PS1 Flashcards

(152 cards)

1
Q

A constatação de caso suspeito de febre aftosa implica na adoção de medidas sanitárias para identificação e contenção do agente etiológico, conforme previsto em manuais e planos disponibilizados pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A

A constatação de caso provável de doença vesicular ou confirmado de febre aftosa implica na adoção de medidas sanitárias para identificação e contenção do agente etiológico, conforme previsto em manuais e planos disponibilizados pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

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2
Q

Para estabelecer um caso confirmado de febre aftosa deve ser adotada a definição publicada pelo Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa).

A

deve ser adotada a definição publicada pelo Departamento de Saúde Animal, elaborada com base nas diretrizes do Código Sanitário para os Animais Terrestres da OIE

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3
Q

Em relação aos dois testes diagnóstico de brucelose para o ingresso de animais em estabelecimento de criação certificado ou em certificação, dois testes deverão ser realizados durante os noventa dias após o ingresso no estabelecimento de criação de destino, num intervalo mínimo de trinta a sessenta dias entre testes, sendo que os animais deverão permanecer isolados desde o ingresso no estabelecimento até o segundo resultado negativo.

A

os dois testes deverão ter resultado negativo;

II - o primeiro teste deverá ser realizado durante os trinta dias que antecedem o embarque e o segundo teste até sessenta dias após o ingresso no estabelecimento de criação de destino, num intervalo mínimo de trinta dias entre testes, sendo que os animais deverão permanecer isolados desde o ingresso no estabelecimento até o segundo resultado negativo;

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4
Q

Em relação ao diagnóstico laboratorial da raiva, no teste em cultura celular, a linhagem celular preconizada para esse tipo de teste é de células de Baby Hamster Kidney (BHK-21). A replicação do vírus é revelada pela IFD e o resultado do teste é obtido 18 horas pós-inoculação.

A

a linhagem celular preconizada para esse tipo de teste é de células de neuroblastoma murino (NA-C1300

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5
Q

TUBERCULOSE

Entre outras situações, as análises bacteriológicas completas serão necessárias para estudo de animais positivos ao teste tuberculínico, nos quais não se observaram lesões macroscópicas sugestivas de tuberculose. Nesses casos, a pesquisa bacteriológica será feita especialmente em amostras de linfonodos da cabeça.

A

estudo de animais positivos ao teste tuberculínico, nos quais não se observaram lesões macroscópicas sugestivas de tuberculose. Nesses casos, a pesquisa bacteriológica será feita especialmente em amostras de linfonodos do trato respiratório e intestinal;

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6
Q

São proibidos em todo o território nacional a produção, a comercialização e a utilização de produtos destinados à alimentação de ruminantes que contenham em sua composição proteínas e gorduras de origem animal, salvo a cama de aviário e os resíduos da criação de suínos.

A

a cama de aviário e os resíduos da criação de suínos estão incluídos na proibição.

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7
Q

O Mycobacterium tuberculosis não infecta bovinos; todavia, ocasionalmente, pode sensibilizá-los ao teste tuberculínico.

A

O M. tuberculosis é a principal causa de tuberculose no ser humano. Pode infectar bovinos, porém não causa doença progressiva nessa espécie; todavia, ocasionalmente, pode sensibilizá-los ao teste tuberculínico.

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8
Q

O prazo para apresentação dos testes para manutenção do certificado de estabelecimento de criação livre de tuberculose poderá ser prorrogado por um período máximo de sessenta dias quando da necessidade de realizar novo teste de diagnóstico para tuberculose em animais que apresentem resultado inconclusivo.

A

De acordo com o art. 62 da IN10/2017, o prazo para apresentação dos testes poderá ser prorrogado por um período máximo de noventa dias.

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9
Q

A maioria das imunoglobulinas presentes no soro de bovinos e bubalinos é da classe G (IgG1 e IgG2), seguidas das classes M (IgM) e A (IgE).

A

A maioria das imunoglobulinas presentes no soro de bovinos e bubalinos é da classe G (IgG1 e IgG2), seguidas das classes M (IgM) e A (IgA).

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10
Q

A manutenção do certificado de estabelecimento de criação livre de tuberculose fica condicionada à realização e apresentação ao serviço veterinário oficial de testes de rebanho negativos para diagnóstico de tuberculose com intervalos máximos de seis meses.

A

intervalos máximos de doze meses.

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11
Q

Somente é permitido o trânsito de sêmen, embriões, ovócitos de animais susceptíveis à febre aftosa quando obtidos em estabelecimentos registrados no Serviço Veterinário Oficial da UF.

A

Ficam dispensados das exigências do parágrafo primeiro deste artigo, o sêmen, os embriões e os ovócitos coletados de suínos residentes em GRSC.

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12
Q

Uma vez definidas as etapas de vacinação, o SVO nas UF deverá regulamentar e divulgar os procedimentos estabelecidos no âmbito federal.

A

ÂMBITO ESTADUAL.

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13
Q

A aplicação de substâncias anticoagulantes, ao redor das lesões recentes provocadas por morcegos hematófagos em herbívoros, deverá ser feita pelo médico veterinário do serviço oficial do estado.

A

deverá ser feita pelo produtor, sob orientação de médico veterinário.

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14
Q

Prurido intenso é comum em ovinos com Scrapie clássico; entretanto, e é mínimo ou incomum na maioria de ovinos ou caprinos infectados com príons de scrapie atípicos.

A

CERTO.

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15
Q

A brucelose é considerada uma doença zoonótica causada pela bactéria Brucella bovis, caracterizada por infertilidade e aborto no final da gestação nas espécies bovina e bubalina.

A

Brucella abortus.
ATENÇÃO!!

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16
Q

O SVO nas UF poderá realizar o acompanhamento da vacinação contra febre aftosa em qualquer estabelecimento rural na sua jurisdição, devendo também adquirir a vacina e realizar a vacinação em animais situados em áreas de risco ou em outras unidades epidemiológicas consideradas de importância estratégica.

A

podendo também
adquirir a vacina e realizar a vacinação em animais situados em áreas de risco ou em outras unidades epidemiológicas consideradas de importância estratégica.

