INF1 Flashcards

(121 cards)

1
Q

O vírus da febre aftosa (VFA) pertence ao gênero Vesiculovirus, família Picornaviridae.

A

gênero Aphthovirus,

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2
Q

Quando a vacinação com B19 for realizada acima de 8 meses de idade, os títulos vacinais tendem a permanecer elevados por mais tempo, podendo gerar reações falso positivas nos testes indiretos de diagnóstico.

A

CERTO

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3
Q

As bactérias do gênero Brucella, apesar de permanecerem no ambiente, não se multiplicam nele, pois são medianamente sensíveis aos fatores ambientais.

A

CERTO

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4
Q

A vacinação contra o APMV-1 pode proteger as aves dos sinais clínicos, porém não reduz a eliminação viral e transmissão.

A

pode diminuir a eliminação viral e transmissão, entretanto, alguns vírus podem disseminar-se e/ou manterem-se em lotes vacinados.

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5
Q

A sorologia pode não possui utilidade para vigilância e também para demonstrar quando um lote é livre da infecção, visto que as aves, principalmente as infectadas por cepas LPAI, morrem antes de desenvolver anticorpos.

A

Sorologia pode ser útil para vigilância e também para demonstrar quando um lote é livre da infecção, mas não é muito útil no diagnóstico de infecções por HPAI em aves altamente suscetíveis, pois geralmente morrem antes de desenvolver anticorpos

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6
Q

Para o diagnóstico em aves, fezes não podem substituir as amostras cloacais devido à rápida degradação viral em material alcalino.

A

mas fezes podem ser substituídas se as amostras cloacais não forem práticas (por exemplo, podem não ser coletados sem machucar a ave)

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7
Q

Uma das características da Brucella sp é sobreviver dentro de macrófagos por longos períodos, no entanto essa localização intracelular não confere proteção do sistema imune do hospedeiro.

A

fato de a bactéria poder resistir aos mecanismos de destruição das células fagocitárias e sobreviver dentro de macrófagos por longos períodos.

Essa localização intracelular é um dos mecanismos de evasão do sistema imune, porque protege as brucelas da ação do complemento e de anticorpos específicos

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8
Q

A Brucella melitensis é endêmica em algumas regiões do Brasil.

A

No Brasil, a brucelose é endêmica, porém apresenta dados bastante diferenciados face à dimensão territorial e às características próprias de cada região.

Até o presente momento, a B. melitensis, principal agente etiológico da brucelose caprina, não foi identificada no Brasil.

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9
Q

A epidemiologia do APMV-1 não é completamente compreendida, entretanto, a grande maioria dos vírus já encontrados em aves silvestres são lentogênicos.

A

CERTO.

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10
Q

A EEB não parece ser transmitida horizontalmente entre os animais. Príons de EEB causaram epidemias em bovinos quando eles foram amplificados por tecidos reaproveitados de bovinos infectados em suplementos alimentares para ruminantes.

A

CERTO.

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11
Q

A lesões causadas pela Estomatite Vesicular ficam limitadas aos tecidos epiteliais da boca, tetos e patas.

A

CERTO.

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12
Q

O Mycoplasma meleagridis (MM) é um patógeno que causa aerossaculite em galinhas. Quando infectados em vida embrionária apresentam alterações do aparelho locomotor chamadas de Síndrome TS-65.

A

causa aerossaculite em perus. Quando infectados em vida embrionária apresentam alterações do aparelho locomotor chamadas de Síndrome TS-65

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13
Q

O Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) é uma prova qualitativa, pois não indica o título de anticorpos do soro testado. A leitura revela a presença ou a ausência de IgG1.

A

CERTO.

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14
Q

Invariavelmente, bovinos infectados com o Mycobacterium bovis reagem à tuberculinização.

A

Há bovinos que, embora infectados, não reagem à tuberculinização devido a uma deficiência temporária do sistema imunitário, induzida por inoculações sucessivas de tuberculina ou aplicação de altas concentrações do antígeno, denominada dessensibilização.

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15
Q

Os antígenos do vírus da Peste Suína Clássica (VPSC) podem ser detectados com imunofluorescência direta (FAT ou FATST) ou ELISAs.

A

CERTO.

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16
Q

Suínos latentemente infectados são mais propensos a serem identificados nos gânglios trigeminal em suínos, onde o vírus vivo geralmente é recuperado.

A

Suínos latentemente infectados são mais propensos a serem identificados nos gânglios trigeminal em suínos domésticos e nos gânglios sacrais e trigeminal de suínos selvagens, porém o vírus vivo geralmente não é recuperado.

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17
Q

As bactérias do gênero Brucella de permanecerem no ambiente por longos períodos, além disso se multiplicam nele, pois são pouco sensíveis aos fatores ambientais.

