PS3 Flashcards

(172 cards)

1
Q

O monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos, realizado pelos estabelecimentos, registrados no SIF, com abate diário de cinquenta mil e um a cem mil frangos e galinhas, é executado através de 8 ciclos por ano. Cada ciclo é composto por 26 amostras, das quais são aceitáveis no máximo 6 positivas, e frequência de 2 amostras por semana.

A

Conforme a IN 20/2016, nesse caso, são 4 ciclos por ano.

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2
Q

Através da Portaria nº 193/1994, foi instituído o comitê consultivo do programa nacional de sanidade avícola, sendo uma de suas atribuições o fornecimento de subsídios técnico-científicos ao departamento de inspeção de produtos de origem animal.

A

fornecer subsídios técnico-científicos ao Departamento de Saúde Animal;

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3
Q

Entende-se por Estabelecimento Incubatório de Granjas de Linha Pura o estabelecimento importador, exportador e produtor de aves de 10 dias para produção de bisavós.

A

de 1(um) dia para produção de bisavós.

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4
Q

Caso a logística de envio da amostra relacionada ao monitoramento de Salmonella spp., em carcaças de frangos e perus, pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF, não permita que a mesma chegue congelada no estado sólido, excepcionalmente poderá ser enviada uma amostra resfriada entre zero grau centígrado e oito graus centígrados.

A

Após serem coletadas, as amostras serão acondicionadas e enviadas o mais breve possível ao laboratório, mantendo a temperatura entre zero grau centígrado e oito graus centígrados, aceitando uma variação de um grau centígrado a mais ou a menos.

Parágrafo único. Caso a logística de envio da amostra não permita que a mesma chegue resfriada conforme descrito no caput deste artigo, excepcionalmente poderá ser enviada uma amostra congelada no estado sólido, desde que devidamente justificado.

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5
Q

Através da Portaria nº 193/1994, foi instituído o comitê consultivo do programa nacional de sanidade avícola, que será composto por profissionais especializados em específicas áreas de saúde animal.

A

Em diversas áreas da saúde animal.

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6
Q

No Boletim Sanitário de abate de frangos e perus de corte, entre as informações referentes aos ensaios laboratoriais realizados segundo o programa de controle e monitoramento para Salmonella spp., constará o resultado dos ensaios laboratoriais. Esse resultado será descrito como Negativo para Salmonella spp. quando da detecção de sorovares diferentes de Salmonella: Enteritidis, Typhimurium, Gallinarium, Pullorum, monofásica - Salmonella (1,4[5],12:-:1,2), e monofásica - Salmonella (1,4[5],12:i:-).

A

Conforme a IN 20/2016, nesse caso, o resultado será POSITIVO PARA SALMONELLA SPP.

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7
Q

O DIPOA, o DSA serão responsáveis pela avaliação e gestão do programa, enquanto a CGAL será responsável pela divulgação dos resultados do banco de dados do perfil genético dos sorovares de Salmonella spp.

A

O DIPOA, o DSA e a CGAL serão responsáveis pela avaliação, gestão e divulgação dos resultados do banco de dados do perfil genético dos sorovares de Salmonella spp

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8
Q

Entre outros requisitos para a coleta das amostras relacionadas ao monitoramento de Salmonella spp. pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF, a amostra de frango será composta por uma carcaça inteira coletada de forma aleatória imediatamente antes do gotejamento.

A

a coleta será imediatamente após o gotejamento e antes da embalagem primária.

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9
Q

Entende-se por granja a unidade física de produção avícola, composta por um ou mais galpões, que alojam um grupo de aves da mesma espécie e idade.

A

GRANJA : unidade física de produção avícola que aloja um grupo de aves da mesma espécie.

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10
Q

Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte registrados, os ensaios laboratoriais para salmonelas serão obrigatoriamente realizados em laboratórios credenciados da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do SUASA.

A

NÃO registrados.

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11
Q

Entre outras ações, os estabelecimentos avícolas comerciais e de reprodução deverão manter por período não inferior a 2 anos à disposição do serviço oficial o registro das datas das visitas e recomendações do Responsável Técnico e do médico veterinário oficial.

A

CERTO.

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12
Q

O monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos, realizado pelos estabelecimentos, registrados no SIF, com abate diário de cem mil e um a duzentos mil frangos e galinhas, é executado através de 5 ciclos por ano. Cada ciclo é composto por 51 amostras, das quais são aceitáveis no máximo 12 positivas, e frequência de 5 amostras por semana.

A

CERTO.

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13
Q

Os exames sorológicos são sempre de triagem, podendo ocorrer reações cruzadas inespecíficas. Portanto, apenas o diagnóstico micoplasmológico é considerado conclusivo para a detecção da presença dos micoplasmas referidos nestas normas.

A

CERTO.

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14
Q

Os galpões que utilizem cortinas permanentemente fechadas, ou outro meio que impeça a entrada de pássaros ou de outros animais domésticos e silvestres, ficam isentos do uso das telas com malha de medida não superior a 1 polegada, à prova da entrada de pássaros, animais domésticos e silvestres.

A

CERTO.

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15
Q

Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte registrados no Serviço Veterinário Estadual, as amostras de dois suabes de arrasto ou propés, ou fezes serão submetidas a dois ensaios bacteriológicos por galpão selecionado para a amostragem do núcleo.

A

Conforme a IN 20/2016, será realizado UM ENSAIO BACTERIOLÓGICO POR GALPÃO selecionado para a amostragem do núcleo.

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16
Q

As colheitas para a monitoramento oficial somente serão aceitas somente quando executadas por fiscal federal agropecuário ou médico veterinário oficial.

A

Serão aceitas também quando forem realizadas sob a fiscalização e supervisão de um deles.

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17
Q

No Boletim Sanitário de abate de frangos e perus de corte, entre as informações referentes aos ensaios laboratoriais realizados segundo o programa de controle e monitoramento para Salmonella spp., constará o resultado dos ensaios laboratoriais. Esse resultado poderá ser, entre outros, negativo para Salmonella spp. ou positivo para Salmonella Enteritidis, positivo para Salmonella Typhimurium, positivo para Salmonella Gallisepticum e/ou positivo para Salmonella Pullorum.

A

Conforme a IN 20/2016, poderá ser positivo para Salmonella Gallinarium (e não Gallisepticum).

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18
Q

Quando ocorrer a violação de um ciclo oficial, ainda que seja notificado pelo SIF, o estabelecimento de abate deve, entre outras ações, revisar os programas de autocontrole, com o objetivo de restabelecer a conformidade em relação a esse agente.

A

Conforme a IN 20/2016, APÓS ser notificado pelo SIF, o estabelecimento de abate deve…

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19
Q

O médico veterinário comprovará ao SVO a realização das ações sanitárias adotadas, em núcleos dos estabelecimentos avícolas de frangos e perus de corte positivos para Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum, por meio de acompanhamento no momento em tais medidas executadas.

A

Conforme a IN 20/2016, a comprovação será por meio de registros auditáveis.

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20
Q

Os estabelecimentos avícolas de reprodução deverão possuir cerca de isolamento de no mínimo 2 metros de altura em volta do galpão ou do núcleo, com afastamento mínimo de 20 metros, de forma a evitar a passagem de animais domésticos, não sendo permitido o trânsito e a presença de animais de outras espécies no interior dos núcleos.

A

Conforme a IN 20/2016, a comprovação será por meio de registros auditáveis.

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21
Q

Entende-se por Estabelecimento de Linha Pura a granja ou núcleo de seleção genética de reprodutoras primárias, importadora, exportadora e produtora de ovos férteis para produção de bisavós.

A

CERTO.

