PS4 Flashcards

(112 cards)

1
Q

A desinterdição das unidades epidemiológicas, onde se confirmou foco de mormo, ocorrerá somente após a não detecção de casos confirmados na unidade epidemiológica definida.

A

A desinterdição ocorrerá mediante análise técnica e epidemiológica do SVO, além da não detecção de casos confirmados na unidade epidemiológica.

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2
Q

O isolamento somente será permitido para animais portadores localizados em área de alto risco, proposto pela Comissão Estadual de Prevenção e Controle da Anemia Infecciosa Equina (CECAIE) da respectiva UF.

A

CERTO.

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3
Q

Quando todos os resultados de um lote de animais forem negativos, os relatórios de ensaio e requisições serão encaminhados diretamente aos proprietários dos animais e terão validade de 60 dias contados a partir da data da colheita da amostra.

A

CERTO.

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4
Q

A aplicação subcutânea no teste da maleína interfere no diagnóstico sorológico para o Mormo.

A

CERTO.

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5
Q

Será considerado caso suspeito de mormo o equídeo que apresentar vínculo epidemiológico com caso de suspeita clínica da doença.

A

É considerado quando da existência de vínculo epidemiológico com foco/caso confirmado.

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6
Q

Equinos com infecção crônica que morrem entre episódios de doença clínica geralmente não têm lesões macroscópicas, mas alguns animais podem ter glomerulonefrite proliferativa ou lesões oculares.

A

CERTO.

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7
Q

Unidade epidemiológica é definida como grupo de animais com distintas probabilidades de exposição ao agente etiológico do mormO.

A

grupo de animais com probabilidades semelhantes de exposição ao agente etiológico do mormo.

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8
Q

Diante de caso suspeito de mormo, o Serviço Veterinário Oficial deverá realizar investigação clínica e epidemiológica do caso suspeito. Caso seja confirmado como positivo, a investigação clínica e epidemiológica deverá abranger os demais equídeos do estabelecimento.

A

Conforme o inciso I do art. 11 da IN 06/2018, a investigação clínica e epidemiológica abrange o caso suspeito e demais equídeos do estabelecimento, sem necessidade de confirmação.

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9
Q

A anemia infecciosa equina é causada por um vírus RNA não envelopado.

A

envelopado

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10
Q

Todo laboratório credenciado ou oficial deverá encaminhar ao Serviço de Sanidade Animal da Delegacia Federal de Agricultura da respectiva UF, até o 15o dia útil do mês subsequente, relatório mensal de atividades.

A

O art. 15 da IN 45/2004 (AIE) teve o seu texto revogado pela IN nº 52 de 26 de novembro de 2018.

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11
Q

Quando a medida indicada for o isolamento do animal portador, este deverá ser marcado por meio da aplicação de ferro candente no lado direito da cara com um “A”, contido em um círculo de 8 (oito) centímetros de diâmetro, seguido da sigla da UF.

A

Conforme o art. 24 da IN 45/2004, a marcação será realizada na paleta do lado esquerdo com um “A”, contido em um círculo de 8 (oito) centímetros de diâmetro, seguido da sigla da UF. A questão tentou confundir com a marcação dos animais positivos para brucelose e tuberculose.

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12
Q

Diante de foco confirmado de mormo, o Serviço Veterinário Oficial deverá realizar investigação epidemiológica, incluindo avaliação da movimentação dos equídeos do estabelecimento pelo menos nos últimos 60 dias anteriores à confirmação do caso, com vistas a identificar possíveis vínculos epidemiológicos.

A

A avaliação da movimentação dos equídeos do estabelecimento será de pelo menos dos últimos 180 dias, não 60 dias.

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13
Q

O isolamento e identificação bacteriana é definido como a obtenção de diagnóstico positivo para Burkholderia mallei, empregando-se métodos adequados provas sorológicas e testes moleculares.

A

As provas utilizadas são as bioquímicas e moleculares, não sorológicas.

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14
Q

Animal Portador é qualquer equídeo que apresente sintomatologia compatível com Anemia Infecciosa Equina - A.I.E.

A

Conforme o inciso III do art. 1º da IN 45/2004, portador é aquele equídeo que tenha apresentado resultado positivo para A.I.E.

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15
Q

À propriedade declarada controlada para A.I.E. pelo Serviço de Sanidade Animal da respectiva UF será conferido certificado, por solicitação do interessado, renovado a cada 6 (seis) meses, após exame de todo o efetivo equídeo existente.