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17
Q

O vírus da febre aftosa (VFA) sobrevive nos linfonodos e na medula óssea com pH neutro, mas é destruído nos músculos a pH >6,0, ou seja, após o rigor mortis.

A

PH < 6

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18
Q

O trânsito de animais suscetíveis à febre aftosa e de materiais de risco, na área de emergência zoossanitária estabelecida conforme previsto nos manuais e planos disponibilizados pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, será suspenso após o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento emitir a regulamentação específica para a região.

A

será imediatamente suspenso até que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento emita regulamentação específica para a região.

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19
Q

Só será aprovada vacina com prazo de validade igual ou superior a 2 anos.

A

Art. 12. Só será aprovada vacina com prazo de validade igual ou superior a 1 (um) ano.

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20
Q

O médico veterinário habilitado deverá notificar os resultados positivos, negativos e inconclusivos em até um dia útil à unidade local do serviço veterinário estadual do município onde se encontra a propriedade atendida.

A

Conforme literalidade do §3º do art. 24 da IN10/2017, o médico veterinário habilitado deverá notificar somente os resultados POSITIVOS e INCONCLUSIVO

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21
Q

O médico veterinário habilitado deverá realizar a eutanásia dos animais reagentes positivos.

A

o médico veterinário oficial

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22
Q

O Teste de Soroaglutinação em Tubos (SAT) permite identificar uma alta proporção de animais infectados, porém, costuma apresentar resultados falso-positivos, no caso de infecção crônica e, em algumas situações, podem aparecer títulos significativos em animais não infectados por B. abortus como decorrência de reações cruzadas com outras bactérias.

A

falso-negativos

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23
Q

Príons são encontrados unicamente no sistema nervoso central (SNC) de animais acometidos por EETs em quantidade variável, dependendo do príon e da espécie hospedeira.

A

Príons são encontrados principalmente no sistema nervoso central (SNC) de animais acometidos por EETs, mas eles podem também ser encontrados nos linfonodos, nervos periféricos e outros órgãos, em maior ou menor quantidade, dependendo do príon e da espécie hospedeira.

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24
Q

O resultado do Teste Cervical Simples em bovinos será considerado positivos quando o aumento da espessura da dobra da pele (ΔB) for ≥ 3 mm.

A

Conforme o inciso V do art. 36 da IN10/2017, será considerado positivos quando o aumento da espessura da dobra da pele (ΔB) for ≥ 4 mm.