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22
Q

Quando o estabelecimento for notificado pelo SIF que durante a execução do ciclo oficial foram identificados os sorovares Salmonella Paratyphi ou Salmonella Enteritidis, deve realizar investigação para identificar a causa, bem como adoção de um plano de ação para prevenção.

A

Salmonella TYPHIMURIUM ou Salmonella Enteritidis.

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23
Q

Os estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte manterão os relatórios de ensaios laboratoriais e demais documentos auditáveis que comprovem os procedimentos de monitoramento e ações sanitárias por, no mínimo, 12 meses disponíveis para auditorias do Serviço Veterinário Oficial - SVO.

A

Conforme a IN 20/2016, o prazo é de cinco anos.

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24
Q

Entre outras ações, os estabelecimentos avícolas comerciais e de reprodução deverão manter por período não inferior a 2 anos à disposição do serviço oficial o registro dos protocolos de vacinações e medicações utilizadas.

A

CERTO.

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25
Quando o estabelecimento avícola possuir núcleo com 3 galpões, será realizada a coleta, destinada à realização de ensaios laboratoriais para detecção de salmonelas, em 1 galpão.
NÚMERO DE GALPÕES A SEREM MONITORADOS : TODOS.
26
As instalações dos Estabelecimentos Avícolas Comerciais deverão ser construídas com materiais que permitam limpeza e desinfecção e que os mesmos sejam providos de proteção ao ambiente externo, com instalação de telas com malha de medida não superior a 2,54 polegada, à prova da entrada de pássaros, animais domésticos e silvestres.
De acordo com o art. 14 da IN 56/2007, a malha deve ter medida não superior a 1 (uma) polegada ou 2,54 cm (dois centímetros e cinquenta e quatro milímetros), à prova da entrada de pássaros, animais domésticos e silvestres.
27
A coleta das amostras relacionadas ao monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos e perus pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF será realizada aleatoriamente, priorizando os lotes de aves que apresentem sinais clínicos de infecção.
Art. 45. A coleta das amostras será realizada aleatoriamente, CONSIDERANDO IGUAIS CHANCES DE TODOS OS LOTES, LINHAS DE ABATE, DIAS E HORA DOS TURNOS DE ABATE A SEREM AMOSTRADOS. Parágrafo único. Os lotes que apresentarem resultado positivo para Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis expressos na GTA e no Boletim Sanitário serão excluídos do sorteio.
28
Os procedimentos definidos para o registro, a fiscalização e o controle sanitário dos Estabelecimentos Avícolas de Reprodução, Comerciais e de Ensino ou Pesquisa não se aplicam à criação de ratitas.
CERTO.
29
Os estabelecimentos matrizeiros, os produtores de ovos comerciais e de frangos de corte estão classificados como estabelecimentos avícolas de controles eventuais.
As granjas matrizeiras são classificadas como estabelecimentos avícolas de controles permanentes.
30
Para a interpretação dos resultados dos ensaios laboratoriais para pesquisa de salmonela, um núcleo será considerado positivo quando pelo menos um ensaio de qualquer galpão do núcleo apresentar diagnóstico positivo ou inconclusivo para esse agente patogênico.
(não fala em inconclusivo) para esse agente patogênico.
31
Para os estabelecimentos avícolas comerciais, as análises microbiológicas da água devem ser realizadas semestralmente.
devem ser realizadas anualmente.
32
Quando ocorrer a violação de um ciclo oficial, após ser notificado pelo SIF, o estabelecimento de abate deve, entre outras ações, comprovar ao SIF as ações adotadas, por meio de registros auditáveis em até sessenta dias a contar da data da notificação.
de até VINTE DIas a contar da data da notificação.
33
Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte não registrados no SVE, as amostras de quatro suabes de arrasto (ou propés) ou fezes serão submetidas a um único ensaio bacteriológico por galpão selecionado para a amostragem do núcleo.
I - quatro suabes de arrasto ou propés, divididos em dois pools, contendo dois suabes de arrasto ou propés em cada, umedecidos com meio de conservação, sendo que cada dois suabes ou propés deverá perfazer cinquenta por cento da superfície do galpão;
34
A Secretaria de Defesa Agropecuária – SDA/MAPA fará o registro dos estabelecimentos avícolas comerciais e de ensino ou pesquisa.
De acordo com o art. 8º da IN 56/2007, os Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Animal farão o registro dos estabelecimentos avícolas comerciais e de ensino ou pesquisa.
35
Entende-se por Estabelecimento Matrizeiro de Recria a granja ou núcleo de matrizes, importadora, exportadora e produtora de ovos férteis para produção de aves comerciais de corte ou de postura comercial.
granja ou núcleo de recria de matrizes de 1 dia produtoras de aves comerciais de corte e postura;
36
Os estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte ou produção de ovos deverão implementar um programa de controle e monitoramento para Salmonella spp. nos seus plantéis avícolas.
A IN 20/2016 não trata de aves destinadas a produção de ovos .
37
A produção de antígenos em ovos de anseriformes controlados deve ser feita isoladamente, embora os ovos o possam ser incubados concomitantemente com outros ovos controlados ou SPF dentro do laboratório de produção.
os ovos não poderão ser incubados concomitantemente com outros ovos controlados ou SPF dentro do laboratório de produção.
38
Quanto o estabelecimento avícola possuir núcleo com 8 galpões, será realizada a coleta, destinada à realização de ensaios laboratoriais para detecção de salmonelas, em 4 galpões.
CERTO.
39
Para a identificação e caracterização das culturas positivas isoladas de amostras oficiais, o laboratório responsável deve realizar os procedimentos de seleção, isolamento e testes moleculares para confirmação do gênero Salmonella.
testes bioquímicos para confirmação do gênero Salmonella.
40
O Departamento de Saúde Animal (DSA), entre outras atribuições, realizará controle de vacinas, por unidade federativa, no que se refere à quantidade produzida ou importada por laboratório e da quantidade utilizada.
Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários - DFIP.
41
No Boletim Sanitário de abate de frangos e perus de corte, entre as informações referentes aos ensaios laboratoriais realizados segundo o programa de controle e monitoramento para Salmonella spp., constará o resultado dos ensaios laboratoriais. Esse resultado será descrito como Positivo para Salmonella spp. quando da detecção de sorovares diferentes de Salmonella: Enteritidis, Typhimurium, Gallinarium, Pullorum, monofásica - Salmonella (1,4[5],12:-:1,2), e monofásica - Salmonella (1,4[5],12:i:-).
CERTO.
42
O trânsito de frangos e perus de corte provenientes de núcleos positivos para Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum, entre outras exigências, está condicionado a emissão da GTA exclusivamente com a finalidade de abate ou recria, imediatamente ou ao final do ciclo produtivo das aves.
Conforme a IN 20/2016, nesse caso, a emissão da GTA exclusivamente com a finalidade de abate ou destruição.
43
O monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos e perus será realizado pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF por meio de envio à realização do ensaio laboratorial de, no mínimo, duas amostras a cada lote de aves abatidas.
Conforme a IN 20/2016, o monitoramento será realizado pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF por meio de CICLOS DE AMOSTRAGEM.
44
O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), entre outras atribuições, participará na vigilância ativa para Influenza Aviária e doença de Newcastle, mediante coleta de amostras biológicas em abatedouros, no momento da inspeção das aves.
ITEM REVOGADO!
45
O sorteio das amostras oficiais será realizado e divulgado pelo Serviço de Inspeção Federal no momento da coleta.