A

De acordo com o art. 28 da IN 45/2004, a renovação do certificado a cada 12 (doze) meses, após exame de todo o efetivo equídeo existente.

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16
Q

Área perifocal é a região geográfica na qual a A.I.E. é sabidamente endêmica e onde as condições ambientais contribuem para a manutenção e a disseminação da doença

A

Conforme o inciso V do art. 1º da IN 45/2004, essa é a definição de Área de Alto Risco.

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17
Q

A manutenção da condição sanitária nas zonas livres de mormo exige a implementação de atividades pontuais de vigilância epidemiológica que demonstrem baixo número de focos da doença, podendo incluir a realização de estudo soroepidemiológico na população de equídeos da área em questão, sem prejuízo de outras normas e procedimentos estabelecidos pelo MAPA.

A

De acordo com o art. 23 da IN 06/2018, as atividades contínuas de vigilância epidemiológica deve demonstrar a ausência da infecção por Burkholderia mallei.

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18
Q

A participação de equídeos em aglomerações está condicionada à apresentação de documento oficial de trânsito animal aprovado pelo MAPA, resultado negativo para mormo dentro do prazo de validade, contemplando todo o período do evento e o seu próximo destino, e demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.

A

I - documento oficial de trânsito animal aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária; e

II - demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.’‘(NR)

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19
Q

Será considerado caso confirmado de mormo o equídeo que apresentar resultado positivo no teste de triagem ou complementar de diagnóstico.

A

‘Art. 10. As definições de caso para mormo devem estar de acordo com a ficha técnica disponibilizada pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do Ministério da Agricultura e Pecuária.’’ (NR

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20
Q

Todo estabelecimento produtor de antígeno para diagnóstico da A.I.E. encaminhará, mensalmente, mapa demonstrativo da distribuição do produto ao Serviço de Sanidade Animal das UFs para as quais foi comercializado o produto.

A

CERTO.

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21
Q

O MAPA poderá cancelar ou suspender a habilitação de médicos veterinários somente a pedido do profissional.

A

Conforme o §3º art. 4º da IN 06/2018, em caso de descumprimento das normativas em vigor, o MAPA também poderá cancelar ou suspender a habilitação de médicos veterinários.

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22
Q

O isolamento será permitido para animais portadores sempre que requerido pelo proprietário ao Serviço Veterinário Oficial, após ciência da Comissão Estadual de Prevenção e Controle da Anemia Infecciosa Equina (CECAIE) da respectiva UF.

A

Conforme o parágrafo único do art. 24 da IN 45/2004, o isolamento somente será permitido para animais portadores localizados em área de alto risco, proposto pela CECAIE da respectiva UF.

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23
Q

Todo foco de mormo deverá ser obrigatoriamente eliminado, observando-se a realização de testes de diagnóstico consecutivos de todos os equídeos da unidade epidemiológica.

A

Art. 16 Todo foco de mormo deverá ser obrigatoriamente eliminado, observando-se a realização de eutanásia dos casos confirmados de mormo conforme descrito no art. 15.

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24
Q

Para diagnóstico da A.I.E., usar-se-á a prova de imunofluorescência direta, efetuada com antígeno registrado e aprovado pelo DDA, ou outra prova oficialmente reconhecida.

A

De acordo com o art. 9º da IN 45/2004, no diagnóstico da A.I.E. usar-se-á a prova sorológica de Imunodifusão em Gel de Agar (IDGA). A imunofluorescência direta é uma das técnicas utilizadas no diagnóstico da Raiva dos Herbívoros.

