  • ICFER: FE ≤ 40 %
    Obs: o tto é bem estabelecido, reduz mortalidade; na ICFEP, não!
  • ICFEP: FE ≥ 50%
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6
Q

No rx de tórax, o índice cardiotorácico > _____ , caracteriza cardiomegalia

A

> 0,5

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7
Q

INSUFICIÊNCIA CARDÍCA

Cite 02 exames laboratoriais usados para o diagnóstico de IC:

A

BNP e NT-pró-BNP (natriurético)

Obs: são marcadores úteis para o dx e prognóstico (qto maior, pior o prognóst)

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8
Q

Quais são os BBs (03) indicados na ICFER?

A

Bisoprolol
Carvedilol
Metoprolol (succinato)

Obs: evitar BB na asma/DPOC

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9
Q

iSGLT2, usado no manejo da ICFER, é indicado msm em ñ DM (V ou F)

IECA, BRA ou INRA, BB, e ARA são indicados no tto da ICFER (V ou F)

A
  1. VERDADEIRO
  2. V ( obs: reduz mortalidade na ICFER, mas não na ICFEP)
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10
Q

Qual a base do tto (04) farmacológico na ICFER?

A

IECA, BRA ou INRA (inib neprilisina e do recep de angiot II - sacubitril/valsartana)

BB (bisoprolol, carvedilol e metopr, succ)

ARA (antag do recep aldoster: espironolac)

ISGLT2 - Dapagliflozina

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11
Q

Na IC, o uso de DIU (ex: furosemida) não altera mortalidade ( V ou F)

Na IC, idoso + IRC, apresentando xantopsia, pensar em intoxicação ____________

A
  1. VERDADEIRO
  2. Intoxicação digitálica
    Obs: Digoxina NÃO altera mortalidade
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12
Q

ICFEP

IC sintomático, BNP/NT-proBNP elevados, alteração estrut. e/ou funcional (ecocardio: disf diast), porém com FE ≥ ____

Ñ existe tto farmacológ que reduza mortalidade na ICFEP (V ou F)

A
  1. FEVE ≥ 50 %
    Obs: na ICFER a FE é < 40%
  2. VERDADEIRO
    Obs: na ICEFER, o tto reduz mortalidade
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13
Q

Fisiopatologia da ATEROSCLETOSE

Fatores de risco -> Deposição de LDLox subendotelial -> Migração de céls inflamatórias (macrófagos) - > ATEROMA

A

Obs: essa é a fisiopatologia da DAC estável

Obs: se ruptura da placa fibrótica -> SCA

Obs: placas + ‘instáveis’ são < 70 %

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14
Q

Classificação de Angina - CCS
(Canadian Cardiovascular Society)

Obs: semelhante a NYHA (IC)

A

CCS I: Angina aos gdes esforços
CCS II: Angina aos mod esforços
CCS III: Angina aos peq esforços
CCS IV: Angina ao repouso

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15
Q

Escala de DIAMOND e FORRESTER

Usada para avaliar a:

A

Probab pré-teste para indicação de ERGOMETRIA (teste funcional)

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16
Q

Paciente com DAC

Qual o alvo de LDL?
Qual estatina usar?
Qdo (lab) suspender a medicação?
Qual a CI ao uso do AAS?
Se CI, optar por qual antiagreg?

A
  1. Alvo LDL < 50
  2. Atorva (40/80mg) ou Rosu (20/40mg)
  3. CPK > 7x LSN
  4. UP ativa
  5. Clopidogrel
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17
Q

BB na DAC (V ou F)

  1. É a 1º linha no tto da DAC
  2. Alvo da FC: 60 - 70bpm
  3. CI: Bradicardia e Broncoespasmo
  4. Reduz mortalidade: pós-IAM/ICFER
A
  1. Verdadeiro
  2. Verdadeiro
  3. Verdadeiro
  4. Verdadeiro
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18
Q

Pct c/ SCA SSST, deve-se avaliar:

A

TROPONINA (T)

Se elevada - > IAM SSST
Se normal - > Angina Instável

Obs: IAM CSST ñ precisa aguardar T p/ o dx

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19
Q

SCA

  1. AI, por definição , consiste em SCA com MNM DLN
  2. IAM SSST cursa com aumento dos MNM, como a troponina
  3. Mecanis. fisiop da SCA: trombose/ateromatose, obstr dinâmica (espasmo) e aumento da demanda (anemia)
  4. Na SCA, o E.F é inespecífico
A
  1. VERDADEIRO
  2. VERDADEIRO
  3. VERDADEIRO
  4. VERDADEIRO
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20
Q

ECG com supra difuso, pensar em:

A

PERICARDITE

Características: Dor pleurítica (piora ao decúbito e ao INSpirar; melhora na posição genupeitoral)

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21
Q

Exemplos de MNM (03):
Qual MNM é o padrão-ouro (PO)?