REALIZADO E DIVULGADO PELO DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL, sendo a grade de sorteio DISPONIBILIZADA PREVIAMENTE aos SIFs responsáveis pela coleta.
46
O abate de lotes de frangos e perus de corte e de galinhas e perus de reprodução positivos para Salmonella spp., inclusive Salmonella Enteritidis e Salmonella Typhimurium, será realizado em separado dos demais lotes, seguido de imediata higienização das instalações e equipamentos.
, EXCETO Salmonella Enteritidis e Salmonella Typhimurium, será realizado em separado dos demais lotes, seguido de imediata higienização das instalações e equipamentos.
47
Os estabelecimentos de abate de frangos e perus de corte deverão instituir em seus programas de autocontrole ações de controle e monitoramento de Salmonella spp. desde o descarregamento das aves até o produto final.
DESDE A OBTENÇÃO DA MATÉRIA-PRIMA até o produto final.
48
O monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de perus, realizado pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF, classificados como médios (M), é executado através de 10 ciclos por ano. Cada ciclo é composto por 51 amostras, das quais são aceitáveis no máximo 12 positivas, e frequência de 5 amostras por semana.
Conforme a IN 20/2016, nesse caso, são 5 ciclos por ano.
49
Quando o estabelecimento for notificado pelo SIF que durante a execução do ciclo oficial foram identificados os sorovares Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis, deve elaborar novos programas de autocontrole, com o objetivo de restabelecer a conformidade em relação a esse agente.
Conforme a IN 20/2016, não há elaborar novos programas de autocontrole, mas somente revisar os programas de autocontrole, com o objetivo de restabelecer a conformidade em relação a esse agente.
50
As coletas de amostras para fins de controle de Salmonella spp., nos lotes de frangos e perus de corte dos estabelecimentos avícolas comerciais, serão realizadas no mínimo trinta dias antes da data do abate do lote das aves, de tal maneira que os resultados sejam conhecidos antes do seu envio para o abate.
SERÃO REALIZADAS O MAIS PRÓXIMO POSSÍVEL DA DATA DO ABATE DO LOTE DAS AVES, de tal maneira que os resultados sejam conhecidos antes do seu envio para o abate.
51
Quando ocorrer a violação de quatro ciclos oficiais, após ser notificado pelo SIF, o estabelecimento de abate deve, entre outras ações, realizar investigação para identificar a causa da violação, bem como adotar plano de ação para prevenção de novas violações.
Conforme a IN 20/2016, basta ocorrer a violação de UM ciclo oficial...
52
Para fins de determinação da de acordo com o volume de abate, na qual serão considerados estabelecimentos pequenos (P), médios (M), grandes (G) e muito grandes (GG), será considerado o volume médio semanal de abate.
CERTO.
53
Para núcleos com aves que apresentem sinais clínicos compatíveis com Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum, serão coletados imediatamente fragmentos de aproximadamente um centímetro cúbico de órgãos de vinte e cinco aves doentes, sendo um pool de vinte e cinco fígados, um pool de vinte e cinco corações, um pool de vinte e cinco baços, um pool de vinte e cinco cecos com tonsilas cecais por galpão.
Conforme a IN 20/2016, serão fragmentos de aproximadamente um centímetro cúbico de órgãos de DEZ aves doentes, sendo um pool de DEZ fígados, um pool de DEz corações, um pool de DEZ baços, um pool de DEZ cecos com tonsilas cecais por galpão.
54
O isolamento em meios de cultura e a reação em cadeia da polimerase podem utilizados no diagnóstico por identificação da cultura.
incorreta, visto que o isolamento em meios de cultura e o PCR podem ser utilizados no diagnóstico micoplasmológico, apesar que o PCR também possa ser utilizados no diagnóstico por identificação de cultura.
55
Fica proibido o trânsito interestadual de esterco e de cama de aviário, bem como de resíduos de incubatórios e abatedouros, para qualquer finalidade.
REVOGADO!!
56
Em relação à colheita de amostras para monitoramento sanitário dos plantéis avícolas, assinale o item que não se encontra correto: Quando positivos no HI ou ELISA, colher suabes de traqueia de trinta aves para confirmação por cultivo e/ou PCR em laboratório credenciado ou oficial, a critério do serviço oficial de defesa sanitária animal.
O erro da alternativa C está em mencionar suabes de traqueia de 30 aves, quando na verdade é de vinte aves.
57
O abate de lotes de frangos e perus de corte e de galinhas e perus de reprodução positivos para Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis, terá sua produção sequestrada e destinada para tratamento térmico que garanta a eliminação desses patógenos ou fabricação de carne mecanicamente separada.
CERTO.
58
Visando o acompanhamento do estado sanitário, da manutenção da certificação e das colheitas regulares nos estabelecimentos de linhas puras, bisavoseiros e avoseiros, essa etapa deverá ser realizada diretamente pelo fiscal federal agropecuário ou pelo médico veterinário oficial, com colheitas aleatórias em triplicata, no mínimo anual, sendo posteriormente encaminhadas à análise em laboratórios oficiais ou credenciados.
DUPLICATA.
59
O ciclo de amostragem referentes ao monitoramento de Salmonella spp., realizado pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF, será finalizado logo que recebido o último resultado positivo aceitável durante a sua execução.
O ciclo somente será finalizado depois de recebido o último resultado, mesmo após ter sido ultrapassado o limite máximo de positivos aceitável durante a sua execução. Parágrafo único. O ciclo não será interrompido caso não seja finalizado no mesmo ano em que tenha iniciado.
60
O monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos, realizado pelos estabelecimentos, registrados no SIF, com um abate diário superior a duzentos mil e um frangos e galinhas, é executado através de 20 ciclos por ano. Cada ciclo é composto por 51 amostras, das quais são aceitáveis no máximo 12 positivas, e frequência de 10 amostras por semana.
Conforme a IN 20/2016, nesse caso, são 10 ciclos por ano.
61
Quando ocorrer violação de três ciclos oficiais consecutivos, após ser notificado pelo SIF, o estabelecimento de abate, entre outras ações, deve sequestrar e dar destino a produção para tratamento térmico que garanta a eliminação desses patógenos, fabricação de carne mecanicamente separada ou outro processo previamente aprovado pelo MAPA.
CERTO.
62
A imunofluorescência direta e a indireta podem ser utilizadas no diagnóstico imunológico.
identificação de cultura.
63
Os lotes de aves produtoras de ovos controlados para produção de vacinas inativadas deverão ser monitorados a cada 30 dias, devendo ser realizados em pelo menos 10 aves, entre outros testes diagnósticos, o isolamento do agente de suabe de cloaca para Salmonella sp.
Conforme o inciso V do art. 25 da IN 56/2007, deverão ser monitorados a cada 30 (trinta) dias, devendo ser realizados em pelo menos 30 (trinta) aves os testes diagnósticos...
64
Para estabelecimentos avícolas de reprodução, exceto produtores de ovos e aves SPF e ovos controlados para produção de vacinas inativadas, as análises microbiológicas da água devem ser realizadas semestralmente.
CERTO.
65
O objetivo dessa norma é suprimir a Salmonella spp. dos estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte e nos estabelecimentos de abate de frangos, galinhas, perus de corte e reprodução.
Conforme a IN 20/2016, o objetivo é reduzir a prevalência da Salmonella spp. e estabelecer um nível adequado de proteção ao consumidor.
66
Para o trânsito de frangos e perus de corte provenientes de núcleos positivos para Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum, entre outras exigências, está condicionado a emissão da GTA exclusivamente com a finalidade de abate ou destruição, imediatamente ou ao final do ciclo produtivo das aves.
CERTO.
67