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25
Os testes de triagem para o diagnóstico laboratorial do mormo são a Fixação de Complemento (FC) ou o ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) ou Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).
FC E ELISA, NÃO HÁ PCR.
26
O reteste será realizado no laboratório que realizou o primeiro exame, com amostra colhida pelo serviço oficial, para fins de perícia.
O reteste será realizado em laboratório oficial, com amostra colhida pelo serviço oficial, para fins de perícia.
27
A critério do SVO, durante a eliminação de foco de mormo, não poderão ser definidas novas unidades epidemiológicas com vistas a melhor representar a situação epidemiológica e de manejo dos animais na referida propriedade ou unidade epidemiológica original''
poderão ser definidas novas unidades epidemiológicas com vistas a melhor representar a situação epidemiológica e de manejo dos animais na referida propriedade ou unidade epidemiológica original''. (NR
28
Em relação aos sinais clínicos do Mormo, assinale a alternativa incorreta: Na forma crônica, que é mais comum nos equinos, os doentes podem aparecer com discreto catarro nasal (raramente de um lado só), fraqueza e alguns sinais de comprometimento dos pulmões e brônquios
“Na forma crônica, que é mais comum nos equinos, os doentes podem aparecer com discreto catarro nasal (frequentemente de um lado só), fraqueza e alguns sinais de comprometimento dos pulmões e brônquios”
29
Quando positivo, o resultado do exame para diagnóstico laboratorial de A.I.E deverá ser encaminhado ao médico veterinário requisitante ou ao proprietário do animal, que informará o resultado ao Serviço de Sanidade Animal da UF.
De acordo com o paragráfo 1º art. 10 da IN 45/2004, caso seja positivo, o resultado será, imediatamente, ao SSA da DFA da UF onde se encontra o animal reagente e, eventualmente, para outro destino por ele determinado.
30
Todo produto biológico de origem equídea, para uso profilático ou terapêutico, deverá, obrigatoriamente, ser elaborado a partir de animal procedente de propriedade controlada.
CERTO.
31
A contraprova deverá ser solicitada ao Serviço de Sanidade Animal da DFA da respectiva UF, no prazo máximo de 8 (oito) dias, contados a partir do recebimento da notificação do resultado e será efetuada em laboratório oficial, com amostra colhida pelo serviço oficial, para fins de perícia.
no entanto a contraprova (a partir da amostra original) será efetuada no laboratório que realizou o primeiro exame.
32
Em relação à importância do Mormo para saúde pública, assinale a alternativa incorreta: Nos casos agudos podem ocorrer lesões nodulares granulomatosas nos pulmões ou abscedação pelo corpo. Nos casos crônicos predomina um fluxo mucopurulento do nariz e a letalidade pode ser de até 95%, em 3 semanas
Nos casos agudos predomina um fluxo mucopurulento do nariz e a letalidade pode ser de até 95%, em 3 semanas. Nos casos crônicos podem ocorrer lesões nodulares granulomatosas nos pulmões ou abscedação pelo corpo.”
33
A responsabilidade legal pela veracidade e fidelidade das informações prestadas na requisição do exame para diagnóstico de Anemia Infecciosa Equina é do proprietário.
essa responsabilidade é do médico veterinário requisitante.
34
A Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do MAPA (SFA/MAPA) deverá estabelecer as exigências relativas ao mormo para o trânsito intraestadual de equídeos.
essa competência é dos Órgãos Executores de Sanidade Agropecuária (OESA).
35
A Anemia Infecciosa Equina (AIE) também é conhecida como Febre do pântano, Doença de Coggins e Malária Equina.
INCLUINDO TAMBÉM Mal do Cochilo ou Cochilão.
36
A desinterdição das unidades epidemiológicas onde se confirmou foco de mormo ocorrerá mediante análise técnica e epidemiológica do Serviço Veterinário Oficial e após a obtenção de 2 resultados negativos consecutivos nos testes diagnósticos em todos os equídeos existentes na unidade epidemiológica definida.
''Art. 17. A desinterdição das unidades epidemiológicas, onde se confirmou foco de mormo, ocorrerá mediante análise técnica e epidemiológica do Serviço Veterinário Oficial (SVO) e após a não detecção de casos confirmados na unidade epidemiológica definida.'' (NR)
37
Considera-se médico veterinário habilitado o profissional devidamente registrado no respectivo Conselho Regional de Medicina Veterinária e que tenha sido aprovado em capacitação específica sobre o PNSE oferecida e organizada pelo Instituição de Ensino Superior.