A

Mioglobina (inespecífica)
CK-MB (inespecífica)
TROPONINA (‘‘PO’’; pico pós-IAM em até 72h; normaliza em até 14d)

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22
Q

Classificação de Killip

A ocorrência de EAP, caracteriza ___.

A

Killip III

Obs:
Estertor em base -> Killip II
Choque cardiogênico -> Killip IV

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23
Q

Qual o diagnóstico?

  1. Dor retroesternal, irradia para MSE, em aperto, < 10 min, piora ao esforço/frio/estresse, alivia ao repouso/NO3
  2. Dor torácica, de forte intensidade; em ‘‘facada’’, ‘‘rasgando’’; ASSIMETRIA de pulso/PA
A
  1. ANGINA PECTORIS
  2. Dissecção Aguda de Aorta ( DAAo)
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24
Q

SCA ( V ou F )

  1. O ECG deve ser feito em até 10 min
  2. No IAM CSSST, o supradesnível do ponto J é ≥ 1mm
  3. Exceção, V2 e V3
    - H <40a, SST > 2,5mm
    - H > 40a, SST > 2mm
    - M, o SST é > 1,5mm
A
  1. VERDADEIRO
  2. VERDADEIRO
  3. VERDADEIRO
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25
IAM CSST Qual a parede e coronária envolvida? - V1-V6, D1 e aVL - V5-V6, D1 e aVL - D2, D3 e aVF
1. Parede anterior extenso - ADA 2. Parede Lateral - ACx 3. Parede Inferior - ACD
26
SCA com IAM SSST, ECG pode apresentar:
Infra de ST 0,5mm Inversão de onda T Obs: pode haver alterações dinâmicas no ECG somente na vigência de dor
27
Pct pós-IAM deve receber qual esquema de antiagreg. plaquetário?
AAS (A: 200-300mg + M: 100mg/d ad eternum; CI: UP ativa) + CLOPIDOGREL (A: 300-600mg + M: 75mg/d) por ≥ 1a *Ex de inib P2Y12: clopidogrel; tiCagrelor e praSugrel (são CIs se AVC/AIT prévios pelo risco de sangramento)
28
Qual anticoag/dose/duração usar no manejo do IAM? Qual alternativa de anticoag se TFG ≤ 15?
1. ENOXAPARINA 1mg/kg/dose 12h/12h, até ACTP ou 8d ou alta *Ajustar dose se TFG<30 ou ≥75a 2. Se TFG ≤ 15, usar HNF
29
No IAM, quando não usar nitrato (03)
IAM de VD Hipotensão iPDE5 (usado na HP/DE)
30
Manejo de IAM MONABICHE
Morfina O2 Nitrato (saber as 03 CIs) AAS (A 2-300 + M: 100mg/d) BB IECA (ou BRA) Clopidog (A 3-600 + M 75mg/d) Heparina (HNF se TFG<15) Estatina (alta potência)
31
SCA ( V ou F ) 1. ACTP é superior a trombólise 2. Se T ≤ 90-120min (se precisar de transferência p/ centro c/ hemodinâmica), está indicado angioplastia 1ºária (ACTP/ATC) 3. T > 120min: Trombolítico - altepl/tenecteplase 4. T > 12h, ñ tem indicação de trombolíticos 5. São CI p/ o uso de trombolítico: AVCh prévio, AVCi há < 3m, neopl, DAAo, sangr. ativo 6. São critérios de reperfusão pós uso de fibrinolítico: redução do supra em > 50%; melhora da dor
1/2/3/4/5: V 6. V (se ñ houver redução da dor ou do SST, indica-se ACTP de resgate)
32
DEFINIÇÃO 1. Angioplastia 1ºária (ACTP/ATC) 2. Angioplastia de RESGATE 3, Angioplastia fármaco-invasiva
1. Angioplastia, s/ a realização prévia de trombolítico 2. Angioplastia pós uso de trombolítico, por falha 3. Angioplastia 2-24h após o trombolítico
33
CHOQUE CARDIOGÊNICO (CC) 1. O balão intra-aórtico (BIA) insufla na: 2. A medicação de escolha no CC é a:
1. Diástole (otimiza a perfusão coronariana) 2. Dobutamina (inotrópico +)
34
BAV 2º grau: O aumento gradativo do intervalo PR até que ocorra o bloqueio (Fenômeno de Wenchebach), ocorre no Mobitz: O intervalo PR é fixo no Mobitz:
1. Mobitz I 2. Mobitz II obs: é mais grave que o Mobitz I
