O vírus da febre aftosa (VFA) pertence ao gênero Vesiculovirus, família Picornaviridae.
gênero Aphthovirus,
Quando a vacinação com B19 for realizada acima de 8 meses de idade, os títulos vacinais tendem a permanecer elevados por mais tempo, podendo gerar reações falso positivas nos testes indiretos de diagnóstico.
CERTO
As bactérias do gênero Brucella, apesar de permanecerem no ambiente, não se multiplicam nele, pois são medianamente sensíveis aos fatores ambientais.
CERTO
A vacinação contra o APMV-1 pode proteger as aves dos sinais clínicos, porém não reduz a eliminação viral e transmissão.
pode diminuir a eliminação viral e transmissão, entretanto, alguns vírus podem disseminar-se e/ou manterem-se em lotes vacinados.
A sorologia pode não possui utilidade para vigilância e também para demonstrar quando um lote é livre da infecção, visto que as aves, principalmente as infectadas por cepas LPAI, morrem antes de desenvolver anticorpos.
Sorologia pode ser útil para vigilância e também para demonstrar quando um lote é livre da infecção, mas não é muito útil no diagnóstico de infecções por HPAI em aves altamente suscetíveis, pois geralmente morrem antes de desenvolver anticorpos
Para o diagnóstico em aves, fezes não podem substituir as amostras cloacais devido à rápida degradação viral em material alcalino.
mas fezes podem ser substituídas se as amostras cloacais não forem práticas (por exemplo, podem não ser coletados sem machucar a ave)
Uma das características da Brucella sp é sobreviver dentro de macrófagos por longos períodos, no entanto essa localização intracelular não confere proteção do sistema imune do hospedeiro.
fato de a bactéria poder resistir aos mecanismos de destruição das células fagocitárias e sobreviver dentro de macrófagos por longos períodos.
Essa localização intracelular é um dos mecanismos de evasão do sistema imune, porque protege as brucelas da ação do complemento e de anticorpos específicos
A Brucella melitensis é endêmica em algumas regiões do Brasil.
No Brasil, a brucelose é endêmica, porém apresenta dados bastante diferenciados face à dimensão territorial e às características próprias de cada região.
Até o presente momento, a B. melitensis, principal agente etiológico da brucelose caprina, não foi identificada no Brasil.
A epidemiologia do APMV-1 não é completamente compreendida, entretanto, a grande maioria dos vírus já encontrados em aves silvestres são lentogênicos.
CERTO.
A EEB não parece ser transmitida horizontalmente entre os animais. Príons de EEB causaram epidemias em bovinos quando eles foram amplificados por tecidos reaproveitados de bovinos infectados em suplementos alimentares para ruminantes.
CERTO.
A lesões causadas pela Estomatite Vesicular ficam limitadas aos tecidos epiteliais da boca, tetos e patas.
CERTO.
O Mycoplasma meleagridis (MM) é um patógeno que causa aerossaculite em galinhas. Quando infectados em vida embrionária apresentam alterações do aparelho locomotor chamadas de Síndrome TS-65.
causa aerossaculite em perus. Quando infectados em vida embrionária apresentam alterações do aparelho locomotor chamadas de Síndrome TS-65
O Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) é uma prova qualitativa, pois não indica o título de anticorpos do soro testado. A leitura revela a presença ou a ausência de IgG1.
CERTO.
Invariavelmente, bovinos infectados com o Mycobacterium bovis reagem à tuberculinização.
Há bovinos que, embora infectados, não reagem à tuberculinização devido a uma deficiência temporária do sistema imunitário, induzida por inoculações sucessivas de tuberculina ou aplicação de altas concentrações do antígeno, denominada dessensibilização.
Os antígenos do vírus da Peste Suína Clássica (VPSC) podem ser detectados com imunofluorescência direta (FAT ou FATST) ou ELISAs.
CERTO.
Suínos latentemente infectados são mais propensos a serem identificados nos gânglios trigeminal em suínos, onde o vírus vivo geralmente é recuperado.
Suínos latentemente infectados são mais propensos a serem identificados nos gânglios trigeminal em suínos domésticos e nos gânglios sacrais e trigeminal de suínos selvagens, porém o vírus vivo geralmente não é recuperado.
As bactérias do gênero Brucella de permanecerem no ambiente por longos períodos, além disso se multiplicam nele, pois são pouco sensíveis aos fatores ambientais.
As bactérias do gênero Brucella, apesar de permanecerem no ambiente, não se multiplicam nele; elas são medianamente sensíveis aos fatores ambientais.
Em suínos, lesões macroscópicas características da Doença de Aujeszky (pseudoraiva) são focos necróticos no fígado e baço, presente em quase todos os animais afetados.
Lesões macroscópicas são frequentemente sutis, ausentes ou difíceis de serem visualizadas em suínos. Muitos animais apresentam rinite fibrino-necrótica ou serosa, porém isso pode ser visível somente se a cabeça for dividida em duas e a cavidade nasal aberta.
Não se deve utilizar vacinas para suprimir sinais clínicos, já que não são capazes de aumentar a resistência à infecção e nem diminuir a excreção e transmissão do vírus.
Além disso, para suprimir sinais clínicos, algumas vacinas são capazes de aumentar a resistência a infecção e diminuir a excreção e transmissão do vírus
Alguns sorovares tendem a produzir uma síndrome particular: por exemplo, em suínos Salmonella sor. Choleraesuis está geralmente associada com artrite.
SALMONELLA SOR. CHOLERAESUIS ESTÁ GERALMENTE ASSOCIADA COM DOENÇAS ENTÉRICAS.
Os testes de inibição da hemaglutinina e neuramidase são usados para distinguir os vírus da influenza aviária com baixa patogenicidade (LPAI) e alta patogenicidade (HPAI).
Eles podem ser subtipados com antissoro específico em testes de inibição da hemaglutinina e neuramidase, por RT-PCR ou por análises subsequentes dos genes virais HA e NA. Os testes genéticos para identificar padrões característicos no HA (no seu local de clivagem) e/ou testes de virulência em galinhas jovens são usados para distinguir os vírus LPAI de vírus HPAI.
As amostras de órgãos internos (por exemplo, traqueia, pulmões, sacos aéreos, intestino, baço, rins, cérebro, fígado e coração) não devem ser testados em pássaros mortos com suspeita de infecção por cepas de alta virulência (HPAI).
As amostras de órgãos internos (por exemplo, traqueia, pulmões, sacos aéreos, intestino, baço, rins, cérebro, fígado e coração) também são testados em pássaros mortos suspeitos de ter HPAI.
Os vírus A da Influenza são pouco diversos e dois vírus que compartilham um subtipo geralmente são fortemente relacionados.
Os vírus A da Influenza são bastante diversos e dois vírus que compartilham um subtipo podem ser apenas distantemente relacionados
O período de incubação do vírus da Peste Suína Clássica (VPSC) pode variar de poucos dias a vários meses.
O período de incubação pode variar de 2 a 15 dias, sendo frequentemente 3 a 7 dias em casos agudos. Em condições de campo, talvez a doença não se torne evidente em um rebanho por 2 a 4 semanas ou mais.