A

As bactérias do gênero Brucella, apesar de permanecerem no ambiente, não se multiplicam nele; elas são medianamente sensíveis aos fatores ambientais.

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18
Q

Em suínos, lesões macroscópicas características da Doença de Aujeszky (pseudoraiva) são focos necróticos no fígado e baço, presente em quase todos os animais afetados.

A

Lesões macroscópicas são frequentemente sutis, ausentes ou difíceis de serem visualizadas em suínos. Muitos animais apresentam rinite fibrino-necrótica ou serosa, porém isso pode ser visível somente se a cabeça for dividida em duas e a cavidade nasal aberta.

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19
Q

Não se deve utilizar vacinas para suprimir sinais clínicos, já que não são capazes de aumentar a resistência à infecção e nem diminuir a excreção e transmissão do vírus.

A

Além disso, para suprimir sinais clínicos, algumas vacinas são capazes de aumentar a resistência a infecção e diminuir a excreção e transmissão do vírus

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20
Q

Alguns sorovares tendem a produzir uma síndrome particular: por exemplo, em suínos Salmonella sor. Choleraesuis está geralmente associada com artrite.

A

SALMONELLA SOR. CHOLERAESUIS ESTÁ GERALMENTE ASSOCIADA COM DOENÇAS ENTÉRICAS.

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21
Q

Os testes de inibição da hemaglutinina e neuramidase são usados para distinguir os vírus da influenza aviária com baixa patogenicidade (LPAI) e alta patogenicidade (HPAI).

A

Eles podem ser subtipados com antissoro específico em testes de inibição da hemaglutinina e neuramidase, por RT-PCR ou por análises subsequentes dos genes virais HA e NA. Os testes genéticos para identificar padrões característicos no HA (no seu local de clivagem) e/ou testes de virulência em galinhas jovens são usados para distinguir os vírus LPAI de vírus HPAI.

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22
Q

As amostras de órgãos internos (por exemplo, traqueia, pulmões, sacos aéreos, intestino, baço, rins, cérebro, fígado e coração) não devem ser testados em pássaros mortos com suspeita de infecção por cepas de alta virulência (HPAI).

A

As amostras de órgãos internos (por exemplo, traqueia, pulmões, sacos aéreos, intestino, baço, rins, cérebro, fígado e coração) também são testados em pássaros mortos suspeitos de ter HPAI.

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23
Q

Os vírus A da Influenza são pouco diversos e dois vírus que compartilham um subtipo geralmente são fortemente relacionados.

A

Os vírus A da Influenza são bastante diversos e dois vírus que compartilham um subtipo podem ser apenas distantemente relacionados

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24
Q

O período de incubação do vírus da Peste Suína Clássica (VPSC) pode variar de poucos dias a vários meses.

A

O período de incubação pode variar de 2 a 15 dias, sendo frequentemente 3 a 7 dias em casos agudos. Em condições de campo, talvez a doença não se torne evidente em um rebanho por 2 a 4 semanas ou mais.