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25
Entre outros cuidados especiais para a realização de testes tuberculínicos em rebanho, animais infectados há menos de 40 dias podem não responder aos testes tuberculínicos.
CERTO.
26
O diagnóstico bacteriológico por isolamento requer um longo período de incubação (3 a 9 dias), pois o M. bovis cresce rapidamente em meios de cultura artificiais.
período de incubação (30 a 90 dias), pois o M. bovis cresce lentamente em meios de cultura artificiais.
27
O estabelecimento de criação certificado ou em certificação para a condição de livre de brucelose ou de tuberculose fica obrigado a ter supervisão técnica de médico veterinário credenciado.
a obrigatoriedade é para supervisão técnica de médico veterinário habilitado.
28
Em bovinos, entre outros, são sinais clínicos da Febre Aftosa: ranger de dentes, sialosquiese, som de “smack” produzido pelos lábios quando o animal abre a boca, coceira de patas (pequenos coices); todos esses sinais são causados por vesículas (aftas) nas membranas das mucosas bucais e nasais ou entre as unhas e a banda coronária.
Sialosquiese – é um sinal clínico caracterizado pela diminuição ou ausência da saliva. (boca seca) SALIVAÇÃO EXCESSIVA, som de “smack” produzido pelos lábios quando o animal abre a BOCA CHEIA DE SALIVA...
29
O estabelecimento de criação especializado em rebanho de corte em saneamento para tuberculose deve, entre ou medidas, realizar dois teste para diagnóstico de tuberculose nas fêmeas acima de oito meses e machos reprodutores no prazo de até noventa dias do abate sanitário ou eutanásia do(s) positivo(s).
- realizar um teste para diagnóstico de tuberculose nas fêmeas acima de vinte e quatro meses e machos reprodutores no prazo de até noventa dias do abate sanitário ou eutanásia do(s) positivo(s);
30
Após a penetração da Brucella abortus, na mucosa oral ou nasal, as bactérias se multiplicam e são fagocitadas. Em geral, quando ocorre a entrada pela via digestiva, as tonsilas são um dos principais pontos de multiplicação do agente.
CERTO.
31
No ser humano, os quadros clínicos mais graves são provocados pela B. melitensis, decrescendo em gravidade quando a doença é decorrente da infecção por B. suis e, assim, sucessivamente para a B. abortus e B. canis.
CERTO.
32
A Vacina não Indutora de Anticorpos Aglutinantes (amostra RB51) é elaborada com uma amostra de B. abortus lisa atenuada, originada da amostra rugosa virulenta 2308 que sofreu passagens sucessivas em meio contendo concentrações subinibitórias de rifampicina.
A vacina é elaborada com uma amostra de B. abortus rugosa atenuada, originada da amostra lisa virulenta 2308 que sofreu passagens sucessivas em meio contendo concentrações subinibitórias de rifampicina.
33
Após a suspensão temporária do certificado livre de brucelose, para retorno à condição de livre é necessário obter dois testes de rebanho negativos consecutivos, realizados com intervalo de trinta a noventa dias, sendo o primeiro efetuado de trinta a noventa dias após o abate sanitário ou a eutanásia do(s) positivo(s).
CERTO
34
A comercialização de vacina fica condicionada à emissão de receita por médico veterinário oficial, a qual deverá ficar disponível, pelo período de um ano, no estabelecimento comercial, para fiscalização pelo serviço veterinário oficial.
A comercialização de vacina fica condicionada à emissão de receita por médico veterinário cadastrado, a qual deverá ficar disponível, pelo período de um ano, no estabelecimento comercial, para fiscalização pelo serviço veterinário oficial.
35
O ingresso e incorporação de animais susceptíveis à febre aftosa em zona livre sem vacinação fica autorizado para animais procedentes de zona livre de febre aftosa com vacinação, inclusive bovinos e bubalinos, desde que, entre outras condições, quando transportados em veículos, a carga deverá ser lacrada pelo SVO ou por médico veterinário habilitado pelo SVO para a emissão de GTA.
Conforme o inciso II do art. 32 da IN 48/2020, ....exceto bovinos e bubalinos
36
Nos rebanhos com infecção aguda, os abortos concentram-se nas fêmeas primíparas e nos animais sadios recentemente introduzidos.
CRÔNICA.
37
A sintomatologia da Estomatite Vesicular é semelhante à da Febre Aftosa, com a qual se pode confundir facilmente, no entanto os cavalos são resistentes estomatite vesicular.
A sintomatologia é semelhante à da febre aftosa, com a qual se pode confundir facilmente (mas os cavalos são resistentes à febre aftosa e suscetíveis à estomatite vesicular)
38
A distribuição de tuberculinas será controlada pelo serviço veterinário oficial, devendo as mesmas serem fornecidos somente a médicos veterinários credenciados, médicos veterinários habilitados, a instituições de ensino ou pesquisa e a responsáveis técnicos de Granjas de Reprodutores Suínos Certificadas (GRSC).
Conforme o art. 32 da IN10/2017, não haverá distribuição de tuberculinas a médicos veterinários credenciados.
39
O ingresso em zona livre de febre aftosa de animais susceptíveis à febre aftosa, seus produtos e subprodutos, oriundos de zonas não livres ou de zona livre de febre aftosa com a condição suspensa, será avaliado pelo Serviço Veterinário Oficial da UF de destino.
O ingresso em zona livre de febre aftosa de animais susceptíveis à febre aftosa, seus produtos e subprodutos, oriundos de zonas não livres ou de zona livre de febre aftosa com a condição suspensa, seguirá regulamentação específica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, elaborada com base nas diretrizes do Código Sanitário para Animais Terrestres da OIE.
40
No ser humano, o período médio de incubação do vírus da raiva (RabV) é de 4 a 10 dias, embora haja relatos de períodos excepcionalmente longos.
No ser humano, o período médio de incubação é de 20 a 60 dias, embora haja relatos de períodos excepcionalmente longos
41
Fêmeas vacinadas com a vacina RB51 deverão ser marcadas com o algarismo final do ano de vacinação.
A marcação das fêmeas vacinadas entre três e oito meses de idade é obrigatória, utilizando-se ferro candente ou nitrogênio líquido, no lado esquerdo da cara. § 1o Fêmeas vacinadas com a vacina B19 deverão ser marcadas com o algarismo final do ano de vacinação.
42
A constatação de caso suspeito de febre aftosa implica na adoção de medidas sanitárias para identificação e contenção do agente etiológico, conforme previsto em manuais e planos disponibilizados pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
A constatação de caso provável de doença vesicular ou confirmado de febre aftosa implica na adoção de medidas ...
43
Excluem-se das proibições referentes aos produtos destinados à alimentação de ruminantes que contenham em sua composição proteínas e gorduras de origem animal, o leite e os produtos lácteos, salvo a farinha de ossos calcinados (sem proteína e gorduras) e a gelatina e o colágeno preparados exclusivamente a partir de couros e peles.
