INF2 Flashcards

(119 cards)

1
Q

O teste cervical comparativo permite eliminar a maior causa de reações falso-positivas, que são as infecções por micobactérias ambientais.

A

CERTO.

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2
Q

No organismo hospedeiro, a proteção contra a infecção e a eliminação das bactérias do gênero Brucella dependem primariamente da resposta imune mediada por células – neutrófilos e macrófagos – e de células específicas, linfócitos T auxiliares e citotóxicos. Apesar de existirem metodologias para se medir a intensidade dessa resposta imune celular, essas técnicas, por serem complexas e de difícil execução, não são utilizadas na rotina de diagnóstico da infecção por Brucella sp.

A

CERTO.

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3
Q

Em relação ao teste de Fixação de Complemento (FC), animais infectados permanecem positivos por períodos mais longos e com títulos de anticorpos fixadores de complemento mais elevados do que os detectados nas provas de aglutinação. Em animais vacinados acima de 8 meses de idade, os anticorpos que fixam complemento desaparecem mais rapidamente do que os aglutinantes.

A

CERTO

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4
Q

O teste cervical comparativo, com PPD bovino primeiro e aviário aplicado posteriormente, deve ser utilizado como teste confirmatório, por sua maior especificidade em relação aos testes simples.

A

O teste cervical comparativo, com PPD bovino e aviário aplicados simultaneamente, deve ser utilizado como teste confirmatório, por sua maior especificidade em relação aos testes simples.

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5
Q

O teste da prega caudal é o método de execução mais simples e prático e, portanto, quando há necessidade da realização de um teste de triagem, é a escolha natural. No entanto, a legislação admite esse teste exclusivamente em estabelecimentos de criação especializados na pecuária de corte.

A

CERTO

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6
Q

Na infecção natural, a estimulação dos linfócitos T para produção de anticorpos acontece tardiamente, após o aparecimento dos sintomas. A ação desses anticorpos é bloquear os vírus extracelulares, antes de alcançar o receptor das células musculares, inibindo a propagação no ponto de inoculação e a sua progressão até o SNC.

A

Na infecção natural, a estimulação dos linfócitos B

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7
Q

No ser humano, o exame clínico e a baciloscopia do escarro permitem a diferenciação entre a infecção pelo M. bovis e M. tuberculosis.

A

não permitem a diferenciação entre a infecção pelo M. bovis e M. tuberculosis. Essa distinção só é possível pelo isolamento e pela identificação do agente.

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8
Q

A terceira fase da patogenia começa quando cessa a multiplicação dos bacilos dentro dos macrófagos, cerca de uma semana após a inalação do agente infeccioso, e é caracterizada por resposta imune mediada por células e reação de hipersensibilidade retardada.

A

A terceira fase começa quando cessa essa multiplicação, cerca de 2 a 3 semanas após a inalação do agente infeccioso, e é caracterizada por resposta imune mediada por células e reação de hipersensibilidade retardada.

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9
Q

Os animais podem tornar-se infectados pela Salmonella através ingestão de alimentos contaminados (incluindo pastagens) ou água, no entanto não é possível a transmissão por contato próximo com um animal infectado.

A

Os animais podem tornar-se infectados por ingestão de alimentos contaminados (incluindo pastagens), água ou através do contato próximo com um animal infectado (incluindo humanos).

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10
Q

Testes em animais vivos não parecem ser capazes de detectar animais com Scrapie atípico/Nor98.

A

CERTO.

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11
Q

Leitões (incluindo javalis) infectados antes ou imediatamente após o nascimento podem ser imunotolerantes, porém nesse caso serão positivos na sorologia.

A

ser negativo na sorologia.

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12
Q

Uma das características da infecção por Brucella sp é o fato de a bactéria não resistir aos mecanismos de destruição das células fagocitárias.

A

Uma das características da infecção por Brucella sp é o fato de a bactéria poder resistir aos mecanismos de destruição das células fagocitárias e sobreviver dentro de macrófagos por longos períodos.

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13
Q

O teste cervical comparativo permite eliminar a maior causa de reações falso-negativas, que são as infecções por micobactérias ambientais.

A

falso-positivas

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14
Q

O Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) é preparado com o antígeno na concentração de 8%, tamponado em pH ácido (3,65) e corado com o Rosa de Bengala.

A

CERTO.

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15
Q

A fase aguda da brucelose no homem produz perdas econômicas de vulto, por exemplo, custos do diagnóstico e tratamento, muitas vezes requerendo internações prolongadas, além de custo do período decorrente da ausência ao trabalho.