PNSE será oferecida e organizada pelo Serviço Veterinário Oficial.
38
Os resultados no teste de triagem de Fixação de Complemento devem ser interpretados de acordo com o padrão de cor da prova (percentual de hemólise), na diluição 1/5: sendo uma amostra negativa quando a amostra que produz 0% de hemólise.
A amostra é negativa quando possui 100% de hemólise.
39
Os testes para fins de trânsito de equídeos serão realizados em laboratórios credenciados.
CERTO.
40
A marcação dos equídeos é de responsabilidade do serviço veterinário oficial e será obrigatória, ainda que os animais forem imediatamente sacrificados ou enviados para abate sanitário.
marcação não será obrigatória se os animais forem imediatamente sacrificados ou enviados para abate sanitário.
41
Laboratório credenciado é definido como o laboratório público ou privado, homologado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para realizar ensaios e emitir resultados em atendimento aos programas e controles oficiais.
CERTO.
42
O equídeo, com marcação permanente de portador de A.I.E., que for encontrado em outra propriedade ou em trânsito será sumariamente sacrificado na presença de 2 (duas) testemunhas, salvo quando comprovadamente destinado ao abate. A propriedade onde este animal for encontrado será considerada foco.
CERTO.
43
A eliminação de foco é definida como o conjunto de medidas de defesa sanitária animal, definidas e aplicadas pelo Serviço Veterinário Oficial, com o objetivo de reduzir as fontes de infecção em uma unidade epidemiológica e diminuir a sua transmissão e dispersão.
objetivo de ELIMINAR as fontes de infecção em uma unidade epidemiológica e IMPEDIR a sua transmissão e dispersão;
44
Entre as condições para uma UF ou área ser reconhecida como zona livre de mormo encontram-se as exigências de que o ingresso de equídeos oriundos de zonas não livres seja fiscalizado pelo Órgão Executor de Sanidade Agropecuária e não manifestaram nenhum sinal clínico compatível com mormo no dia do embarque, entre outros requisitos.
CERTO.
45
O médico veterinário responsável pela assistência veterinária da propriedade controlada deverá encaminhar ao Serviço de Sanidade Animal da respectiva UF, até o quinto dia útil do mês subsequente, relatório mensal de suas atividades.
CERTO.
46
Detectado foco de A.I.E., deverá ser realizado, entre outras medidas, o obrigatoriamente sacrifício dos equídeos portadores e aqueles que estiveram em contato com os positivos a menos de 3 (três) meses.
Conforme o inciso IV do art. 17 da IN 45/2004, será adotado o sacrifício ou isolamento dos equídeos portadores.
47
A contraprova deverá ser solicitada ao Serviço de Sanidade Animal da DFA da respectiva UF, no prazo máximo de 8 (oito) dias, contados a partir do recebimento da notificação do resultado e será efetuada em laboratório oficial, com amostra colhida pelo serviço oficial, para fins de perícia.
Primeira parte está correta, são 8 dias para solicitar ao SS, no entanto a contraprova (a partir da amostra original) será efetuada no laboratório que realizou o primeiro exame. Em caso de reteste, será realizado em laboratório oficial, a partir de nova colheita de material de animal com resultado positivo
48
Os resultados no teste de triagem de Fixação de Complemento devem ser interpretados de acordo com o padrão de cor da prova (percentual de hemólise), na diluição 1/5: sendo uma amostra positiva quando a amostra apresentar 0% de hemólise (100% de fixação).
CERTO.
49
A Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do MAPA (SFA/MAPA) deverá estabelecer as exigências relativas ao mormo para o trânsito intraestadual de equídeos.
essa competência é dos Órgãos Executores de Sanidade Agropecuária (OESA).
50
Em equinos o Vírus da Anemia Infecciosa persiste nos leucócitos por dias ou semanas.
Em equinos o Vírus da Anemia Infecciosa persiste nos leucócitos do sangue por toda a vida, e também ocorre no plasma durante episódios de febre.
51
A eutanásia e destruição dos casos confirmados de mormo serão realizadas no estabelecimento onde o animal se encontra, de acordo com os procedimentos e métodos aprovados pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), no prazo máximo de 5 dias, a contar da notificação ao proprietário do animal.
de 15 dias, a contar da notificação ao proprietário do animal.
52