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25
No ser humano, o período médio de incubação do vírus da raiva (RabV) é de 4 a 10 dias, embora haja relatos de períodos excepcionalmente longos.
No ser humano, o período médio de incubação é de 20 a 60 dias, embora haja relatos de períodos excepcionalmente longos
26
Os animais infectados podem apresentam uma placentite necrótica, embora seja incomum a retenção de placenta.
SENDO COMUM A RETENÇÃO DE PLACENTA.
27
Entre outras situações, as análises bacteriológicas completas serão necessárias para estudo de animais positivos ao teste tuberculínico, nos quais não se observaram lesões macroscópicas sugestivas de tuberculose. Nesses casos, a pesquisa bacteriológica será feita especialmente em amostras de linfonodos da cabeça.
Nesses casos, a pesquisa bacteriológica será feita especialmente em amostras de linfonodos do trato respiratório e intestinal;
28
A interpretação dos resultados do Teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) é dada pela diferença entre os títulos dos soros sem tratamento (prova lenta), frente ao soro tratado com 2-ME.
CERTO.
29
A resposta humoral de bovinos infectados por B. abortus ou vacinados com B19, caracteriza-se pela síntese dos quatro isotipos principais de imunoglobulinas (IgG1, IgG2, IgM e IgA). A resposta sorológica pós-infecção ou vacinação produz-se a partir da primeira semana, aparecendo, em primeiro lugar, o isotipo IgG1 e, logo após, o IgM.
A resposta sorológica pós-infecção ou vacinação produz-se a partir da primeira semana, aparecendo, em primeiro lugar, o isotipo IgM e, logo após, o IgG1
30
Em 70% a 90% dos casos, as lesões encontram-se em linfonodos de cabeça e tórax, e 66% dos animais necropsiados apresentam apenas uma única lesão visível.
CERTO.
31
M. gallisepticum (MG) e M. synoviae (MS) causam normalmente problemas reprodutivos em perus e galinhas, sendo que o MS ainda pode causar sinovite em alguns casos.
quadros respiratórios
32
A anemia infecciosa equina é causada por um vírus RNA não envelopado.
envelopado
33
O fragmento HA, e em menor grau o NA, são os principais alvos para a resposta imune e normalmente existe proteção cruzada entre diferentes tipos de HA ou NA.
O fragmento HA, e em menor grau o NA, são os principais alvos para a resposta imune e normalmente existe pouca ou nenhuma proteção cruzada entre diferentes tipos de HA ou NA.
34
As infecções agudas são causadas por isolados poucos virulentos, têm baixa taxa de mortalidade em rebanhos suínos.
As infecções agudas, que são causadas por isolados altamente virulentos, têm alta taxa de mortalidade em rebanhos suínos, devendo ser rapidamente diagnosticadas.
35
As vacinas para a influenza aviária incluem ambas as vacinas de vírus inteiros inativados tradicionais e vacinas vetoriais recombinantes mais recentes.
CERTO.
36
A alta variabilidade dos vírus da Influenza A é resultado de dois processos, mutação e rearranjo genético. Mutações causam mudanças graduais nas proteínas HA e NA do vírus, um processo chamado ‘shift antigênico’.
Mutações causam mudanças graduais nas proteínas HA e NA do vírus, um processo chamado ‘drift antigênico’
37
As vacinas podem reduzir o nível de colonização e disseminação de Salmonella spp. no ambiente, mas não protegem os animais da doença.
além de proteger os animais da doença.
38
As provas sorológicas para Estomatite Vesicular são realizadas por neutralização viral, ELISA ou Fixação de complemento.
CERTO.
39
O Vírus da Estomatite Vesicular (VSV) possui forma de projétil, é formado por 5 polipeptídeos principais, denominados L, G, N, NS e M, com o ácido nucleico formado por uma única molécula DNA de fita simples com polaridade negativa.
O ácido nucleico do VSV é formado por uma única molécula linear de ácido ribonucleico de fita simples com polaridade negativa, logo possui como genoma uma fita de RNA.
40
Testes sorológicos em aves incluem IDAG, inibição da hemoaglutinação e ELISAs.
CERTO.
41
No homem, a sua manifestação clínica geralmente limita-se a febre e dores musculares.
CERTO.
42
Em frangos saudáveis a taxa de mortalidade é de aproximadamente 50% para cepas mesogênicas e insignificantes para lentogênicas, embora doenças intercorrentes possam aumentar a severidade e resultar em uma maior mortalidade.
Vírus lentogênicos e mesogênicos geralmente matam algumas aves. Em frangos saudáveis a taxa de mortalidade é de aproximadamente 10% para cepas mesogênicas e insignificantes para lentogênicas, embora doenças intercorrentes possam aumentar a severidade e resultar em uma maior mortalidade
43
Lesões de necropsia causadas por cepas velogênicas de APMV-1, principalmente em galinhas, incluem hemorragias, pneumonia e secreção nasal serosa, que é considerada a lesão sugestiva da doença de Newcastle.