A

Na maioria das vezes, quando a enfermidade não é tratada na fase aguda, o curso crônico da doença no homem produz perdas econômicas de vulto. Essas perdas estão relacionadas com os custos do diagnóstico e tratamento, muitas vezes requerendo internações prolongadas. Além disso, não deve ser esquecido o custo do período decorrente da ausência ao trabalho.

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16
Q

O vírus da raiva (RabV) pertence à família Rhabdoviridae, gênero Lentívirus.

A

O vírus da raiva (RabV) pertence à família Rhabdoviridae, gênero Lyssavirus.

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17
Q

Entre outras situações, as análises bacteriológicas completas serão necessárias para estudo de animais positivos ao teste tuberculínico, nos quais não se observaram lesões macroscópicas sugestivas de tuberculose. Nesses casos, a pesquisa bacteriológica será feita especialmente em amostras de linfonodos do trato respiratório e intestinal.

A

CERTO.

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18
Q

A Encefalopatia Espongiforme Bovina é transmitida horizontalmente entre os bovinos com facilidade. Príons de EEB causaram epidemias em bovinos quando eles foram são confinados com outros bovinos infectados.

A

A EEB não parece ser transmitida horizontalmente entre os animais. Príons de EEB causaram epidemias em bovinos quando eles foram amplificados por tecidos reaproveitados de bovinos infectados em suplementos alimentares para ruminantes.

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19
Q

O vírus da influenza aviária é classificado como de baixa patogenicidade (LPAI) ou alta patogenicidade (HPAI) exclusivamente pela sua capacidade de surtos com alta mortalidade.

A

O vírus é definido como HPAI ou LPAI pela sua habilidade em causar a doença severa em inoculação intravenosa em aves jovens no laboratório, ou por possuir certa característica genética que foi associada com uma virulência alta em vírus HPAI (por exemplo, a sequência de cortes nos locais de HA).

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20
Q

A melhor estratégia – que tem sido validada por vários países que conseguiram avanços significativos no combate à brucelose – costuma ser a combinação de testes, baseada na escolha de um teste de triagem, seguido de um teste confirmatório, a ser realizado apenas nos soros que resultarem negativos no teste anterior, geralmente mais elaborado, porém com melhor especificidade que o teste de triagem. Esse teste confirmatório tem que ter também boa sensibilidade.

A

Essa estratégia tem como base a escolha de um teste de triagem de fácil execução, barato e de boa sensibilidade, seguido de um teste confirmatório, a ser realizado apenas nos soros que resultarem positivos no teste anterior, geralmente mais elaborado, porém com melhor especificidade que o teste de triagem. Esse teste confirmatório tem que ter também boa sensibilidade.

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21
Q

As lesões causadas pelas cepas de baixa patogenicidade podem apresentar variações, mas edema da cabeça e pescoço, necrose na crista e barbela, hemorragias e focos de necrose em múltiplos órgãos viscerais são frequentemente descritos.

A

cepas altamente patogênicas podem apresentar variações, mas edema da cabeça e pescoço, necrose na crista e barbela, hemorragias e focos de necrose em múltiplos órgãos viscerais são frequentemente descritos. Aves que apresentam a forma superaguda da doença podem morrer mesmo antes de apresentar lesões.

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22
Q

M. gallisepticum (MG) e M. synoviae (MS) causam normalmente problemas reprodutivos em perus e galinhas, sendo que o MS ainda pode causar sinovite em alguns casos.

A

M. gallisepticum (MG) e M. synoviae (MS) causam quadros respiratórios em perus e galinhas, sendo que o MS ainda pode causar sinovite em alguns casos.

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23
Q

Os vírus da Influenza A são adaptados para circular em hospedeiros específicos, eles podem ocasionalmente infectar outras espécies, porém, na maioria dos casos, os não são transmitidos eficientemente entre membros dessas espécies, e logo desaparecem.

A

CERTO.

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24
Q

A observação por período prolongado em animais vacinados com B19, quando vacinados após 8 meses, demonstra que o nível de anticorpos decresce rapidamente, atingindo títulos inferiores a 25 UI depois de 12 meses.