De acordo com o art. 3º da IN 8/2004, a farinha de ossos calcinados (sem proteína e gorduras) e a gelatina e o colágeno preparados exclusivamente a partir de couros e peles incluem-se na exceção.
44
Os atestados de exames negativos para brucelose e tuberculose serão válidos por noventa dias, a contar da data da colheita de sangue para diagnóstico de brucelose e da inoculação para diagnóstico de tuberculose.
De acordo com o art. 77 da IN10/2017, exames negativos para brucelose e tuberculose serão válidos por sessenta dias.
45
O saneamento será realizado por médico veterinário habilitado, devendo informar à unidade local do serviço veterinário estadual as datas de colheita de sangue, com antecedência mínima de sete dias
CERTO.
46
Os critérios de produção, controle de qualidade, armazenamento e autorização de uso de antígenos e vacinas com características específicas para utilização em animais situados em áreas de risco para a febre aftosa serão estabelecidos em regulamento específico do SVO da UF.
regulamento específico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
47
Soros com predomínio de IgM apresentam reações positivas ao Teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) e à prova lenta de tubos em tubos.
IgM apresentam reações negativas nessa prova e reações positivas na prova lenta.
48
O regresso para zona livre de febre aftosa sem vacinação de animais susceptíveis à febre aftosa de alto valor zootécnico, portadores de identificação individual permanente e registro genealógico ou certificado especial de identificação e produção, movimentados para fins de participação em eventos de exposição ou julgamentos, assim como mantidos em centrais de coleta e processamento de sêmen, poderá ser autorizado, caso tenham sido mantidos sob supervisão do SVO durante maior parte da permanência no evento de aglomeração ou nas centrais de coleta e processamento de sêmen.
III - tenham sido mantidos sob supervisão do SVO durante toda a permanência no evento de aglomeração ou nas centrais de coleta e processamento de sêmen.
49
A obtenção do certificado de estabelecimento de criação livre de brucelose está condicionada, entre outros requisitos, a que todas as fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas contra a brucelose.
CERTO.
50
O saneamento para brucelose em estabelecimento de criação termina ao obter-se um teste de rebanho negativo, sendo que os animais reagentes positivos deverão ser destinados ao abate sanitário ou à eutanásia.
CERTO.
51
Considera-se o resultado do teste como reagente quando a intensidade da cor do anel for igual ou maior que a da coluna de leite; sendo que nesse caso os animais do estabelecimento de criação deverão ser submetidos a testes sorológicos individuais para diagnóstico de brucelose.
CERTO.
52
Considerando o grau de risco para brucelose e tuberculose animal, as UFs serão classificadas pelo DSA, onde C0, C1, C2 e C3 são considerados Risco médio.
CERTO. Onde: E0 - Risco Desconhecido D0, D1, D2 e D3- Risco alto C0, C1, C2 e C3 - Risco médio B0, B1, B2 - Risco baixo B3, A0, A1 e A2 - Risco muito baixo A3 - Risco desprezível
53
Uma das características da infecção por Brucella sp é o fato de a bactéria não resistir aos mecanismos de destruição das células fagocitárias.
Uma das características da infecção por Brucella sp é o fato de a bactéria poder resistir aos mecanismos de destruição das células fagocitárias e sobreviver dentro de macrófagos por longos períodos
54
O ingresso e incorporação de animais susceptíveis à febre aftosa em zona livre sem vacinação fica autorizado para animais procedentes de zona livre de febre aftosa com vacinação, inclusive bovinos e bubalinos, desde que, entre outras condições, tenham nascido ou permaneceram em zona livre de febre aftosa com vacinação por período mínimo de 3 meses imediatamente antes de seu ingresso.
II - animais procedentes de zona livre de febre aftosa com vacinação, exceto bovinos e bubalinos, atendendo às seguintes condições:
55
O médico veterinário habilitado deverá informar à unidade local do serviço veterinário estadual a data de colheita de sangue para realização dos testes para obtenção ou manutenção do certificado de estabelecimento de criação livre de brucelose, com antecedência mínima de sete dias, para fiscalização pelo serviço veterinário oficial.
CERTO.
56
Animais oriundos de propriedade livre, que retornam de aglomerações, ficam excluídos da obrigatoriedade de realização de dois testes de diagnóstico para brucelose.
CERTO.
57
Para a manutenção da condição sanitária de país livre ou de zonas livres de febre aftosa no país, o SVO nas UF deverá executar de forma continuada investigação de todos casos suspeitos de doença vesicular, conforme procedimentos estabelecidos em manual elaborado e disponibilizado pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do MAPA.
CERTO.
58
Em relação à emissão de GTA para bovinos e bubalinos destinados à participação em aglomerações, animais destinados a feira ou esporte poderão ser dispensados da apresentação de atestados com resultado negativo, a critério do serviço veterinário estadual e considerando as particularidades do evento e a condição sanitária do estado.
CERTO.
59
Após a suspensão temporária do certificado de criação livre de tuberculose, devido à detecção de foco em estabelecimento de criação livre de tuberculose, para retorno à condição de livre é necessário obter dois testes de rebanho negativos, realizados com intervalo de 90 a 120 dias, sendo o primeiro realizado de 60 a 90 dias após o abate sanitário ou a eutanásia do(s) positivo(s).
CERTO.
60
O teste cervical comparativo permite eliminar a maior causa de reações falso-positivas, que são as infecções por micobactérias ambientais.
CERTO.
61
O capsídeo do vírus da febre aftosa (VFA) possui uma superfície externa irregular composta por 60 unidades estruturais. Cada uma dessas unidades, denominadas protômero, é formada por uma cópia das quatro proteínas estruturais: VP1, VP2, VP3 e VP4.
. O capsídeo possui uma superfície externa regular, é perfeitamente simétrico, e é composto por 60 unidades estruturais. Cada uma dessas unidades, denominadas protômero, é formada por uma cópia das quatro proteínas estruturais: VP1, VP2, VP3 e VP4.
62
O vírus da febre aftosa (VFA) é inativado em pH >6 e <9.
PH < 6 E >9
63
Poderão ser dispensadas da realização dos testes diagnósticos, para obtenção do certificado de estabelecimento de criação livre de tuberculose, propriedades sem bovinos ou bubalinos que venham a ser povoadas exclusivamente com animais provenientes de propriedade certificada livre de tuberculose.
CERTO.
64
Poderão ser dispensadas da realização dos testes diagnósticos, para obtenção do certificado de estabelecimento de criação livre de tuberculose, propriedades sem bovinos ou bubalinos que venham a ser povoadas exclusivamente com animais provenientes de propriedade certificada livre de tuberculose.
MYCOBACTERIUM BOVIS.
65
Apesar de diversos estudos sobre vacinação e tratamento da tuberculose bovina, até o presente, os resultados obtidos não justificam a adoção dessas medidas como forma de controle da enfermidade.