A suspensão da certificação sanitária internacional do estabelecimento poderá ser determinada pelo DIPOA, em função do seu histórico e do descumprimento dos requisitos sanitários para Salmonella spp. até que se obtenha, no mínimo, três ciclos oficiais não violados.
Conforme a IN 20/2016, suspensão é até que se obtenha UM ciclo oficial não violado.
68
Para determinação dos ciclos de amostragem será utilizada a classificação dos estabelecimentos de acordo com o volume de abate, na qual serão considerados estabelecimentos médios (M) aqueles que possuem abate diário de cem mil e um a duzentos mil frangos e galinhas.
G.
69
Entende-se por Estabelecimento Matrizeiro a granja ou núcleo de matrizes, importadora, exportadora e produtora de ovos férteis para produção de aves comerciais de corte ou de postura comercial.
CERTO.
70
Um núcleo positivo para salmonela implicará que todo lote de frangos ou perus de corte alojado em galpões de origem das amostras e todos os adjacentes, no momento da coleta das amostras, serão considerados positivos.
Conforme a IN 20/2016, que todo lote de frangos ou perus de corte alojado no momento da coleta das amostras será considerado positivo independentemente do número de aves e galpões existentes no núcleo.
71
O médico veterinário Responsável Técnico é responsável pela fiscalização e supervisão das atividades de monitoramento sanitário, mediante vistorias e acompanhamento documental.
o médico veterinário do serviço oficial
72
Para os núcleos dos estabelecimentos avícolas de frangos e perus de corte positivos para Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum será adotada, entre outras ações sanitárias sob responsabilidade do médico veterinário, a adoção de vazio sanitário de, no mínimo, de quinze dias depois de concluídos os procedimentos de limpeza e desinfecção dos galpões.
CERTO.
73
Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte não registrados no SVE, as amostras de quatro suabes de arrasto (ou propés) ou fezes serão submetidas a dois ensaios bacteriológicos por galpão selecionado para a amostragem do núcleo.
CERTO.
74
Ao menos uma vez a cada doze meses, os ensaios laboratoriais para salmonelas serão realizados em laboratórios credenciados da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA).
Ao menos uma vez a cada seis meses
75
Para determinação dos ciclos de amostragem será utilizada a classificação dos estabelecimentos de acordo com o volume de abate, na qual serão considerados estabelecimentos pequenos (P) aqueles que possuem abate diário inferior a cinquenta mil frangos e galinhas ou vinte mil perus
estabelecimentos pequenos (P) com um abate diário inferior a cinquenta mil frangos e galinhas ou DEZESSEIS MIL PERUS;
76
Inclui-se a necessidade de avaliação de risco para o registro ou ampliação de estabelecimento avícola comercial e de ensino ou pesquisa instalado anteriormente ao estabelecimento avícola de reprodução que estiver a menos de 3 km, ainda que possua cadastro ativo no SVO que comprove seu funcionamento anterior à instalação do estabelecimento de reprodução.
CERTO.
77
Os galpões de postura comercial do tipo californiano clássico ou modificado sem telas serão considerados galpões de maior suscetibilidade à introdução e disseminação de agentes patogênicos, devendo-se, entre outras medidas adicionais, visando à mitigação do risco à introdução e disseminação de doenças, adotar medidas que visem à dessecação lenta das fezes e controle de vazamentos dos bebedouros, evitando o desenvolvimento de insetos e suas larvas.
deve-se adotar medidas que visem à dessecação rápida das fezes e controle de vazamentos dos bebedouros, evitando o desenvolvimento de insetos e suas larvas.
78
Os custos referentes à coleta, ao envio e à realização do ensaio laboratorial relacionados ao programa de controle e monitoramento para Salmonella spp., serão de responsabilidade do Serviço Veterinário Estadual (SVE) da UF.
Conforme a IN 20/2016, essa responsabilidade é do próprio estabelecimento avícola
79
Para fins de determinação da de acordo com o volume de abate, na qual serão considerados estabelecimentos pequenos (P), médios (M), grandes (G) e muito grandes (GG), será considerado o volume médio mensal de abate.
será considerado o volume médio semanal de abate.
80
Os lotes que apresentarem resultado positivo para Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis expressos na GTA e no Boletim Sanitário serão priorizados na coleta das amostras relacionadas ao monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos e perus pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF.
A coleta das amostras será realizada aleatoriamente, considerando iguais chances de todos os lotes, linhas de abate, dias e hora dos turnos de abate a serem amostrados. Parágrafo único. Os lotes que apresentarem resultado positivo para Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis expressos na GTA e no Boletim Sanitário serão excluídos do sorteio.
81
Quando o estabelecimento for notificado pelo SIF que durante a execução do ciclo oficial foram identificados os sorovares Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis, deve comprovar ao SIF as ações adotadas, por meio de registros auditáveis em até trinta dias a contar da data da notificação.
o prazo para comprovar ao SIF as ações adotadas, por meio de registros auditáveis é de ATÉ VINTE DIAS a contar da data da notificação.
82
Para núcleos com aves que apresentem sinais clínicos compatíveis com Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum, serão coletados imediatamente fragmentos de aproximadamente um centímetro cúbico de órgãos de dez aves doentes, sendo um pool de dez fígados, um pool de dez corações, um pool de dez baços, um pool de dez cecos com tonsilas cecais por núcleo de criação.
POR GALPÃO.
83
Para a identificação e caracterização das culturas positivas isoladas de amostras oficiais, o laboratório responsável deve realizar os procedimentos de seleção, isolamento e testes moleculares para confirmação do gênero Salmonella.
Conforme a IN 20/2016, nesse caso, o laboratório deve realizar os procedimentos de seleção, isolamento e testes bioquímicos para confirmação do gênero Salmonella.
84
Entre outras ações, os estabelecimentos avícolas comerciais e de reprodução deverão manter por período não inferior a 2 anos à disposição do serviço oficial o registro dos protocolos de vacinações e medicações utilizadas.
CERTO.
85
Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte registrados no SVE, as amostras a serem coletadas por galpão selecionado do núcleo poderão consistir em quatro suabes de arrasto ou propés, divididos em dois pools, contendo dois suabes de arrasto ou propés em cada, umedecidos com meio de conservação, sendo que cada dois suabes ou propés deverá perfazer cinquenta por cento da superfície do galpão.
Conforme a IN 20/2016, essa amostragem aplica-se a estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte NÃO REGISTRADOS no SVE.
86
Os lotes de aves produtoras de ovos controlados para produção de vacinas inativadas deverão ser monitorados a cada 30 dias, devendo ser realizados em pelo menos 10 aves, entre outros testes diagnósticos, o isolamento do agente de suabe de cloaca para Salmonella sp.
Conforme o inciso V do art. 25 da IN 56/2007, deverão ser monitorados a cada 30 (trinta) dias, devendo ser realizados em pelo menos 30 (trinta) aves os testes diagnósticos...
87
Através da Portaria nº 193/1994, foi instituído o comitê consultivo do programa nacional de sanidade avícola, que será composto por profissionais especializados em específicas áreas de saúde animal.
Em diversas áreas da saúde animal.
88
Quando da detecção de sorovares diferentes de Salmonella Enteritidis, Typhimurium, Gallinarum e Pullorum, monofásica - Salmonella (1,4[5],12:-:1,2), e monofásica - Salmonella (1,4[5],12:i:-), o relatório de ensaio emitido por laboratório não pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do SUASA conterá a informação: Negativo para Salmonellas de interesse a produção avícola comercial de frangos e perus de corte .