A

A observação por período prolongado em animais vacinados com B19, quando vacinados até 8 meses, demonstra que o nível de anticorpos decresce rapidamente, atingindo títulos inferiores a 25 UI depois de 12 meses

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25
Micoplasmas não são hospedeiro-específicos, ou em alguns casos infectam diferentes espécies com pouco relacionamento filogenético, como galinhas, perus e algumas outras espécies de aves domésticas como ocorre com M. gallisepticum (MG) e M. synoviae (MS).
Micoplasmas são hospedeiro-específicos, ou em alguns casos infectam diferentes espécies com estreito relacionamento filogenético, como galinhas, perus e algumas outras espécies de aves domésticas como ocorre com M. gallisepticum (MG) e M. synoviae (MS). Estes não irão infectar mamíferos e os micoplasmas de mamíferos por sua vez não irão infectar aves.
26
Os paramyxovirus aviários pertencem ao gênero Avulavirus e família Paramyxoviridae.
CERTO
27
Apesar de diversos estudos sobre vacinação e tratamento da tuberculose bovina, até o presente, os resultados obtidos não justificam a adoção dessas medidas como forma de controle da enfermidade.
CERTO.
28
A maioria dos príons parecem ocorrer naturalmente em um grande número de espécies.
A maioria dos príons parecem ocorrer naturalmente em um reduzido número de espécies.
29
Cepas velogênicas de APMV-1 podem causar sinais respiratórios graves em humanos, geralmente quando a pessoa é exposta a grandes quantidades do vírus.
Cepas velogênicas de APMV-1 podem causar conjuntivite em humanos, geralmente quando a pessoa é exposta a grandes quantidades do vírus
30
No animal infectado, as localizações de maior frequência do agente são: intestinos, articulações, sangue, útero e úbere.
linfonodos, baço, fígado, aparelho reprodutor masculino, útero e úbere.
31
A resposta humoral de bovinos infectados por B. abortus ou vacinados com B19, caracteriza-se pela síntese dos quatro isotipos principais de imunoglobulinas (IgG1, IgG2, IgM e IgA). A observação por períodos prolongados da resposta humoral em animais infectados demonstra que há um leve decréscimo dos níveis de IgG1, enquanto os de IgM permanecem altos, inalterados.
A observação por períodos prolongados da resposta humoral em animais infectados demonstra que há um leve decréscimo dos níveis de IgM, enquanto que os de IgG1 permanecem altos, inalterados.
32
Após um período de incubação variável, seguido de replicação viral no tecido conjuntivo e muscular circunvizinhos no ponto de inoculação, o vírus da raiva (RabV) se dissemina rapidamente alcançando o SNC.
CERTO.
33
Proteção de zonas livres mediante vacinação de todos os animais susceptíveis e controle da movimentação de animais nas fronteiras incluem-se nas ações de profilaxia sanitária para a Febre Aftosa.
Proteção de zonas livres mediante controle e vigilância da movimentação de animais nas fronteiras.
34
As partículas do vírus da febre aftosa (VFA) são icosaédricas (25-30 nm de diâmetro), envelopedas e contêm uma molécula de RNA de fita simples e polaridade positiva como genoma.
sem envelope ...
35
As vacinas para micoplasmas devem ser utilizadas em plantéis sujeitos ao controle oficial.
proibição do uso de vacinas para micoplasmas. As vacinas para micoplasmas não devem ser utilizadas em plantéis sujeitos ao controle oficial.
36
Animais portam os príons pela vida, e podem transmitir mesmo quando se mantem assintomáticos.
CERTO.
37
Animais reagentes ao teste tuberculínico podem não apresentar lesões visíveis a olho nu; isso significa, porém, que se trata de reação falso-positiva.
Animais reagentes ao teste tuberculínico podem não apresentar lesões visíveis a olho nu; isso não significa, porém, que se trata de reação falso-positivA
38
A infecção de aves domésticas com cepas de baixa virulência pode causar desde infecções assintomáticas, até manifestações severas de doença, afetando os tratos respiratório, intestinal e urinário.
CERTO.
39
Perus desenvolvem sinais mais severos que galinhas e a suscetibilidade de outros galináceos de caça (faisões, perdizes, pavões, codornas e galinhas d’angola) é variável.
Perus desenvolvem sinais menos severos que galinhas e a suscetibilidade de outros galináceos de caça (faisões, perdizes, pavões, codornas e galinhas d’angola) é variável.
40
A principal porta de entrada do M. bovis é a via respiratória; a transmissão, em aproximadamente 90% dos casos, ocorre pela inalação de aerossóis contaminados com o micro-organismo.