CERTO.
66
O regresso para zona livre de febre aftosa sem vacinação de animais susceptíveis à febre aftosa de alto valor zootécnico, portadores de identificação individual permanente e registro genealógico ou certificado especial de identificação e produção, movimentados para fins de participação em eventos de exposição ou julgamentos, assim como mantidos em centrais de coleta e processamento de sêmen, é proibido, caso tenham como origem uma zona livre de febre aftosa sem vacinação.
poderá ser autorizado, mediante as seguintes condições: I - tenham como origem uma zona livre de febre aftosa sem vacinação; II - não tenham sido vacinados contra febre aftosa; e III - tenham sido mantidos sob supervisão do SVO durante toda a permanência no evento de aglomeração ou nas centrais de coleta e processamento de sêmen.
67
O reconhecimento e a manutenção de zona ou de compartimento livre de febre aftosa no país, exceto o restabelecimento da condição sanitária após eventual reintrodução do agente viral, seguirão as diretrizes da OIE e observarão o estabelecido nos manuais e planos disponibilizados pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do MAPA.
assim como o restabelecimento da condição sanitária após eventual reintrodução do agente viraL...
68
A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em seu Código Sanitário para os Animais Terrestres, lista a raiva na categoria das enfermidades específicas dos carnívoros.
lista a raiva na categoria das enfermidades comuns a várias espécies.
69
O Vírus da Estomatite Vesicular (VSV) possui forma de um projétil, é formado por 5 polipeptídeos principais, denominados L, G, N, NS e M, com o ácido nucleico formado por uma única molécula linear de ácido ribonucleico de fita simples com polaridade negativa.
CERTO.
70
Recomenda-se a vacinação das fêmeas acima de oito meses com vacina não indutora de anticorpos aglutinantes, amostra RB51, em estabelecimento de criação com foco.
CERTO.
71
O teste de Fixação de Complemento será utilizado como teste de rotina ou teste confirmatório, realizado e interpretado de acordo com recomendações da SDA.
De acordo com o art. 28 da IN10/2017, o teste de Fixação de Complemento será utilizado como teste confirmatório. Não há menção a sua utilização como teste de rotina.
72
A emissão da GTA para a movimentação de animais susceptíveis à febre aftosa deverá ser realizada pelo SVO nos casos em que a origem possuir condição sanitária para febre aftosa superior ao destino, exceto para suínos destinados ao abate ou oriundos de Granjas de Reprodutores de Suídeos Certificadas - GRSC, ou outra classificação que venha a ser adotada pelo MAPA, quando poderá ser efetuada por médico veterinário habilitado pelo SVO para emissão de GTA.
INFERIOR.
73
O PPD bovino apresenta-se sob a forma líquida com coloração vermelho claro e o PPD aviário, sob a forma líquida incolor.
O PPD bovino apresenta-se sob a forma líquida incolor e o PPD aviário, sob a forma líquida com coloração vermelho claro.
74
Entre as etapas do processo de reconhecimento de compartimento livre de febre aftosa está a verificação do cumprimento das condições definidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
CERTO.
75
Para a manutenção da condição sanitária de país livre ou de zonas livres de febre aftosa no país, o SVO nas UF deverá de forma continuada coibir a existência de bovinos, bubalinos, ovinos, equinos e suínos em lixões ou aterros sanitários e impedir o uso de resíduos neles contidos para alimentação de animais.
. Para a manutenção da condição sanitária de país livre ou de zonas livres de febre aftosa no país, o SVO nas UF deverá executar de forma continuada as seguintes atividades, sem prejuízo de outras normas e procedimentos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: ... V - coibir a existência de espécies animais suscetíveis à febre aftosa em lixões ou aterros sanitários e impedir o uso de resíduos neles contidos para alimentação de animais;
76
Os animais reagentes positivos serão sempre submetidos à eutanásia no estabelecimento de criação, conforme normatizado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária.
somente no caso de impossibilidade de abate sanitário em estabelecimento sob serviço de inspeção oficial, os animais serão submetidos à eutanásia no estabelecimento de criação.
77
A lesões causadas pela Estomatite Vesicular ficam limitadas aos tecidos epiteliais da boca, tetos e patas.
CERTO.
78
O regresso para zona livre de febre aftosa sem vacinação de animais susceptíveis à febre aftosa de alto valor zootécnico, portadores de identificação individual permanente e registro genealógico ou certificado especial de identificação e produção, movimentados para fins de participação em eventos de exposição ou julgamentos, assim como mantidos em centrais de coleta e processamento de sêmen, é proibido, caso tenham como origem uma zona livre de febre aftosa sem vacinação.
NÃO É PROIBIDO,É AUTORIZADO.
79
Fêmeas vacinadas com a amostra B19 deverão ser marcadas com um V, conforme figura a seguir:
Conforme o §2º art. 12 da IN10/2017, fêmeas vacinadas com a amostra RB51 deverão ser marcadas com um V.
80
Para a realização de testes diagnósticos de brucelose e de tuberculose, o MAPA assessora laboratórios que integrarão a Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária.
De acordo com o art. 7o da IN10/2017, o MAPA credencia laboratórios que integrarão a Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários.
81
As micobactérias do complexo MAIS causam lesões granulomatosas nos linfonodos do trato gastrointestinal de suínos, a linfadenite granulomatosa, que leva a sérias perdas no abate desses animais.
CERTO.
82
Foco de febre aftosa é definido como registro de pelo menos um caso suspeito de febre aftosa, de acordo com ficha técnica disponibilizada pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
CASOCONFIRMADO...
83
A vacinação de emergência deverá ser utilizada como parte das estratégias para contenção de focos de febre aftosa no país, conforme previsto em manuais e planos disponibilizados pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
PODERÁ...
84
IN 10/2017 No Teste da Prega Caudal, a tuberculina (PPD) bovina será inoculada por via intradérmica na dosagem de 0,1 mL, dez a doze centímetros da base da cauda, na junção das peles pilosa e glabra, devendo a inoculação ser efetuada de um mesmo lado da prega caudal de todos os animais do estabelecimento de criação.
Conforme o inciso I do art. 37 da IN10/2017, local da inoculação por via intradérmica é de seis a dez centímetros da base da cauda.
85
IN10/2017 O saneamento para tuberculose, em estabelecimento de criação especializado em pecuária de leite ou sem especialização (rebanho misto), termina após obter-se um teste de rebanho negativo, sendo que os animais reagentes positivos deverão ser destinados ao abate sanitário ou à eutanásia.
CERTO.
86
