Miscelânea Flashcards

(59 cards)

1
Q

Origem embrionária do esôfago até parte próx do duodeno e fígado, vb e pâncreas

A

Foregut- intestino anterior - irrigação do tronco celíaco.

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2
Q

midgut - inervação simpática e nível sensitivo

A

N. esplâncnico menor (T10–T11) → gânglio mesentérico sup -sensitivi: T10–T11 (região umbilical)

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3
Q

Origem do duodeno distal até 2/3 do cólon transverso e irrigação

A

Midgut - artéria mesenterica superior

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4
Q

Origem do 1/3 distal do cólon até parte superior do anus e artéria

A

Hindgut - intestino posterior - artéria mesenterica inferior

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5
Q

Foregut - inervação simpática e nível sensitivo:

A

N. Esplancnico maior (T5-9) - gânglio celíaco
Nível de t6-9 - epigastrio

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6
Q

persistência do ducto onfalomesentérico (vitelino):

A

diverticulo de meckel

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7
Q

Intestino posterior (hindgut) - inervacao e nivel sensitivo

A

esplâncnico lombar (L1–L2) → gânglio mesentérico inf./hipogástrico T12–L2 (hipogástrio/suprapúbica)

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8
Q

localizaçao do div de meckel?

A

ileo a 60cm da valva ileocecal - diverticulo VERDADEIRO COM TODAS AS CAMADAS

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9
Q

Regra dos “2” (macete de prova) NO DIVERTICULO DE MECKEL

A

Presente em 2% da população.

Localiza-se a ~2 pés (60 cm) da válvula ileocecal.

Mede em média 2 polegadas (5 cm).

Pode conter 2 tipos de mucosa ectópica (gástrica e pancreática).

Geralmente se manifesta até os 2 anos de idade (quando sintomático).

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10
Q

O QUE PODE CURSAR COM SANGRAMENTO DIGESTIVO BAIXO, DOR ABDOMINAL TIPO APENDICITE E ÃO INTESTINAL?

A

DIVERTICULO DE MECKEL - A maioria é assintomatico mas pode cursar com esses acima. O sangramento é por ulcera de mucosa gastrica ectopica

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11
Q

criança com sangramento baixo e indolor qual exame pedir

A

d. de meckel - cintilografia com tecnecio - detecta mucosa gastrica ectopica - sensib de 90% - em adultos pode ser negativo
eda e colono - normais
enterotc - observa a obstrucao e inflamacao
angiografia se nao encontrar a origem do sangramento

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11
Q

Meckel pode simular apendicite mas cursa principalmente com sangramento sem dor. V ou F?

A

Verdade

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12
Q

dor de obstruçao intestinal mecanica

A

em colica, intermitente e muito intensa - peristalse ativa tenta vencer a obstruçao

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13
Q

dor subita, continua, intensa e fixa, piora ao toque

A

dor perfurativa e peritonite

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14
Q

obstrucao intestinal com vomitos biliares indica :

A

obstrucao pre jejunal ou jejunal distal

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15
Q

ausencia de ruido intestinal e distensao pensar em

A

ileo adinamico

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16
Q

Dor em qsd + febre + icterícia

A

Tríade de Charcot - colangite aguda

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17
Q

Conduta na colangite aguda

A

Atb para gran neg e anaerobios
Cef 3a + metro OU pipetazo
CPRE POS ESTABILIZAR

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18
Q

Febre. Icterícia e dor com hipotensão e confusão

A

Penta de de reynolds colangite grave e risco de sepse

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19
Q

Pcte com pentade de raynauls qual atb usar

A

Pipetazo

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20
Q

Diverticulite ocorre mais frequentemente no

A

Sigmoide em maiores de 50
Mais homens até os 50. Depois mulher e homem igual

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21
Q

Dor em FIE, febre, constipação ou diarreia, leucócitos

A

Diverticulite - tc com contraste - padrão ouro

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22
Q

Pcte com dor em FIE febre e alteração intestinal associado a abscesso pericolico

A

Atb e drenagem percutânea se necessário - diverticulite hinchey 1

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23
Q

Pcte com dor em FIE febre e alteração intestinal associado a abscesso pélvico ou intrabfomjnal