CERTO.
41
O Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) é uma prova quantitativa, pois indica o título de anticorpos do soro testado.
É uma prova qualitativa, pois não indica o título de anticorpos do soro testado
42
Suínos são infectados com o vírus da Peste Suína Clássica (VPSC) principalmente pelas vias respiratória e intestinal.
Suínos são infectados principalmente pelas vias oral ou oronasal.
43
O isolamento e a identificação da B. abortus a partir de material de aborto (feto, conteúdo estomacal de feto, placenta) ou de secreções podem apresentar bons resultados. Entretanto, devido ao risco de contaminação humana durante o processamento da amostra, poucos são os laboratórios que realizam o exame.
CERTO.
44
Todas as EETs podem ser diagnosticadas pelo exame do cérebro para príons após necropsia. Na maioria das enfermidades, os príons podem ser detectados na medula oblonga a nível do óbex.
CERTO.
45
Tem-se testado experimentalmente vacinas com vírus inativados e atenuados para o Vírus Estomatite Vesicular, mas ainda não estão disponíveis no mercado.
Tem-se provado experimentalmente vacinas com vírus inativados e atenuados, mas ainda não estão disponíveis no mercado.
46
O Teste de Soroaglutinação em Tubos (SAT) permite identificar uma alta proporção de animais infectados, porém, costuma apresentar resultados falso-negativos, no caso de infecção crônica e, em algumas situações, podem aparecer títulos significativos em animais não infectados por B. abortus como decorrência de reações cruzadas com outras bactérias.
CERTO.
47
As amostras de órgãos internos (por exemplo, traqueia, pulmões, sacos aéreos, intestino, baço, rins, cérebro, fígado e coração) não devem ser testados em pássaros mortos com suspeita de infecção por cepas de alta virulência (HPAI).
também são testados em pássaros mortos suspeitos de ter HPAI.
48
Sinais clínicos causados por cepas velogênicas de APMV-1 são às vezes relatados em planteis vacinados, nesses casos geralmente os sinais clínicos são mais severos.
Sinais clínicos causados por cepas velogênicas de APMV-1 são às vezes relatados em planteis vacinados, mas os sinais podem ser menos severos.
49
Atualmente, no Brasil, somente é permitida a utilização de vacina inativada, bivalente, formulada com as cepas virais A (A24 Cruzeiro) e C (C1 Campos), com adjuvante oleoso.
Atualmente, somente é permitida a utilização de vacina inativada, bivalente, formulada com as cepas virais A (A24 Cruzeiro) e O (O1 Campos) e sem saponina como adjuvante.
50
Para o diagnóstico de rotina da tuberculose bovina, a tuberculinização é um método rápido e seguro, porém pouco econômico e serve para pesquisar a sensibilidade dos animais às tubérculo-proteínas inespecíficas.
econômico e serve para pesquisar a sensibilidade dos animais às tubérculo-proteínas específicas.
51
Príons podem sido também transmitidos de modo iatrogênico em algumas espécies (ex. via instrumental cirúrgico contaminado ou em transfusões sanguíneas).
CERTO.
52
Após o primeiro aborto, são menos frequentes a presença de natimortos e o nascimento de bezerros fracos.
Após o primeiro aborto, são mais frequentes a presença de natimortos e o nascimento de bezerros fracos.
53
Com o desenvolvimento de imunidade celular após o primeiro aborto, há um aumento do número e do tamanho das lesões de placentomas nas gestações subsequentes, devido a resposta imune exacerbada mediada principalmente por linfócitos T CD4+.
Com o desenvolvimento de imunidade celular após o primeiro aborto, há uma diminuição do número e do tamanho das lesões de placentomas nas gestações subsequentes
54
Nos testes de imunodifusão em gel (dupla ou radial), Elisa (indireto e competitivo), hemólise indireta e Western blot, o antígeno é representado por células inteiras de B. abortus.
Nos testes de imunodifusão em gel (dupla ou radial), Elisa (indireto e competitivo), hemólise indireta e Western blot, o antígeno é representado pelo lipopolissacarídeo da parede celular da B. abortus semipurificado.
55
Quatro espécies de hospedeiros contribuíram para a perpetuação da tuberculose através dos séculos: o bovino, o ovino, o homem e as aves em geral.
ERRO :OVINOS
56
As lesões de necropsia são patognomônicas. Elas incluem enterite fibrinosa necrosante, lesões associadas com septicemia, ou ambas.
não são patognomônicas
57