IN 48/2020 As estratégias do PNEFA, independentemente da condição sanitária da região, envolvem o controle da produção, comercialização e utilização da vacina contra a febre aftosa.
NÃO TEM INDEPENDETEMENTE...
87
IN10/2017 O certificado de estabelecimento de criação livre de brucelose ou de tuberculose poderá ser cancelado a pedido do médico veterinário habilitado.
poderá ser cancelado pelo SVO ou a pedido do produtor
88
TUBERCULOSE Amostras frescas podem ser fixadas em lâmina e coradas pelo método de Ziehl-Neelsen para a pesquisa de bacilos álcool ácido resistentes (BAAR), a sensibilidade do método é alta, e um resultado positivo sugere fortemente tratar-se de micobactéria, diferenciando-se a espécie por meio da morfologia do isolado.
Amostras frescas podem ser fixadas em lâmina e coradas pelo método de Ziehl-Neelsen para a pesquisa de bacilos álcool ácido resistentes (BAAR), contudo, a sensibilidade do método é baixa, e um resultado positivo sugere fortemente tratar-se de micobactéria, mas não informa a espécie
89
IN 10/2017 Os antígenos a serem utilizados nos testes sorológicos para diagnóstico de brucelose serão o antígeno acidificado tamponado, o antígeno para soroaglutinação rápida, o antígeno para teste de polarização fluorescente e o antígeno para o teste do anel em leite, controlados segundo normas aprovadas pela SDA.
o antígeno é para soroaglutinação lenta.
90
IN 48/2020 O trânsito de bovinos, equinos, ovinos e caprinos, em todo o território nacional, considerará a condição sanitária para a febre aftosa das regiões de origem e de destino, sem prejuízo a outros requisitos zoossanitários definidos pelo MAPA.
Art. 20. O trânsito de animais susceptíveis à febre aftosa, bem como dos seus produtos e subprodutos, em todo o território nacional, considerará a condição sanitária para a febre aftosa das regiões de origem e de destino, sem prejuízo a outros requisitos zoossanitários definidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
91
IN 48/2020 É proibido o ingresso e a incorporação de animais vacinados contra a febre aftosa em zona livre sem vacinação, salvo ingresso temporário, para trânsito, que deverá obedecer às rotas e aos procedimentos previamente estabelecidas e publicadas pelo SVO da UF.
CERTO.
92
92
IN 48/2020 Para a manutenção da condição sanitária de país livre ou de zonas livres de febre aftosa no país, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), através do Departamento de Saúde Animal (DSA) nas UF, deverá executar de forma continuada investigação de todos casos suspeitos de doença vesicular.
no país, o SVO nas UF deverá executar de forma continuada as seguintes atividades, sem prejuízo de outras normas e procedimentos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
93
Os camelídeos (camelos, dromedários, lhamas, vicunhas) têm baixa suscetibilidade ao vírus da febre aftosa (VFA).
Os camelídeos (camelos, dromedários, lhamas, vicunhas) têm baixa suscetibilidade. CUIDADO!!! QUESTÃO POLÊMICA – Segundo o Código Sanitário para Animais Terrestres da OIE... Entre os membros da família Camelidae, apenas os camelos bactrianos (Camelus bactrianus) são suficientemente suscetíveis a ter potencial para significância epidemiológica. Os dromedários (Camelus dromedarius) não são suscetíveis à infecção pelo FMDV, enquanto os camelídeos da América do Sul não são considerados de importância epidemiológica.
94
IN 10/2017 No Teste Cervical Simples, o local da inoculação será demarcado por tricotomia e a espessura da dobra da pele medida com cutímetro após da inoculação.
Conforme o inciso II do art. 36 da IN10/2017, a espessura da dobra da pele medida com cutímetro ANTES da inoculação.
95
Pode se concluir o diagnóstico de raiva somente com a observação clínica e epidemiológica.
Não se deve concluir o diagnóstico de raiva somente com a observação clínica e epidemiológica, pois existem várias outras doenças e distúrbios genéticos, nutricionais e tóxicos nos quais os sinais clínicos compatíveis com a raiva podem estar presentes.
96
IN 48/2020 Emergência zoossanitária para febre aftosa é definida como a condição específica causada pelo registro de, no mínimo, dois ou mais focos de febre aftosa ou dele derivada, onde serão implantadas e executadas ações necessárias para eliminação do agente e a recuperação da condição de livre da doença, conforme manuais ou planos disponibilizados pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do MAPA.
condição específica causada pelo registro de um foco de febre aftosa ou dele derivada, onde serão implantadas e executadas ações necessárias para eliminação do agente e a recuperação da condição de livre da doença, conforme manuais ou planos disponibilizados pelo Departamento de Saúde Animal no endereço eletrônico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e
97
Brucelose bovina, julgue o seguinte item. As lesões placentárias geralmente atingem todos os placentomas, causando lesões inflamatório-necróticas, que impedem a passagem de nutrientes e oxigênio da mãe para o feto, assim como provocam a infecção maciça do feto por B. abortus, são as responsáveis pelo aborto.
As lesões placentárias raramente
98
IN 18/2002 Deverá ser mantida a vigilância em todos os bovinos ou ovinos/caprinos com sinais clínicos de distúrbios nervosos ou respiratórios agudos.
com distúrbios respiratórios agudos não estão definidos na vigilância para EET.
99
IN 10/2017 Para o diagnóstico direto da tuberculose, serão utilizados testes alérgicos de tuberculinização intradérmica em bovinos e bubalinos identificados individualmente, com idade igual ou superior a seis semanas, realizados por médico veterinário habilitado ou médico veterinário oficial.
DIAGNÓSTICO INDIRETO DA TUBERCULOSE.
100
O capsídeo do vírus da febre aftosa (VFA) possui uma superfície externa regular, é perfeitamente simétrico, e é composto por 60 unidades estruturais. Cada uma dessas unidades, denominadas protômero, é formada por uma cópia das quatro proteínas estruturais: VP1, VP2, VP3 e VP4.
CERTO.
101
As bactérias do gênero Brucella são parasitas intracelulares facultativos, com capacidade de se multiplicar e sobreviver dentro de macrófagos.
CERTO.
102
Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis tem períodos de incubação de dias a meses.
MESES A ANOS.
103
Os hospedeiros preferenciais da Brucella melitensis são os caprinos e ovinos.
CERTO.
104
A reação à tuberculina pode evoluir para uma necrose central, algumas vezes acompanhada por vesícula e enduração características de uma hipersensibilidade intensa.
CERTO.
105
IN 10/2017 O serviço de inspeção oficial participa do Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose. Entre suas atribuições específicas deve comunicar ao estabelecimento de origem dos animais achados post mortem, em carcaças e vísceras, sugestivos de tuberculose e de brucelose.
Comunicar ao SERVIÇO DE SAÚDE ANIMAL achados post mortem, em carcaças e vísceras, sugestivos de tuberculose e de brucelose.
106