35
BAV 1º grau: PR > 200ms ( >5 quadradinhos) Proporção 1P : 1QRS
IMPORTANTE PRA PROVA
36
Tipos de Síncope 1. Reflexa ou neuromediada (03) 2. Hipotensão ortostática (04) 3. Cardíaca
1. Vasovagal, situacional, seio carotídeo Obs: a maior parte das síncopes é neuromediada 2. DM, Parkinson, hipovolemia, fármaco (ex: doxaz) Obs: associada (HO) comumente a disautonomias 3. 'desliga-liga', s/ pródromo (achados de risco: pct deitado/sentado; dor no peito/palpitaç; durante AF; DAC ou IC; HF de MS<40a
37
Cite achados de alto risco em pct com síncope:
Pct deitado/sentado; dor no peito/palpitação; durante a AF; DAC ou IC; HF de MS < 40a
38
Cite os 02 rítmos no ECG: Cite o manejo:
1. FV e TV, respectivamente 2. DESFIBRILAR (ñ sincronizada) c/ carga máxima: 360J (M) ou 200J (B)
39
RITMOS DE PCR Cite os ritmos CHOCÁVEIS e NÃO CHOCÁVEIS
CHOCÁVEIS - FV e TV sem pulso NÃO CHOCÁVEIS - AESP e assistia (lembrar do protocolo "cagada") Obs: a TV pode ser mono ou polimórfica (Torsades de Pointes, cujo tto é MgSO4, além da desfibrilação)
40
No que consiste o Protocolo “CA-GA-DA'':
Aplica-se na suspeita de PCR por ASSISTOLIA, avaliando-se: 1. CA: cabos 2. GA: ganho (aumentar amplitude) 3. DA: derivação
41
Cite os 02 fármacos/doses usados nos ritmos chocáveis:
1. Adrenalina (após o 2º choque) - 1mg EV 3-5min (aumenta a RVP) - *vasopressina Ñ é mais indicada! 2. Amiodarona (após o 3º choque) - 1ºdose 300mg EV; 2ºdose 150mg após 3-5min) - antiarrítmico (alternativa: lidocaína)
42
Manejo de PCR (FV/TVSP) Qual antiarrítmico usar em alternativa ao uso da Amiodarona?
LIDOCAÍNA (tb após o 3º choque) - 1ºdose: 1-1,5mg/kg EV; - 2ºdose: 0,5-0,75mg/kg após 3-5min Obs: assim como a amiodarona, ñ se faz + que 02 doses
43
Quais são as medicações (01) usadas nos ritmos NÃO chocáveis:
ADRENALINA, o mais breve possível - 1mg EV 3-5min (após o 2º choque)
44
Carga do Choque na PCR: 1. Aparelho monofásico: 2. Aparelho bifásico:
1. 360 J 2. 200 J Obs: após o choque, deve-se retomar as CTE por mais 2min
45
Cuidados pós-ressucitação: 1. Em qual paciente? 2. Como é o controle da Temperatura/tempo: 3. Qual a cdta se hipotensão? 4. A sat deve ser ≥
1. Paciente COMOTOSO 2. T: 32-37,5º (última atualiz do ACLS) Tempo: por 12 a 24h. Obs: a monitorização da T deve ser central 3. Ressucitação volêmica -> sn, usar DVA, c/ objetivo de PAS ≥ 90mmHg e PAM ≥ 65 4. ≥ 94%
46
Exames pré-operatórios Quando solicitar Testes de Coagulação? (04)
Distúrbios de coagulação Uso de anticoagulantes Insuficiência Hepática Cx de médio/gde porte
47
Avaliação pré-operatória (Risco cirúrgico): Lembrar do escore de LEE (6 "Cs")
0 a 1 ptos: Baixo Risco 2 ptos: Risco intermediário ≥ 3 pontos: Alto Risco
48
Quando suspender a cx em paciente com HAS não compensada?
PAS > 180 x 110
49
Medidas para redução de risco cirúrgico Quando suspender o AAS? (02)
RTU e neurocirurgia*
50
Medidas p/ redução de risco cx Qto T aguardar cx eletiva se uso de dupla antiagreg plaquetária se: 1. Stent metálico (convencional): 2. Stent farmacológ (DAC estável; eletiva): 3. Stent farmacológ (SCA):
1. Aguardar 6 meses 2. Aguardar 6 meses 3. Aguardar 12 meses*
51
Medidas para redução de risco cx Como manejar condição de dupla antiagreg plaquetária se cx obrigatória:
1. **Manter AAS** 2. Suspender: - **C**lopidogr: 5(**C**inco)d antes da cx - ti**C**agrelor: 5(**C**inco)d antes da cx - pra**S**ugrel: 7(**S**ete)d antes da cx