Nos machos, as bactérias podem instalar-se nos testículos, epidídimos e vesículas seminais. Um dos possíveis sinais é a orquite uni ou bilateral, transitória ou permanente, com aumento ou diminuição do volume dos testículos.
CERTO.
58
Além da resposta imune celular, anticorpos específicos (imunidade humoral) contra a cadeia “O” também são produzidos durante a infecção.
CERTO.
59
De acordo com os dados da OIE, as últimas ocorrências registradas da enfermidade no Brasil foram em 2016, em criações não industriais de aves, no estado do Paraná.
De acordo com os dados da OIE as últimas ocorrências registradas da enfermidade no Brasil foram em 2006 em aves de fundo de quintal, no estado do Mato Grosso (27 casos em um total de 78 aves), Rio Grande do Sul (17 casos em um total de 44 aves) e quatro surtos no Amazonas (6 casos em um total de 128 ave
60
Em suínos desmamados, a doença de Aujeszky é principalmente neurológica, com sinais clínicos que comumente incluem febre, anorexia e dispneia.
é principalmente respiratória, com sinais clínicos que comumente incluem febre, anorexia, perda de peso, tosse, espirros, conjuntivite e dispneia
61
O teste sorológico para brucelose detecta a infecção nos estágios iniciais da doença, antes da ocorrência do aborto, e discrimina anticorpos de vacinação e de infecção, no entanto pode apresentar reações falso-positivas.
Um teste sorológico perfeito deveria detectar infecção nos estágios iniciais da doença, antes da ocorrência do aborto, e deveria discriminar anticorpos de vacinação e de infecção; da mesma maneira, não deveria apresentar reações falso-positivas ou falso negativas. Ainda não existe tal teste para o diagnóstico da brucelose
62
O vírus da febre aftosa (VFA) é inativado em pH <6 e >9.
CERTO.
63
É uma enfermidade bacteriana dos suínos economicamente importante e altamente contagiosa.
A doença de Aujeszky (pseudoraiva) é uma enfermidade viral dos suínos economicamente importante e altamente contagiosa
64
As bactérias causadoras da tuberculose pertencem à família Microbacteriaceae, gênero Microbacterium.
pertencem à família Mycobacteriaceae, gênero Mycobacterium
65
Os micoplasmas são sensíveis às penicilinas ou outros antimicrobianos que têm na parede celular o seu mecanismo de ação.
OS MICOPLASMAS SÃO RESISTENTES ÀS PENICILINAS OU OUTROS ANTIMICROBIANOS QUE TÊM NA PAREDE CELULAR O SEU MECANISMO DE AÇÃO
66
Após o primeiro aborto, são mais frequentes a presença de natimortos e o nascimento de bezerros fracos.
CERTO.
67
Soros com predomínio de IgM apresentam reações negativas ao Teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) e reações positivas na prova lenta em tubos.
CERTO.
68
TUBERCULOSE As lesões macroscópicas têm, em geral, coloração amarelada em bovinos, e ligeiramente esbranquiçadas em búfalos; apresentam-se na forma de nódulos de 1 a 3 cm de diâmetro, ou mais, que podem ser confluentes, de aspecto purulento ou caseoso, com presença de cápsula fibrosa, podendo apresentar necrose de caseificação no centro da lesão ou, ainda, calcificação nos casos mais avançados.
CERTO.
69
RAIVA Alcançando o SNC e após intensa replicação, os vírus seguem de forma centrípeta para o sistema nervoso periférico e autônomo, alcançando órgãos como o pulmão, o coração, os rins, a bexiga, o útero, os testículos, o folículo piloso e, principalmente, as glândulas salivares, sendo eliminados pela saliva.
Alcançando o SNC e após intensa replicação, os vírus seguem centrifugamente para o sistema nervoso periférico e autônomo, alcançando órgãos como o pulmão, o coração, os rins, a bexiga, o útero, os testículos, o folículo piloso e, principalmente, as glândulas salivares, sendo eliminados pela saliva.
70
micoplasmoses aviárias A detecção indireta é praticada basicamente por PCR de suabes de traqueia e outros órgão suspeitos de albergarem micoplasmas, ou de tentativas de isolamento do agente em exames bacteriológicos de suabes de traqueia ou outros tecidos.
DIRETA
71
TUBERCULOSE Animais reagentes ao teste tuberculínico podem não apresentar lesões visíveis a olho nu; isso significa, porém, que se trata de reação falso-positiva.
Animais reagentes ao teste tuberculínico podem não apresentar lesões visíveis a olho nu; isso não significa, porém, que se trata de reação falso-positiva.
72
RAIVA Pode se concluir o diagnóstico de raiva somente com a observação clínica e epidemiológica.