IN Nº 18/2002 A vigilância ativa para detecção de EET em bovinos será realizada em animais com idade superior a vinte e quatro meses, e que sejam oriundos de exploração leiteira ou de sistemas intensivos ou semi-intensivos de criação para corte, como também de todos os bovinos ou ovinos/caprinos destinados ao abate de emergência.
em animais com idade superior a 30 (trinta) meses.
107
Brucelose Após o primeiro aborto, são mais frequentes a presença de natimortos e o nascimento de bezerros fracos.
MAIS FREQUENTES!!!
108
BRUCELOSE O Teste de Polarização de Fluorescência (FPA) fundamenta-se na comparação de velocidades dos movimentos aleatórios das moléculas em solução, sendo o tamanho molecular o principal fator que influencia a velocidade de rotação de uma molécula, diretamente proporcional a ela. Havendo anticorpos no soro, haverá a formação dos complexos anticorpo-antígeno conjugado, cuja velocidade de rotação será superior à do antígeno conjugado isolado.
sendo inversamente proporcional a ela. Havendo anticorpos no soro, haverá a formação dos complexos anticorpo-antígeno conjugado, cuja velocidade de rotação será inferior à do antígeno conjugado isolado.
109
IN 10/2017 A colheita de sangue para realização do segundo teste de rebanho, para retorno à condição de livre de brucelose, deverá ser acompanhada por médico veterinário do serviço veterinário estadual e os testes deverão ser efetuados por médico veterinário habilitado.
os testes deverão ser efetuados em laboratório da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária.
110
IN 10/2017 O prazo para apresentação dos testes para manutenção do certificado de estabelecimento de criação livre de tuberculose poderá ser prorrogado por um período máximo de noventa dias quando da necessidade de realizar novo teste de diagnóstico para tuberculose em animais que apresentem resultado inconclusivo.
CERTO.
111
IN 10/2017 O saneamento para brucelose em estabelecimento de criação termina ao obter-se dois testes de rebanho negativos, sendo que os animais reagentes positivos deverão ser destinados ao abate sanitário ou à eutanásia.
o saneamento termina ao obter-se um teste de rebanho negativo.
112
IN 5 de 2002 A aplicação de substâncias anticoagulantes, ao redor das lesões recentes provocadas por morcegos hematófagos em herbívoros, deverá ser feita pelo médico veterinário do serviço oficial do estado.
deverá ser feita pelo produtor, sob orientação de médico veterinário.
113
BRUCELOSE A observação por período prolongado em animais vacinados com B19, quando vacinados até 8 meses, demonstra que o nível de anticorpos decresce rapidamente, atingindo títulos inferiores a 25 UI depois de 12 meses. Por outro lado, se a vacinação for realizada acima de 8 meses de idade, os títulos vacinais tendem a permanecer elevados por mais tempo, podendo gerar reações falso positivas nos testes indiretos de diagnóstico.
CERTO.
114
IN 48/2020 A emissão de GTA para movimentação de bovinos e bubalinos oriundos de UF ou região, onde a vacinação contra a febre aftosa é obrigatória, deve considerar que durante a etapa de vacinação e até trinta dias após seu término, os animais destinados diretamente ao abate ficam dispensados da obrigatoriedade da vacinação contra febre aftosa.
até noventa dias após seu término.
115
BRUCELOSE A principal forma de entrada da brucelose em uma propriedade é a introdução de animais infectados.
CERTO.
116
Brucella sp pode sobreviver, em solo seco, até 65 dias.
4 DIAS.
117
BRUCELOSE EM HUMANOS No ser humano, os quadros clínicos mais graves são provocados pela B. melitensis, decrescendo em gravidade quando a doença é decorrente da infecção por B. abortus e, assim, sucessivamente para a B. suis e B. canis.
quadros clínicos mais graves são provocados pela B. melitensis, decrescendo em gravidade quando a doença é decorrente da infecção por B. suis e, assim, sucessivamente para a B. abortus e B. canis.
118
A sintomatologia da Estomatite Vesicular é semelhante à da Febre Aftosa, com a qual se pode confundir facilmente, no entanto os cavalos são resistentes à febre aftosa e suscetíveis à estomatite vesicular.
CERTO.
119
TUBERCULOSE O diagnóstico clínico possui valor relativo para os animais com tuberculose avançada, para os quais o teste tuberculínico perde seu valor pela possibilidade do fenômeno da anergia à tuberculina.
O diagnóstico clínico torna-se importante para os animais com tuberculose avançada.
120
IN 10/2017 A vacinação contra a Brucelose deve-se seguir as boas práticas de manejo para vacinação, divulgadas pela Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal do Conselho Federal de Medicina Veterinária.
Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal do MAPA.
121
IN 5/2002 Do animal suspeito de raiva deverão ser coletadas amostras do sistema nervoso central após o óbito, ou quando sacrificado na fase adiantada da doença (fase paralítica).
CERTO.
122
O resultado do Teste Cervical Simples em bovinos será considerado positivo quando o aumento da espessura da dobra da pele (ΔB) for de 2,0 a 3,9 mm e as características da reação no local de aplicação sejam: muita do dor, consistência macia e presença de exsudato e/ou necrose.
CERTO
123
IN 48/2020 O Serviço Veterinário Oficial da UF é o órgão responsável pela coordenação e gestão de emergências zoossanitárias de febre aftosa em seu território.
MAPA;
124
Instrução Normativa Nº 18, de 15 de fevereiro de 2002 As empresas que realizarem abates dos animais incluídos no sistema de vigilância de que tratam estas normas, deverão providenciar o envio dos materiais coletados aos laboratórios credenciados pelo DDA, para realização dos exames laboratoriais.
quem deve providenciar o envio são os Serviços de Sanidade Animal das Delegacias Federais da Agricultura dos estados.
125
A interpretação dos resultados do Teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) é dada pela diferença entre os títulos dos soros sem tratamento (prova lenta), frente ao soro tratado com 2-ME.
CERTO.
126
O Teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) é uma prova qualitativa seletiva que detecta somente a presença de IgG no soro, que é a imunoglobulina indicativa de infecção crônica.
PROVA QUANTITATIVA.
127
Em um animal infectado, o M. bovis é eliminado pelo ar expirado, pelas fezes e urina, pelo leite e outros fluidos corporais, dependendo dos órgãos afetados.
CERTO.
128
No organismo hospedeiro, a proteção contra a infecção e a eliminação das bactérias do gênero Brucella dependem primariamente da resposta imune mediada por células – neutrófilos e macrófagos – e de células específicas, linfócitos T auxiliares e citotóxicos. Logo, as metodologias para se medir a intensidade dessa resposta imune celular são as técnicas mais utilizadas na rotina de diagnóstico da infecção por Brucella sp.
Apesar de existirem metodologias para se medir a intensidade dessa resposta imune celular, essas técnicas, por serem complexas e de difícil execução, não são utilizadas na rotina de diagnóstico da infecção por Brucella sp.
129
As EETs são principalmente adquiridas por ingestão do agente, ainda que alguns príons possam causar infecção por outras vias.