Havendo recusa, por parte do proprietário ou seu representante legal, a tomar ciência do comunicado de interdição da propriedade ou do sacrifício do animal portador, será lavrado termo de ocorrência, na presença de 2 (duas) testemunhas, e requisitado apoio de força policial para o efetivo cumprimento da medida de defesa sanitária, ficando o infrator sujeito às sanções previstas em lei.
CERTO.
53
A critério do SVO, durante a eliminação de foco de mormo, não poderão ser definidas novas unidades epidemiológicas com vistas a melhor representar a situação epidemiológica e de manejo dos animais na referida propriedade ou unidade epidemiológica original''
PODERÃO.
54
IN nº 06/2018 A desinterdição das unidades epidemiológicas onde se confirmou foco de mormo ocorrerá mediante análise técnica e epidemiológica do Serviço Veterinário Oficial e após a obtenção de 2 resultados negativos consecutivos nos testes diagnósticos em todos os equídeos existentes na unidade epidemiológica definida.
''Art. 17. A desinterdição das unidades epidemiológicas, onde se confirmou foco de mormo, ocorrerá mediante análise técnica e epidemiológica do Serviço Veterinário Oficial (SVO) e após a não detecção de casos confirmados na unidade epidemiológica definida.'' (NR)
55
IN nº 06/2018 A colheita de amostras para os testes com finalidade de trânsito de equídeos será realizada somente por médico veterinário habilitado.
CERTO.
56
A presença, na maioria das vezes, de numerosos abscessos devido ao Mormo interligados pelos vasos linfáticos salientes, confere às lesões um aspecto de “rosário”. Em alguns animais observa-se apenas claudicação de um dos membros posteriores, que se mantém suspenso e semiflexionado, denominado de “posição-de-bailarina.
CERTO.
57
IN nº 06/2018 O trânsito interestadual de equídeos está condicionado à apresentação de documento oficial de trânsito animal e resultado negativo para mormo dentro do prazo de validade, contemplando o dia da movimentação.
O trânsito interestadual de equídeos ficará condicionado à apresentação de: I - documento oficial de trânsito animal, aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária; e II - demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.'' (NR)
58
IN nº 06/2018 Será considerado caso suspeito de mormo o equídeo que apresentar vínculo epidemiológico com caso de suspeita clínica da doença.
É considerado quando da existência de vínculo epidemiológico com foco/caso confirmado.
59
IN nº 06/2018 Compete ao Órgão Executor de Sanidade Agropecuária a notificação dos resultados negativos ao proprietário dos animais.
Conforme o §2º do art. 7º da IN 06/2018, a notificação positivos ao proprietário dos animais será em caso de resultados.
60
IN nº 45/2004 Todo produto biológico de origem equídea, para uso profilático ou terapêutico, deverá, obrigatoriamente, ser elaborado a partir de animal procedente de propriedade controlada.
CERTO.
61
IN nº 45/2004 isolamento é a manutenção de equídeo portador em área delimitada, de acordo com a determinação do serviço veterinário oficial, visando impedir a transmissão da doença a outros equídeos.
CERTO.
62
PORTARIA35/2018 Amostra com resultado negativo em qualquer teste de triagem não deverá ser ensaiada por método complementar. Caso o animal apresentar manifestação clínica compatível com o mormo, amostra com resultado negativo em teste de triagem poderá ser testada em método complementar, mediante autorização do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (DSA/SDA/Mapa).
CERTO.
63
IN nº 45/2004 O sacrifício do animal portador deverá ser rápido e indolor, sob a responsabilidade do médico veterinário responsável pelo exame para diagnóstico de A.I.E que resultou positivo.
NÃO É DO MV, RESPONSABILIDADE DO SVO.
64
IN nº 06/2018 Estabelecimento é definido como qualquer local, rural ou urbano, público ou privado, onde são mantidos equídeos para qualquer finalidade.
CERTO.
65
IN 45/2004 Ainda que destinados ao abate, somente será permitido o trânsito interestadual de equídeos quando acompanhados de documento oficial de trânsito e do resultado negativo no exame laboratorial para diagnóstico de A.I.E.
equídeos destinados ao abate ficam dispensados da prova de diagnóstico para A.I.E.
66
IN 45/2004 Animal Portador é qualquer equídeo que apresente sintomatologia compatível com Anemia Infecciosa Equina - A.I.E.
portador é aquele equídeo que tenha apresentado resultado positivo para A.I.E.
67
IN 45/2004 Todo laboratório credenciado deverá encaminhar ao Serviço de Sanidade Animal da Delegacia Federal de Agricultura da respectiva UF, até o 5o dia útil do mês subsequente, relatório mensal de atividades.