A observação clínica permite levar somente à suspeição da raiva, pois os sinais da doença não são característicos e podem variar de um animal a outro ou entre indivíduos da mesma espécie. Não se deve concluir o diagnóstico de raiva somente com a observação clínica e epidemiológica, pois existem várias outras doenças e distúrbios genéticos, nutricionais e tóxicos nos quais os sinais clínicos compatíveis com a raiva podem estar presentes.
73
PSC Os animais afetados com a forma crônica da doença normalmente melhoram após algumas semanas, mas depois de um período onde eles parecem relativamente normais, esses sinais podem recorrer.
CERTO.
74
SALMONELOSE Casos clínicos são comuns em bovinos, suínos e equinos, mas relativamente incomum em cães e gatos.
CERTO.
75
Doença de Aujeszky (pseudoraiva) Em outros animais susceptíveis além dos suínos, a Doença de Aujeszky geralmente se apresenta através de sinais respiratórios.
Em outros animais susceptíveis além dos suínos, a Doença de Aujeszky geralmente se apresenta através de sinais neurológicos, frequentemente acompanhados de prurido local próximo à região de entrada do vírus. Esses casos geralmente são fatais dentro de poucos dias.
76
TUBERCULOSE O Mycobacterium tuberculosis não infecta bovinos; todavia, ocasionalmente, pode sensibilizá-los ao teste tuberculínico.
Pode infectar bovinos, porém não causa doença progressiva nessa espécie; todavia, ocasionalmente, pode sensibilizá-los ao teste tuberculínico.
77
TUBERCULOSE A generalização é denominada de forma miliar, quando se dá por via linfática ou sanguínea, acometendo o próprio pulmão, linfonodos, fígado, baço, úbere, ossos, rins, sistema nervoso central, disseminando-se por, praticamente, todos os tecidos.
1) miliar, quando ocorre de maneira abrupta e maciça, com entrada de um grande número de bacilos na circulação; 2) protraída, mais comum, que se dá por via linfática ou sanguínea, acometendo o próprio pulmão, linfonodos, fígado, baço, úbere, ossos, rins, sistema nervoso central, disseminando-se por, praticamente, todos os tecidos.
78
Doença de Aujeszky Muitos dos vírus circulantes entre suínos silvestres parecem ser de baixa virulência, porém causam doença severa em suínos domesticados.
Muitos dos vírus circulantes entre suínos silvestres parecem ser de baixa virulência e causam pouca ou nenhuma doença até mesmo em suínos domesticados, embora animais muito jovens possam desenvolver sinais respiratórios e neurológicos.
79
O Vírus da Estomatite Vesicular (VSV) é estável em pH entre pH 3 e 7.
PH 4 E 10.
80
Em bovinos com Febre Aftosa, a recuperação dificilmente ocorre em um prazo inferior a 21 dias.
* A recuperação pode ocorrer em um prazo de 8 a 15 dias
81
Doença de Aujeszky (pseudoraiva) Os métodos primários de transmissão em suínos selvagens e silvestres são debatidos, embora algumas evidências sugiram que a maioria dos vírus podem se espalhar venereamente nesses animais.
CERTO.
82
EET Em humanos, variantes da doença de Creutzfeldt-Jakob usualmente resultam da ingestão de príons de EEB, no entanto pessoas podem ser infectadas em transfusões sanguíneas.
CERTO.
83
BRUCELOSE No ser humano, os quadros clínicos mais graves são provocados pela B. melitensis, decrescendo em gravidade quando a doença é decorrente da infecção por B. suis e, assim, sucessivamente para a B. abortus e B. canis.
CERTO.
84
O receptor responsável por adsorção do vírus da febre aftosa (VFA) a membranas celulares localiza-se na proteína VP4, bem como também possui o principal epítopo indutor de resposta humoral.
receptor responsável por adsorção viral a membranas celulares localiza-se na proteína VP1, bem como também possui o principal epítopo indutor de resposta humoral.
85
A brucelose humana é uma doença importante, mas de difícil diagnóstico porque apresenta sintomatologia inespecífica.
CERTO.
86
Doença de Aujeszky (pseudoraiva), julgue a seguinte assertiva. Os vírus isolados podem ser identificados através de ensaios de imunofluorescência e imunohistoquímica ou ELISA.
Testes sorológicos para a doença de Aujeszky incluem a neutralização viral, aglutinação de látex e testes ELISA.
87
Brucelose na infecção e na vacinação, julgue o seguinte item. A maioria das imunoglobulinas presentes no soro de bovinos e bubalinos é da classe G (IgG1 e IgG2), seguidas das classes M (IgM) e A (IgE).
e A (IgA).
88
Após a penetração da Brucella abortus, na mucosa oral ou nasal, as bactérias se multiplicam e são fagocitadas. Em geral, quando ocorre a entrada pela via digestiva, as tonsilas são um dos principais pontos de multiplicação do agente.