Conforme a IN 20/2016, nesse deverá conter a informação: POSITIVO PARA SALMONELLA SPP.
89
IN 20/2016 Quando ocorrer violação de dois ciclos oficiais consecutivos, após ser notificado pelo SIF, o estabelecimento de abate, entre outras ações, deve tipificar as culturas para identificação do sorovar, em caso de ser detectada a presença de Salmonella spp.
QUANDO OCORRER VIOLAÇÃO DE TRÊS CICLOS OFICIAIS CONSECUTIVOS...
90
IN 44 Para aves ornamentais ou silvestres de produção, serão adotados os mesmos critérios utilizados para matrizes.
CERTO.
91
IN 20/2016 Os diagnósticos positivos para Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum em estabelecimentos comerciais de frangos e perus de corte serão encaminhados imediatamente pelo estabelecimento ao Serviço Veterinário Estadual.
Conforme a IN 20/2016, serão encaminhados imediatamente pelo laboratório ao SVE onde se localiza o estabelecimento.
92
IN 56/2007 Para os estabelecimentos produtores de ovos e aves SPF e ovos controlados para produção de vacinas inativadas, as análises microbiológicas da água devem ser realizadas trimestralmente.
CERTO.
93
IN 20/2016 Em caso de detecção de salmonelas monofásicas, cujas fórmulas antigênicas sejam Salmonella (1,4[5],12:-:1,2) ou Salmonella (1,4[5],12:i:-), em amostras relacionadas ao monitoramento de Salmonella spp., em carcaças de frangos e perus, pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF, serão adotadas as medidas previstas em casos de positividade para S Salmonella Pullorum e Salmanolla Gallinarum.
Salmonella Enteritidis e Salmonella Typhimurium.
94
IN 44 A aglutinação rápida em placa, com soro ou gema de ovos embrionados ou a aglutinação lenta em soro ou gema de ovos podem ser utilizados no diagnóstico micoplasmológico.
visto que a aglutinação rápida em placa, com soro ou gema de ovos embrionados ou a aglutinação lenta em soro ou gema de ovos podem ser utilizados no diagnóstico imunológico.
95
IN 20/2016 No Boletim Sanitário de abate de frangos e perus de corte, entre outras informações referentes à certificação sanitária do núcleo de origem das aves, constará o status sanitário do núcleo para Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum, sendo considerada a ausência destas salmonelas os status de "LIVRE" ou "LIVRE e VACINADO" para os casos em que a vacinação tenha sido autorizada conforme normativa de certificação sanitária vigente.
Conforme a IN 20/2016, essas informações constarão no Boletim Sanitário de abate de galinhas e perus de REPRODUÇÃO, e não frangos e perus de corte (que é regrado pelo artigo 26).
96
IN20/2016 Quanto o estabelecimento avícola possuir núcleo com 14 galpões, será realizada a coleta, destinada à realização de ensaios laboratoriais para detecção de salmonelas, em 4 galpões.
5 GALPÕES.
97
IN 44/2001 Em relação às provas laboratoriais utilizadas no monitoramento e no diagnóstico laboratorial, nas diferentes etapas do processo, somente serão aceitas as provas laboratoriais quando realizadas em laboratório oficial do Ministério da Agricultura, identificando o antígeno, o número da partida e a quantidade utilizada, sendo que outras provas laboratoriais poderão ser utilizadas, desde que autorizadas pelo DDA/SDA/MA.
Cuidado! Podem ser aceitas também as provas laboratoriais realizadas em laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura.
98
IN 20/2016 Após serem coletadas, as amostras relacionadas ao monitoramento de Salmonella spp., em carcaças de frangos e perus, pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF, serão acondicionadas e enviadas o mais breve possível ao laboratório, mantendo a temperatura entre zero grau centígrado e oito graus centígrados, aceitando uma variação de um grau centígrado a mais ou a menos.
CERTO.
99
IN 17/2006 O boletim sanitário deverá chegar ao Serviço de Inspeção Federal - SIF, com 24 horas de antecedência ao abate das aves, contendo, entre outras informações, dados do estabelecimento de origem das aves, número inicial e final de aves alojadas por galpão e doenças detectadas no lote durante o alojamento.
CERTO.
100
IN 20/2016 O resultado será expresso como presença, ausência ou inconclusivo para Salmonella spp. em vinte e cinco gramas e incluirá a metodologia utilizada.
Conforme a IN 20/2016, será expresso como PRESENÇA ou AUSÊNCIA
101
IN 20/2016 O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal realizará gestão de risco, com base nos dados de condenações em estabelecimentos de abate e no banco de vacinas em relação aos patógenos de grande relevância em saúde pública.
O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária - DIPOA/SDA/MAPA realizará gestão de risco, com base nos dados epidemiológicos e no banco das sorovares em relação aos patógenos de grande relevância em saúde pública.
102
IN 17/2006 O trânsito interestadual de aves de corte deverá ser acompanhado da GTA, emitida por médico veterinário oficial ou credenciado pelo MAPA, responsável técnico pelo estabelecimento de destino das aves.
Conforme o §5º do art. da IN 17/2006, a GTA será emitida por médico veterinário oficial ou credenciado pelo MAPA, responsável técnico pelo estabelecimento de ORIGEM das aves.
103
IN 20/2016 As culturas positivas de Salmonella spp. isoladas de amostras oficiais serão encaminhadas até o dia cinco de cada mês para o laboratório responsável pela identificação do sorovar de acordo com instruções específicas estabelecidas pela CGAL.
CERTO.
104
IN20/2016 O SVO determinará a realização de coletas aleatórias a qualquer tempo nos estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte, bem como o aumento do número e tipo de amostras a serem coletadas e o número de galpões a serem amostrados para salmonelas, com base, entre outros critérios, em investigações epidemiológicas e divergência entre resultados do monitoramento realizados nos estabelecimentos de abate registrados no SIF, SIE ou SIM e outros testes laboratoriais executados pela empresa.
Conforme a IN 20/2016, o monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos e perus será realizado pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF.
105
Em relação à colheita de amostras para monitoramento sanitário dos plantéis avícolas, assinale o item que não se encontra correto: Quando positivos no HI ou ELISA, colher suabes de traqueia de trinta aves para confirmação por cultivo e/ou PCR em laboratório credenciado ou oficial, a critério do serviço oficial de defesa sanitária animal.
20 AVES.
106
O monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos, realizado pelos estabelecimentos, registrados no SIF, com abate diário de cem mil e um a duzentos mil frangos e galinhas, é executado através de 5 ciclos por ano. Cada ciclo é composto por 51 amostras, das quais são aceitáveis no máximo 12 positivas, e frequência de 5 amostras por semana.
CERTO.
107
Havendo mortalidade elevada nos primeiros dias do lote, o estabelecimento avícola deverá encaminhar material de cerca de _____________ para um laboratório oficial ou credenciado pelo MA, para isolamento de micoplasmas ou PCR. Complete a lacuna:
Cerca de trinta aves refugos ou agonizantes.
108
Para determinação dos ciclos de amostragem será utilizada a classificação dos estabelecimentos de acordo com o volume de abate, na qual serão considerados estabelecimentos médios (M) aqueles que possuem abate diário de cinquenta mil e um a cem mil frangos e galinhas ou superior a dezesseis mil e um perus.
CERTO.
109
As unidades federativas (UF) poderão aderir ao plano isoladamente, mediante a formação de blocos regionais de UF, ou ainda delimitando áreas internas em seu território, desde que apresentem garantias equivalentes de funcionamento do sistema de defesa sanitária animal na área proposta.
CERTO.
110