52
''Fem, 30a, queixa de palpitação de início súbito, HDN estável, ECG c/ taquicardia, RR, FC 170 bpm e QRS estreito'' 1. Diagnóstico: 2. Tratamento:
1. **TSV** (mecanismo de reentrada) 2. **Pct estável HDN**: - valsalva ou massagem do SC, **ou** - adenosina IV 6mg **Pct instável HDN**: - cardioversão (sincronizada)
53
**DLP** (rastreamento - MS) 1. Quando iniciar em H e M? 2. Qual a periodicidade?
1. **H ≥ 35a e M ≥ 45a** Obs: se ARCVC, iniciar aos 20a  2. A cada **5a/5a**
54
Estratificação de risco CVC Qual o alvo de LDL para pcts: - Baixo Risco - Risco Intermediário - Alto risco - Muito Alto risco
Baixo Risco < 130 Risco Intermediário < 100 Alto risco < 70 Muito Alto risco < 50
55
O mecanismo de ação da estatina é a: Cite 02 ex da estatinas de alta potência (≥50%):
1. inibição da HMG-CoA redutase 2. ROSU e ATORVA
56
Quando suspender estatina? (02)
Mialgia intensa (pct não tolera) CPK ≥ 7x LSN
57
Qual fibrato NÃO associar com estatina?
GENFIBROZILA Obs: a associação c/ estatina aumenta o risco de rabdomiólise
58
Qual o principal EA do IECA? E qual o mecanismo?
TOSSE. - A ECA degrada a bradicinina. Assim, se inibida, ocorre AUMENTO da [bradic.] nos pulmões (= tosse) Obs: ARAII não interfere na [ ] de bradicinina!
59
Por que é preferível o uso do captopril ao enalapril em crises hipertensivas?
O CAPTORPIL é uma ''Droga ativa" não precisa do metabolismo hepático para começar a agir, ao contrário do ENALAPRIL, que é ''pró-droga''
60
Qual a abordagem terapêutica na HAS I (baixo risco)?
1. inicialmente: MEV por 3-6 m 2. se persistência: -> IECA/BRA/BCC/tiazídico
61
Qual a abordagem terapêutica na HAS I (alto risco) e na HAS II/III ?
MEV + O2 drogas (1º linha) -> ex: IECA/BRA/BCC/tiazídico
62
Como se dá o diagn. de HAS (consultório) em pcts com: - Baixo/mod risco CVC x - Alto risco CVC?
63
Qual as 02 principais causas de PCR intra-hospitalar?
- AESP e Assistolia -> Obs1: lembrar do protocolo "cagada" -> Obs2: são ritmos NÃO chocáveis
64
SBV Quais os 4 (Cs) passos na suspeita de PCR?
1. Checar responsividade (tátil/verbalmente) 2. Chamar ajuda 3. Checar o pulso (5-10s) e respiração 4. C-A-B
65
SBV Qual a frequência de CTE na PCR? Onde fazer da CTE? Qual a profundidade da CTE? Qual a relação CTE/ventilação? Alternar o socorrista a cada qto T?
- 100 a 120 CTE/min - Metade inferior do estterno - 5 a 6cm - 30CTE : 02(vent), se 02 socorrist. - alternar a cada 2 min
66
MINIMIZAR INTERRRUPÇOES (SBV) As pausar entre as CTE devem se < __seg Fração de compress torácica (FCT) > __% A FCT ideal é de > __% Obs: a FCT é a relação do tempo de CTE pelo tempo de PCR
1. < 10s 2. FCT > 60% 3. Idealmente > 80%
67
**Desfibrilação x Cardioversão** 1. Qual é sincronizado? 2. Qual é não sincronizado?
1. **Cardioversão** - usar carga progressiva (100>150>200J) - indicação: taquiarrit instável (Ex: TSV) 2. **Desfibrilação** - usar carga máx (360J, se monofásico, ou 200J, se bifás) - indicação: PCR por FV ou TVSP
68
PCR Na ''Torsades de Pointes'' (TV polimórfica), além da desfibrilação, está indicado o uso de:
SULFATO DE MAGNÉSIO
69
O traçado de ECG abaixo sugere: Qual o manejo?
1. Torsades de Pointes (TV polimórfica) 2. Desfibrilaç. (ñ sincroniz) + MgSO4 (EV) -> usar carga máx (360J, se monofásico, ou 200J, se bifás)
70
Qual fármaco (e dose) usar nos ritmos ñ chocáveis:
**ADRENALINA** 1mg, EV (imediato) obs: na PCR por FV/TVSP a adrenalina é administrada após o 2º choque, em 3-5min)
71
Causas de PCR (AES/Assistolia) Quais são os 5 ''Hs'''?
72
Causas de PCR na AESP/Assistolia Quais são os 5 ''Ts''?
73
Cite 02 vias p/ administrar drogas na PCR Quais medicações podem ser administradas pelo tubo (IOT)?
1º acesso periférico 2º acesso IO 2. ''ANEL'' A - atropina (não se usa + em AESP/Assist) N - naloxona (antídoto para opióide) E - epinefrina L - lidocaína (antiarrímico, substitui a amiodarona)
74
**Ventilação na PCR** 1. Sem VAA (via área avançada) 2. Com VAA: 3. Manejo de Parada Respiratória: (se intox por opióide)
1. 30CTE : 2vent (c/ ambu) 2. 01 ventilação a cada 6s 3. Naloxone (antídoto) Obs: ñ hiperperventilar! Pode aumentar P intratorácica, reduz o RV: aumenta o risco de broncoaspiracão
75
VIA AÉREA AVANÇADA (VAA) Qual a VAA preferencial na PCR? Qual VAA optar se PCR extra-hospitalar c/ VA difícil?
1. TOT 2. Máscara Laríngea
76
Cite 03 cuidados com DEA:
Secar o tórax, sn Raspar os pelos, sn Ñ posicionar sobre o MP
77
A cânula orofaríngea tb é chamada de cânula de: Como introduzi-la?
1. GUEDEL 2. ''Virada p/ cima'' (p/ o palato); após, rotacioná-la em 180º apontando p/ a base da língua
78
Como proceder para a checagem (02) do tubo (posição):
**Ausculta em 5 pontos** + **CAPNOGRAFIA** (obs: avalia tb a qualidade da compressão) Obs: indicação da AHA
79
O exame de CAPNOGRAFIA pode avaliar a qualidade da CTE. Qual é o valor de referência (mmHg)?
Se ≥ 10mmHg (idealmente ≥ 20) está adeq Se <10mmHg, a CTE está inadequada Obs: valor ≥ 30 ou 35mmHg, sugere retorno da circulação espontânea (RCE), que é a pCO2 esperada na gasometria normal
80
FEBRE REUMÁTICA (FR) Qual o patógeno causador? Cite manifestações clínicas (04):
1. S. pyogenes (Estrepto beta-hemolítico do grupo A) - a FR só ocorre em pcts geneticamente suscetíveis 2. 'CANECA' (obs: são critérios dx Maiores) Cardite (crônica e grave) Artrite (+ comum); Nódulos subcutâneos (raros); Eritema Marginado (raros) Coreia de Syndenham (mov involunt e desordenados)
81
Qual a principal causa de cardiopatia adquirida em < 20a:
FEBRE REUMÁTICA (FR) -> Causador: S. pyogenes (SBHGA) - a FR só ocorre em pcts geneticamente suscetíveis -Clínica: Artrite (+ comum); Coreia de Syndenham; eritema e nódulos subcutâneos (raros); Cardite (crônica e grave)
82
FEBRE REUMÁTICA (FR) Caracterize a Coreia de Syndenham:
Mov involunt e desorden - manifestação tardia (meses a anos) - + comum no sexo feminino - melhora c/ o sono - piora com o estresse - labilidade emocional - *ASLO e provas inflamatórias podem estar normais - Outras manifestações clínicas: Artrite (+ comum); eritema e nódulos subcutâneos (raros); Cardite (crônica)
83
FEBRE REUMÁTICA (FR) Caracterize a Artrite: - se migratória ou não - Mono/oligo/poliarticular - peq ou gdes articulaç - se deixa sequela? - rara ou comum?
- MIGRATÓRIA* - Poliarticular - Grandes articulações - Ñ deixa sequelas - Mais comum (75%) *Outras manifestações da FR: Coreia (de Synd.); eritema e nódulos subcutâneos (raros); Cardite (crônica)
84
FEBRE REUMÁTICA (FR) Caracterize a Cardite:
ENDOCARDITE (+ comum); pode haver PANcardite - única manifest. da FR que deixa SEQUELA* - é a 2º manifestaç + comum - lesão aguda: Insuf aórtica - lesão crônica: Estenose mitral* - Outras manifestações clínicas da FR: Artrite (+ comum); eritema e nódulos subcutâneos (raros); Coreia de Syndenham (mov involunt e desord)