CERTO.
68
IN 45/2004 À propriedade declarada controlada para A.I.E. pelo Serviço de Sanidade Animal da respectiva UF será conferido certificado, por solicitação do interessado, renovado a cada 6 (seis) meses, após exame de todo o efetivo equídeo existente.
12 MESES;
69
O Mormo é uma doença infectocontagiosa piogranulomatosa e incurável que determina o aparecimento de lesões respiratórias, linfáticas e cutâneas. Diante disso, assinale a alternativa correta:
Em muitos casos, pode ocasionar corrimento nasal intenso, por isso, o mormo também é conhecido por catarro de burro, catarro de mormo, lamparão, garrotilho atípico ou cancro nasal
70
IN 6/2018 Quando todos os resultados de um lote de animais forem negativos, os relatórios de ensaio e requisições serão encaminhados diretamente aos proprietários dos animais e terão validade de 60 dias contados a partir da data da colheita da amostra.
CERTO.
71
IN 45/2004 Todo estabelecimento produtor de antígeno para diagnóstico da A.I.E. encaminhará, mensalmente, mapa demonstrativo da distribuição do produto ao Serviço de Sanidade Animal das UFs para as quais foi comercializado o produto.
CERTO.
72
IN 45/2004 Quando positivo, o resultado do exame para diagnóstico laboratorial de A.I.E deverá ser encaminhado ao médico veterinário requisitante ou ao proprietário do animal, que informará o resultado ao Serviço de Sanidade Animal da UF.
uando positivo, o resultado do exame para diagnóstico laboratorial deverá ser encaminhado, imediatamente, ao SSA da DFA da UF onde se encontra o animal reagente e, eventualmente, para outro destino por ele determinado.
73
IN 45/2004 Todo laboratório credenciado ou oficial deverá encaminhar ao Serviço de Sanidade Animal da Delegacia Federal de Agricultura da respectiva UF, até o 15o dia útil do mês subsequente, relatório mensal de atividades.
ITEM REVOGADO!!!!
74
IN 6/2018 Será considerado caso confirmado de mormo o equídeo que apresentar resultado positivo no teste de triagem, estando o animal em uma unidade epidemiológica onde haja foco de mormo e apresentando quadro clínico compatível com mormo.
CERTO.
75
IN 45/2004 O isolamento será permitido para animais portadores sempre que requerido pelo proprietário ao Serviço Veterinário Oficial, após ciência da Comissão Estadual de Prevenção e Controle da Anemia Infecciosa Equina (CECAIE) da respectiva UF.
o isolamento somente será permitido para animais portadores localizados em área de alto risco, proposto pela CECAIE da respectiva UF.
76
IN 6/2018 A manutenção da condição sanitária nas zonas livres de mormo exige a implementação de atividades pontuais de vigilância epidemiológica que demonstrem baixo número de focos da doença, podendo incluir a realização de estudo soroepidemiológico na população de equídeos da área em questão, sem prejuízo de outras normas e procedimentos estabelecidos pelo MAPA.
vigilância epidemiológica que demonstrem a ausência da infecção por Burkholderia. mallei,
77
IN 6/2018 Compete ao Órgão Executor de Sanidade Agropecuária a notificação dos resultados positivos ao proprietário dos animais.
CERTO.
78
IN 6/2018 A desinterdição das unidades epidemiológicas, onde se confirmou foco de mormo, ocorrerá somente após a não detecção de casos confirmados na unidade epidemiológica definida.
A desinterdição ocorrerá mediante análise técnica e epidemiológica do SVO, além da não detecção de casos confirmados na unidade epidemiológica.
79
IN 45/2004 As ações de campo referentes à prevenção e ao controle da A.I.E. são de responsabilidade do Serviço de Sanidade Animal da Delegacia Federal de Agricultura - DFA da Unidade Federativa (UF).
essa responsabilidade é do serviço veterinário oficial de cada UF, sob a coordenação do DDA.
80
IN 6/2018 Fica dispensado do teste com resultado negativo dentro do prazo de validade para trânsito interestadual o equídeo com idade inferior a 6 meses, desde que acompanhado da mãe e que esta apresente resultado negativo na prova de triagem ou complementar.
CERTO.
81
IN 6/2018 A ocorrência de um caso de mormo em uma zona considerada livre, acarretará na suspensão temporária desta condição até que se cumpram, entre outros requisitos, a suspensão de qualquer movimentações de equídeos na UF.
a suspensão das movimentações de equídeos será apenas a partir dos focos ou das unidades epidemiológicas com vínculo epidemiológico até a eliminação e encerramento do último foco.