CERTO.
89
Tuberculose Bovina, julgue o seguinte item. Aproximadamente 90% das infecções pelo Mycobacterium bovis em bovinos e bubalinos ocorrem pela via digestiva por meio da inalação de alimentos contaminados com o micro-organismo.
VIA RESPIRATÓRIA.
90
Brucelose Bovina e Bubalina, julgue o seguinte item. Uma redução importante da prevalência pode ser obtida utilizando apenas um bom programa de vacinação. Por essa razão, a vacinação deve ser priorizada nas fases iniciais do programa, quando as prevalências são elevadas
CERTO.
91
Vírus da raiva (RabV), julgue o seguinte item. Em relação ao diagnóstico laboratorial da raiva, o isolamento viral detecta a presença de anticorpos na amostra, por meio de inoculação da suspensão de tecidos extraídos da amostra suspeita, em sistemas biológicos, permitindo avaliar o grau de proteção ao agente.
Isolamento viral: Este teste detecta a infecciosidade da amostra, por meio de inoculação da suspensão de tecidos extraídos da amostra suspeita, em sistemas biológicos, permitindo o “isolamento” do agente. É utilizado concomitantemente ao teste de IFD, conforme preconizado pela Organização Mundial de Saúde Teste de inoculação em camundongo: Teste em cultura celular:
92
Tuberculose Bovina, julgue o seguinte item. A grande especificidade dos sinais clínicos, e o alto nível de anticorpos durante o período inicial de infecção fazem com que os diagnósticos clínico e sorológico tenham um valor relevante.
A grande inespecificidade dos sinais clínicos, a dificuldade de isolamento do M. bovis do animal vivo e o baixo nível de anticorpos durante o período inicial de infecção fazem com que os diagnósticos clínico, bacteriológico e sorológico tenham um valor relativo.
93
No rearranjo genético (shift antigênico), dois vírus da influenza A infectam a mesma célula, os segmentos do gene de ambos podem ser empacotados em um único novo vírion, desde que adaptados à espécie do hospedeiro.
ou que originalmente vieram de dois diferentes hospedeiros (por exemplo, um vírus da influenza aviária e um vírus da influenza suína).
94
A observação por período prolongado em animais vacinados com B19, quando vacinados até 8 meses, demonstra que o nível de anticorpos decresce rapidamente, atingindo títulos inferiores a 25 UI depois de 12 meses. Por outro lado, se a vacinação for realizada acima de 8 meses de idade, os títulos vacinais tendem a permanecer elevados por mais tempo, podendo gerar reações falso positivas nos testes indiretos de diagnóstico.
CERTO.
95
A maioria dos vírus da influenza tipo A causa uma doença grave em aves e são chamados de vírus da influenza aviária com alta patogenicidade (HPAI).
A maioria dos vírus causa somente uma doença leve em aves e são chamados de vírus da influenza aviária com baixa patogenicidade (LPAI
96
Estomatite vesicular, Doença vesicular do suíno e Exantema vesicular do suíno são enfermidades que devem ser consideradas como diagnóstico diferencial a Febre Aftosa.
CERTO.
97
BRUCELOSE O Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) é uma prova quantitativa, pois indica o título de anticorpos do soro testado.
É uma prova qualitativa, pois não indica o título de anticorpos do soro testado.
98
EEB Príons são pouco resistentes para a maioria de desinfetantes, incluindo formol e álcool.
Esses agentes são muito resistentes.
99
BRUCELOSE EM HUMANOS Em geral, o tratamento é feito pela administração de uma associação de antibióticos por seis semanas. As drogas mais utilizadas são tetraciclinas, doxiciclina e rifampicina.
CERTO.
100
BRUCELOSE O Teste de Polarização de Fluorescência (FPA) fundamenta-se na comparação de velocidades dos movimentos aleatórios das moléculas em solução, sendo o tamanho molecular o principal fator que influencia a velocidade de rotação de uma molécula, diretamente proporcional a ela. Havendo anticorpos no soro, haverá a formação dos complexos anticorpo-antígeno conjugado, cuja velocidade de rotação será superior à do antígeno conjugado isolado.
sendo inversamente proporcional a ela. Havendo anticorpos no soro, haverá a formação dos complexos anticorpo-antígeno conjugado, cuja velocidade de rotação será inferior à do antígeno conjugado isolado
101
TUBERCULOSE Durante o desenvolvimento da enfermidade ocorre resposta imune mediada por células e reação de hipersensibilidade retardada. Nessa fase, em decorrência da reação de hipersensibilidade retardada, o hospedeiro destrói seus próprios tecidos por meio da necrose de caseificação para conter o crescimento intracelular das micobactérias.