Hemorragias, úlceras, edema e/ou necrose ocorrem frequentemente nas tonsilas cecais e tecidos linfóides da parede intestinal (incluindo as placas de Peyer); essa lesão é particularmente sugestiva da doença de Newcastle.
44
Na infecção natural, a estimulação dos linfócitos T para produção de anticorpos acontece tardiamente, após o aparecimento dos sintomas. A ação desses anticorpos é bloquear os vírus extracelulares, antes de alcançar o receptor das células musculares, inibindo a propagação no ponto de inoculação e a sua progressão até o SNC.
a estimulação dos linfócitos B
45
Embora as cepas moderadamente virulentas fossem predominantes no passado, a maioria dos surtos atualmente são causados por estirpes altamente virulentas, e os sinais clínicos são bastante severos e nítidos.
Embora as cepas altamente virulentas fossem predominantes no passado, a maioria dos surtos é agora causada por estirpes moderadamente virulentas, e os sinais clínicos são frequentemente menos severos e nítidos.
46
A Scrapie e pode ser transmitida diretamente entre animais ou indiretamente via ambiente.
Animais jovens parecem ser infectados mais facilmente do que bovinos com idade acima de 6 meses. Transmissão vertical tem sido relatada em ovinos experimentalmente infectados, mas não tem sido relatado em bovinos.
47
da Doença de Aujeszky (pseudoraiva), Em bovinos, as únicas lesões macroscópicas podem ser áreas de edema e hemorragia na medula espinhal, geralmente são encontradas na porção que inerva a área de prurido.
CERTO.
48
Exames histológicos de cérebros geralmente são utilizados como único teste de confirmação diagnóstico de doenças priônicas.
Exames histológicos de cérebros podem ajudar muito no diagnóstico de doenças priônicas (embora, geralmente, não seja usado como o único teste de confirmação), pois alguns animais em estágios iniciais da infecção têm poucas ou nenhuma lesão.
49
Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis tem períodos de incubação de dias a meses.
Encefalopatias espongiformes transmissíveis tem períodos de incubação de meses a anos.
50
Em relação ao diagnóstico laboratorial da raiva, embora exista a unidade de cultura celular no laboratório, este teste não deve substituir o teste de inoculação em camundongos, devido a menor acurácia dos testes em células.
Uma vez existindo a unidade de cultura celular no laboratório, este teste deve substituir o teste de inoculação em camundongos, evitando assim o uso de animais, além do fato de ser menos oneroso e mais rápido.
51
Os métodos de controle estabelecidos para EEB-L, EEB-H ou Scrapie atípico/Nor98 são os mesmo já utilizados para as formas clássicas de EEB e Scrapie.
Não há métodos de controle estabelecidos para EEB-L, EEB-H ou Scrapie atípico/Nor98, os quais podem ser doenças genéticas espontâneas. Atualmente, esses príons não afetam o status nacional de EEB ou Scrapie para comércio internacional.
52
Sinais clínicos da Doença de Aujeszky sempre relatados em cães incluem prurido intenso, concentrado em uma região da pele, a qual se apresenta com lambedura, roedura e fricção excessiva.
Sinais clínicos comumente relatados em cães incluem depressão, anorexia, dispneia, taquipneia, vômito, salivação excessiva, espasmos dos músculos da laringe e faringe, ataxia e espasmos ou rigidez muscular.
53
Amostras frescas podem ser fixadas em lâmina e coradas pelo método de Ziehl-Neelsen para a pesquisa de bacilos álcool ácido resistentes (BAAR), a sensibilidade do método é alta, e um resultado positivo sugere fortemente tratar-se de micobactéria, diferenciando-se a espécie por meio da morfologia do isolado.
Amostras frescas podem ser fixadas em lâmina e coradas pelo método de Ziehl-Neelsen para a pesquisa de bacilos álcool ácido resistentes (BAAR), contudo, a sensibilidade do método é baixa, e um resultado positivo sugere fortemente tratar-se de micobactéria, mas não informa a espécie.
54
No organismo hospedeiro, a proteção contra a infecção e a eliminação das bactérias do gênero Brucella dependem primariamente da resposta imune mediada por células – neutrófilos e macrófagos – e de células específicas, linfócitos T auxiliares e citotóxicos. Apesar de existirem metodologias para se medir a intensidade dessa resposta imune celular, essas técnicas, por serem complexas e de difícil execução, não são utilizadas na rotina de diagnóstico da infecção por Brucella sp.
CERTO.
55
O Vírus da Estomatite Vesicular (VSV) possui forma de um projétil, é formado por 5 polipeptídeos principais, denominados L, G, N, NS e M, com o ácido nucleico formado por uma única molécula linear de ácido ribonucleico (RNA) de fita simples com polaridade negativa.
CERTO.
56
A Encefalopatia Espongiforme Bovina pode ser prevenida pela não alimentação das espécies suscetíveis com os tecidos que possam conter príons. Proibição completa é necessária, visto que o cozimento não consegue inativar completamente esses agentes.
CERTO.
57
A linhagem Asiática do vírus H5N1 HPAI e o vírus H7N9 LPAI estão relacionados a casos em humanos.