82
IN 6/2018 O trânsito interestadual de equídeos está condicionado à apresentação de documento oficial de trânsito animal, resultado negativo para mormo dentro do prazo de validade, contemplando todo o período da movimentação, e demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.
documento oficial de trânsito animal, aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária; e II - demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.
83
IN 45/2004 Laboratório Credenciado é o laboratório pertencente ao Departamento de Defesa Animal – DDA.
Laboratório que recebe, por delegação do Departamento de Defesa Animal - DDA, competência para realização de exames para diagnóstico da A.I.E;
84
IN 6/2018 Os testes para fins de investigação epidemiológica de suspeitas ou para a eliminação de focos serão realizados em laboratórios oficiais ou públicos credenciados pelo Serviço Veterinário Oficial.
em laboratórios oficiais pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO).'' (NR)
85
ELISA pode detectar anticorpos para AIEV mais cedo do que testes de IDGA, porém são menos sensíveis.
ELISAs podem detectar anticorpos mais cedo do que testes de IDGA e são mais sensíveis, mas falsos positivos são mais fáceis de ocorrer.
86
IN 45/2004 Será lavrado termo de sacrifício sanitário, assinado pelo médico veterinário oficial, pelo proprietário do animal ou seu representante legal e, no mínimo, por duas testemunhas.
o termo de sacrifício sanitário é assinado, no mínimo, por uma testemunha.
87
IN 45/2004 Para diagnóstico da A.I.E., usar-se-á a prova de imunofluorescência direta, efetuada com antígeno registrado e aprovado pelo DDA, ou outra prova oficialmente reconhecida.
IDGA.
88
IN 6/2018 Será considerado caso confirmado de mormo o equídeo que apresentar resultado positivo nos testes de triagem e complementar de diagnóstico ou somente no teste complementar.
isolamento e identificação de Burkholderia mallei em amostra de um equídeo; ou detecção de antígeno ou material genético específico de B. mallei em amostra de um equídeo com sinais clínicos ou patológicos compatíveis com mormo; ou detecção de anticorpos específicos de B. mallei em amostra de um equídeo com sinais clínicos ou patológicos compatíveis com mormo.
89
IN 45/2004 Detectado foco de A.I.E., deverá ser realizada, entre outras medidas, investigação epidemiológica de todos os animais que reagiram ou não ao teste de diagnóstico de A.I.E., incluindo histórico do trânsito.
a investigação epidemiológica contempla apenas os animais que reagiram ao teste de diagnóstico de A.I.E.
90
No que concerne às propriedades bioquímicas da Burkholderia mallei, a bactéria não produz indol, nem hemólise em ágar-sangue-de-cavalo, nem pigmentos em meios de cultura, líquidos ou sólidos, e também não reduz nitrato.
REDUZ NITRATO.
91
A anemia infecciosa equina é causada por um vírus RNA não envelopado.
E ENVELOPADO.
92
IN 6/2018 Diante de um caso confirmado de mormo, o Serviço Veterinário Oficial (SVO), deverá obrigatoriamente realizar necropsia com colheita de amostras, após a eutanásia.
determinar e acompanhar a eliminação do caso confirmado, a eutanásia e, a critério do SVO, a realização de necropsia com colheita de amostras, e posterior destruição da carcaça;
93
A maleinização intrapalpebral com o uso de Maleína PPD poderá ser empregada como teste complementar exclusivamente em equídeos com __________ e que apresentem __________, mediante autorização do DSA/SDA/MAPA. Preencha as lacunas:
Menos de 6 meses / com sintomatologia clínica compatível com o mormo.
94
Todo foco de mormo deverá ser obrigatoriamente eliminado, observando-se a realização de testes de diagnóstico consecutivos de todos os equídeos da unidade epidemiológica.
observando-se a realização de eutanásia dos casos confirmados de mormo
95
Será considerado caso suspeito de mormo o equídeo que apresentar quadro clínico compatível com o mormo ou diagnóstico clínico inconclusivo de doença respiratória ou cutânea, refratária a tratamentos prévios ou com recidivas.
Caso suspeito de mormo: animal susceptível com sinais clínicos ou patológicos compatíveis com mormo; ou existência de vínculo epidemiológico com foco/caso confirmado.
96
IN 6/2018 Em relação aos casos confirmados de mormo, deverá ser lavrado o termo de eutanásia e destruição assinado pelo médico veterinário do órgão de defesa sanitária animal, pelo proprietário do animal ou seu preposto e, no mínimo, por uma testemunha.
CERTO.
97