O trânsito interestadual de aves e ovos férteis para estabelecimentos de exploração de outras aves, ornamentais ou não, consideradas exóticas ou não, destinadas à reprodução e à produção comercial de carnes, ovos, ou penas, como perus, codornas, galinhas d’angola, avestruzes, emas, emus, será autorizado, desde que os espécimes sejam provenientes de estabelecimentos certificados como livres de Micoplasma e Salmonella.
exploração de outras aves, destinadas à reprodução, produtoras de ovos férteis e aves de um dia, como codornas, faisões, galinhas d`angolas, avestruzes e emas, sem incluir aves com finalidade ornamental;
111
Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte registrados no Serviço Veterinário Estadual, as amostras a serem coletadas por galpão selecionado do núcleo poderão consistir em dois suabes de arrasto ou propés, agrupados em um pool, umedecidos com meio de conservação, sendo que cada suabe ou propé deverá perfazer cinquenta por cento da superfície do galpão.
CERTO.
112
IN 56/2007 Mediante um parecer técnico do Comitê de Sanidade Avícola Estadual - COESA ou do órgão responsável pelo registro, baseado em avaliação do risco sanitário, poderá ser admitida para instalação ou ampliação de estabelecimentos avícolas comerciais e de ensino ou pesquisa distância menor que 3 km de outro estabelecimento de reprodução já instalado.
CERTO.
113
IN 17/2006 O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), entre outras atribuições, informará imediatamente ao Departamento de Saúde Animal (DSA), a identificação da ocorrência de mortalidade acima de 10% em lotes de aves de corte, ocorrida num período inferior a 72 horas, e descritas no boletim sanitário.
ITEM REVOGADO.
114
IN20/2016 O gerenciamento dos procedimentos de coletas de amostras dos lotes de frangos e perus de corte estará sob responsabilidade de Auditor Fiscal Federal Agropecuário com formação em Medicina Veterinária.
sob responsabilidade do médico veterinário que realiza o controle sanitário do estabelecimento avícola.
115
IN 44/2001 O estabelecimento avícola participante do PNSA não poderá utilizar qualquer droga, para a qual exista evidência científica, que possa interferir nos resultados dos testes sorológicos ou dificultar o isolamento dos micoplasmas, no período de quatro semanas antecedentes às provas laboratoriais.
4 semanas -> não utilizar qualquer vacina preparada com adjuvante oleoso; 3 semanas -> qualquer droga, para a qual exista evidência científica, que possa interferir nos resultados dos testes sorológicos ou dificultar o isolamento das micoplasmas.
116
IN 20/2016 Um núcleo positivo para salmonela implicará que todo lote de frangos ou perus de corte alojado em galpões de origem das amostras e todos os adjacentes, no momento da coleta das amostras, serão considerados positivos.
que todo lote de frangos ou perus de corte alojado no momento da coleta das amostras será considerado positivo independentemente do número de aves e galpões existentes no núcleo.
117
IN 56/2007 Os galpões de postura comercial do tipo californiano clássico ou modificado sem telas serão considerados galpões de maior suscetibilidade à introdução e disseminação de agentes patogênicos, devendo-se, entre outras medidas adicionais, visando à mitigação do risco à introdução e disseminação de doenças, as instalações das fábricas de ração próprias da granja deverão tolher o controle eficiente de roedores, insetos, aves e demais animais domésticos e de vida livre.
as instalações das fábricas de ração próprias da granja deverão permitir o controle eficiente de roedores, insetos, aves e demais animais domésticos e de vida livre
118
IN 20/2016 A suspensão da certificação sanitária internacional do estabelecimento poderá ser determinada pelo DIPOA, em função do seu histórico e do descumprimento dos requisitos sanitários para Salmonella spp. até que se obtenha, no mínimo, três ciclos oficiais não violados.
suspensão é até que se obtenha UM ciclo oficial não violado. Art. 69. A suspensão da certificação sanitária internacional do estabelecimento poderá ser determinada pelo DIPOA, em função do seu histórico e do descumprimento dos requisitos sanitários para Salmonella spp. até que se obtenha um ciclo oficial não violado.
119
IN 17/2006 Quando da análise do Boletim Sanitário, se constatada taxa de mortalidade igual ou superior a 5%, durante o alojamento das aves no estabelecimento de origem, o médico veterinário Fiscal Federal Agropecuário do SIF deverá realizar coleta de soro, swabe cloacal e traqueal, em até 1% das aves do lote, para posterior envio ao Laboratório Oficial, e enviar comunicação ao SIPAG, que cientificará ao SEDESA.
Para estabelecer um caso suspeito de Influenza Aviária e de doença de Newcastle deverão ser adotados os critérios de definição de caso dispostos nas respectivas Fichas Técnicas do Departamento de Saúde Animal, disponibilizadas no endereço eletrônico do MAPA.
120
IN 56/2007 Entende-se por Estabelecimento para Classificação, Seleção e Armazenamento de Ovos Férteis o estabelecimento avícola que recebe ovos férteis provenientes de estabelecimentos matrizeiros para fins de classificação, seleção e armazenamento.
CERTO.
121
IN 20/2016 Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte registrados no Serviço Veterinário Estadual, as amostras a serem coletadas por galpão selecionado do núcleo poderão consistir em quatros suabes de arrasto ou propés, agrupados em um pool, umedecidos com meio de conservação, sendo que cada suabe ou propé deverá perfazer cinquenta por cento da superfície do galpão.
são dois suabes de arrasto ou propés, agrupados em um pool, umedecidos...
122
IN 20/2016 Após o término do ciclo oficial, o SIF preencherá planilha eletrônica e a enviará ao Serviço Veterinário Estadual da UF correspondente, que por sua vez consolidará os dados estaduais e os encaminhará anualmente ao DIPOA por sistema de informações gerenciais.
Após o término do ciclo oficial, o SIF preencherá a planilha eletrônica constante do Anexo IV desta Instrução Normativa e a enviará ao Serviço de Inspeção da Superintendência Federal da Agricultura no Estado correspondente, que por sua vez consolidará os dados estaduais e os encaminhará anualmente ao DIPOA por sistema de informações gerenciais.
123
IN 20/2016 Quando ocorrer a violação de um ciclo oficial, após ser notificado pelo SIF, o estabelecimento de abate, entre outras ação, deve solicitar de seus fornecedores intensificação das ações de biosseguridade.
QUANDO OCORRER A VIOLAÇÃO DE DOIS CICLOS OFICIAIS CONSECUTIVOS...
124
IN 20/2016 A coleta das amostras relacionadas ao monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos e perus pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF será realizada aleatoriamente, priorizando os lotes de aves que apresentem sinais clínicos de infecção.
A coleta das amostras será realizada aleatoriamente, CONSIDERANDO IGUAIS CHANCES DE TODOS OS LOTES, LINHAS DE ABATE, DIAS E HORA DOS TURNOS DE ABATE A SEREM AMOSTRADOS.
125
IN 20/2016 Os estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte registrados no SVE poderão escolher o laboratório onde serão realizados os ensaios laboratoriais para salmonelas.
CERTO.
126
IN 44/2001 Em relação à realização das provas laboratoriais e ao esquema das provas laboratoriais por lote para Certificação de núcleos ou estabelecimentos avícolas livres de Mycoplasma gallisepticum e Mycoplasma synoviae para galinhas e Mycoplasma gallisepticum, Mycoplasma synoviae e Mycoplasma melleagridis para perus, conforme disposto no Capítulo IV da IN44/2001, assinale a alternativa incorreta: Para aves ou ovos férteis de reprodução e produção comercial para reposição de plantéis avícolas importados, a colheita de amostras será realizada no ponto de ingresso ou egresso.
O ERRO ESTÁ EM FALAR DE INGRESSO.
127
IN 56/2007 Entre outras ações, os estabelecimentos avícolas comerciais e de reprodução deverão manter por período não inferior a 2 anos à disposição do serviço oficial o registro das atividades de trânsito de aves (cópias das GTAs).
CERTO.
128