CERTO.
130
IN 48 O ingresso em zona livre de febre aftosa de produtos e subprodutos de animais susceptíveis à febre aftosa não especificado na IN nº 48/2020, incluindo material de interesse científico e com finalidade para uso industrial, será proibido enquanto não estiver regulado pelo DSA do MAPA.
deverá ser analisado e eventualmente autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, avaliados os riscos envolvidos e as medidas disponíveis para sua mitigação.
131
IN 18 Todo laboratório que realiza diagnóstico de raiva, deverá encaminhar obrigatoriamente, as amostras de material encefálico de animais investigados que tiverem idade superior a 12 meses, para os bovinos, e 6 meses, para os ovinos e caprinos, que resultaram negativas para raiva, a um dos laboratórios credenciados pelo MAPA, para a realização de diagnóstico das EET.
as amostras de material encefálico são de animais investigados que tiverem idade superior a 24 meses, para os bovinos, e 12 meses, para os ovinos e caprinos.
132
IN 10 O serviço veterinário oficial (SVO) é composto pelas autoridades veterinárias oficiais, pertencentes ao MAPA e aos serviços veterinários estaduais e municipais.
serviços veterinários municipais não compõem as autoridades veterinárias oficiais.
133
Soros com predomínio de IgM apresentam reações negativas ao Teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) e reações positivas na prova lenta em tubos.
CERTO.
134
A inspeção sanitária dos produtos de origem animal destinados ao consumo humano e a pasteurização ou esterilização do leite e derivados suprimem os riscos de transmissão do M. bovis ao homem.
DIMINUEM E NÃO SUPRIMEM.
135
Quatro espécies de hospedeiros contribuíram para a perpetuação da tuberculose através dos séculos: o bovino, o ovino, o homem e as aves em geral.
EXCETO O OVINO.
136
A melhor estratégia – que tem sido validada por vários países que conseguiram avanços significativos no combate à brucelose – costuma ser a combinação de testes, baseada na escolha de um teste de triagem, seguido de um teste confirmatório, a ser realizado apenas nos soros que resultarem negativos no teste anterior, geralmente mais elaborado, porém com melhor especificidade que o teste de triagem. Esse teste confirmatório tem que ter também boa sensibilidade.
Essa estratégia tem como base a escolha de um teste de triagem de fácil execução, barato e de boa sensibilidade, seguido de um teste confirmatório, a ser realizado apenas nos soros que resultarem positivos no teste anterior, geralmente mais elaborado, porém com melhor especificidade que o teste de triagem. Esse teste confirmatório tem que ter também boa sensibilidade
137
Nos testes de imunodifusão em gel (dupla ou radial), Elisa (indireto e competitivo), hemólise indireta e Western blot, o antígeno é representado por células inteiras de B. abortus.
é representado pelo lipopolissacarídeo da parede celular da B. abortus semipurificado.
138
IN 48/2020 Quando oriundos de zona livre de febre aftosa com vacinação, sêmen e ovócitos devem estar acompanhados de declaração emitida pelo médico veterinário responsável técnico do estabelecimento de origem, atestando que estes produtos foram obtidos de doadores que tenham sido submetidos a testes para anticorpos contra a febre aftosa no mínimo três meses após a coleta e com resultados negativos.
III - tenham sido submetidos a testes para anticorpos contra a febre aftosa no mínimo 21 (vinte e um) dias após a coleta e com resultados negativos.
139
IN 10/2017 O teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) será utilizado como teste confirmatório, em animais reagentes ao teste do AAT, e realizado por realizado por médico veterinário habilitado, médico veterinário oficial ou laboratório da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária.
é teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) é realizado apenas por laboratório da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária
140
IN 10/2017 O saneamento será realizado por médico veterinário do serviço oficial, devendo informar à unidade local do serviço veterinário estadual as datas de colheita de sangue, com antecedência mínima de sete dias
o médico veterinário habilitado realizará o saneamento.
141
IN 48/2020 A vacinação contra a febre aftosa é encargo do detentor dos animais, que deverá adquirir as vacinas em quantidade compatível com os animais a serem vacinados na etapa, existentes em sua exploração pecuária.
é de encargo do responsável legal pelos animais...
142
IN 48/2020 As estratégias do PNEFA, de acordo com a condição sanitária da região, envolvem o fortalecimento das ações relacionadas a fiscalizações de animais de produção e seus produtos pecuários em portos, aeroportos, terminais rodoviários, postos de fronteira e afins.
a) a fiscalizações de animais suscetíveis à febre aftosa e seus produtos pecuários em portos, aeroportos, terminais rodoviários, postos de fronteira e afins;
143
Em geral, os testes sorológicos são classificados segundo o antígeno utilizado na reação. Nos testes de aglutinação (lenta, com antígeno acidificado, do anel em leite, de Coombs), de fixação do complemento ou imunofluorescência indireta, o antígeno é representado pelo lipopolissacarídeo da parede celular da B. abortus semipurificado.
o antígeno é representado por células inteiras de B. abortus.
144
TUBERCULOSE BOVINA Em 70% a 90% dos casos, as lesões encontram-se em linfonodos de cabeça e tórax, e 66% dos animais necropsiados apresentam apenas uma única lesão visível.
CERTO.
145
IN 10/2017 Considerando o grau de risco para brucelose e tuberculose animal, as UFs serão classificadas pelo DSA, onde E0 é considerado Risco Desconhecido.
CERTO.
146
IN 18/2002 As medidas de vigilância epidemiológica a campo, deverão ser intensificadas com colheita de material, entre outros, nos casos de bovinos ou ovinos/caprinos com caquexia e febre intermitente antes do óbito.
esses sinais não são contemplados.
147
IN 10/2017 O saneamento de estabelecimento de criação com foco de brucelose será obrigatório independentemente da classificação da UF.
obrigatório com base na classificação das UFs em relação ao grau de risco para brucelose
148
IN 48/2020 A vacinação contra a febre aftosa é de encargo do responsável legal pelos animais, que deverá administrar as vacinas pela via indicada pelo do fabricante, dentro dos períodos estabelecidos pelo SVO.
administrar as vacinas pela via aprovada pelo MAPA...
149
BRUCELOSE A B19 e a vacina não indutora de anticorpos aglutinantes (amostra RB51) são vacinas inativadas.
As vacinas vivas atenuadas.
150
Na compra de animais, antes da introdução no rebanho, deve-se testá-los na origem e testá-los de novo logo após a entrada no quarentenário da unidade de criação, respeitando-se o intervalo mínimo de 60 dias entre os testes.
CERTO.
151
O teste cervical comparativo permite eliminar a maior causa de reações falso-negativas, que são as infecções por micobactérias ambientais.
reações falso-positivas