A

Drenagem percutânea guiada por imagem - atb — hinchey 2

24
Pcte com diverticulite apresentando peritonite purulenta generalizada
Cirurgia urgente - ressecaonsegmentar com ou sem anastomose e lavagem peritoneal
25
Peritonite fecal - pós diverticulite conduta
Cirurgia de emergência - resseccao com colostomia hartman
26
Patologia gastrointestinal funcional é
Conjunto de sintomas gastrointestinais recorrentes sem explicação orgânica, estrutural ou bioquímica. Baseia-se em critérios clínicos (Roma IV).
27
dor abdominal + alteração do hábito intestinal - Alteração da frequência das evacuações; Alteração da forma/consistência das fezes - pensar em:
Síndrome do Intestino Irritável (SII)
28
subtipos SII
SII-C (constipação), SII-D (diarreia), misto, indeterminado.
29
Diagnostico SII
(Roma IV): dor abdominal recorrente ≥ 1x/semana nos últimos 3 meses, associada a ≥ 2: Alteração da frequência das evacuações. Alteração da forma/consistência das fezes. Provas ainda podem cobrar Roma III (≥ 12 meses antes) → atenção!
30
plenitude pós-prandial, saciedade precoce, dor epigástrica, sem causa orgânica - pensar em:
Dispepsia funcional - Importante excluir H. pylori e patologia estrutural.
31
Dor recorrente, sem relação clara com função intestinal ou alimentação. Muito em crianças/adolescentes.
Dor abdominal funcional / síndrome da dor abdominal crónica
32
Fisiopatologia da doenca intestinal funcional
Alteração da motilidade. Hipersensibilidade visceral. Alterações no eixo cérebro-intestino (psicológico/neuroendócrino). Disbiose intestinal (associado, mas não exclusivo).
33
tratamento da doenca intestinal funcional
Educação e relação médico-doente (fundamental). Modificação do estilo de vida: dieta, exercício, redução do stress. Tratamento farmacológico sintomático: SII-C → fibras, laxantes, linaclotida (quando disponível). SII-D → loperamida, rifaximina, colestiramina. Dor → antiespasmódicos, antidepressivos tricíclicos em baixa d
34
tratamento da dispepsia funcional
IBP, procinéticos, erradicar H. pylori se positivo
35
SII e dispepsia funcional aumentam risco de Neoplasia - V ou F
Não há risco aumentado de neoplasia → ponto de prova!
36
jovem/mulher < 50 anos, dor abdominal crónica, alteração do trânsito intestinal, exames normais, sem sinais de alarme
síndrome do intestino irritável.
37
epigastralgia pós-prandial sem causa orgânica →
dispepsia funcional.
38
≤ 2 adenomas < 10 mm
- Sem displasia de alto grau
- Sem componente viloso - conduta
Colonoscopia em 10 anos
38
conduta em pacientes com: ≥ 3 adenomas, ou Adenoma ≥ 10 mm, ou Displasia de alto grau, ou Componente viloso. 👉
Colonoscopia de vigilância em 3 anos. - chamdo de individuos de risco médio
39
conduta em polipos - Resseção incompleta
- Polipectomia em fragmentos
- Adenoma > 20 mm removido em blocos/parcial
Colonoscopia mais precoce (6–12 meses)
40
quando indicar colono para pop geral
>= a 50 anos até 74 anos fazer teste de sangue oculto a cada 2 anos - colono se teste positivo
41
Parente de 1º grau com CCR < 60 anos faz-se colono aos
40 anos, ou 10 anos antes do diagnóstico do familiar mais jovem (o que ocorrer primeiro). Se parente de 1º grau ≥ 60 anos → seguir rastreio de risco médio.
42
pctes com DII - RCU ou DC quando indicar colono
a partir de 8 anos de evolucao, repetir a cada 1-3 anos conforme risco
43
pactes com sindromes polipoides hereditarias como a Polipose adenomatosa familiar - quando fazer colono
a partir dos 12-14 anos
44
quando pedir colono na sindrome de lynch
1–2 anos a partir dos 20–25 anos ou 5 anos antes do diagnóstico mais precoce na família.
45
≥ 10 mm, viloso ou displasia de alto grau → colono
colonoscopia em 3 anos.
46
≤ 2 adenomas < 10 mm sem displasia → .colono
10 anos
47
TIPO DE DIARREIA E EXEMPLOS: Grande volume, não depende da ingestão de alimentos, não melhora com jejum
Colite infecciosa, cólera
48
TIPO DE DIARREIA E EXEMPLOS: Volume depende da ingestão de alimentos, melhora com jejum, presença de solutos não absorvíveis, Presença de esteatorreia em casos graves
OSMÓTICA -- Intolerância à lactose, síndrome de má absorção
49
TIPO DE DIARREIA E EXEMPLOS: Presença de sangue, pus ou muco, geralmente febre, dor a)
EXSUDATIVA - Doença inflamatória intestinal (Crohn, colite ulcerativ
50
TIPO DE DIARREIA E EXEMPLOS:Débito aumentada por passagem rápida pelo intestino
Motora / acelerada :Pós-cirurgia, neuropatia, hipertiroidismo
51
febre e dor em período de 7 dias pós operatório sugere
complicação pós-cirúrgica precoce - IST Apesar de feridas externas limpas, a dor localizada no hipocôndrio direito e febre subfebril sugerem coleção ou infecção intra-abdominal, tipicamente um abscesso subhepático, que se classifica como infecção do local cirúrgico (ILC) profunda, segundo critérios de IACS.
52
gastrite atrófica do corpo e fundo com antro poupado — padrão clássico de gastrite atrófica autoimune / anemia perniciosa. Nesta doença há auto-anticorpos contra as células parietais (e/ou contra o fator intrínseco produzido por elas), levando à perda de fator intrínseco, má absorção de vitamina B₁₂ e os achados clínicos laboratoriais acima.
gastrite atrófica autoimune / anemia perniciosa. Nesta doença há auto-anticorpos contra as células parietais (e/ou contra o fator intrínseco produzido por elas), levando à perda de fator intrínseco, má absorção de vitamina B₁₂ e os achados clínicos laboratoriais acima.
53
pode fazer colonoscopia da suspeita de diverticulite AGUDA para fechar o DX?
não!!! Na fase aguda, a colonoscopia não deve ser feita. O risco de perfuração é alto devido à inflamação e fragilidade da parede colónica. Geralmente, o diagnóstico é clínico + exames de imagem (TC). Colonoscopia só é indicada após a resolução, para excluir outras causas de sangramento ou dor, ou para avaliar complicações.
54
Em casos de megacólon tóxico por colite ulcerativa ou pseudomembranosa, pode ser usada colonoscopia terapêutica para descompressão. v ou f
v
55
Se diarreia persistente (>4 semanas) sem diagnóstico, colonoscopia ajuda a identificar causas inflamatórias, infecciosas, neoplásicas ou funcionais. V ou F
V
56
Colonoscopia é contraindicação relativa em:
diverticulite aguda, colite isquémica grave, colite infecciosa grave e megacólon tóxico instável.
57
A DIVERTICULITE AGUDA É Mais comum em pessoas >40 anos, geralmente fossa ilíaca esquerda (cólon sigmoide). V OU F
V