IN 17/2006 O Departamento de Saúde Animal (DSA), entre outras atribuições, realizará controle de vacinas, por unidade federativa, no que se refere à quantidade produzida ou importada por laboratório e da quantidade utilizada.
essa atribuição não é estabelecida para o DSA, mas sim para o Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários - DFIP.
129
Portaria 193/1994 Através da Portaria nº 193/1994, foi instituído o comitê consultivo do programa nacional de sanidade avícola, sendo uma de suas atribuições o fornecimento de subsídios técnico-científicos ao departamento de inspeção de produtos de origem animal.
I - fornecer subsídios técnico-científicos ao Departamento de Saúde Animal;
130
IN 56/2007 Os estabelecimentos avícolas comerciais de baixa suscetibilidade à introdução e disseminação de agentes patogênicos em seus plantéis serão submetidos a um programa de gestão de risco diferenciado, baseado em uma vigilância epidemiológica mais intensificada para as doenças de controle oficial do Programa Nacional de Sanidade Avícola - PNSA, com colheitas de amostras para a realização de testes laboratoriais.
Os estabelecimentos avícolas comerciais de maior suscetibilidade ...
131
IN 56/2007 Os estabelecimentos de aves comerciais de corte e os estabelecimentos de postura comercial deverão possuir cerca de isolamento de no mínimo 1 metro de altura em volta do galpão ou do núcleo, com um afastamento mínimo de 10 metros, eficaz para evitar a passagem de animais domésticos, não sendo permitido o trânsito e a presença de animais de outras espécies em seu interior.
possuir cerca de isolamento de no mínimo 1 m (um metro) de altura em volta do galpão ou do núcleo, com um afastamento mínimo de 5 m (cinco metros), eficaz para evitar a passagem de animais domésticos, não sendo permitido o trânsito e a presença de animais de outras espécies em seu interior.
132
IN 44/2001 A fim de participar do PNSA, o estabelecimento avícola não poderá utilizar vacina de qualquer natureza contra a micoplasmose aviária, em estabelecimentos de controles permanentes e também não poderá utilizar qualquer vacina preparada com adjuvante aquoso, durante as quatro semanas que antecedem as provas laboratoriais.
Não poderão utilizar qualquer vacina preparada com adjuvante oleoso.
133
IN20/2016 O médico veterinário que realiza o controle sanitário do estabelecimento avícola fará o relatório com os resultados laboratoriais obtidos no programa de controle e monitoramento para Salmonella spp. de acordo com os fluxos e procedimentos estabelecidos pelo laboratório de referência da UF de localização do estabelecimento.
o relatório será de acordo com os fluxos e procedimentos estabelecidos pelo SVO.
134
IN 56/2007 Os Estabelecimentos Produtores de Ovos e Aves SPF deverão possuir galpões construídos em alvenaria, inclusive as suas paredes, de forma a permitir a sua limpeza e desinfecção, dotados de sistema de filtração absoluta do ar, com manutenção constante de pressão positiva.
CERTO.
135
IN20/2016 Os estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte não registrados poderão escolher o laboratório onde serão realizados os ensaios laboratoriais para salmonelas. Porém, ao menos uma vez a cada seis meses, os ensaios serão realizados em laboratórios credenciados da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do SUASA.
NÃO REGISTRADOS, os ensaios laboratoriais para salmonelas SERÃO OBRIGATORIAMENTE REALIZADOS EM LABORATÓRIOS CREDENCIADOS da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do SUASA.
136
IN20/2016 O monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos, realizado pelos estabelecimentos, registrados no SIF, com abate diário inferior a cinquenta mil frangos e galinhas, é executado através de 4 ciclos por ano. Cada ciclo é composto por 8 amostras, das quais são aceitáveis no máximo 2 positivas, e frequência de 1 amostra por semana.
Conforme a IN 20/2016, nesse caso, são 6 ciclos por ano.
137
IN 56/2007 Os galpões de postura comercial do tipo californiano clássico ou modificado sem telas serão considerados galpões de maior suscetibilidade à introdução e disseminação de agentes patogênicos, devendo-se, entre outras medidas adicionais, visando à mitigação do risco à introdução e disseminação de doenças, adotar medidas que visem à dessecação lenta das fezes e controle de vazamentos dos bebedouros, evitando o desenvolvimento de insetos e suas larvas.
deve-se adotar medidas que visem à dessecação rápida das fezes e controle de vazamentos dos bebedouros, evitando o desenvolvimento de insetos e suas larvas.
138
IN 56/2007 Entre outras, as dependências internas dos incubatórios deverão ser divididas em área de expedição de pintos, sala de manipulação de vacinas e sala de eclosão.
CERTO.
139
IN20/2016 O monitoramento de Salmonella spp. em carcaças de frangos, realizado pelos estabelecimentos de abate registrados no SIF, classificados como médios (M), é executado através de 4 ciclos por ano. Cada ciclo é composto por 26 amostras, das quais são aceitáveis no máximo 6 positivas, e frequência de 2 amostras por semana.
CERTO.
140
IN 56/2007 O médico veterinário do serviço oficial será o responsável pela execução dos controles higiênico-sanitários dos plantéis dos Estabelecimentos Avícolas de Reprodução e Comerciais.
O médico veterinário Responsável Técnico será o responsável pela execução dos controles higiênico-sanitários dos plantéis dos Estabelecimentos Avícolas de Reprodução e Comerciais.
141
IN20/2016 Para a interpretação dos resultados dos ensaios laboratoriais para pesquisa de salmonela, um núcleo será considerado positivo quando pelo menos um ensaio de qualquer galpão do núcleo apresentar diagnóstico positivo ou inconclusivo para esse agente patogênico.
um núcleo será considerado positivo quando pelo menos um ensaio de qualquer galpão do núcleo apresentar diagnóstico POSITIVO (não fala em inconclusivo) para esse agente patogênico.
142
IN 17/2006 A Coordenação de Sanidade Avícola - CSA, do DSA, publicará a relação de médicos veterinários credenciados para emissão de GTA e a lista dos estabelecimentos certificados nos programas sanitários do PNSA, a ser disponibilizada no sítio eletrônico do MAPA, com atualização mensal.
CERTO.
143
IN20/2016 No momento da coleta das amostras, as aves não deverão estar sob efeito de agentes antimicrobianos para bactérias gram-negativas, e não deverá ser utilizado nenhum produto com ação antimicrobiana no ambiente, inclusive agentes melhoradores de desempenho presente nas rações.
A exigência do caput deste artigo NÃO SE APLICARÁ AO USO DE AGENTES MELHORADORES DE DESEMPENHO PRESENTE NAS RAÇÕES.
144
IN20/2016 Em caso de detecção de salmonelas monofásicas, cujas fórmulas antigênicas sejam Salmonella (1,4[5],12:-:1,2) ou Salmonella (1,4[5],12:i:-), serão adotadas as medidas previstas em casos de positividade para Salmonella Gallinarium e Salmonella Pullorum.
nesses casos, serão adotadas as medidas previstas em casos de positividade para Salmonella Enteritidis e Salmonella Typhimurium.
145
IN 56/2007 Os limites internos do estabelecimento avícola produtor de ovos e aves SPF e produtor de ovos controlados para produção de vacinas inativadas são de 500 m entre os núcleos de diferentes idades, entre galpões de recria e produção e do núcleo à estrada vicinal, rodovia estadual ou federal.
CERTO.
146
IN20/2016 Os custos referentes à coleta, ao envio e à realização do ensaio laboratorial relacionados ao programa de controle e monitoramento para Salmonella spp., serão de responsabilidade do Serviço Veterinário Estadual (SVE) da UF.
essa responsabilidade é do próprio estabelecimento avícola.
147
IN20/2016 O SVO compreende os médicos veterinários oficiais pertencentes ao MAPA, os Serviços Veterinários Estaduais (SVE) e Serviços Veterinários Municipais (SVM).
CERTO.
148
IN 56/2007 Entende-se por granja a unidade física de produção avícola, composta por um ou mais galpões, que alojam um grupo de aves da mesma espécie e idade.
CONCEITO DE NÚCLEO. granja: unidade física de produção avícola que aloja um grupo de aves da mesma espécie