IN 45/2004 Todo laboratório credenciado deverá encaminhar ao Serviço de Sanidade Animal da Delegacia Federal de Agricultura da respectiva UF, até o 5o dia útil do mês subsequente, relatório mensal de atividades.
ITEM REVOGADO.
98
IN 45/2004 Foco é toda propriedade onde houver um ou mais equídeos portadores de A.I.E.
CERTO.
99
IN 6/2018 O trânsito interestadual de equídeos está condicionado à apresentação de documento oficial de trânsito animal, resultado negativo para mormo dentro do prazo de validade, contemplando todo o período da movimentação, e demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.
documento oficial de trânsito animal, aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária; e II - demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.'' (NR)
100
IN 45 Em relação à requisição do exame para diagnóstico da A.I.E, é necessária para a identificação do animal uma descrição escrita e gráfica de todas as marcas, de forma completa e acurada.
CERTO.
101
IN 6/2018 Será considerado caso confirmado de mormo o equídeo que apresentar resultado positivo nos testes de triagem e complementar de diagnóstico ou somente no teste complementar.
isolamento e identificação de Burkholderia mallei em amostra de um equídeo; ou 2. detecção de antígeno ou material genético específico de B. mallei em amostra de um equídeo com sinais clínicos ou patológicos compatíveis com mormo; ou 3. detecção de anticorpos específicos de B. mallei em amostra de um equídeo com sinais clínicos ou patológicos compatíveis com mormo.
102
Os resultados no teste de triagem de Fixação de Complemento devem ser interpretados de acordo com o padrão de cor da prova (percentual de hemólise), na diluição 1/5: sendo uma amostra negativa quando a amostra que produz 0% de hemólise.
A amostra é negativa quando possui 100% de hemólise.
103
IN 45/2004 O médico veterinário responsável pela assistência veterinária da propriedade controlada deverá encaminhar ao Serviço de Sanidade Animal da respectiva UF, até o quinto dia útil do mês subsequente, relatório mensal de suas atividades.
CERTO.
104
Lote de animais é definido como grupo de animais alojados em um mesmo estabelecimento ou unidade epidemiológica
CERTO.
105
IN 6/2018 Todo foco de mormo deverá ser obrigatoriamente eliminado, observando-se a realização de testes de diagnóstico consecutivos de todos os equídeos da unidade epidemiológica.
Deve-se observar a realização da eutanásia dos casos confirmados de mormo.
106
IN 45/2004/0061 O sacrifício do animal portador deverá ser rápido e indolor, sob a responsabilidade do médico veterinário responsável pelo exame para diagnóstico de A.I.E que resultou positivo.
sob a responsabilidade do serviço veterinário oficial.
107
IN 6/2018/0088 A participação de equídeos em aglomerações está condicionada à apresentação de documento oficial de trânsito animal aprovado pelo MAPA, resultado negativo para mormo dentro do prazo de validade, contemplando todo o período do evento e o seu próximo destino, e demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.
documento oficial de trânsito animal aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária; e II - demais exigências sanitárias, observada a legislação específica.''(NR)
108
O vírus da anemia infecciosa equina é transmitido primariamente por picadas de tabanídeos (Tabanus sp.) e moscas dos estábulos (Stomoxys calcitrans) sendo estes apenas vetores mecânicos.
CERTO.
109
IN 6/2018 A eliminação de foco é definida como o conjunto de medidas de defesa sanitária animal, definidas e aplicadas pelo Serviço Veterinário Oficial, com o objetivo de reduzir as fontes de infecção em uma unidade epidemiológica e diminuir a sua transmissão e dispersão.
A eliminação de foco tem objetivo de ELIMINAR as fontes de infecção em uma unidade epidemiológica e IMPEDIR a sua transmissão e dispersão;
110
IN 6/2018 A Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do MAPA (SFA/MAPA) deverá estabelecer as exigências relativas ao mormo para o trânsito intraestadual de equídeos.
essa competência é dos Órgãos Executores de Sanidade Agropecuária (OESA).
111
Asininos e muares são menos prováveis de desenvolver sinais clínicos severos.
CERTO.
112
IN 6/2018 O isolamento e identificação bacteriana é definido como a obtenção de diagnóstico positivo para Burkholderia mallei, empregando-se métodos adequados provas sorológicas e testes moleculares.
As provas utilizadas são as bioquímicas e moleculares, não sorológicas.