85
FEBRE REUMÁTICA (FR) Caracterize o Eritema Marginado e os Nódulos Subcutâneos:
1. Nódulos subcutâneos: RAROS (3-5%), indolores, superfícies extensoras e tendões; podem estar associados a CARDITE* 2. Eritema Marginado: RAROS, s/ prurido, indolor, poupa a face, fugaz; podem estar associados a CARDITE* - Outras manifestações clínicas da FR: Artrite (+ comum); Coreia (de Synd; mov invol e desord); Cardite (crônica)
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**FEBRE REUMÁTICA** (FR) Cite os critérios dx (M e m) de Jones: Dica: mnemônico CANECA(M) e FEIA(m) Obs: o dx se dá por presença de 2M ou 1M + 2m, além da evidência de infecção por SBHGA prévia (Ex: ASLO)
**'CANECA'** (= critérios Maiores) - Coreia (Synd - mov invol e desord) - Artrite (+ comum); - Nódulos subcutâneos (raros); - Eritema Marginado (raros) - CArdite (crônica e grave) **'FEIA''** (= critérios menores) - Febre - Elevação de PCR / VHS - Intervalo PR prolongado - Artralgia
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**FEBRE REUMÁTICA** (FR) Qual o manejo das seguintes manifestações clínicas: 1. Artrite 2. Cardite 3. Coreia
Artrite -> (A)INE Cardite -> (C)orticoide Coreia - > Haloperidol
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**FEBRE REUMÁTICA** (FR) A profilaxia 2ária da FR deve ser feita com PGB IM, a cada 14d (V ou F)
FAAALSO -> PGB IM, **a cada 21d**
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**FEBRE REUMÁTICA** (*prova) Como fazer a profilaxia 2ária na FR: 1. Sem cardite prévia: 2. Cardite prévia leve/resolvida: 3. Cardite residual (mod/grave): 4. Cirurgia valvar prévia:
**PGB IM, a cada 21d** 1. Até os 21a ou 5a* (após o 1ºepisód) 2. Até os 25a ou 10a* 3. Até os 40a ou por toda a vida 4. Por toda a vida!
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**FEBRE REUMÁTICA** (*prova) A profilaxia 2ária na FR deve ser feita com PGB IM, a cada 21d, por quanto tempo: 1. 13a, s/ cardite 2. 18a, s/ cardite 3. 20a c/ cardite leve 4. 20a c/ cardite residual (mod/grave) 5. 25a c/ cx valvar prévia
1. até os 21a 2. até os 23a 3. até os 30a 4. até os 40a ou por toda a vida 5. Por toda a vida! - S/ cardite prévia: até os 21a ou 5a*(após o 1ºepisód) - Cardite prévia leve/resolvida: até os 25a ou 10a* - Cardite residual (mod/grave): até os 40a ou por toda a vida - Cirurgia valvar prévia: por toda a vida
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PERICARDITE AGUDA (revisão) Caracterize a dor pleurítica: Cite etiologias (03): Característica típica no ECG: Como se dá o dx? Como se dá o tto?
1. Retroesternal, piora c/ inspiração profunda e melhora c/ a posição GENUPEITORAL (''Prece Maometana'') 2. Viral*, AI (ex: LES/AR), neopl, uremia, RDT, pós-IAM/cx CVC (Sínd Dressler) 3. SST (todas as derivações) + infra de PR 4. Alteração de ECG + dor típica 5. AINE (ou AAS); colchic (3-6m), corticoide (2º linha)
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TRÍADE DE **BEC**K 1. O que é ? 2. Qual o tto?
1. Derrame pericárdico que leva ao tamponamento cardíaco **B** - bulhas abafadas **E** - estase jugular **C** - choque (hipotensão) 2. **Pericardiocentese por US** ou **Punção de Marfan** (às cegas, medida emerg)