CERTO.
58
A importância econômica atribuída à doença bovina está baseada nas perdas diretas resultantes de abortos e condenação de carcaças no abate.
A importância econômica atribuída à doença bovina está baseada nas perdas diretas resultantes da morte de animais, da queda no ganho de peso e diminuição da produção de leite, do descarte precoce e eliminação de animais de alto valor zootécnico e condenação de carcaças no abatE
59
O vírus da febre aftosa (VFA) é preservado por refrigeração, porém progressivamente inativado pelo congelamento ou por temperaturas superiores a 50°C.
É PRESERVADO POR REFRIGERAÇÃO E CONGELAMENTO E PROGRESSIVAMENTE INATIVADO POR TEMPERATURAS SUPERIORES A 50 GRAUS.
60
Quando se injeta a tuberculina na pele de infectado por micobactérias ocorrerá uma resposta de hipersensibilidade retardada com endurecimento e edema progressivo no local da inoculação, que atinge seu máximo às 72 horas, com uma variação de até 6 horas para mais ou para menos. Após esse tempo, a reação tende a diminuir lentamente.
CERTO.
61
Alguns países, incluindo o Reino Unido, a Irlanda, a Suécia, a Noruega, a Islândia, as ilhas do Pacífico e algumas ilhas da Indonésia são considerados endêmicos para o vírus da raiva.
Alguns países, incluindo o Reino Unido, a Irlanda, a Suécia, a Noruega, a Islândia, o Japão, a Austrália, a Nova Zelândia, Singapura, a maior parte da Malásia, Papua Nova Guiné, as ilhas do Pacífico e algumas ilhas da Indonésia estão livres do vírus da raiva clássico há muitos anos (WORLD ORGANISATION FOR ANIMAL HEALTH, 2009). No Brasil, a raiva dos herbívoros pode ser considerada endêmica e em diferentes graus, de acordo com a região.
62
Considerando a importância da doença, o MAPA estabelece ações de controle e monitoramento de micoplasmas em granjas avícolas de postura.
ações de controle e monitoramento de micoplasmas em granjas avícolas de reprodução, além disso, o Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) também estabelece os critérios mínimos de biosseguridade a serem adotados pelas granjas para registro no serviço veterinário oficial.
63
Algumas aves, particularmente aquelas que morrem subitamente ou que demonstrem principalmente sinais neurológicos causados por cepas velogênicas de APMV-1, apresentam poucas ou nenhuma lesão macroscópica.
CERTO.
64
A grande inespecificidade dos sinais clínicos, a dificuldade de isolamento do M. bovis do animal vivo e o baixo nível de anticorpos durante o período inicial de infecção fazem com que os diagnósticos clínico, bacteriológico e sorológico tenham um valor relativo.
CERTO.
65
A maioria dos vírus da influenza tipo A causa somente uma doença leve em aves e são chamados de vírus da influenza aviária com baixa patogenicidade (LPAI).
CERTO.
66
Reações falso-negativas podem ocorrer em tuberculinizações próximas ao parto ou em animais com alimentação deficiente.
CERTO.
67
A epidemiologia do APMV-1 não é completamente compreendida, entretanto, a grande maioria dos vírus já encontrados em aves silvestres são velogênicos.
A epidemiologia do APMV-1 não é completamente compreendida, entretanto, a grande maioria dos vírus já encontrados em aves silvestres são lentogênicos
68
A Salmonela é resistente a muitos desinfetantes incluindo hipoclorito de sódio 1%, etanol 70%, glutaraldeído 2%, e formaldeído.
Geralmente, bactérias Gram negativas como a Salmonella spp. são suscetíveis a muitos desinfetantes incluindo hipoclorito de sódio 1%, etanol 70%, glutaraldeído 2%, e formaldeído, além de fenol, ácido peracético, peróxido de hidrogênio, compostos de amônia quaternária, e iodóforos.
69
BRUCELOSE A porta de entrada mais importante é o trato respiratório, sendo que a infecção se inicia quando um animal suscetível inspira gotícula suspensas contendo o agente, principalmente em criações intensivas.
A porta de entrada mais importante é o trato digestivo, sendo que a infecção se inicia quando um animal suscetível ingere água e alimentos contaminados ou pelo hábito de lamber as crias recém-nascidas
70
DOENÇA DE AUJESZKY Em animais com sinais neurológicos, o exame microscópico da porção branca e cinzenta revela meningoencefalite não supurativa.
CERTO.
71
DOENÇA DE AUJESZKY Em outros animais além de suínos, a doença de Aujeszky é quase assintomática.
Em outros animais além de suínos, a doença de Aujeszky é quase sempre fatal. No passado, perdas severas ocorriam em bovinos expostos à suínos infectados assintomaticamente.
72
O primeiro estado no mundo a ter, na cadeira da avicultura de corte, um território avícola livre da doença de Newcastle foi Santa Catarina, sendo a última ocorrência da enfermidade, na avicultura comercia, em 1984.
CERTO.
73
