A granja será considerada positiva para tuberculose se a média do diâmetro das reações à PPD bovina for menor ou igual a média diâmetro das reações à PPD aviária.
considerada positiva para tuberculose se a média do diâmetro das reações à PPD bovina for maior que a média diâmetro das reações à PPD aviária.
Tratando-se do despovoamento gradual como estratégia de saneamento, assinale a alternativa incorreta a respeito do abate sanitário:
Abate sanitário imediato das fêmeas não-gestantes, fêmeas até 120 (cento e vinte) dias de gestação e leitoas de reposição e castração imediata dos machos reprodutores, que deverão ser encaminhados ao abate sanitário quando em condições, segundo a legislação vigente.
está incorreta, visto que as fêmeas até 60 dias de gestação que são enviadas para o abate imediato e não 120 dias.
Considera-se Grau de vulnerabilidade o conjunto de normas destinadas a evitar a introdução de agentes patogênicos na granja de reprodutores.
CERTO.
A Brachyspira hyodisenteriae, espiroqueta aeróbia, é considerada o agente primário da disenteria suína.
A bactéria é anaeróbia!
A B. abortus também pode infectar os suínos, porém é mais patogênica.
O agente etiológico da brucelose em suínos é a Brucella suis, que é subdividida em 5 sorotipos, sendo que o suíno é o hospedeiro mais frequente para os sorotipos 1 e 3. A B. abortus também pode infectar os suínos, porém é menos patogênica”.
Considera-se Sítio 2 a unidade que recebe os leitões do sítio 1 para criá-los na fase de creche, creche e crescimento ou apenas crescimento até a entrega para reprodução
CERTO.
Todas as notificações de suspeita da ocorrência de PSC ou doenças com quadro clínico similar deverão ser investigadas pelo médico veterinário oficial, no máximo até vinte e quatro horas após a notificação, observados os procedimentos técnicos de biossegurança.
Cuidado! Máximo de DOZE HORAS APÓS A NOTIFICAÇÃO!
As granjas GRSC “b” são consideradas “vulnerabilidade baixa”, obtendo pontuação de 0 a 5,0 pontos (desde que não tenha nenhum critério com pontuação 2) na classificação inicial quanto ao grau de vulnerabilidade à entrada de agentes patogênicos, sendo reavaliadas anualmente.
b) granja “B”: vulnerabilidade baixa - até 8,0 pontos, desde que não tenha nenhum critério com pontuação 3 e não se enquadre como granja “A”
O abdômen retraído é o sinal clínico mais evidente da disenteria suína, também pode ser observado anorexia, sede intensa, emagrecimento e febre.
O sinal clínico mais evidente é a diarreia mucohemorrágica
A certificação das Granjas de Reprodutores Suídeos (GRSC) terá validade de seis meses.
CERTO.
A Instância Central e Superior na Unidade Federativa deverá efetuar um controle sobre todas as doses de vacina utilizadas em seu âmbito de atuação, observando alguns critérios, como: trimestralmente, as Superintendências Federais de Agricultura remeterão ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento um relatório com o nome dos proprietários e o volume de vacinas utilizadas no seu âmbito de atuação.
O relatório remetido ao MAPA é mensalmente enviado.
A unidade que recebe os leitões do sítio 1 para cria-los na fase de creche, creche e crescimento ou apenas crescimento até a entrega para terminação é o Sítio 2.
A entrega é para reprodução. Não confundam. A IN19/2002 trata de granjas de suínos de reprodução certificadas.
Em relação ao Plano Estadual para Controle e Erradicação da DA, são necessárias algumas condições específicas, como, por exemplo: possuir recursos públicos ou privados para financiamento do Plano e indenização de proprietários de suídeos atingidos pelas medidas sanitárias decorrentes da implementação e manutenção das ações dispostas nestas Normas e no Plano Estadual.
CERTO.
Diante disso, assinale a alternativa que não se encontra correta:
A.
A tuberculose é uma doença infectocontagiosa, crônica, causada por bactérias álcoolácido-resistentes (BAAR) do gênero Mycobacterium. Os suínos são suscetíveis a infecções por Mycobacterium bovis, Mycobacterium tuberculosis e agentes do Complexo Mycobacterium avium (Complexo MAIS ou Complexo M. avium). O Complexo M. avium inclui M. avium avium (bacilos da tuberculose aviária), M. avium hominissuis (isolado de pessoas, suínos e outros mamíferos), M. intracellulare (doença em animais de sangue frio) e M. scrufolaceum.