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Qual a principal etiologia da Miocardite?
VIRAL* (ex: enterovírus-coxsackie; parvovírus; adenovírus) Outras causas: dç AI, fármacos (fenitoína, ciclofosfamida, AZT), infecç por T Cruzy (protoz; causa inflamação crônica)
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Qual a manifestação clínica (crônica) após uma Miocardite viral?
**FIBROSE** (deposição de colágeno) **IC** (dilatação)
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Qual os exames complementares (lab/imagem) na Miocardite?
Laboratorial: - Provas inflamatórias (PCR/VSG) + MNM (T) Obs: ñ se recomenda pesquisa viral Imagem: - RNM (bom), ECO (ruim), Cintilograf (ruim) Obs: a RNM avalia a presença de fibrose
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**IC** (miocardiopatia) 1. No BR, cite as 02 principais etiologias: 2. Citar 03 causas típicas em países subd:
1. Cardiopatia isquêmica e hipertensiva 2. Chagásica Valvar (pós-FR) Alcoólica
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Cite os critérios Maiores (mnemôn ABCDEF) de Framingham para o dx de IC: Obs: dx se dá por 2M OU 1M + 2m
A - Aumento da jug (turg ou refluxo HJ) B - B3 C - Cardiomega. (rx) D - DPN e ortopneia E - EAP / Estertores F - Resposta a furo (-4,5kg em 5d) *Critérios menores: edema MMII, tosse noturna, derrame pleural, taq (>120) e dispneia
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**Cardiomiopatia Hipertrófica** (V ou F) Principal causa de MS < 40a. Fisiopatologia: Hipertrof excêntrica Doença autossômica: Quadro clínico: ECG / Ecocardio: Tto clínico: Terapia para prevenção de MS:
1. VERDADEIRO 2. FAALSO -> **CONCÊNTRICA** 3. **DOMINANTE** 4. Assint; precordialg, dispn; arritmia 5. SVE (ECG) / espess > 15mm (ECO) 6. Uso de BB ou BCC ÑD; 7. Uso do CDI (cardiodesf implantável) *Importante excluir Dxd como: etiologia hipertensiva, valvar (EAo), coração atleta
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**Cardiomiopatia Restritiva** Cite 03 etiologias:
**Amiloidose** **Sarcoidose** **Depósito** (Fabry) -> fisiopato: reduz a complacência; não há dilatação ventricular -> Ecocardio: há AUMENTO da espessura de parede ventricular; e ECG c/ BAIXA voltagem do QRS
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Cardiomiopatia Presença no ECG de BRD + BDAS*, pensar em:
**Cardiomiopatia Chagásica** *BDAS: - **B**loq **D**ivisional **A**ntero**S**sup (Esq)
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**Cardiomiopatia Chagásica** O tto está indicado somente na fase crônica. O tto deve ser realizado com (2): Pct com IC NYHA IV tem prioridade de tto antiparasitário. O MS indica tratar pcts <50a com a forma indeterminada. É uma cardiomiopatia DILATADA.
1. FAALSO -> indica-se na fase AGUDA em cça (msm se crônica) ou se risco de reativaç em imunossupresso (HIV/Tx) -> logo, o tto é CI na fase crônica 2. **Benzonidazol** ou **Nifurlimox** 3. F (cardiop grave ñ tem indicação de tto) 4. VERDADEIRO 5. VERDADEIRO
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**Síndrome de Takotsubo** É também chamada de: Clínica*: Epidemiologia: Diagnóstico: Tem bom prognóstico no longo prazo (V ou F)
1. ''Broken Heart Syndrom'' 2. Clínica de SCA* (pode haver SST e aumento de T - MNM) 3. Mulheres, > 50a, T. Humor 4. CATE sp 5. VERDADEIRO (eventual disf sistólica, reversível em 3-6m)