MICOPLASMOSE AVIÁRIA A vacinação com cepas ts-11 e 6/85 de M. gallisepticum (MG) está sofrendo redução em seu uso devido ao surgimento de vacinas vivas menos virulentas. Recentemente surgiram no mercado as vacinas com micoplasmas viáveis da cepa F de MG, as quais não têm a virulência residual que possa causar sinergismo com infecções virais ou mesmo com a vacinação com alguns vírus vivos e oferecem maior segurança quanto a possíveis doses elevadas oriunda de acidentes na vacinação.
No entanto a cepa F está sofrendo redução em seu uso. Essa observação se explica mais pelo surgimento de vacinas vivas menos virulentas. Recentemente surgiram no mercado as cepas ts-11 e 6/85 de MG, as quais não têm a virulência residual que pode causar sinergismo com infecções virais ou mesmo com a vacinação com alguns vírus vivos e oferecem maior segurança quanto a possíveis doses elevadas oriunda de acidentes na vacinação.
74
O diagnóstico clínico possui valor relativo para os animais com tuberculose avançada, para os quais o teste tuberculínico perde seu valor pela possibilidade do fenômeno da anergia à tuberculina.
O diagnóstico clínico torna-se importante para os animais com tuberculose avançada, para os quais o teste tuberculínico perde seu valor pela possibilidade do fenômeno da anergia à tuberculina.
75
Os testes de inibição da hemaglutinina e neuramidase são usados para distinguir os vírus da influenza aviária com baixa patogenicidade (LPAI) e alta patogenicidade (HPAI).
Os testes genéticos para identificar padrões característicos no HA (no seu local de clivagem) e/ou testes de virulência em galinhas jovens são usados para distinguir os vírus LPAI de vírus HPAI.
76
SALMONELOSE Enquanto a doença sistêmica é a apresentação mais comum em adultos saudáveis, a gastroenterite também pode ocorrer, particularmente, naqueles que são imunodeprimidos, incluindo crianças e idosos.
Enquanto a gastroenterite é a apresentação mais comum em adultos saudáveis, a doença sistêmica também pode ocorrer, particularmente naqueles que são imunodeprimidos, incluindo crianças e idosos.
77
O vírus da febre aftosa (VFA) apresenta baixa taxa de mortalidade em animais jovens, mas pode levar à alta mortalidade em animais adultos devido à miocardite.
Baixa taxa de mortalidade em animais adultos, mas pode levar à alta mortalidade em animais jovens devido à miocardite.
78
Diferente da Scrapie, que apresenta tanto a forma clássica como a atípica, a Encefalopatia Espongiforme Bovina – EEB é relatada apenas na forma clássica.
Existe tanto a forma clássica da EEB como a atípica. O termo clássico é usado para distinguir a forma usual da EEB e do scrapie dessas novas formas identificadas. Há pelo menos dois príons atípicos em bovinos, um com peso molecular mais alto que o príon clássico da EEB, sendo denominado no imunoblot de EEB tipo H ou H-EEB.
79
Testes sorológicos para a doença de Aujeszky incluem a neutralização viral, aglutinação de látex, no entando testes de ELISA ainda não estão bem estabelecidos.
Testes sorológicos para a doença de Aujeszky incluem a neutralização viral, aglutinação de látex e testes ELISA.
80
Para o diagnóstico em aves, fezes não podem substituir as amostras cloacais devido à rápida degradação viral em material alcalino.
Pequenos suabes (pediátricos) podem ser úteis em pássaros pequenos, mas fezes podem ser substituídas se as amostras cloacais não forem práticas (por exemplo, podem não ser coletados sem machucar a ave)
81
Em suínos desmamados, a doença de Aujeszky é principalmente respiratória, com sinais clínicos que comumente incluem febre, anorexia, perda de peso, tosse, espirros, conjuntivite e dispneia.
CERTO.
82
O teste cervical comparativo, com PPD bovino primeiro e aviário aplicado posteriormente, deve ser utilizado como teste confirmatório, por sua maior especificidade em relação aos testes simples.
PPD bovino e aviário aplicados simultaneamente.
83
Brucella sp pode sobreviver, em água poluída, até 700 dias.
30 - 150 DIAS.
84
A fase aguda da brucelose no homem produz perdas econômicas de vulto, por exemplo, custos do diagnóstico e tratamento, muitas vezes requerendo internações prolongadas, além de custo do período decorrente da ausência ao trabalho.
Na maioria das vezes, quando a enfermidade não é tratada na fase aguda; o curso crônico da doença no homem produz perdas econômicas de vulto
85
Com raras exceções, os vírus de alta patogenicidade (HPAI) encontrados na natureza sempre contém a hemaglutinina H5 ou H7.
CERTO.
86
A vacinação ou exposição prévia a outros vírus APMV-1 (cepas lentogênicas) não interferem nos testes sorológicos.
podem interferir
87
SOBRE A RAIVA Em cães, o período médio de incubação é de 3 a 8 semanas, com extremos variando de 10 dias a 6 meses.
CERTO.
88
SOBRE A TUBERCULOSE A terceira fase da patogenia começa quando cessa a multiplicação dos bacilos dentro dos macrófagos, cerca de uma semana após a inalação do agente infeccioso, e é caracterizada por resposta imune mediada por células e reação de hipersensibilidade retardada.