149
IN20/2016 O trânsito de frangos e perus de corte provenientes de núcleos positivos para Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum, entre outras exigências, está condicionado a emissão de GTA pelo médico veterinário responsável pela granja.
o trânsito, nesse caso, está condicionado a emissão de GTA pelo SVE.
150
Portaria 193/1994 Através da Portaria nº 193/1994, foi instituído o comitê consultivo do programa nacional de sanidade avícola, sendo uma de suas atribuições a emissão de pareceres técnicos relacionados à área de sanidade avícola e apícola.
NÃO TEM NADA DE APÍCOLA.
151
IN20/2016 Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte não registrados no Serviço Veterinário Estadual, as amostras a serem coletadas por galpão selecionado do núcleo poderão consistir em trezentas amostras de fezes de aproximadamente um grama cada, preferencialmente cecais, coletadas em diferentes pontos distribuídos ao longo do galpão, reunidas em um único pool.
essa amostragem é aplicada a estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte registrados no Serviço Veterinário Estadual (SVE).
152
IN 56/2007 Entende-se por Estabelecimento Avoseiro a granja ou núcleo de avós, importadora, exportadora e produtora de ovos férteis para produção de matrizes.
CERTO.
153
IN20/2016 Quando o estabelecimento for notificado pelo SIF que durante a execução do ciclo oficial foram identificados os sorovares Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis, deve comprovar ao SIF as ações adotadas, por meio de registros auditáveis em até trinta dias a contar da data da notificação.
o prazo para comprovar ao SIF as ações adotadas, por meio de registros auditáveis é de ATÉ VINTE DIAS a contar da data da notificação.
154
Os estabelecimentos matrizeiros, os produtores de ovos comerciais e de frangos de corte estão classificados como estabelecimentos avícolas de controles eventuais.
estabelecimentos avícolas de controles permanentes.
155
Em relação às provas laboratoriais utilizadas no monitoramento e no diagnóstico laboratorial, nas diferentes etapas do processo, assinale a alternativa correta:
A inibição do metabolismo, a inibição do crescimento e a reação em cadeia de polimerase podem ser utilizadas no diagnóstico por identificação de cultura.
156
IN 20/2016 Para núcleos com aves que apresentem sinais clínicos compatíveis com Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum, serão coletados imediatamente fragmentos de aproximadamente um centímetro cúbico de órgãos de dez aves doentes, sendo um pool de dez fígados, um pool de dez corações, um pool de dez baços, um pool de dez cecos com tonsilas cecais por núcleo de criação.
POR GALPÃO.
157
IN 56/2007 Os exames para influenza aviária, doença de Newcastle e laringotraqueíte infecciosa aviária, em estabelecimentos de aves SPF e produtoras de ovos controlados para produção de vacinas inativadas, deverão ser realizados em laboratórios oficiais ou credenciados pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, devendo os seus registros ficarem armazenados e disponíveis à fiscalização por, no mínimo, de 5 anos.
MÍNIMO 3 ANOS.
158
IN 56/2007 Os Estabelecimentos Avícolas devem respeitar a distância mínima de 5km entre um estabelecimento avícola de reprodução e abatedouros de qualquer finalidade, fábrica de ração, outros estabelecimentos avícolas de reprodução ou comerciais.
NO MÍNIMO 3KM...
159
IN 20/2016 O preparo da amostra de carcaça de frango para a detecção de Salmonella spp. será realizado colhendo-se vinte e cinco gramas de pele e músculo, das regiões pericloacal, asa e pescoço de cada carcaça.
CERTO.
160
IN 17/2006 Os órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Animal, das UF que aderirem ao plano, entre outras atribuições, atualizará o cadastro georreferenciado, em formato eletrônico, de todos os estabelecimentos avícolas de reprodução e produtores de ovos livres de patógenos específicos (SPF) ou controlados.
essa atribuição é Superintendências Federais de Agricultura – SFA.
161
IN 44/2001 Os estabelecimentos avícolas de matrizes devem obrigatoriamente ser livres de Mycoplasma galissepticum e Mycoplasma synoviae para galinhas e livres de Mycoplasma gallisepticum, Mycoplasma synoviae e Mycoplasma melleagridis para perus para certificação dos núcleos (estabelecimentos avícolas de matrizes).
Para as matrizes (galinhas) elas devem ser livres de M. galissepticum, podendo estar sob vigilância e acompanhamento para M. synoviae.
162
IN 20/2016 Para estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte registrados no Serviço Veterinário Estadual, as amostras de dois suabes de arrasto ou propés, ou fezes serão submetidas a dois ensaios bacteriológicos por galpão selecionado para a amostragem do núcleo.
será realizado UM ENSAIO BACTERIOLÓGICO POR GALPÃO selecionado para a amostragem do núcleo.
163
IN 44/2001 Visando o acompanhamento do estado sanitário, da manutenção da certificação e das colheitas regulares nos estabelecimentos de linhas puras, bisavoseiros e avoseiros, essa etapa deverá ser realizada diretamente pelo fiscal federal agropecuário ou pelo médico veterinário oficial, com colheitas aleatórias em triplicata, no mínimo anual, sendo posteriormente encaminhadas à análise em laboratórios oficiais ou credenciados.
As amostras devem ser em duplicata.
164
PORTARIA 193/1994 O coordenador do Comitê Científico Consultivo do Programa Nacional de Sanidade Avícola deverá convidar técnicos dos setores público e privado para lhe prestar assessoramento adicional.
Não deverá e sim poderá.
165
IN 20/2016 Quando ocorrer violação do ciclo oficial, o SIF deve tomar ações com objetivo de restabelecer a conformidade em termosdo controle de Salmonella spp.
VERIFICAR as ações adotadas pelo estabelecimento E NÃO PELO SIF.
166
IN 20/2016 Os estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte manterão os relatórios de ensaios laboratoriais e demais documentos auditáveis que comprovem os procedimentos de monitoramento e ações sanitárias por, no mínimo, 12 meses disponíveis para auditorias do Serviço Veterinário Oficial - SVO.
por cinco anos disponíveis para auditorias do Serviço Veterinário Oficial - SVO.
167
IN 44/2001 Os estabelecimentos avícolas deverão fornecer trimestralmente um calendário de colheitas, que será encaminhado à DFA, do Estado onde se localiza, com cronograma de nascimento, de importação e as datas das colheitas rotineiras de material, realizadas pelo responsável técnico, visando a fiscalização e a supervisão do serviço oficial.
Não é trimestralmente e sim mensalmente.
168
IN 20/2016 Os resultados dos ensaios das amostras oficiais serão encaminhados ao SIF e aos respectivos Serviços de Inspeção da SFA nos Estados.
CERTO.
169
IN 20/2016 Para fins de controle de Salmonella spp., metade dos lotes de frangos e perus de corte dos estabelecimentos avícolas comerciais serão submetidos a coletas de amostras para a realização de ensaios laboratoriais para detecção de salmonelas, segundo metodologia oficial utilizada pela CGAL/SDA/MAPA.
NÃO É METADE. SÃO todos os lotes de frangos e perus de corte dos estabelecimentos avícolas comerciais
170
IN 20/2016 Os estabelecimentos avícolas comerciais de corte registrados no SVE passarão por uma avaliação clínica, epidemiológica e zootécnica de seus lotes, realizada por um médico veterinário, no mínimo, a cada seis meses.
CERTO.
171
IN 20/2016 Quanto o estabelecimentos avícola possuir núcleo com 4 galpões, será realizada a coleta, destinada à realização de ensaios laboratoriais para detecção de salmonelas, em 3 galpões.
CERTO.
172
IN 17/2006 O boletim sanitário deverá chegar ao Serviço de Inspeção Federal - SIF, com 48 horas de antecedência ao abate das aves, contendo, entre outras informações, dados do estabelecimento de origem das aves, número inicial e final de aves alojadas por galpão e doenças detectadas no lote durante o alojamento.
com 24 (vinte e quatro) horas de antecedência ao abate das aves.