B.
Na suinocultura tecnificada, são raras as infecções por M. avium (agente causal da tuberculose animal clássica), sendo o M. bovis o agente etiológico mais frequentemente implicado nas lesões detectadas no abatedouro.
C.
A doença em suínos é raramente diagnosticada em suínos vivos. Em suínos podem não ocorrer perdas econômicas relacionadas a doença clínica, porém vísceras com lesões tuberculosas são descartadas e carcaças inteiras podem ser condenadas ou requerer tratamento térmico antes de liberadas para o consumo humano.
D.
Nos animais domésticos, as micobacterioses têm maior importância em suínos, nos quais são mundialmente relacionadas ao Complexo MAIS. Trabalhos mostram frequência elevada de isolamento de M. avium em tecidos de suínos abatidos. No Brasil, o complexo MAIS é considerado o mais importante grupo de bactérias envolvido em infecções desse tipo em suínos.
E.
Estudos para verificação dos agentes encontrados em linfonodos suínos demonstram que M. avium é o mais frequente.
A ordem das micobacterioses está invertida, sendo raras as infecções por M. bovis, e o M. avium o mais frequentemente implicado. As demais assertivas encontram-se corretas.
Na zona de proteção e vigilância, o período de interdição de qualquer estabelecimento de criação será de, no mínimo, 21 (vinte e um) dias após a conclusão das operações de sacrifício sanitário de suídeos infectados pelo VDA, com exceção do trânsito com destino ao abate imediato, em veículo lacrado, sob controle do serviço veterinário oficial.
CERTO.
Os suídeos em trânsito deverão estar acompanhados por documento oficial de trânsito e do certificado de GRSC original.
Cópia do certificado de GRSC autenticada por servidor oficial.
Os suídeos acometidos de PSC e seus contatos serão submetidos ao sacrifício sanitário no próprio estabelecimento ou em outro local adequado, a critério do serviço veterinário oficial, no prazo máximo de doze horas, contado a partir do recebimento da ordem de matança emitida pela autoridade competente.
24H
Considera-se granja de reprodutores o estabelecimento ou propriedade que atenda integralmente às disposições básicas e específicas estabelecidas para a certificação. As granjas terão sua certificação baseada no monitoramento sorológico e na sua classificação sanitária.
Conforme o item 1.1.4 da IN 19/2002, esse é o conceito de Granja de Reprodutores Suídeos Certificada (GRSC).
O sistema de manejo com lâmina de água minimiza a disseminação da disenteria suína.
Pelo contrário, facilita a disseminação da doença.
Uma “zona provisoriamente livre de DA” é a zona ou região do país onde a ocorrência da DA atinge menos de 10% do rebanho suídeo e menos de 1% dos estabelecimentos de criação existentes, segundo as recomendações do Código Sanitário dos Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
A ocorrência da DA atinge menos de 1% do rebanho suídeo e menos de 10% dos estabelecimentos de criação existentes.
A unidade produtora de leitões, envolvendo as fases de cobrição, gestação, maternidade, desmame e, dependendo da empresa, a creche, desde que não tenha central de inseminação, mesmo que seja de uso exclusivo, denomina-se Sítio 1.
O sítio 1 pode haver – dependendo da empresa – a central de inseminação de uso exclusivo.
Considera-se Médico veterinário credenciado o médico veterinário, indicado pelo proprietário, responsável pelo cumprimento das condições estabelecidas para certificação de Granja de reprodutores suídeos.
Conforme o item 1.1.10 da IN 19/2002, essa é o conceito de Responsável técnico.
Quando a Unidade Federativa não possuir um Plano Estadual, deverá ser obedecido o seguinte para “Vacinas Inativadas”: O plantel deverá ser vacinado 3 (três) vezes ao ano. Cada vacinação deve ser realizada no prazo máximo de 1 (uma) semana, independente do estado fisiológico das fêmeas do plantel.
CERTO.
É condição a ser atendida pelas GRSC para a Peste Suína Clássica – PSC - realizar provas sorológicas, com intervalo de três meses, por meio de teste ELISA, utilizando-se kit registrado no MAPA, devendo os soros que apresentar resultado negativo ser submetidos a provas complementares diferenciais, por meio de testes de neutralização, incluindo os diferenciais para Diarréia Bovina a Vírus.
resultados SUSPEITOS OU POSITIVOS