A terceira fase começa quando cessa essa multiplicação, cerca de 2 a 3 semanas após a inalação do agente infeccioso, e é caracterizada por resposta imune mediada por células e reação de hipersensibilidade retardada
89
INFLUENZA AVIÁRIA A sorologia pode ser útil para vigilância e também para demonstrar quando um lote é livre da infecção, mas não é muito útil no diagnóstico de infecções por cepas altamente patogenicas (HPAI) em aves altamente suscetíveis, pois geralmente morrem antes de desenvolver anticorpos.
CERTO.
90
TUBERCULOSE A tuberculina pode ser definida como um extrato obtido de filtrados de cultivos de Mycobacterium sp previamente esterilizados pelo calor, para ser utilizado com o propósito de medir a hipersensibilidade imediata causada pela infecção por micobactérias.
hipersensibilidade retardada
91
BRUCELOSE A resposta humoral de bovinos infectados por B. abortus ou vacinados com B19, caracteriza-se pela síntese dos quatro isotipos principais de imunoglobulinas (IgG1, IgG2, IgM e IgA). A observação por períodos prolongados da resposta humoral em animais infectados demonstra que há um leve decréscimo dos níveis de IgM, enquanto os de IgG1 permanecem altos, inalterados.
CERTO.
92
PSC Leitões (incluindo javalis) infectados antes ou imediatamente após o nascimento podem ser imunotolerantes, porém nesse caso serão positivos na sorologia.
Entretanto, leitões (incluindo javalis) infectados antes ou imediatamente após o nascimento podem ser imunotolerantes e ser negativo na sorologia.
93
A taxa de mortalidade da Estomatite Vesicular é baixa.
Taxa de morbidade variável, chegando a até 90% em um rebanho. Baixa taxa de mortalidade.
94
TUBERCULOSE A intensidade da reação alérgica à tuberculina não é proporcional à evolução da doença no organismo do animal.
CERTO.
95
BRUCELOSE Nos rebanhos com infecção crônica, os abortos concentram-se nas fêmeas primíparas e nos animais sadios recentemente introduzidos.
CERTO.
96
Doença de Newcastle As duas apresentações clínicas (forma neurotrópica e viscerotrópica), causadas por cepas velogênicas do APMV-1, são sempre divididas com nitidez.
Entretanto essas duas apresentações clínicas não são necessariamente divididas com nitidez, podendo se sobrepor.
97
RAIVA No Código Sanitário para os Animais Terrestre da OIE, o período de infecciosidade da raiva em carnívoros domésticos começa 15 dias antes do aparecimento dos primeiros sinais clínicos e termina com a morte do animal.
CERTO.
98
Brucella sp pode sobreviver, em exsudato uterino, até 200 dias.
CERTO.
99
As EETs são principalmente adquiridas por ingestão do agente, ainda que alguns príons possam causar infecção por outras vias.
CERTO.
100
RAIVA Após entrar em decúbito, o animal não consegue mais se levantar e ocorrem movimentos de pedalagem, dificuldades respiratórias, opistótono, asfixia e finalmente a morte, que ocorre geralmente entre 15 a 21 dias após o início dos sinais, podendo prolongar-se, em alguns casos, por até 30 dias
que ocorre geralmente entre 3 a 6 dias após o início dos sinais, podendo prolongar-se, em alguns casos, por até 10 dias.
101
Considera-se que a sensibilidade do teste cervical simples é maior do que a do teste da prega da cauda. Além disso, é menos subjetivo, pois o resultado advém da tomada de medidas com o cutímetro.
CERTO.
102
Doença de Aujeszky Lesões macroscópicas geralmente são poucas ou ausentes em cães, embora o achado clássico seja encefalite supurativa no tronco cerebral.
O achado microscópico clássico em cães com doença de Aujeszky é encefalite não supurativa no tronco cerebral.
103
RAIVA O ELISA é o teste mais amplamente utilizado para o diagnóstico da raiva, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
Teste de imunofluorescência direta: o teste mais amplamente utilizado para o diagnóstico da raiva.
104
Entre outros, são hospedeiros do vírus da febre aftosa (VFA) os Bovídeos (bovinos, zebus, búfalos domésticos, iaques), ovinos, caprinos, todos os ruminantes selvagens, equídeos e suídeos.
EXCETO EQUÍDEOS; Os camelídeos (camelos, dromedários, lhamas, vicunhas) têm baixa suscetibilidade.
105
BRUCELOSE Em geral, os testes sorológicos são classificados segundo o antígeno utilizado na reação. Nos testes de aglutinação (lenta, com antígeno acidificado, do anel em leite, de Coombs), de fixação do complemento ou imunofluorescência indireta, o antígeno é representado pelo lipopolissacarídeo da parede celular da B. abortus semipurificado.
o antígeno é representado por células inteiras de B. abortus.
106
vírus da raiva (RabV), julgue o seguinte item. Os sintomas da raiva no ser humano ocorrem em três estágios: prodrômico, período paralítico e, por último, neurológico agudo.
PRODRÔMICO No segundo estágio, ocorre a excitação sensorial ou a fase conhecida como “período neurológico agudo” E TERCEIRO COMA E PARALISIA.
107
Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis, julgue o seguinte item. Materiais especificados de risco (MER) são os órgãos/tecidos onde o príon fica localizado em grandes concentrações antes do animal apresentar os sintomas, devido ao tropismo por tais estruturas.
CERTO.
108
A melhor estratégia – que tem sido validada por vários países que conseguiram avanços significativos no combate à brucelose – costuma ser a combinação de testes, baseada na escolha de um teste de triagem, seguido de um teste confirmatório, a ser realizado apenas nos soros que resultarem negativos no teste anterior, geralmente mais elaborado, porém com melhor especificidade que o teste de triagem. Esse teste confirmatório tem que ter também boa sensibilidade.
Essa estratégia tem como base a escolha de um teste de triagem de fácil execução, barato e de boa sensibilidade, seguido de um teste confirmatório, a ser realizado apenas nos soros que resultarem positivos no teste anterior, geralmente mais elaborado, porém com melhor especificidade que o teste de triagem. Esse teste confirmatório tem que ter também boa sensibilidade.
109
BRUCELOSE BOVINA Em relação ao teste de Fixação de Complemento (FC), animais infectados permanecem positivos por períodos mais longos e com títulos de anticorpos fixadores de complemento mais elevados do que os detectados nas provas de aglutinação. Em animais vacinados acima de 8 meses de idade, os anticorpos que fixam complemento desaparecem mais rapidamente do que os aglutinantes.
CERTO.
110
Considerando a morbidade e a mortalidade da doença de Newcastle, julgue o seguinte item. Cepas altamente patogênicas do APMV-1 são incomuns ou ausentes na maioria das pesquisas em aves selvagens, com exceção dos cormorões norte-americanos.
CERTO.
111
AIE ELISA pode detectar anticorpos para AIEV mais cedo do que testes de IDGA, porém são menos sensíveis.
e são mais sensíveis, mas falsos positivos são mais fáceis de ocorrer.
112
No organismo hospedeiro, a proteção contra a infecção e a eliminação das bactérias do gênero Brucella dependem primariamente da resposta imune mediada por células – neutrófilos e macrófagos – e de células específicas, linfócitos T auxiliares e citotóxicos. Logo, as metodologias para se medir a intensidade dessa resposta imune celular são as técnicas mais utilizadas na rotina de diagnóstico da infecção por Brucella sp.
Apesar de existirem metodologias para se medir a intensidade dessa resposta imune celular, essas técnicas, por serem complexas e de difícil execução, não são utilizadas na rotina de diagnóstico da infecção por Brucella sp.
113
INFLUENZA AVIÁRIA A sorologia pode não possui utilidade para vigilância e também para demonstrar quando um lote é livre da infecção, visto que as aves, principalmente as infectadas por cepas LPAI, morrem antes de desenvolver anticorpos.
Sorologia pode ser útil para vigilância e também para demonstrar quando um lote é livre da infecção, mas não é muito útil no diagnóstico de infecções por HPAI em aves altamente suscetíveis, pois geralmente morrem antes de desenvolver anticorpos.
114
Devem ser adotados os equipamentos desenvolvidos especificamente para essa finalidade. A seringa com dosador automático de 0,2 mL é indispensável e as agulhas devem ser pequenas (3 a 4 mm) e finas (Ø< 26 G).
A seringa possuirá dosador automático de 0,1 mL
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As lesões placentárias geralmente atingem todos os placentomas, causando lesões inflamatório-necróticas, que impedem a passagem de nutrientes e oxigênio da mãe para o feto, assim como provocam a infecção maciça do feto por B. abortus, são as responsáveis pelo aborto.
raramente
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Proteção de zonas livres mediante vacinação de todos os animais susceptíveis e controle da movimentação de animais nas fronteiras incluem-se nas ações de profilaxia sanitária para a Febre Aftosa.
· Proteção de zonas livres mediante controle e vigilância da movimentação de animais nas fronteiras.
117
O Vírus da Estomatite Vesicular (VSV) é estável em pH entre pH 3 e 7.
4 E 10
118
Corpúsculos de Negri são agrupamentos de proteínas virais formando corpúsculos de inclusões intracitoplasmáticas, especialmente encontrados nos citoplasmas dos neurônios e células de Purkinje, no cerebelo.
CERTO.
119
A generalização é denominada de forma miliar, quando ocorre de maneira abrupta e maciça, com entrada de um grande número de bacilos na circulação.
CERTO.
120
Tanto os lotes de galinhas com o vírus HPAI quanto cepas LPAI devem sempre ser eliminados.
Lotes de galinhas com o vírus HPAI são eliminados (isso normalmente é mandatório em países livre de HPAI), enquanto a disposição de lotes infectados com LPAI pode ser adiada, dependendo do vírus específico e do país.
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Vacinas são amplamente utilizadas em regiões onde cepas lentogênicas do APMV-1 circulam entre frangos.
velogênicas