CERTO.
102
A Salmonella pode ser carreada de forma assintomática no intestino ou na vesícula biliar de muitos animais, sendo invariavelmente eliminada de forma continua nas fezes.
SÃO CONTINUA OU INTERMITENTEMENTE ELIMINADOS NAS FEZES.
103
Os vírus da Influenza A são adaptados para circular em hospedeiros específicos, eles podem ocasionalmente infectar outras espécies, porém, na maioria dos casos, os não são transmitidos eficientemente entre membros dessas espécies, e logo desaparecem.
CERTO.
104
Em bovinos, entre outros, são sinais clínicos da Febre Aftosa: pirexia, hiperfagia, calafrios, redução da produção de leite durante 2 a 3 dias.
NÃO HÁ ESSE HIPERFAGIA.
105
A transmissão horizontal é a forma mais comum de transmissão, ocorrendo de aves infectadas para aves susceptíveis através de fômites ou por via aerógena.
CERTO.
106
A generalização da infecção pode assumir duas formas: aguda, quando ocorre de maneira abrupta e maciça, com entrada de um grande número de bacilos na circulação; ou miliar, mais comum, que se dá por via linfática ou sanguínea, acometendo o próprio pulmão, linfonodos, fígado, baço, úbere, ossos, rins, sistema nervoso central, disseminando-se por, praticamente, todos os tecidos.
CONCEITOS TROCADOS DE ORDEM.
107
O Mycoplasma meleagridis (MM) é um patógeno que causa aerossaculite em galinhas. Quando infectados em vida embrionária apresentam alterações do aparelho locomotor chamadas de Síndrome TS-65.
NOS PERUS E NÃO NAS GALINHAS.
108
AIE Animais sintomáticos são mais prováveis de transmitir a doença do que animais com infecção inaparente.
CERTO.
109
Em relação ao diagnóstico laboratorial da raiva, no teste de inoculação em camundongo, um grupo de camundongos com idade entre 3 e 4 semanas ou neonatos de 2 a 5 dias de idade são inoculados intracerebralmente. Os camundongos adulto-jovens são observados por 60 dias e todo camundongo morto é examinado por meio da IFD.
ADULTOS JOVENS SÃO 30 DIAS OBSERVADOS.
110
Embora os bovinos e bubalinos sejam suscetíveis à Brucella abortus e Brucella suis, inequivocamente a espécie mais importante é a Brucella melitensis, responsável pela grande maioria das infecções.
Embora os bovinos e bubalinos sejam suscetíveis à B. suis e B. melitensis, inequivocamente a espécie mais importante é a B. abortus, responsável pela grande maioria das infecções.
111
O Teste do Anel em Leite (TAL) foi idealizado para ser aplicado em misturas de leite de vários animais, ainda que a baixa concentração celular do antígeno (4%) torna-o pouco sensível.
BASTANTE.
112
No Brasil, há registros recente de diagnóstico clínico ou laboratorial da influenza em aves comerciais nos estados do Amazonas e Rio Grande do Norte.
No Brasil, não há registro recente de diagnóstico clínico ou laboratorial da influenza em aves comerciais
113
A maioria dos príons parecem ocorrer naturalmente em um grande número de espécies.
NÚMERO REDUZIDO DE ESPÉCIES.
114
As EETs são exclusivamente adquiridas por ingestão dos príons.
adquiridas por ingestão, ainda que alguns príons possam causar infecção por outras vias.
115
O M. gallisepticum (MG) causa doença respiratória aguda em galinhas, geralmente na forma de aerossaculite e em perus também na forma de sinusite infecciosa.
crônica
116
O primeiro passo a ser dado para o controle da tuberculose é conhecer a situação sanitária do rebanho. A identificação das fontes de infecção é feita por meio da implementação de uma rotina de testes tuberculínicos com abate dos animais reagentes, o exame clínico pode ser útil nos casos de anergia.
CERTO.
117
Em geral, os testes sorológicos são classificados segundo o antígeno utilizado na reação. Nos testes de aglutinação (lenta, com antígeno acidificado, do anel em leite, de Coombs), de fixação do complemento ou imunofluorescência indireta, o antígeno é representado por células inteiras de B. abortus.
CERTO.
118
Entre outros cuidados especiais para a realização de testes tuberculínicos em rebanho, um novo teste tuberculínico só deverá ser realizado após um período mínimo de 90 dias.
60 DIAS.
119
A Vacina não Indutora de Anticorpos Aglutinantes (amostra RB51) é elaborada com uma amostra de B. abortus lisa atenuada, originada da amostra rugosa virulenta 2308 que sofreu passagens sucessivas em meio contendo concentrações subinibitórias de rifampicina.
originada da amostra lisa virulenta 2308