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**Cardiopatia Periparto** - Causa rara de IC em gest hígidas - Ocorre no final da gestação/puerp. - Comum disf de VE c/ FE < 45% - Fisiopato desconhecida (miocardite?) - FRs: multípara, >30a, negra, PE - Risco de recorrência após o 1º episódio
FLASHCARD (REVISÃO)
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BRADIARRITMIAS Disfunção do nó sinusal x Doença do nó sinusal
1. Distúrbio do rítmo, somente 2. Dist do rítmo + sintomas (dispn, fadiga, tontura, síncope, pré-síncope e bradipsiquismo)
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BRADIARRITMIAS Cite 05 etiologias:
1. Fisiológica 2. Degenerativa 3. Medicamentos (Ex: BB) 4. Hipotermia 5. Dças: Hipotireodis, DHE HIC* *Lembrar da Tríade de Cushing: BRAdicardia / BRAdipneia / HIPERtensão
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BRADIARRITMIAS Cite 06 tipos de de bradiarrit: Obs: lembrar que a ≠ da disfunção/dça do NSA é a presença de sintomas
1. Bradicardia sinusal 2. Brad atrial (o impulso é gerado em algum lugar do átrio, que ñ o NSA, apresenta onda P invertida*) 3. Brad ou 'escape juncional' (o impulso é gerado no nó AV) 4. Bloqueio sinoatrial (bloq na saída do NSA) 5. Pausa sinusal (o t de bloq é >, causando sintomas) 6. Síndrome Brad-Taq
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Intervalo PR fixo, porém com aparecimento súbito de ondas P ñ seguidas por QRS, retornando à condução prévia. Qual é a arritmia?
**BAV de 2º (Mobitz II)** Obs: diferente do BAV 1º, no de 2º há um bloqueio verdadeiro da onda P
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Intervalo PR ALARGADO (>___seg), fixo, e c/ complexos QRS precedidos por onda P Qual é a arritmia?
1. > 0,2 seg (PR normal: 0,12-0,2) 2. BAV 1º (Obs: ñ há um bloqueio verdadeiro)
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Intervalo PP regular e RR regular, porém sem nenhuma relação das ondas P c/ o complexo QRS. Qual é a arritmia?
**BAVT** Dissociação completa AV; não há passagem do estímulo elétrico pelo nó AV
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**BRADICARDIA** Cite uma importante causa neurológica:
**HIC** *Lembrar da **Tr. de Cushing**: - BRAdicardia - BRAdipneia - Hipertensão
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Cite 03 causas endocrinometabólicas p/ bradicardia:
HIPER K HIPOtermia HIPOtireoidismo
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Nas bradicardias sintomáticas irreversíveis, considerar como terapêutica:
Implante de MP
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No **'Coração de Atleta'** ocorre: (aumento/redução) VE FC repouso Tônus simpático: Tônus vagal:
1. Aumento 2. Redução (paralelo ao aumento do VE) 3. Redução 4. Aumento
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**Definição HAS** 1. PA (consultório): 2. MRPA: 3. MAPA 24h: - Vigília: - Sono:
1. **PAS ≥ 140 e/ou PAD ≥ 90** 2. PAS ≥ 130 e/ou PAD ≥ 80 3. PAS ≥ 130 e/ou PAD ≥ 80 - V: PAS ≥ 135 e/ou PAD ≥ 85 - S: PAS ≥ 120 e/ou PAD ≥ 70
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**Classificação de HAS** (Dir. Br. HAS 2025) Normal Pré-HAS HAS I HAS II HAS III
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**META DE PA** Pct HAS em tto medicamentoso. Qual a meta de PA?
PA < 130/80
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